O Brasil age com fortes amputações às pesquisas e possui um cenário de desemprego grave, além de faltar com o compromisso.
Durante a 2° sessão de discussões no comitê da UNESCO, na quarta-feira (04), a delegação brasileira esteve ausente, e estudante do Instituto Federal brasileiro clama por suporte.
O Brasil vêm tendo um dos piores desempenhos em relação à fomentação e vigor de suas atividades acadêmicas, bem como ofertas de emprego. No decorrer da segunda sessão das discussões, uma aluna do Instituto Federal pediu por ações efetivas que não levam estudantes a terem que se deslocar de seus países para obter maiores oportunidades, enquanto isso a delegação brasileira se fez ausente nas sessões de hoje. O Brasil é uma nação de enorme potencial, porém sua gestão é marcada por corrupção acarretando uma má gestão das verbas destinadas às pesquisas, com um corte de 87% do orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) neste ano e mais de 8000 mil bolsas permanentes para pesquisas sendo cortadas só em 2020, além de uma taxa de 13,2% de desemprego, todos esses fatores levaram a crescente busca por chances acadêmicas e profissionais fora, tendo um aumento de 40% nas buscas. Dado o exposto, se faz necessário que a delegação brasileira esteja presente nas futuras sessões e assuma sua responsabilidade com seus profissionais e estudantes, de modo a minorar as lotações de migrantes em países não pertencentes, que estão constantemente disputando os espaços dos nativos.
Por Enzo Ferreira