A CEP proibiu grandes atividades, e acampamentos com grandes grupos, não se referiram aos pequenos grupos. Aliás, todo este trabalho do CNE está a ser feito em contacto permanente com a CEP, que conhece estas nossas determinações. Igualmente importante é conhecer as normas específicas que cada diocese emitiu concretizando e especificando as orientações da CEP. É sempre muito necessário uma boa coordenação com a comunidade local, particularmente com a paróquia, para garantir que todos estamos a trabalhar no mesmo sentido, encontrando soluções novas para os novos desafios que nos são colocados.
“76. As atividades pastorais nos espaços eclesiais (paróquias, centros pastorais, casas de retiro, etc.) como reuniões, ajuntamentos, iniciativas culturais e de restauração, entre outras, seguirão as regras previstas pelas autoridades competentes.
77. As atividades de catequese e outras ações formativas continuarão a ser realizadas apenas por meios telemáticos até ao final deste ano pastoral.
78. Os Bispos ponderarão a possibilidade de adiar outras atividades, incluindo as visitas pastorais.
79. Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras atividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam suspensas até novas orientações”
(Documento da CEP, Orientações da Conferência Episcopal Portuguesa para a celebração do Culto público católico no contexto da pandemia COVID-19, 8 de maio de 2020).
Sim, pode. A CEP proibiu grandes atividades e acampamentos com em grandes grupos, não se refeririu aos pequenos grupos. Aliás, todo este trabalho do CNE está a ser feito em contacto permanente com a CEP, que conhece estas nossas determinações. E as propostas que estamos a fazer são sempre de atividades para pequenos grupos.
“76. As atividades pastorais nos espaços eclesiais (paróquias, centros pastorais, casas de retiro, etc.) como reuniões, ajuntamentos, iniciativas culturais e de restauração, entre outras, seguirão as regras previstas pelas autoridades competentes.
77. As atividades de catequese e outras ações formativas continuarão a ser realizadas apenas por meios telemáticos até ao final deste ano pastoral.
78. Os Bispos ponderarão a possibilidade de adiar outras atividades, incluindo as visitas pastorais.
79. Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras atividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam suspensas até novas orientações”
(Documento da CEP, Orientações da Conferência Episcopal Portuguesa para a celebração do Culto público católico no contexto da pandemia COVID-19, 8 de maio de 2020).
A Direção do Agrupamento, da qual o Assistente é membro de pleno direito, deve avaliar ponderadamente as condições de que dispõe para o regresso a algumas atividades presenciais e de serviço à comunidade, sempre no respeito pelas regras de segurança.
Sim, são atividades de serviço. Cada Agrupamento deve analisar o risco em que coloca os elementos que colaboram nestas atividades. E seguir as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa sobre estas atividade.
O Método Escutista apresenta características únicas que fazem a diferença relativamente a outras atividades, e que pode inclusivamente ajudar as crianças e jovens a interiorizar e viver este tempo de pandemia e confinamento, bem como as respetivas medidas e desafios que são colocados.
O Escutismo tem a grande vantagem de trabalhar através de pequenos grupos (Sistema de Patrulhas), privilegiando as atividades de exterior/ar livre (Vida na Natureza), promovendo o desenvolvimento pessoal de cada Escuteiro. O Escutismo pode e deve, nesta fase, ajudar os Escuteiros as regras básicas de segurança e convivência na sociedade, através do Aprender Fazendo.
As medidas propostas, para além de permitirem avaliar os níveis de segurança de cada Agrupamento, partilhadas em Conselho de Pais permitirão gerar níveis de confiança nos próprios pais.
Os encarregados de educação deverão ser constantemente informados sobre as atividades que o Agrupamento vai realizando. De modo a gerar a confiança pretendida, tudo deve ser preparado e comunicado ao detalhe.
Não é necessário o envio do plano de contingência para a Junta Central.
O mais importante é o processo de elaboração e divulgação desse plano internamente, de modo a que todos os elementos do Agrupamento o conheçam detalhadamente.
Poderá ser partilhado conjuntamente com o formulário existente para comunicação do processo de desconfinamento.
É importante manter uma relação de proximidade com as estruturas locais e regionais em todo este processo (Juntas de Núcleo e Juntas Regionais).
Não, nesta fase as regras do CNE não acompanham os números propostos pela DGS. Prefere-se que, de modo a reduzir o número de contactos entre os elementos e reduzir a possibilidade de contágio, que se privilegie o pequeno grupo que, no Escutismo, é a Patrulha.
Deve ser avaliado caso a caso.
A participação de cada um fica à consideração e avaliação individual de risco do próprio.
Sim está ativo, e sempre esteve durante o período de suspensão das atividades presenciais.
Processualmente o seguro permanece igual, e o seu acionamento decorre de igual modo ao que acontecia anteriormente.
Não, o seguro do CNE é um seguro contra acidentes pessoais, e não um seguro de saúde. Não cobre a doença COVID19, como não cobre outras doenças, apenas acidentes pessoais em contexto de atividade escutista.
Não, uma vez que a apólice do seguro nunca esteve suspensa.
Sim, cumprindo todas as regras de segurança em vigor e as indicações presentes na lista de verificação de atuação para a direção de agrupamento. Todos os prazos e passos têm de ser adaptados às circunstâncias atuais. Nas celebrações tem de se ter em conta todas as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa sobre a liturgia.
