Daddy BDSM DDLG - São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Relato da minha Sof: Doce Brincadeira em São Paulo

Hoje é um dia de sessão especial com Papai. Desde que acordei, sinto um misto de nervosismo e uma excitação quentinha na barriga. Papai me instruiu a vestir a roupa que ele separou: um vestido de algodão branco com babados azuis, meias 3/4 até os joelhos e uma fita de cetim azul no cabelo. Coloco a roupa devagar, sentindo a maciez do tecido contra minha pele, e ajusto o laço no espelho, querendo estar perfeita para ele.

Ao entrar no quarto, o mundo lá fora desaparece. A atmosfera é de puro acolhimento. O quarto está decorado com tons suaves de rosa e azul, e a iluminação amarelada cria um ninho de segurança. A cama está arrumada com a colcha de estrelas e luas, e ao lado, o nosso conjunto de chá de porcelana já está montado.

Papai está esperando na poltrona. Ele me observa com aquele sorriso que transmite autoridade e um amor infinito. "Venha cá, minha pequena," ele diz, estendendo a mão. Aproximo-me timidamente, e ele me puxa para um abraço cheiroso, penteando meu cabelo com os dedos enquanto sussurra o quanto estou linda.

Ele me guia até a mesinha e brincamos de chá. Comemos "bolos imaginários" e rimos. A presença dele torna tudo mágico, e eu sinto minha mente flutuar para aquele lugar seguro onde não tenho preocupações, apenas a vontade de agradar.

Depois do chá, o olhar de Papai muda. Fica mais intenso, mais profundo. "Sof, o Papai acha que agora precisamos gastar essa energia," ele diz com um tom brincalhão e rouco. "Que tal brincarmos de cavalinho?"

Meus olhos brilham. Ele se deita na cama, apoiando as costas nos travesseiros, e me chama. Eu subo na cama, engatinhando até ficar sobre ele. Com cuidado e ajuda das mãos firmes dele na minha cintura, eu levanto a saia do vestido e retiro minha calcinha de babados. Quando me encaixo nele, sinto-me preenchida. Não é apenas físico; é como se ele estivesse me abraçando por dentro. "Isso, minha menina... devagar," ele comanda.

Começo a me mover no ritmo que ele gosta. É uma "cavalgada" doce e lenta. Seguro nas mãos dele, entrelaçando nossos dedos, e olho nos olhos dele enquanto subo e desço. Ele sorri, dizendo o quanto gosta de ver sua menininha brincando em cima dele. O atrito é delicioso, e a sensação de controle misturada com submissão me deixa inebriada. Eu sou o cavalinho dele, obediente, indo para onde ele guia meus quadris.

Quando sinto minhas pernas tremerem e o prazer chegar ao limite, ele segura minha cintura com força, ajudando-me a terminar a cavalgada com ondas de calor que percorrem meu corpo inteiro. Eu deito no peito dele, ofegante, sentindo o coração dele bater junto com o meu.

Mas a brincadeira não acabou. Papai acaricia meu cabelo e sussurra no meu ouvido: "Você foi uma montaria tão boa... Acho que merece um doce agora. Você quer seu pirulito?"

Eu levanto a cabeça, assentindo com entusiasmo. "Sim, Papai." Ele se ajeita e eu desço para o meio de suas pernas. O "pirulito" dele está ali, quente e convidativo. Eu começo a chupar com inocência e dedicação, usando a língua como ele me ensinou, saboreando cada pedaço, querendo mostrar o quanto gosto do "sabor" dele. Olho para cima e vejo a expressão de prazer no rosto do meu herói, o que me motiva a continuar.

"Isso, chupe bem seu pirulito... tem um prêmio especial se você for uma boa menina," ele promete, a voz falhando um pouco.

Aquilo me anima. Eu me dedico mais, o movimento da minha boca criando um ritmo hipnótico, até que sinto o corpo dele ficar tenso. "Abra a boquinha, querida... aqui vem o recheio," ele avisa. Eu obedeço prontamente, e recebo o "prêmio" morno e doce, engolindo tudo como a boa menina que sou, sentindo-me orgulhosa por ter cuidado do Papai tão bem.

Depois de tudo, ele me puxa de volta para seus braços, limpando o canto da minha boca com o polegar, num gesto de carinho absoluto. "Minha garota perfeita," ele diz, beijando minha testa. Para finalizar, ele me coloca no colo, me cobre com a manta macia e me dá minha mamadeira de suco. Enquanto bebo, aninhada no peito dele, sinto que não existe lugar melhor no mundo. Sou amada, protegida e completa.

Relato da Bia: O Recheio Especial do Papai

A tarde de sábado tinha começado agitada. Bia estava elétrica, testando os limites, correndo pela sala e fazendo bagunça na hora do lanche. Ela sabia que estava sendo uma menina levada, ignorando os avisos de Papai para se sentar direito e comer devagar.

