Ainda em São Paulo, a Equipe K se encontra em um restaurante japonês no Bairro da Liberdade. Lidar com a Ordem é muito diferente de lidar com os Hell Hunters, nunca foi do intuito do Capitão Staten apresentar a equipe ao conceito de “manter as aparências” ou “atuar por debaixo dos panos”, enquanto para os Srs. e Sras. Veríssimo da Ordem esses pilares eram não mais do que a base para uma boa e eficaz investigação, por isso, um encontro ordinário em um restaurante mediano é para a organização o mais propício lugar para apresentar o grupo á uma operação e orquestrar o planejamento detalhado de um plano de ação. Chizue é o nome da agente que se apresenta como Sra. Veríssimo, e que vai entregar a equipe as coordenadas e informações necessárias sobre a missão da qual foram encarregados, Mariana sabe disso por quê pesquisou sobre ela, a perseguiu, e tirou algumas fotos enquanto ela não percebia sua presença, nada pessoal, mas a atiradora sempre teve problemas de confiança, e alcunhas e nomes postiços não costumam ser sinônimos de lealdade. A senhora coloca sobre a mesa fotos reveladoras do corpo do policial Rafael Montes, estirado no carro onde foi encontrado em paralelo a uma avenida, e também exposto sob uma maca hospitalar no necrotério, é nessas imagens onde uma mão revestida de luvas esverdeadas puxam para trás os cabelos do homem morto, revelando em sua testa uma cicatriz retorcida e anormal em formato espiralar. O caso aconteceu em Carpazinha, cidade do interior do Sul, nenhum dos agentes nunca ouviu falar, mas Chizue expõe que foram nas redondezas da cidade onde localizaram á alguns meses o paradeiro de dois terroristas do oculto há muito tempo procurados pela Ordem. A Dra. Eva Van Gloss é uma pesquisadora e arqueóloga paulista, já teve certos embates com a Ordem no passado pela compra de artefatos obscuros em leilões do mercado alternativo, muitos deles ligados á crimes hediondos e acontecimentos paranormais. O segundo é Eric Jour, um pesquisador que foi aluno de Eva na universidade, e que foi manipulado pela doutora desde muito jovem á investir sua fortuna familiar nas pesquisas promovidas por ela. A missão então é clara, reconhecer o território local e buscar uma possível ligação entre a morte misteriosa de Rafael Montes com a dupla de procurados. Para a Equipe Kelvin esse é não mais do que um fim de semana comum.
A Equipe K encontra-se no bar Suvaco Seco. Inicialmente, foram levados até lá pela fixação de Kenan por sons altos e rock, mas agora é fácil localizar a moça do bar, Ivete Beicur, que constava nos autos da missão como a última pessoa a presenciar Rafael Montes com vida antes do acidente na avenida. Kenan está focado em aproveitar o show e até pediu para o guitarrista assinar sua identidade falsa, na qual agora se lê "Arthur Cervero" em letras trêmulas acima de sua data de nascimento. Mariana sonda a funcionária do bar, fazendo perguntas indiscretas, enquanto Miguel Cariad permanece sentado e atento, principalmente à porta de entrada, por onde atravessa uma mulher alta, musculosa e absolutamente deslumbrante. Kenan vê, de canto de olho, Miguel debruçado sobre a mesa em que ela se sentou, mas ignora, parece uma coisa que o Cariad faria. Depois de algum tempo, Miguel cochicha algo para Mariana, que passa a segui-lo. Ambos atravessam a multidão até Kenan, e então ela o puxa pelo colarinho e diz em seu ouvido: "Essa é a Laura. Ela disse que conhece Santo Berço."
Ao seguirem até a cidade nomeada por Laura como "Santo Berço", a Equipe K não se surpreende ao encontrar algo que desafia por completo as leis da realidade. Uma membrana tão danificada que se manifestou em toda a sociedade. Eles nunca haviam visto nada parecido e temem que ninguém mais tenha visto. Eles não podem correr o risco; Mariana e Kenan devem bater em retirada para atualizar a Ordem sobre a missão. Miguel se oferece para ficar, mas essa decisão mudaria tudo daqui para frente. Algumas horas depois de seus amigos deixarem o lugar, Miguel se vê preocupado, mas Laura, que agora se denomina A Ferreira, afirma que o tempo ali passa de maneira diferente e que ele não deve se preocupar. Ele o fez nas primeiras semanas, mas, ao fim do primeiro mês, só conseguia pensar que talvez os amigos o tivessem abandonado. Fragilizado e solitário, ele se entregou aos cuidados de Ferreira e à caridade do bondoso povo daquele lugar, envolvendo-se em um sentimento espiral de se sentir cada vez mais inerte em Santo Berço. Às vezes, ele se pergunta se não pertence àquele lugar.
