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Sou Cleonice Alves Lopes, e a palavra é o meu território há mais de 20 anos. Mestra em Letras e com formação em Secretariado Executivo Bilíngue e Licenciatura em Língua Inglesa, transformei minha paixão por narrativas, pela organização de atividades culturais e literárias em uma jornada multifacetada. Assumo o papel de tecelã da palavra, pois transito com fluidez da docência ao engajamento cultural e literário.
A busca por aprimoramento é constante: estou cursando a Especialização em Memórias e Ensaios Pessoais na Wesleyan University, em Middletown, Connecticut, EUA, e o Curso de Extensão em Escrita Criativa - Técnicas e Práticas, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS).
Foi no estágio de docência do Mestrado em 2017 que ministrei minha primeira oficina de Escrita Criativa, descobrindo o prazer de guiar outras vozes e ver histórias nascerem. É nessa área que aprofundo minha prática da escrita, dedicando-me ao aprimoramento contínuo para elevar a qualidade do que ofereço. Sou criadora de conteúdo criativo nas redes sociais para divulgação dos meus projetos.
Minha escrita, seja autoral ou no apoio a outros, nunca é um ato solitário. No meu selo, Reformando a Escrita, eu sou a Editora, Revisora e Designer editorial, moldando textos e dando-lhes a melhor forma; minha voz se consolidou em publicações que abrangem contos, crônicas, poemas e trabalhos acadêmicos. Para mim, é, antes de tudo, uma experiência compartilhada, de troca e enriquecimento mútuo. Por isso, como colunista na Agência Casa de Notícias, responsável pelas colunas Prosa & Poesia e Leia Comigo, uso a palavra para informar, provocar reflexão e sensibilizar, colocando-a a serviço de uma comunidade maior, inspirando e sendo inspirada por outras escritoras.
Essa visão se materializa intensamente no Coletivo Leia Mulheres Toledo, que eu faço a mediação desde 2018. Este projeto literário e cultural de Toledo/PR foca em dar visibilidade a obras de mulheres em qualquer contexto, especialmente escritoras periféricas e pouco divulgadas, cujas obras abordem temas relevantes à busca por igualdade de direitos.
Minha formação em Secretariado Executivo Bilíngue me dá o suporte necessário para a organização de eventos. Por isso, sou a organizadora do Café Literário e do Café com Cultura, eventos que se vinculam às atividades do Coletivo, além de ser a agente cultural responsável pela curadoria da seleção de obras. A cada encontro mensal, eu facilito o diálogo sobre a obra lida, correlacionando-a com outras literaturas e artes. A escolha dos livros para o semestre é feita por votação entre as indicações das participantes, mantendo o processo ativo e democrático (contamos com 30 participantes presenciais, 114 no Facebook e 1.338 seguidores no Instagram).
Criei o Estúdio de Escrita Criativa Entrelaços, onde meu propósito se materializa ainda mais por meio das oficinas de Escrita Criativa (Poema e Prosa), de Escrita de Memórias, de Escrita Acadêmica (Linguagem e Comunicação) e de Mediação de Leitura. Quero entrelaçar as diversas vozes das minhas orientandas, ajudá-las a dar forma às suas histórias e fortalecer a certeza de que somos mais fortes e criativas quando lemos e escrevemos juntas.
Oficinas ofertadas: Acesse Nossas Oficinas
Oficina de Escrita de Memórias;
Oficina de Escrita Criativa | Poema e Prosa;
Oficina de Escrita Acadêmica | Linguagem e Comunicação;
Oficina de Mediação de Leitura.
Sou quem te guia nesta jornada
Depoimentos de alunas e alunos
Para inventar mundos, é preciso antes dominar as ferramentas.
Muitas vezes acreditamos que a escrita depende apenas de um estalo de inspiração. Mas o que acontece quando a técnica encontra a sensibilidade? Ela abre novos caminhos.
Dominar o "como" narrar é o que nos permite tecer a coragem de inventar o "o quê".
A Thamires, advogada e podcaster, mergulhou no aperfeiçoamento das suas narrativas. Ao experimentar a mudança das pessoas do verbo na narrativa, ela descobriu como modular vozes diversas e profundas para suas personagens, criando uma experiência envolvente para quem escuta, na qual cada mudança de perspectiva se transforma em uma nova nuance no microfone.
No Entrelaços, a teoria não é uma amarra, mas uma ferramenta de expansão. Vimos isso acontecer na prática com o Luan e a Thamires.
O Luan, músico e professor, buscou entender os "porquês". Ao dar nome às técnicas que admirava em outros poetas, ele uniu sua intuição ao domínio técnico. O resultado? Um ritmo de criação vigoroso onde, a cada aula, um poema novo nascia.