Cain Wolf
6 de janeiro de 2023
A cada dia a humanidade planta sempre o seu próprio destino. Todavia, estaria ela realmente no volante do planeta, guiando a si mesma e toda manifestação de vida oriunda do planeta Terra, sabe-se lá para onde? Ou, na verdade, seria apenas uma vaidosa espécie, tão submetida aos ciclos naturais da vida no cosmos como qualquer outra?
O atual panorama se afunila para um ponto que até mesmos estudiosos com pontos de vista antagônicos, digam-se, cientistas e religiosos, concordam no desenrolar de uma espécie de FIM DOS TEMPOS.
Ultimamente, muito se tem observado o galopar de fenômenos naturais extremos, como o último frio intenso de dezembro de 2022 que fez os EUA se ajoelharem diante da força da natureza.
Mas, não somente ali, mas, também no Brasil, vimos as temperaturas subirem como nunca antes, variando com chuvas devastadoras, como as vistas no sul do país.
É unânime entre os estudiosos do clima da Terra, que as alterações climáticas possuem realmente influencia antropogenica. Ou seja, o fim do período no qual a humanidade dominou o planeta, agora já chamado antropoceno, deixará evidências suficientes para colocar o ser humano no banco dos réus da natureza, de onde, com certeza, sairá condenado.
Porém, seria isso apenas ciclos naturais da vida que habita as miríades de mundos universo afora?
Homens, dinossauros…Toda espécie seguiria rumo ao seu apogeu e decadência?
Quem seriam nossos sucessores? Os demais primatas, como retratado no clássico de ficção-científica, “O planeta dos macacos”?
Ou uma civilização marinha desenvolvida pela curiosa inteligência dos mamíferos aquáticos, como os golfinhos?
Sabemos e defendemos que a própria civilização humana é cíclica, tendo já sido sacudida por algumas vezes. Os mitos do mundo gritam esses fatos!
Além da cultura oral antiquíssima repassada pelas gerações em todas as tribos do mundo, existem também as evidências físicas.
Em Serra Leoa foram encontradas as enigmáticas estátuas NOMOLIS. Tais artefatos não são ainda compreendidos pela arqueologia. Não se sabe quando nem como foram feitas. Seguidos os métodos oficiais pata se determjnar a idade, algumas estátuas chegariam a ter cerca de 17 mil anos, tendo sido encontradas em camadas geológicas situadas a desconcertantes cinquenta metros de profundidade.
Uma das estátuas mais antigas, datando 17.300 anos foi estudada por especialistas da Universidade de Cambridge.
Essa estátua tem a forma do que parece ser um dragão ou um réptil, e quando examinada, os cientistas notaram que ela produzia um barulho, como se houvesse algo solto em seu interior. Além disso, a escultura possuía uma abertura na barriga fechada por uma espécie de tampa.
Foi então submetida a exames de raio-x, se evidenciando uma esfera solta em seu interior. Com o máximo de cuidado, a tampa encontrada foi removida, revelando que dentro da estatueta Nomoli, havia uma PERFEITA esfera cuja composição apresentava aço e cromo. Ora, para a arqueologia, a manipulação dos metais pela humanidade se iniciou por volta de 3.300 anos a.c.. E ainda teria que se considerar que o processo dessa liga encontrada na esfera exigiria a produção de altíssimas temperaturas e sofisticados conhecimentos técnicos.Ou seja, a estátua não deveria existir.