Todo o processo tem de ser devidamente articulado com o Assistente do Agrupamento, e atender às normas específicas de cada Diocese.
Sim.
A única condicionante existente é a impossibilidade de os Lobitos acamparem / acantonarem.
Não é obrigatório iniciar as atividades presenciais se não houver condições para tal. Cabe aos Agrupamentos, depois de concluírem o trabalho de análise que foi solicitado, tomar a decisão de reabrir, ou não. Caso decidam não reabrir, reforça-se a importância de se manter o trabalho à distância feito até aqui.
Em todo o caso é necessário começar a preparar o próximo ano escutista, muito provavelmente com as regras atualmente em vigor.
Pode, restringindo as suas atividades a áreas exteriores.
Contudo, deverá começar a preparar alternativas para a utilização de outros espaços interiores para o futuro.
Sim, é possível. Desde que não estejam todas juntas. Cada pequeno grupo deverá estar num local separado e isolado das demais, sem contactos e, de preferência, com Adultos que não se movimentem entre Patrulhas.
Poderão encontrar mais informação do documento orientador pedagógico em tempos de Covid-19.
Nesta fase, as reuniões/atividades presenciais devem ter incidência nas Patrulhas, uma vez que é o principal motor do Escutismo.
Poderão encontrar mais informação no documento orientador pedagógico em tempos de Covid-19.
As Passagens e as Partidas deverão ocorrer no momento habitual da vida dos Agrupamentos, respeitando na íntegra o percurso normal da vida do Escuteiro, e mantendo o cumprimento do Regulamento Geral do CNE.
No caso das Partidas cada situação deverá ser avaliada individualmente em função do percurso do elemento e do Clã, podendo existir ligeiras adaptações e alguma flexibilidade ao momento da Partida, sem nunca estender este momento por um período longo - por exemplo um ano escutista ou mais - o que acarretaria consequências pedagógicas e regulamentares negativas.
Em ambos os casos deverão cumprir-se todas as regras de segurança em vigor e as indicações presentes na lista de verificação de atuação para a direção de agrupamento.
Sim. O fundamental será avançar gradualmente na realização de atividades, iniciando com atividades na localidade, e evoluindo gradualmente para zonas próximas, tendo sempre especial atenção à avaliação do risco associado aos transportes, aglomerados de pessoas e ao risco epidemiológico do local.
Sim, o uso de máscara nas atividades presenciais exteriores é recomendável, salvo quando se realizem atividades que envolvam esforço físico, garantindo nestes casos o aumento do distanciamento físico.
As máscaras não são peças do Uniforme, são Equipamentos de Proteção Individual.
O CNE recomenda o uso de máscaras a todos os seus elementos, incluindo os Lobitos.
Durante o momento de reunião/atividade escutista, podem estar em contacto, mas apenas em momentos estritamente necessários, e não em momentos de convívio, respeitando as regras de distanciamento social. Não nos esqueçamos de que não há ensino que se compare ao exemplo.
Garantir a existência de material de campo em quantidade suficiente para a separação física dos elementos - jovens e adultos.
Deverá ser garantida uma tenda/abrigo por cada elemento.
Todo o material coletivo de campo, deverá ser usado individualmente, com higienização do mesmo, e dos utilizadores após e antes cada utilização.
As cozinhas deverão ser adaptadas para apenas uma pessoa (sempre a mesma), com manuseamento individual do equipamento de cozinha. Caso se altere o utilizador, todo o equipamento deverá ser higienizado e desinfetado.
Poderão encontrar mais informação no documento orientador pedagógico em tempos de Covid-19.
Deverá comunicar-se às Juntas de Núcleo e/ou Juntas Regionais .
Não está previsto nenhum apoio direto, porém está a ser analisada a possibilidade de retomar os fundos de apoio local, considerando nesta retoma as características da situação atual e as novas necessidades existentes.
Nesta fase, as angariações de fundos encontram-se fortemente condicionadas, uma vez que se deverão evitar quaisquer contactos pessoais e passagem de objetos entre pessoas.
Fica ao critério da Direção do Agrupamento as ações a realizar e os devidos cuidados a adotar em função dos condicionamentos existentes.
Deve-se sempre evitar qualquer processo que implique a manipulação de dinheiro.
Devem-se cumprir as regras para o uso de transportes públicos ou privados coletivos.
Não é possível nesta fase.
Deverá reunir alternadamente (com higienização da sala entre grupos), ou optar por reunir ao ar livre, num espaço onde seja possível reunir vários pequenos grupos em simultâneo, com as devidas regras de distanciamento social.
Poderão encontrar mais informação no documento orientador pedagógico em tempos de Covid-19.
Analisar os recursos que têm, a sua flexibilização e disponibilidade, e a forma de conseguirem cumprir. Consoante a realidade, poderão definir, como e quando, que Secções retomam as atividades presenciais.
Poderão encontrar mais informação no documento orientador pedagógico em tempos de Covid-19.
Sim, desde que garantam condições de acesso a todos os membros, que nenhum membro do Conselho de Agrupamento se oponha à realização neste formato, e encontrando uma modalidade de realização de votações sob anonimato (caso sejam necessárias).