Conheça as Histórias Fascinantes das Garotas do Vanilla e sua Jornada até Conquistar a Street.
Como foi o início do Vanilla na Style e como foi a experiência de se mudar com ele para a Street? Vocês enfrentaram desafios nessa transição?
Amanda: Bom, o Vanilla na Style foi conseguido pelo meu papai Jordan, que, de início, era somente lavagem. Sempre gostei mais desses roles de festas, tá com a galera, e o ilegal nunca foi muito a minha praia (farmar? TO FORA!). Como papai já sabia que eu gostava de fazer festa, pedi pra ele me deixar exclusivamente nessa área e ele permitiu que eu ficasse, já que a cidade começou a pedir que tivesse festa nas boates. Toda mudança é um desafio, né? Depois que eu e as meninas saímos da Style, a Shirley tinha nos falado que tinha pego a mecânica e perguntou quem estava afim, todas fomos (Gabruxa, Cobra, Shirley, Marcella, Apollo, Tanysha, Aika, Lizz, Beatrice, Morango e eu). Foi tudo muito mágico construir junto com as meninas a mecânica. Porém, aquela coisa né, acabei me apaixonando por uma pessoa e foi de longe o relacionamento mais tóxico que tive. Todas me avisam, mas é aquela coisa, sempre queremos seguir o coração. Foi bem conturbado e no dia que dei um fim nesse namoro, a juh a tarde me chamou no privado perguntando se eu queria assumir o Vanilla, e fiquei com aquele frio na barriga. Todas estavam na mecânica, como eu iria sozinha pro Vanilla? Falei com algumas meninas, mas foi aquele "vamo" sem botar muita fé, já que na mecânica estávamos rendendo muito, era o point da cidade, todos iam pra lá escutar música, dançar e, por último, arrumar os carros hahahaha. No momento em que eu e esse rapaz terminamos, Mizuno me chega na cidade perguntando se eu iria querer, e eu só aceitei, já não tinha nada a perder mesmo e já queria um clima novo, trabalhar com ex é sempre um desafio. Perguntei quem iria comigo, já sendo a dona do Vanilla, e de cara o Cobra e Aika foram de cara comigo, Marcella ficou naquela de trabalhar nos 2 lugares, mas me apoiou super. E aos poucos todas foram voltando para sua devida casinha (como a Marcella sempre falou), que é Vanilla.
Gostaríamos de saber um pouco mais sobre as pessoas que estão na equipe desde o início do Vanilla. Como elas contribuíram para o sucesso e crescimento da boate?
Amanda: Sou muito grata às que estão até hoje no Vanilla. Essa pergunta ficou meio aberta se era no Vanilla da Style ou da Street. Mas vou falar do da Street, já que desde o início que foi me dado, sempre foi para festa e restaurante. Foram Marcella, Gabruxa, Aika e Cobra. São pessoas muito criativas e sempre ajudavam a criar looks, fazer banner e divulgação. A primeira festa no Vanilla, eu e Gabruxa passamos a madrugada criando e mandando convite, e seguindo pessoas, pra ser A FESTA DE ABERTURA, e que de fato conseguimos.
Como está funcionando o sistema de contratação na cidade para a boate? Vocês têm buscado novos talentos e quais características vocês valorizam ao selecionar novos membros para a equipe?
Amanda: Bom, demos uma repaginada na forma de contratação para o Vanilla. Estamos pedindo para todos que têm interesse em trabalhar conosco, respondam um formulário simples, onde é pedido o básico, como nome, passaporte, qual trabalho pretendem exercer conosco e assinar um termo de sigilo e confidencialidade, para que o cliente possa ter uma experiência de muito prazer com a segurança de não ser exposto ou ter conversinha com seu nome. No dia da entrevista, é apresentado o Vanilla, desde o balcão até os quartos. Normalmente, damos oportunidades para todos, e ao decorrer da vivência no Vanilla, a pessoa começa a desenrolar.
O público da Street tem procurado muito o Vanilla. O que você mais gosta nesse público? Existe alguma característica específica que os diferencia?
