Este portfólio tem como finalidade apresentar e explicar as referências utilizadas na construção do banner, evidenciando os fundamentos teóricos e práticos que orientaram sua elaboração. O objetivo é contextualizar as escolhas realizadas, demonstrando a relevância dos materiais consultados e a contribuição de cada fonte para a construção do conhecimento e a clareza da mensagem transmitida. Assim, o portfólio não apenas complementa o banner, mas também oferece um registro reflexivo do processo de pesquisa e produção.
O livro “Feliz na Universidade”, de Georges Snyders, apresenta uma reflexão sobre a experiência universitária a partir do estudo de diferentes biografias, destacando a universidade não apenas como espaço de transmissão de conhecimentos, mas também como um ambiente de realização pessoal, crescimento intelectual e formação integral. A obra ressalta a importância da universidade como lugar de descobertas, felicidade e transformação, mostrando seu papel na construção de sujeitos críticos e engajados com a vida social e cultural.
Publicado em 1996, o livro "Pedagogia da Autonomia" traz como eixo central a reflexão sobre a prática docente. O autor apresenta uma série de “saberes necessários à prática educativa”, enfatizando a importância da autonomia do estudante, do diálogo e da ética na relação entre educador e educando. Freire defende que ensinar não é apenas transferir conhecimento, mas criar possibilidades para que o aprendiz construa o seu próprio saber de forma crítica e transformadora. É um livro fundamental para compreender uma educação comprometida com a liberdade, a dignidade humana e a formação cidadã.
A imagem retrata uma gravação coletiva de artistas e, abaixo, uma manifestação estudantil contra os cortes na educação, com faixas que defendem a resistência e a liberdade. A música a que a cena remete surgiu nesse contexto de mobilizações sociais, quando estudantes, professores e artistas se uniram para protestar contra a redução de investimentos no ensino público superior e básico no Brasil. A canção, portanto, ultrapassa o campo artístico e assume caráter político e social, funcionando como um instrumento de denúncia, união e fortalecimento das lutas em defesa da educação. Dessa forma, evidencia como a arte pode se articular com os movimentos sociais, potencializando vozes coletivas e reafirmando a importância da cultura como forma de resistência.