Dentro de um carro alugado, cinco agentes se dirigem ao Bar Suvaco Seco, o último lugar onde o corpo de Rafael Montes teria sido visto antes de sua morte misteriosa.
Nos bancos da frente estão os veteranos Thiago Fritz e Elizabeth Webber. O primeiro dirige, enquanto a segunda acompanha o trajeto pelo celular. Eles já trabalharam juntos antes e se tornaram muito próximos após a traumatizante missão na Escola Nostradamus, que os marcou para sempre. Thiago, por exemplo, agora usa um aparelho auditivo em um dos ouvidos, pois ficou parcialmente surdo ao enfrentar a criatura sanguinolenta no porão. Às vezes, ele ignora Liz quando ela tenta apontar o caminho; parece que ela não fala alto o bastante.
No banco de trás, espremidos, estão Joui Jouki, Chris Cohen (que ocupa dois lugares) e César Cohen. Joui é um jovem ginasta simpático, mas ingênuo. Liz e Thiago o recrutaram para a Ordem, e ele é muito grato por isso. A outra dupla é formada por pai e filho, que não se veem há muito tempo e não parecem ter uma relação muito calorosa, principalmente por parte de Chris, um americano extremamente barulhento e difícil de ignorar, o oposto completo de seu filho, apático e silencioso.
Ao chegarem ao bar, Thiago e Chris tomam a frente; eles acreditam ter um motivo para a polícia não adentrar o local: o medo das gangues locais. Um velho cambaleante sai do local e tenta interagir com os agentes, mas não consegue se comunicar. Então, ele é espantado pelo que parece ser a dona do bar, que os aguarda na porta.
Lá, eles são apresentados aos Gaudérios Abutres, liderados por Brúlio, um motoqueiro grisalho forte, e por Ivete, a balconista que vieram procurar.
Os motoqueiros então propõem uma disputa em troca de informações, inicialmente como piada, mas a equipe de agentes parece embarcar na ideia. Brúlio enfrenta Chris em uma queda de braço, que parece fácil para o agente americano. No entanto, ao prestar atenção em seu filho, César, que está torcendo por ele, Chris se emociona e perde a concentração. Ele finge que nada aconteceu, mas está claramente desconcertado. Joui desafia o velho Gregório a uma partida de dardos e acerta a maioria das vezes. Por fim, Ivete Beicur deixa o balcão e convida Liz para jogar roleta russa.
Os agentes afirmam que aquele é o limite deles, mas Liz não parece ter muito a perder e se senta de frente, preparada para puxar o gatilho. Ivete então a interrompe, afirmando que havia esvaziado o tambor da arma, mas que admira sua coragem.
Brúlio toma a frente para contar o que prometeram. Ele pergunta se eles já ouviram falar do "Doutor Lunático".
Ao adentrar o sanatório abandonado indicado por Brúlio e os Gaudérios Abutres, a equipe começa a encontrar vestígios de um incêndio que teria consumido o local. Na recepção, encontram anotações de enfermeiras; muitas mencionam um profissional chamado "Dr. Verruckt". Ainda na entrada, Chris toma a frente para abrir a porta do hall de entrada e é puxado para dentro por uma criatura sanguinária que tem quase o mesmo tamanho que ele, o que já é surpreendente o bastante. Liz reconhece facilmente o Zumbi de Sangue, mas ele se manifesta de maneira mais bestial e entra na sala para organizar um ataque com Joui e César.
Quando a criatura é finalmente detida, Chris a atira contra a parede, causando um desabamento entre a recepção e a entrada da instituição e separando o grupo de agentes de Thiago, que se joga para trás, buscando se proteger.
Conversando pelos escombros, ele explica que deve haver outra entrada ao redor da construção e que os esperará do outro lado.
Sem outros agentes com quem se preocupar, ele assume uma postura mais analítica, permitindo-se ser guiado por seu instinto jornalístico. Do lado de fora, ele encontra a copa dos funcionários. Abaixo das mesas, há uma chave numerada "4", que o leva ao armário individual de mesmo número. Dentro dele, há um buquê envelhecido, cujas flores são quase impossíveis de identificar, e um diário pessoal com o nome "Marinete" na capa. A autora era uma das enfermeiras do lugar, mas deixa claro nas primeiras páginas que não tem formação alguma, que mal concluiu o ensino básico e que recebeu muito dinheiro para ocupar aquele lugar e mentir para as autoridades.
