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Quem é Débora Peixoto?
Débora Miguel Peixoto é socióloga e psicóloga no RJ (CRP:05/46537), se especializou em Psicologia Clínica pela PUC/RJ.
Atua há 10 anos em consultório particular, com ênfase em Psicanálise, e realiza também atendimento online para todo Brasil e exterior.
Com sua ampla experiência clínica, vem atendendo adolescentes e adultos, jovens e idosos, com questões intimamente ligadas à saúde mental, questões de gênero, relacionamentos familiares e afetivos, oferecendo suporte emocional, promovendo equilíbrio e transformação.
A partir de sua escuta profissional, com empatia e sem julgamentos, Débora ajuda você a superar desafios, conflitos e descobrir seu potencial.
ATENDIMENTO
Durante toda sua experiência clínica Débora vem atendendo adolescentes e adultos, jovens e idosos com questões intimamente ligadas à saúde mental. Tais como: Sintomas de ansiedade, depressão, pânico, fobias e compulsão.
Demandas ligadas a relacionamentos familiares e afetivos, conflitos, separação e luto. Além de questões de gênero e sexualidade.
A consulta presencial ocorre no consultório localizado no bairro Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.
Já a consulta online é destinada a pessoas que não possam comparecer ao consultório, por impossibildade geográfica, de locomoção, tempo ou por algum outro motivo que o impeça de fazer a consulta de forma presencial. O atendimento preza pelo sigilo, segurança e privacidade das informações. A consulta pode ser agendada pelo Whatsapp: 21 99584-5190
A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas em diferentes pessoas, e normalmente causam um impacto muito significativo, trazendo em alguns casos prejuízos na sua vida profissional, afetiva e social.
Embora seja muito presente no mundo em que vivemos, nem todas as pessoas estão aptas a identificar que estão vivenciando um quadro de ansiedade.
Alguns aspectos físicos são: palpitações ou aumento da frequência cardíaca, tremores, respiração acelerada ou falta de ar, sudorese excessiva, sensação de aperto no peito, náusea ou desconforto abdominal, entre outros. Como são sentidos no corpo, os pacientes normalmente procuram primeiramente a medicina a fim de diminuir o sofrimento causado pelos sintomas, ignorando, no entanto, as causas emocionais que estão levando a esse quadro.
Na psicanálise, entende-se o sintoma como uma forma de “dizer”, e assim a ansiedade é tratada através da fala, da associação livre de ideias que o paciente faz, sem julgamento algum, e com total liberdade de expressão, revelando assim o seu inconsciente. A partir da fala do analisante e da escuta apurada do analista, veremos como a ansiedade pode estar relacionada à estrutura psíquica da pessoa, mas também aos seus conflitos internos, suas relações interpessoais e dinâmicas familiares, sociais.
Você está passando por algo semelhante e compreende que os sintomas podem ter origem emocional? A psicanálise pode dar voz ao que o seu corpo está expressando, e ajudá-lo a identificar o que está trazendo tanto sofrimento.
A família é o nosso primeiro núcleo de interação e vivência. A mãe seria o primeiro amor da vida de um filho. Seria também quem iria influenciar profundamente a construção de aspectos importantes da sua estrutura psíquica. Assim como, o pai, teria uma função fundamental para que o filho pudesse, a partir do seu nascimento, ir se “descolando” da mãe até que conseguisse alçar voo para encontrar seus próprios desejos diante da vida.
Nem sempre, porém, é exatamente assim que ocorre, bem como, não é tão fácil essa relação que se forma entre pais e filhos. Em algumas famílias, a dificuldade vai surgir na infância, e em outras na adolescência ou no início da fase adulta. Afinal, crescer é se “descolar” de pai e mãe, e esse processo não é fácil para nenhum dos lados, embora necessário para que o filho possa encontrar sua autonomia.
Deixando, então, marcas profundas, algo dessa relação dos filhos com os pais vai aparecer, de forma inconsciente, nas suas relações na escola, no trabalho, nos laços afetivos. De um modo geral, reflexos da relação entre pais e filhos podem passar despercebidos quando a vida segue com a sua aparente “normalidade”, ou seja, dentro dos “altos e baixos” que fazem parte da vida de qualquer pessoa. Porém, quando em algum momento, as coisas parecem não estar mais em equilíbrio, costumo dizer usando uma analogia: quando não estamos mais conseguindo “equilibrar os pratos” - é um sinal de que não estamos dando conta sozinhos das questões que estão aparecendo (ou reaparecendo).
Você está passando por algo semelhante? Uma sensação de que algo nas relações atuais está em desequilíbrio ou mais pesado do que é possível suportar? A psicanálise vem para ajudá-lo a entender o que está acontecendo e quais aspectos do presente podem estar acessando algo vivido na relação familiar, inclusive na infância, e por isso trazendo tanto desconforto ou sofrimento.