Aqui temos as últimas versões! Em questão do Tiranossauro, pouco mudou de 2014 para 2020. O que eu pude retratar como diferença foi a presença de lábios, tornando os dentes menos visíveis. A grande mudança está no Espinossauro. Em 2014, houve uma descoberta que mudou totalmente aparência desse dinossauro. Suas pernas foram encontradas e se descobriu que elas eram muito mais curtas do que um terópode (dinossauros carnívoros bípedes) comum, o que dava certos indícios desse dinossauro possuir hábitos semiaquáticos mais frequentes (Já se suspeitava disso antes, pois o dino em questão possuía uma dieta piscívora e vivia em margens de rios), contando também com membranas nas patas traseiras para auxiliar no nado, assim como um pato. Além disso, sua vela dorsal possui agora uma aparência mais quadrada e seu crânio tem mudado novamente, sendo agora um pouco mais grosso. Nesse ano, devido às pernas curtas, os cientistas teorizaram que o animal andaria de forma quadrúpede em terra, já que os membros posteriores eram longos, então assim o representei. Em 2020, mais uma grande mudança veio para o Espinossauro: A presença de uma cauda com vértebras projetadas. Isso comprova que o animal estaria dedicado à vida semiaquática, passando maior parte de seu tempo na água, predando animais dentro dos rios e até mares. Essa descoberta o tornou mais popular pois ele passou a ser o primeiro dinossauro adaptado para nadar. Não só tiveram essas mudanças, como também foi pensado pelos cientistas que ele passaria a se locomover novamente como bípede, porém um pouco mais erguido para poder se equilibrar, como foi representado no último desenho. Essa última pintura do Espinossauro, também presente na primeira imagem, passou a ser minha favorita quando aplicada nele e, por isso, em outras aparições ele possui a mesma coloração.