Polly: Então, sempre tem uns clientes que têm o charme de conquistar e se destacar entre os outros, um deles é a voz, cantada, a forma de tratar uma garota de programa como uma dama. Apesar de que sou bem piranha na cama e um amor fora dela kkk… Tanto eu quanto outras meninas que trabalham com muito esforço, prezamos muito pelo respeito e gostamos de ser tratadas como qualquer outra mulher!
Sabemos que os quartos do motel são temáticos no Vanilla, o que proporciona experiências únicas. Pode nos contar alguns segredos dentro do local que possam despertar a curiosidade das pessoas?
Layanne: Ai, gente, segredos... segredos... não posso contar, até porque a Pollyana tem uma carreira a zelar, mas tenham certeza de que o que acontece nos quartos fica nos quartos. Mas acaba vazando coisas que ocorrem neles kkkkk, como gemidos e afins (de Pollyana Stronger, predileta rara).
Como é a recepção do público em relação às dançarinas e acompanhantes no Vanilla? Como você se sente trabalhando nesse ambiente e qual a importância do respeito entre a equipe e os clientes?
Sammy: A recepção do público em relação às dançarinas e acompanhantes no Vanilla tem sido positiva, pois são profissionais talentosas que proporcionam entretenimento de alta qualidade. O respeito é valorizado tanto pela equipe quanto pelos clientes, criando um ambiente harmonioso e acolhedor. Trabalhar nesse ambiente é gratificante, pois a atmosfera é amigável e respeitosa. A equipe é unida e trabalha em conjunto para garantir uma experiência memorável aos clientes. A importância do respeito entre a equipe e os clientes é fundamental para criar um clima de confiança e fidelidade. Isso também contribui para a imagem positiva do estabelecimento, atraindo mais clientes e fortalecendo a reputação do Vanilla como um local de qualidade e excelência.
Além da parte quente do Vanilla, sabemos que o bar é um ponto de destaque na boate. Vocês oferecem combos especiais, certo? Poderiam nos dizer quais são os principais combos e o que eles contêm?
Shirley: Os combos especiais do Vanilla são uma deliciosa combinação de sabores que certamente agradarão a todos os paladares. Esses combos incluem uma variedade de pizzas artesanais, perfeitamente assadas e com opções para todos os gostos, desde as clássicas até as mais inovadoras como a sabor banana ou a sabor chocolate. Além das pizzas, esses combos especiais também oferecem milkshakes irresistíveis, com diversas opções de sabores, desde os mais tradicionais até os mais exóticos, todos preparados com ingredientes de alta qualidade. Para os apreciadores de bebidas alcoólicas, os combos do Vanilla ainda contam com uma seleção especial de drinques e cervejas que harmonizam perfeitamente com as pizzas e milkshakes, proporcionando uma experiência gastronômica única e saborosa, em especial nosso gin pink. Os combos são oferecidos em diferentes tamanhos, para atender tanto a pequenos grupos quanto a grandes celebrações, como por exemplo o pequeno, médio, grande e o nosso especial família contendo 38 comidas e 38 bebidas.
A equipe do Vanilla é composta por vocês ou obtém mais pessoas? Como foi o processo de entrada de cada uma na boate e como vocês se conheceram?
Amanda: Acho que tudo começa no Bahamas da Style. Lá, já conheço Shirley, Cobra, Apollo, Morango e Lizz... Onde eu fazia algumas festas, mas nada muito grande, somente na cidade. Quando vou pro Vanilla, isso muda totalmente, já que acabo conhecendo o restante das meninas: Marcella, Gabruxa, Aika e Beatrice. Assim, começamos a pensar em festas grandes, organizadas e programas.
Sammy: Conheci as meninas num dia completamente aleatório na praça da Street e aos poucos fomos nos aproximando. Eu nunca pensei que voltaria a trabalhar no Vanilla, mas como eu estava bastante próxima das meninas, eu decidi entrar e conversar com a Polly e Amanda sobre a minha entrada para trabalhar no Vanilla, e eu fui muito bem recebida por todas elas.