O homem responsável pelo local é Hanz Verruckt, um austríaco que investiu muito na cidade da Pequena Carpa e, assim, recebeu aval da prefeitura para construir seu próprio manicômio, onde buscava internar a própria mãe. A partir dali, o diário não contava muito mais do que detalhes da vida amorosa de Marinete. Então, Thiago o deixa para trás e segue para a próxima sala.
Em um arquivo de documentos, ele escolhe o mais completo, com muito mais páginas do que os outros. Trata-se do paciente 71, um ex-presidiário internado no local que aparentemente apresentava os mesmos sintomas que a mãe do Dr. Verruckt. Além de entoar blasfêmias e amaldiçoar os médicos, ambos eram tomados por uma persona diabólica que se manifestava em uma cólera incontrolável, acabando por machucar os outros e, principalmente, a si mesmos. O paciente 71, em específico, gostava de rasgar a própria barriga com as unhas, desenhando um símbolo retorcido que apelidava de "estigma". No entanto, o que chama a atenção de Thiago é a informação no fim das páginas, que citam Virgulino Batista como o médico responsável pelo paciente.
Assim que ele lê o nome, faíscas se espalham pelas paredes, estourando o resto da fiação velha que se espalhava pelo lugar e acabando com qualquer chance de energia. Isso provavelmente foi causado pela equipe de agentes que interagia com o quadro de luz do outro lado da construção.
Então, Thiago pega o que considera importante e segue para explorar o lugar em busca de outra entrada.
Ao reencontrar o grupo, agora na área das celas, ele vê César correndo em sua direção e dizendo que está preocupado com Liz e Joui. Thiago, porém, pede para ele ir direto ao ponto. César explica que encontraram o quarto onde Aninha e Lurdete, filha e esposa do Dr. Virgulino, foram enclausuradas, mas o que encontraram no local é completamente perturbador.
Ao adentrar a cela, ele observa Joui e Liz desenhando em formatos circulares em um tipo de líquido escuro e fétido, talvez algum tipo de combustível.
Ele pede a ajuda de Chris para retirá-los dali, mas, ao se aproximar, enxerga nas sombras o real motivo do assombro de César. Eles se assemelham a dois corpos fundidos em um só ser bestializado: uma larva gigante e murmurante que continua nadando em volta de si mesma, um pesadelo vivo.
Ao serem contidos, Joui e Liz recuperam a consciência, e Thiago assume a liderança, acendendo seu isqueiro, enquanto Chris derrama álcool sobre a criatura e reza.
Eles incendeiam o quarto.
Após receberem uma indicação da Ordem, os agentes se encontram no Bar Suvaco Seco e encontram, em um envelope, informações sobre os ocultistas que podem estar ligados àquela operação: Eva Van Gloss e Eric Jour.
Aquele mesmo senhor intrigante, apelidado de "Velho Louco" por Ivete, tenta pegar o envelope das mãos de Liz, mas é espantado pelos Gaudérios Abutres, que começam a organizar o bar para o show de rock. Um novo membro do grupo de motoqueiros se apresenta: Arthur Cervero, o jovem filho de Brúlio.
Ao se encontrar com os agentes, ele revela que, há alguns dias, já havia visto alguns turistas com roupas parecidas com as deles. Ele acredita que eram algum grupo de escaladores e então se volta ao palco para afinar a guitarra. Chris repara no sumiço de Thiago. César explica que ele foi pedir cigarro para um dos motoqueiros do lado de fora. Arthur cita que deve ser Getúlio, que cuida do posto de gasolina — um péssimo trabalho para um fumante. Ele então se une ao grupo para levá-los até lá, mas encontram o lugar vazio.
Chris toma a frente para abrir o posto de vigília e é atacado por uma aranha retorcida, quase do tamanho de um coelho. Ele a esmaga com facilidade, e no chão é revelado o corpo de Getúlio, destroçado por alguma criatura. Ela deixa um rastro daquele mesmo lodo que encontraram mais cedo, agora levando em direção à floresta. A equipe então reconforta Arthur, que começa a hiperventilar, e o convence a cancelar o show para a segurança do público.
