Caros dirigentes escolares,

Muito comentado nos últimos anos tem sido o papel fundamental da sociedade mundial no combate das mudanças climáticas, mas poucas são as ações realmente efetivas, principalmente por parte da escola, que apresenta grande responsabilidade de conscientização.

A maior parte do aprendizado de crianças e adolescentes é majoritariamente na escola, e outra parte em casa — se em ambos ambientes os indivíduos não são induzidos a terem contato maior com a natureza e desenvolver verdadeiramente atitudes ecológicas e sustentáveis, será quase impossível que se tornem adultos com atitudes engajadas. Como diria Ailton Krenak (ambientalista e filósofo) as mudanças climáticas causaram uma "aceleração no tempo": "Muitos cientistas já observaram que essa aceleração está mudando inclusive a maneira como crianças estão experimentando a infância" afirma também.

Por isso, torna-se ainda mais expressiva a necessidade de colaboração da educação, para que mais pessoas cresçam em pautas ambientais e façam a diferença para que as crianças da geração futura possam vivenciar plenamente a infância.

Então, incluir na grade OBRIGATÓRIA aulas de sociologia, biologia e talvez uma nova matéria voltada ao meio ambiente e seus problemas são essenciais para o início do pensamento crítico perante as causas atuais e sobre o sistema. Além de procurar aulas dinâmicas em meio à natureza, que incentivem e acostumem o contato tão perdido entre seres humanos e a terra.

 

Marcela Nibrali 9°A