Marcella: A equipe do Vanilla é composta por várias pessoas, seja a que trabalha vendendo comidas e bebidas, a que trabalha com danças sensuais ou as meninas que fazem programas e danças. Vanilla só dá certo se for um trabalho em equipe, com cada um fazendo sua função e colaborando para ajudar o Vanilla e as pessoas que estão trabalhando nele, e até mesmo com os nossos clientes. A minha amizade com as meninas vem bem antes do Vanilla, só que algumas de nós já tínhamos a ideia de pegar o Vanilla e ter o nosso próprio dinheiro, e abrindo espaço para outras meninas também, seja trabalhando com venda de comida ou programa, isso vai de cada uma. E tudo começou a meses atrás, no meu começo de amizade com a Amanda, eu dei a ideia nela de transformar o Vanilla em uma casa de festa e programa também, e como a Amanda já tem experiência com boates e coisas do tipo, até porque ela já teve uma bem antes do Vanilla, ela super aderiu e o restante das meninas super concordaram e ajudaram nisso, e estão ajudando até hoje. Então o processo de entrada de cada uma no Vanilla foi em grupo e incrível demais, porque foi algo que queríamos muito e está dando certo até hoje, muito gratificante isso! Por isso que o Vanilla não é só um trabalho qualquer pra mim, é a minha casa e onde que está todas as minhas irmãs, e mesmo que role tapas e beijos entre a gente, no final de tudo, todas seguem juntas e sempre fazendo pelo nosso grupo e pelo Vanilla também.
Shirley: Eu já conhecia a Amanda, nossa primeira boate juntas foi o Bahamas, mas na parte ilegal pois éramos uma fac disfarçada de boate. O processo de entrada pro Vanilla foi normal e fácil, pois nós já nos conhecemos há anos e já tínhamos outro Vanilla juntas em outra cidade, praticamente só adaptamos pra cá na Street.
Polly: Bom, a equipe do Vanilla atualmente está com um bom número de pessoas… Meu processo de entrada no Vanilla foi bem aleatório, a Amanda me contou que tinha assumido o Vanilla. Eu era gerente da mecânica, quando eu não estava na mecânica, eu estava vendendo meu corpo bem gostoso, pois sou bem cobiçada e sapeca! Bom, conheci a Morango, esse capeta em minha vida, na época da Style, quando eu avistei uma menina da cara de guaxinim com o cabelo vermelho parecendo um saco de colorau, eu decidi me aproximar e hoje a gente não se desgruda por nada. Logo em seguida, eu conheci a Akali, Andreca e Shirley; que foi um rolê bem aleatório, em seguida, a Shirley me apresentou a Amanda que ela fazia lavagem de dinheiro no Bahamas e eu era filha da dona de uma facção de munição. Conheci a Gabruxa antes do meu aniversário, na época em que ela se relacionou com um amigo meu, e eu convidei os dois para minha festa, mas hoje em dia eu não me lembro desse rolê… Conheci o capeta da Marcella junto com o Poison em um rolê de subir a montanha, eu até hoje me arrependo de não ter jogado meu carro com a Marcella dentro de cima da montanha, eu não suportava ela, achava ela muito enjoada. Apesar que hoje a gente se ama e se odeia ao mesmo tempo… Vim juntamente com a Amanda e minhas irmãs para a Street. Então, como ela já me conhecia, ela me contratou e ao decorrer do tempo me passou o Vanilla… hoje em dia eu sou dona e ela é meu braço direito juntamente com a Shirley, Morango!
Layanne: A minha história com as meninas começa na Style, onde de primeira conheci a Apolly (Apollo na época). Ele entrou na facção que eu era 02, lembro dele com um cabelo no meio das costas, um bigode horroroso, um olho castanho e um shortinho de surf e o Juliette na testa kkkkkk lembro de eu chegar perto dele e falar "que porra é essa, mulher se arrumou no escuro foi?" e desde então nunca mais nos separamos. Para onde vou, levo ele comigo. Somos como Xitãozinho e Chitãozinho kkk, não vivo sem você, meu amor!! Com isso, Apollo se aproximou juntamente comigo de uma amiga nossa em comum (Akali Stronger) que veio e apresentou sua irmã Shirley. Esse capeta entrou em minha vida de uma maneira tão natural e até hoje somos um trio: o pato, a pomba e a galinha kkkk. A Flawless conheci pois ela era dona do Bahamas que era lavagem. Na época, eu lavava muito dinheiro com ela, pois tinha uma facção, mas nada muito próximo, era somente algo profissional mesmo. Vim me aproximar mais dela através da night que juntamente me apresentou o Cobra (que na época era Giselle) kkk e desde lá criei uma paixão por eles, tanto pela Flawless quanto pelo Cobra (saudades vida) !! A Marcella kkkk, gente que capeta viu, conheci através da Shirley pois as mesmas eram amigas da época do Meridian. Ela diz que nosso primeiro contato foi quando ela entrou no meu carro junto com a Shirley e eu nem sequer dei um "oi" pra ela, só vi ela entrando e continuei conversando com a Shirley kkkkk ela disse que subiu um ódio nela e disse que me achou super antipática, mas como nem tudo são flores, hoje em dia ela não desgruda de mim, todo santo dia (não da boca pra fora) nós brigamos, e ela sabe que por mais que toda hora a gente entre em atrito, eu a amo!! Love you, Marcella!