Ele concorda, mas só se puder acompanhá-los na floresta. Arthur avisa seu pai para espantar os clientes e segue junto do grupo. Chris toma a frente e enxerga com facilidade uma criatura alta se esgueirando pela floresta. Ao fundo, ouve-se o murmúrios de Thiago. Ao adentrarem a mata, dão de cara com ele sendo absorvido por uma grande aranha espiral, maior que Chris, que a encara de frente.
Então, a equipe se vê emboscada por mais e mais aranhas, que descem das árvores por finas linhas de um líquido negro e viscoso. Decidem bater em retirada enquanto chamam a atenção da grande criatura no centro. Liz usa sua pistola de sinalizador para chamar a atenção da criatura, que tenta engolir a chama, mas acaba queimada levemente por dentro. César pede o isqueiro do pai e o combina com o spray de pimenta do bolso, jogando uma rajada incendiária sobre a criatura. Todas parecem reagir muito mal ao calor. A lata de spray quase explode no rosto de César, mas Cris a joga para longe enquanto brinca que prefere que o filho não tenha a mesma cicatriz que ele. Enquanto eles chegam cada vez mais perto do posto, a criatura parece imparável. Mais aranhas se esgueiram por baixo do corpo dela. Aparentemente sem saída, Cris se atira em direção ao bicho, sobe em suas costas e se agarra à parte traseira com o símbolo luminoso. César tenta ajudá-lo, mas Joui o mantém por perto. Cris começa a ser consumido por mais e mais daquelas pequenas criaturas, mas foca toda a sua energia para rasgar a pele da aranha e puxar Thiago para fora, entregando-o nas mãos de Arthur e Liz, que tentam segurá-lo. Cris então destroça a criatura no meio, enquanto suas filhas agonizam ao seu redor e seu filho o encara de frente pela última vez. Cris se sente um pouco orgulhoso, mas César sente muito mais.
Ele tem muitos medos nessa vida, mas aranha não é um deles.
Então, a equipe se vê emboscada por mais e mais aranhas, que descem das árvores por finas linhas de um líquido negro e viscoso. Decidem bater em retirada enquanto chamam a atenção da grande criatura no centro.
Liz usa sua pistola de sinalizador para chamar a atenção da criatura, que tenta engolir a chama, mas acaba queimada levemente por dentro.
César pede o isqueiro do pai e o combina com o spray de pimenta do bolso, jogando uma rajada incendiária sobre a criatura. Todas parecem reagir muito mal ao calor. A lata de spray quase explode no rosto de César, mas Cris a joga para longe enquanto brinca que prefere que o filho não tenha a mesma cicatriz que ele.
Enquanto eles chegam cada vez mais perto do posto, a criatura parece imparável. Mais aranhas se esgueiram por baixo do corpo dela.
Aparentemente sem saída, Cris se atira em direção ao bicho, sobe em suas costas e se agarra à parte traseira com o símbolo luminoso. César tenta ajudá-lo, mas Joui o mantém por perto. Cris começa a ser consumido por mais e mais daquelas pequenas criaturas, mas foca toda a sua energia para rasgar a pele da aranha e puxar Thiago para fora, entregando-o nas mãos de Arthur e Liz, que tentam segurá-lo.
Cris então destroça a criatura no meio, enquanto suas filhas agonizam ao seu redor e seu filho o encara de frente pela última vez.
Cris se sente um pouco orgulhoso, mas César sente muito mais.
É madrugada, a equipe está hospedada num quarto de hotel e César não consegue dormir devido ao frio que o invade.
Desliga o ar condicionado, fecha as janelas, mas o frio permanece e ele não sabe o que fazer. Mais cedo naquela noite, ele próprio tinha enterrado o pai com uma pá, o mesmo homem que não via há anos e com quem não teve tempo o bastante para se reconciliar.
Quando o grupo se reúne de manhã na entrada do hotel para encontrar Arthur do lado de fora, César parece ainda mais exausto.
Thiago coloca a mão no seu ombro e diz algumas palavras reconfortantes sobre ter sentido a presença luminosa de Chris a salvá-lo, sobre sentir as suas intenções e saber que agora deve proteger o filho do homem que o resgatou. César não se importa se essa é a verdade ou apenas algumas palavras carinhosas.
Ele revela que conseguiu localizar o celular de Getúlio, um Gaudério Abutre dado como desaparecido no bar na noite anterior, e afirma que ele está na antiga casa de Virgulino Batista e que têm o endereço. Arthur confirma que o local é um dos pontos da gangue rival, os Assombrados, e que o seu líder, Rodolfo, é aficionado pela casa. O grupo decide então investigar o local.