Em um momento de teimosia, Bia bateu o pé, segurando o pacote de Fandangos como se fosse um troféu, recusando-se a obedecer. A paciência de Papai, embora vasta, tinha um limite. Ele se levantou da poltrona, sua sombra cobrindo a pequena figura de Bia. Com um movimento rápido, ele tirou o pacote da mão dela. Alguns salgadinhos caíram no tapete.

O silêncio reinou na sala quando Papai, olhando fixamente nos olhos dela, levantou o pé e pisou, esmagando o Fandangos que estava no chão. O som do crac foi seco e definitivo.

"Acabou a palhaçada, Bia," ele disse, com aquela voz grave que fazia a barriga dela gelar e esquentar ao mesmo tempo. "Papai disse para parar. Meninas teimosas perdem seus doces."

Bia sentiu o lábio tremer. Ver a autoridade dele tão crua a fez encolher. Toda a rebeldia evaporou, deixando apenas uma little arrependida e carente. "Desculpa, Papai..." ela sussurrou, os olhos marejados, olhando para o salgadinho esmigalhado e depois para o rosto sério dele.

"Limpe isso. Agora," ele ordenou, apontando para o chão. Obediente, Bia se ajoelhou, catando os pedacinhos, sentindo-se pequena e vulnerável. Quando terminou, ela permaneceu de joelhos, sem coragem de levantar, abraçando as próprias pernas.

Papai suspirou, a raiva dando lugar à disciplina amorosa. Ele se sentou no sofá e abriu as pernas, um convite silencioso e poderoso. "Vem cá. Você sabe que precisa compensar o Papai por ter sido tão difícil hoje, não sabe?"

Bia engatinhou até ele, sentindo-se minúscula perto daquele homem enorme. Ela apoiou as mãos nas coxas dele, sentindo os músculos firmes sob o tecido da calça. A diferença de tamanho entre a mãozinha delicada dela e as pernas fortes dele era excitante.

"Papai está chateado... Bia quer fazer carinho para o Papai ficar feliz," ela disse, com a voz manhosa, roçando o rosto no volume que se formava no meio das pernas dele.

Ele acariciou a cabeça dela, enrolando os dedos nos cabelos. "Então mostre que você é minha boa menina. Cuide do Papai."

Bia abriu o zíper com dedicação. Quando o libertou, ela olhou com admiração. Era tão grande, tão imponente, e era todo dela. Ela começou a lamber e chupar com um entusiasmo inocente, querendo apagar a memória da menina levada e ser apenas a princesinha útil. Ela usava as mãos pequenas para explorar, enquanto olhava para cima, vendo a expressão de Papai relaxar, transformando a severidade em prazer.

"Isso, Bia... assim," ele gemia, a voz rouca. "Suga bem o Papai."

Depois de um tempo, ele a puxou pelos braços, levantando-a como se ela não pesasse nada. Ele a deitou no sofá, prendendo-a com seu corpo grande e quente. Bia se sentiu protegida, "esmagada" da melhor forma possível pelo peso dele.

"Você ficou sem o seu lanche, não ficou?" ele sussurrou no ouvido dela, enquanto se encaixava na entrada dela, úmida e ansiosa. "Então agora Papai vai ter que te dar outro tipo de comida."

Ele entrou devagar, preenchendo cada espaço vazio dentro dela. Bia gemeu, abraçando o pescoço dele, sentindo-se completa. O ritmo era firme, possessivo. Cada estocada era como se ele estivesse dizendo: Você é minha. Eu mando aqui. Eu cuido de você.

A conexão era intensa. Bia choramingava de prazer, pedindo por mais, querendo que ele ficasse ali para sempre. "Papai... Bia quer... Bia quer tudo," ela pedia, manhosa.

Sentindo que ela estava pronta, e ele também, Papai acelerou, segurando o quadril dela com firmeza para que ela recebesse tudo profundamente. "Segura, minha pequena... Papai vai encher sua barriguinha agora," ele avisou.

Com um gemido final, ele se derramou dentro dela. Bia sentiu o leite quentinho do Papai inundando seu interior, uma sensação de calor que se espalhou da barriga para o coração. Era o recheio especial que ele guardava só para ela, a prova definitiva de que ela tinha sido perdoada e amada.

Eles ficaram ali abraçados por um longo tempo, com ele ainda dentro dela, garantindo que ela ficasse com cada gota daquele carinho.

"Minha menina gulosa," ele disse sorrindo, beijando a ponta do nariz dela e limpando uma lágrima de emoção que escorria. "Agora que você se comportou... que tal o Papai te dar um banho e fazer um sanduíche de verdade?"

Bia sorriu, aninhando-se no peito largo dele, sentindo-se a garota mais sortuda do mundo. O Fandangos não importava mais; o "leite" do Papai era o único prêmio que ela realmente precisava.