Países africanos já têm suporte de diversas nações, mas se acanha por falta de gestão.
Ao decorrer do segundo dia de discussões, quinta-feira (05), a delegação dos Estados Unidos diz que investimento financeiro será falho, enquanto em discussões passadas delegações africanas faziam coro a aporte financeiro, mas com um histórico de falhas.
A fuga de cérebros é como uma circulação internacional de recursos humanos dos países de origem para países estrangeiros, fatos que as delegações africanas não lidam muito bem. Há uma estimativa em que 20 mil pessoas especializadas migrem da África para outros continentes por ano e, ao que indica o historial, essa situação está longe de um atenuamento, devido às ligações de longa data em questão a bolsas de estudos dos discentes africanos com destino aos países de cooperação (URSS, Cuba, Brasil, Portugal, etc.). As aparições tímidas de algumas delegações africanas creditam ainda mais a matéria e põe de fato a dúvida se é mesmo necessário um maior suporte às nações que remam contra a maré.
Por Enzo Ferreira Barbosa