A mansão fica afastada da cidade e, no caminho, deparam-se com o local onde os Assombrados escondem as motos. O lugar parece em ruínas, prestes a desabar a qualquer momento, apesar da arquitetura pomposa. Ao ouvirem grunhidos vindos de dentro, apressam-se. Ao abrirem a porta, deparam-se com Getúlio, acorrentado e amordaçado, a servir de petisco a uma criatura bestial que o cerca: um zumbi de sangue. A equipe se prepara para atacar, mas a porta abre-se novamente, revelando a emboscada montada pelos Assombrados, que entram a disparar contra tudo e todos.
Uma intensa troca de tiros começa entre os Assombrados e os agentes, com Thiago, Liz e Arthur liderando o combate à distância. Enquanto isso, Joui consegue quebrar a corrente que prendia o Zumbi de Sangue, que imediatamente ataca os motoqueiros, tornando-se o novo foco do confronto. Em meio ao caos, Arthur resgata Getúlio com ajuda de Thiago, enquanto Liz trata seus ferimentos. César e Joui também entram na luta, surpreendendo-se com sua própria eficácia, até que o grupo se move discretamente entre os caixotes, eliminam o Zumbi de Sangue e escondem seu corpo para evitar contato com o paranormal. Com a luta se encerrando, Arthur derrota o líder Rodolfo, e os motoqueiros passam a ajudar Getúlio.
Enquanto o restante do grupo agradece, Thiago e Liz se afastam para investigar o segundo andar, incomodados com a interferência. Lá, encontram o "Velho Louco" dormindo entre trapos. Ao pegar um papel que ele segurava, Liz o acorda e lê palavras desconexas como "Santo Berço", "Cinco" e "Vamos todos morrer". O velho foge, e Thiago tenta segui-lo, mas não consegue alcançá-lo. Escondido, o homem abre o cadeado de uma grande porta como se sua vida dependesse disso — e, naquele momento, A Morte parece mais próxima do que nunca.
Há algumas semanas, quando os cincos cientistas chegaram áquela mansão, encontraram o corpo de Virgulino Batista enterrado em seu quintal, agora como não mais do que um esqueleto.
Em seu crânio o símbolo espiralar foi cravado, dando início ao suposto renascimento da criatura, que depois se provou como não mais do que uma manifestação em menor escala do parasita original.
Ele foi acorrentado pelos cientistas, mantido preso por não saberem como exterminar o que haviam criado, mas não mais.
Alguém que sabia onde ele se encontrava o libertou. E esse é o início do fim.
O Carniçal rapidamente se conecta há quem ele considera mais fragilizado em torno daquele mansão, e em poucos minutos um caos generalizado se instala no lugar.
Os Gaudérios Abutres são massacrados aos montes no andar debaixo, uns pelos outros. Brúlio lidera a matança de seu próprio grupo, enquanto lágrimas negras escorrem de seu rosto, essa também estão presentes em Thiago, que tenta atirar em Liz mas é incapacitado pela agente, usando sua força para então golpea-la no fígado com socos. Ao perceber a presença da criatura através das lágrimas, Joui corre em direção á César para também incapacita-lo, mas é alvejado no rosto com um tiro certeiro, que estoura parte de sua bochecha.
Ao retomarem a consicência pela culpa, Thiago e César entram em choque, e se voltam á criatura para alveja-la com tiros. O Carniçal agora é segurado por Brúlio, completamente ensaguentado pela violência imposta á seus próprios aliados, e usa toda sua raiva para espancar a criatura, que o agarra com facilidade e abre sua barriga com suas garras de osso.
Arthur, até então catatônico, só enxerga morte há sua volta, de todos que ele já amou, então corre até a criatura e desmembra seu braço do resto do corpo, enquanto se apoia nos ossos envelhecidos que fazem parte dela.
Liz cambaleia até Joui para analisar os ferimentos da bala, ele continua desacordado. Arthur alveja a criatura de frente, e junto de Thiago e César consegue destroçar partes do seu crânio, não antes de ser atirado escada abaixo por um único golpe da criatura, que rasga seu rosto com suas garras, o deixando entre a vida a morte, mas vivo o bastante para assistir a criatura apontando em direção á seu pai. Brúlio então é tomado pelas lágrimas, e leva a arma em direção a própria boca, e atira.
Do segundo andar, César faz um tiro perfeito, mirando em meio ao símbolo luminoso, o crânio da criatura não se contêm e explode em lodo e estilhaços de ossos.
Em todo lugar, só se enxerga morte.