Aika: A minha amizade com as meninas vem bem antes do Vanilla, só que algumas de nós já tínhamos a ideia de pegar o Vanilla e ter o nosso próprio dinheiro, e abrindo espaço para outras meninas também, seja trabalhando com venda de comida ou programa, isso vai de cada uma. E tudo começou a meses atrás, no meu começo de amizade com a Amanda, eu dei a ideia nela de transformar o Vanilla em uma casa de festa e programa também, e como a Amanda já tem experiência com boates e coisas do tipo, até porque ela já teve uma bem antes do Vanilla, ela super aderiu e o restante das meninas super concordaram e ajudaram nisso, e estão ajudando até hoje. Então o processo de entrada de cada uma no Vanilla foi em grupo e incrível demais, porque foi algo que queríamos muito e está dando certo até hoje, muito gratificante isso! Por isso que o Vanilla não é só um trabalho qualquer pra mim, é a minha casa e onde que está todas as minhas irmãs, e mesmo que role tapas e beijos entre a gente, no final de tudo, todas seguem juntas e sempre fazendo pelo nosso grupo e pelo Vanilla também.
A equipe do Vanilla é composta por vocês ou obtém mais pessoas? Como foi o processo de entrada de cada uma na boate e como vocês se conheceram?
Aika: No começo, acredito que seja mais difícil, pois nem sempre vai ser do jeito que queremos, como aparência, conversa, química... até porque quando estou no Vanilla, entro em um personagem, onde meu único intuito é satisfazer meus clientes. Já me questionei muitas vezes se eu era sexy ou interessante o suficiente, pois à minha volta tem várias meninas lindas e sexy. Mas vai além disso, não sou só uma garota de programa, ali é meu trabalho e muitos homens não levam uma garota de programa a sério e acham que somos só um brinquedo erótico. Muitos esquecem que atrás de uma sexysímbolo tem uma mulher que também quer ser amada e respeitada.
Por ser um local movimentado, é comum que ocorram situações engraçadas, flagras e até mesmo conflitos dentro da boate. Vocês poderiam compartilhar alguma experiência curiosa ou inusitada que já vivenciaram trabalhando no Vanilla?
Marcella: No Vanilla acontece bastante coisa, seja engraçada, estressante ou inusitada. Eu mesma já briguei com uma ex-funcionária de lá por causa de uma coisa MAIS boba possível. Coloquei várias músicas para tocar no Vanilla e a mesma pulou minhas músicas para ouvir o que ela queria. E eu, como não sou nenhuma safada (só um pouco), fui tirar satisfação com ela sobre não pular a música da amiguinha, e tivemos uma discussão que até porrada teve. E logo depois, a mesma foi demitida de lá. Bem feito? Sim! O poder de uma Prinxx+Stronger. Mas é isso, trabalhar com público é algo que fatura, mas também tem seu lado estressante. Não significa que aturamos TUDO por causa de vendas. E como o nosso conteúdo contém coisas +18, o que mais aparece é macho babaca achando que pode zaralhar ou vir com piadinhas. PORÉM, não deitamos! Por isso que muitos de lá saíram do Vanilla com o ego ferido, e outros nem sequer tiveram a oportunidade de sair. Amo cada uma das meninas, ainda mais as que estavam desde o começo do Vanilla. Uma equipe e família que respeito e amo muito.
Fotos por Layanne Stronger
Entrevista por Klaus Maverick