Texto 1
A criação de “Luna”
Há muito tempo, havia uma garota, chamada Luna, que vivia em uma casinha que ficava na beiro do rio, sem ninguém por perto. Elã sofria muito, pois não tinha ninguém para conversar. Toda noite, ela sentava na beira do rio para observar o céu escuro da madrugada.
Um dia, ela avistou um ponto no céu, que era muito brilhante, que começava a piscar toda vez que ela chegava. Pôr se sentir muito sozinha, Luna começou a conversar com esse ponto, contando sobre seus dias e sobre sua solidão.
A cada dia que passava, esse ponto brilhante aumentava de tamanho, até que, em um certo dia, quando Luna estava em sua casa, ela sentiu algo tocando em seu ombro. Quando ela se virou, se deparou com um ser muito brilhoso, que ela não conseguia definir se era uma pessoa ou não.
Esse ser explicou para Luna que devido suas conversas, uma estrela gigante chamada “Lua” será criada em homenagem a Luna. De repente, o ser misterioso sumiu, e Luna correu até a beira do rio e percebeu que no céu havia uma estrela redonda, que era muito brilhante.
Depois de muitos anos, o ser que conversou com Luna se tornou um outro grupo de astros brilhantes, que eram pequenos e eram denominados como “estrelas”. Até hoje, a Lua e as estrelas estão presentes no céu, iluminando a noite das pessoas. ( Bruno Andrade da Silva e João Pedro Sampaio da Silva -7ª
Texto 2
Mothak, o Deus do fogo
Anos atrás, antes de muitos existirem, Mothak veio ao mundo, com seus cabelos grisalhos. Porém Mothak tinha algo diferente em suas mãos, 6 pontos pretos.Aos 16 anos, descobriu que não era comum, ele conseguia produzir fogo.
Mothak era amado e adorado por todos de sua aldeia, pois os ajudava em momentos necessários, como no preparo de alimentos e nos dias de inverno.
Alguns anos se passaram, e Mothak foi ficando mais velho e parando de ajudar na aldeia, o que preocupou a todos. Ele tinha mudado, estava sempre nervoso, com isso, seus poderes começaram a se descontrolar.
Em um dia, acabou discutindo com alguns homens da aldeia, o que o deixou muito raivoso e descontrolado, causando um enorme incêndio na floresta onde vivia.
Quando se deu conta do que fez, ficou extremamente preocupado, e se culpando muito.
Ele viu que o fogo estava se abrangendo em direção à aldeia, então se colocou em frente ao fogo, criando uma grande barreira. Como o fogo era muito alto, acabou morrendo, mas salvou toda sua aldeia, arriscando sua própria vida. Assim surgiu o fogo. ( Lívia Atile e Maria Eduarda F. Pereira
Texto 3
O espirro de Fred.
Um monstro chamado Fred, tinha como trabalho viajar entre os planetas para capturar sua beleza.
Em uma dessas viagens para Marte, preparado para pegar a beleza dos alienígenas lembrou que tinha alergia deles. Ele ignorou e continuou seu trabalho.
Quando chegou em sua casa, percebeu que não estava bem e tentou dormir para ver se o mal-estar passava para voltar a trabalhar. Seu problema não tinha se resolvido completamente, e estava ansioso para ir ao próximo planeta.
Seu próximo compromisso era capturar a beleza do planeta Terra.
Andando pelas águas do oceano Pacífico, sua alergia atacou e desmaiou, espirrando. A cada espirro dele, a Terra tremia, e os humanos colocaram o nome desse tremor de terremoto. E toda vez que ele acorda, solta um espirro.
Realizado por: Lucas Cerri e Daniel Ramos
Texto 4
A criação do Eclipse:
Há muito tempo, existia uma tribo chamada Tupinambá. E neste povo havia um guerreiro muito corajoso chamado Tupã, que era completamente apaixonado pela filha do cacique que se chamava Zípora.
Com o grande amor entre ambas as partes, Tupã pediu a mão de Zípora a cacique, sendo celebrado com muita alegria e festa. Dois meses depois a tribo cravou uma guerra com o povo Tamiminos. Com grande medo de perder suas terras, cacique foi obrigado a enviar os seus melhores guerreiros, sendo um deles Tupã.
Meses depois, Zípora recebeu a notícia de que seu marido havia morrido na guerra, e com grande tristeza e desespero a menina ficava todas as noites à beira do rio observando a Lua, com a esperança de algum dia reencontrar seu amado.
Com muita pena de ver a menina todas as noites, a Lua trouxe Zípora para habitar com ela e Tupã com o Sol, fazendo com que o casal apaixonado pudesse se ver uma vez a cada cem anos, gerando o fenômeno Eclipse.
Maria Clara Veríssimo e Gustavo Henrique 7°A.
Texto 5
Vitillirmæ.
Em uma terra distante, onde o sol não clareia o dia, onde a lua se esconde nas noites, e as paisagens só se viam na solidão,havia um povo.
Havia um povo, no norte do Himalaia, ao sul do Saara, e acima do Atlântico.
Havia um povo, mais rápido que um furacão, valentes como um leão, carregavam um Brandão. Havia um povo, acendiam suas fogueiras, homenageavam suas guerreiras, dançavam a noite inteira.
Havia um povo.Gakïy,as protegia, iniciava suas manhãs, guiava sua anciã e guardava um talismã.
Nas noites mais frias, mulheres Tivinin’gak, abandonavam sua essência, para ganhar a bênção divina. A cada noite sobrevivida, após enfrentar o frio intenso, perigos a fora, e a dor da escuridão, eram marcadas, como heroínas, verdadeiras mulheres, dignas de serem Nin'gak.
Segundo a tradição, ,outro grupo de mulheres foram a seu destino, receber as manchas mais brancas que a neve,porém,mais importantes que suas próprias vidas.Destemidas,foram inspiradas a missão.Vitilirmæ,a guerreira mais jovem, também foi considerada a ovelha negra da aldeia, nunca concordou passar por variadas dificuldades, para apenas ganhar um simples cicatriz.
Pois então,Vitillirmæ,ousada e afiada como uma cobra, questionou e enfrentou Gakïy.
Ao final, como presente, não ganhou apenas uma, mas diversas manchas ao corpo, e para ser identificada como um vergonha, as cicatrizes albinas, iriam crescer, e preencher todo o seu corpo, até o fim de seus dias.
Sua história, foi marcante para tribo,repassada de gerações em gerações, nomeando sua maldição como Vitiligo, a recompensa recebida pela fúria da deusa Gakïy.
Maria Fernanda Fernandes.
Texto 6
Elegância frágil
Há muito tempo, quando não existia ser humano, existia um ser que aterrorizava toda vida na Terra, todos o temiam.
Era o ser mais belo criado pelos deuses, ninguém sabia seu nome, mas todos a chamavam de Eclitrix. Os deuses criaram-na com o objetivo de espalhar amor e alegria a todas as criaturas, mas o seu ego por ser considerada a mais bela diante de todas, a tornou arrogante e cruel.
Um dia, Eclitrix estava se admirando no reflexo das águas do rio Paraná, até que viu um mamute exibindo sua beleza e sentiu inveja. Como não havia bondade em seu coração, entrou em um confronto com o animal, soltando toda a energia que havia dentro de si e levando várias espécies de lindas criaturas à extinção.
Os deuses revoltados, transformaram-na em um ser frágil, inferior e asquerosa, que futuramente se chamaria minhoca. Estela Colombari e Lavínia Oliveira