Pedimos desculpas aos nossos leitores por não termos atualizado o site de 05 a 14/11/17. Não foi falha nossa, pois estava havendo um problema por parte da Google e parece que foi resolvido. Se voltar a ocorrer, por favor, acesse o nosso blog GOTAS DA PALAVRA. Se voltar a ocorrer, não temos como acessar a edição do site. Aliás, todas as postagens anteriores você encontra no blog citado.

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IRMÃ TIMÓTEA

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12/11/2017

Sb 6,12-16

1Ts 4,13-18

Mt 25,1-13

Celebramos neste segundo domingo do mês de novembro o mistério da Páscoa do Senhor, contemplando o Reino que ainda virá quando toda a humanidade se apresentar ao Pai como uma noiva que se enfeita para núpcias com seu esposo.


As dez moças da parábola, seguindo o ritual do casamento do tempo de Jesus, são uma espécie de “damas de honra”. Na noite do casamento, elas estão esperando o noivo, que foi acertar o contrato nupcial com o pai da noiva e que vem para conduzir a noiva à sua casa. No entanto, o esposo demora a fechar o contrato e só chega mais tarde, quando a metade das moças já não tem mais óleo para manter suas lâmpadas acesas.


Esta parábola, fortemente inspirada pelo Cântico dos Cânticos e contada apenas por Mateus, serve para manter as comunidades – representada pelas moças – na espera amorosa da manifestação do reino. Talvez no momento em que o evangelho fosse escrito, muitas comunidades estivessem desanimando e enfraquecendo na vigilância e na esperança da vinda do Senhor. Daí a insistência: enquanto ele não vem, é preciso estar vigilantes na expectativa desse encontro, com o óleo preparado e o ouvido atento para escutar, na escuridão da noite, os sinais que anunciam a sua chegada.


A reunião litúrgica da comunidade é a expressão e símbolo dessa vigilância. Celebramos porque vigiamos e vigiamos porque celebramos. Através dos dias e dos anos, essa chama da espera do Senhor Jesus é mantida firme e acesa pelas assembleias litúrgicas, especialmente através da eucaristia, quando a comunidade retorna a prece do Apocalipse e proclama: “Anunciamos, Senhor, a tua morte e proclamamos a tua ressurreição, vem, Senhor Jesus!”. Não é sem razão que a vigília foi o primeiro tipo de oração das Igrejas cristãs. As comunidades se reuniam durante a noite de sábado para acolher em oração o santo dia do domingo.


Neste dia o Senhor nos convida a permanecermos amorosamente atentos, ativamente acordados, fazendo apressar a chegada do Reino.


Cantamos os louvores do Senhor na aliança que Ele fez conosco e foi selada na vida, morte e ressurreição de Jesus, o noivo esperado para as núpcias. Ele vem com seu Espírito acender as lâmpadas da fé e do amor que nos mantêm vigilantes até que Ele volte definitivamente, pois conforme Santo Agostinho: “Viver não é outra coisa que vigiar e vigiar é abrir-se à vida”.

Um bom domingo.

Pe. Manoel Júnior


Comentário do pe. Freddy Goven, BA

Mt 25,1-13 Jesus: “Não conheço vocês”. A parábola das 10 virgens, prudentes e tolas, tem muito a ver com o aprofundamento da nossa fé. As prudentes mostraram a sua maturidade como pessoa. As tolas nunca tinham questionado nada. Dominadas pelo sentimento do meu grupo. Então este “não conheço vocês” de Jesus pode significar que elas não se conhecem. Eu me conheço?