Este livro é um guia ilustrado e reflexivo voltado a educadores, gestores, estudantes e profissionais interessados em compreender o papel da Inteligência Artificial na educação contemporânea. A obra parte do reconhecimento de que a IA já está integrada ao cotidiano escolar e propõe uma análise clara, acessível e crítica sobre como essa tecnologia transforma a aprendizagem, a avaliação, o trabalho docente e a relação com o conhecimento.
Ao longo dos capítulos, o autor aborda desde os fundamentos do funcionamento da Inteligência Artificial e dos modelos generativos até seus impactos cognitivos, éticos, sociais, ambientais e geopolíticos. São discutidos temas como a terceirização do pensamento, a automação da avaliação, os riscos de fraude acadêmica, o custo invisível da “nuvem”, a reconfiguração das carreiras e o novo protagonismo do professor em ambientes educacionais mediados por tecnologia, sempre com exemplos concretos e estratégias pedagógicas aplicáveis.
Mais do que ensinar a usar ferramentas, o livro defende o desenvolvimento da fluência crítica em Inteligência Artificial: a capacidade de questionar, decidir quando e como usar a tecnologia, preservando a autonomia intelectual e o julgamento humano. Trata-se de um convite para repensar a educação em um mundo algorítmico, sem tecnicismo nem alarmismo.
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O capítulo apresenta a Inteligência Artificial como uma tecnologia já integrada ao cotidiano que, embora poderosa, opera por padrões estatísticos e exige do educador e do estudante uma escolha consciente entre terceirizar o pensamento ou usá-la como parceira para ampliar a autonomia intelectual.
O capítulo analisa como a Inteligência Artificial transforma práticas escolares, revelando novas formas de cola, simulação e fraude acadêmica, e defende que a resposta educativa não está na vigilância ou proibição, mas no redesenho das avaliações e no uso pedagógico consciente da IA como ferramenta de aprendizagem, e não de substituição do pensamento.
O capítulo propõe um novo acordo educacional para o uso da Inteligência Artificial, estabelecendo regras claras de transparência, autoria e avaliação do processo de aprendizagem, de modo a preservar a integridade acadêmica sem recorrer à proibição ou à vigilância punitiva.
O capítulo explora como a Inteligência Artificial pode ampliar a aprendizagem ao atuar como tutora, curadora, mediadora e organizadora de processos educacionais, defendendo seu uso para personalizar o ensino, estimular o pensamento crítico e fortalecer — e não substituir — o papel do professor.
O capítulo alerta para os riscos cognitivos, éticos e sociais do uso acrítico da Inteligência Artificial, mostrando como a automação do pensamento, os vieses algorítmicos e a facilidade excessiva podem gerar ilusões de conhecimento, empobrecimento intelectual e perda de autonomia.
O capítulo revela os impactos ambientais, sociais e geopolíticos da Inteligência Artificial, destacando que por trás da aparente imaterialidade da “nuvem” existem consumo intensivo de energia, exploração de trabalho humano e custos ecológicos frequentemente ignorados no debate educacional.
O capítulo discute a Inteligência Artificial como instrumento de poder econômico e geopolítico, analisando riscos de dependência tecnológica, concentração de conhecimento e perda de soberania, e defendendo a educação como elemento central para a autonomia crítica e estratégica das sociedades.
O capítulo analisa a evolução histórica e pedagógica do uso da Inteligência Artificial no ensino, mostrando como tutores inteligentes, modelos generativos e ambientes baseados em dados podem ampliar o acesso, personalizar a aprendizagem e deslocar o foco da resposta pronta para a construção de perguntas, desde que mediados por critérios éticos e pedagógicos.
O capítulo examina como a Inteligência Artificial reorganiza o trabalho, as carreiras e o valor do conhecimento, mostrando que, em um contexto de automação crescente, ganham centralidade as competências humanas ligadas a julgamento, criatividade, ética e tomada de decisão.
O capítulo afirma que, longe de ser substituído pela Inteligência Artificial, o professor torna-se ainda mais central, assumindo o papel de mediador, curador e orquestrador de aprendizagens em ambientes educacionais mediados por tecnologias inteligentes.
O capítulo questiona o entusiasmo excessivo em torno da Inteligência Artificial, comparando-o a bolhas tecnológicas do passado, e argumenta que, independentemente de excessos e promessas infladas, as infraestruturas e transformações estruturais da IA tendem a permanecer.
O capítulo apresenta uma visão clara e didática das principais abordagens da Inteligência Artificial, explicando como diferentes tipos de modelos — da IA clássica ao aprendizado de máquina e por reforço — funcionam, aprendem e são aplicados em contextos reais.
O capítulo organiza os principais tipos de sistemas de Inteligência Artificial segundo suas finalidades, explicando o funcionamento e as aplicações de modelos de linguagem, sistemas generativos, modelos de recuperação de informação, agentes autônomos e sistemas multimodais.
O capítulo explica de forma acessível como modelos de linguagem de grande porte são treinados, ajustados e utilizados, discutindo seus mecanismos centrais, limites, riscos de alucinação e a importância da especialização e do julgamento humano no uso educacional dessas tecnologias.
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