PARTILHAS / EXCHANGES de Filipa Francisco
PARTILHAS / EXCHANGES de Filipa Francisco
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA / ARTISTIC AND TECHNICAL CAST
DIRECÇÃO ARTÍSTICA, CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO Filipa Francisco COLABORAÇÃO/RESIDÊNCIA ARTÍSTICA NO RIO DE JANEIRO Eleonora Fabião COLABORAÇÃO DRAMATÚRGICA Gustavo Ciríaco CRIAÇÃO SONORA João Bento DESENHO DE LUZ E COORDENAÇÃO TÉCNICA pedro fonseca/colectivo, ac DESENHO E CONSTRUÇÃO CENOGRÁFICA (mesa) colectivo, ac VÍDEO Miguel Canaverde TRADUÇÃO Pietro Romani PRODUÇÃO Sara Abrantes/Materiais Diversos TEXTOS Ailton Krenak, Alexandra Lucas Coelho, Filipa Francisco, José Martinho, Thiago Florencio EXCERTOS MUSICAIS “Así Era Ella”, escrita por Dilema y Murder, da autoria de Batallones Femeninos; El-Funoun Dance Troupe; “Nome de Maria” (gravação de Michel Giacometti) e “Fado do Ti Zé Luís” do Rancho Folclórico Os Camponeses de Riachos FIGURINOS E ADEREÇOS Anacleto Guia, Celeste Guia, Clotilde Guia, Filipa Francisco, Maria Mercês Coutinho, Matthieu Réau, Pedro Fonseca MÁSCARAS José Cerdeira CO-PRODUÇÃO Materiais Diversos e Mundo em Reboliço APOIO Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação GDA, Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Pólo Cultural Gaivotas – Câmara Municipal de Lisboa, Companhia Olga Roriz – Palácio Pancas Palha, Casa da Dança de Almada, Teatro Extremo APOIO À PRODUÇÃO TÉCNICA 23 Milhas - Município de Ílhavo, colectivo, acSINOPSE / SYNOPSIS
Um caderno com várias vozes, no caminho dos contadores de histórias, numa espiral, juntando memórias de danças tradicionais palestinianas, portuguesas, estórias de família, de uma aldeia em peso… PARTILHAS/EXCHANGES faz-se leitura de um caderno, faz-se dança, faz-se acção, num espaço onde o público é público, é testemunha, é personagem, participante das várias vozes num só corpo, de uma viagem. Num mundo onde cada vez mais se suprime diferentes vozes, multiplicidade e diversidade, esta é uma peça política e poética.Esta é a minha forma de resistir, de reexistir.CONTEXTO / CONTEXT
Em 2017, convidei a artista Eleonora Fabião para uma colaboração. O processo de criação iniciou-se no Rio de Janeiro, em Setembro de 2018.Nessa residência, partilhei o caderno que comecei a escrever em Outubro de 2017, cartas para a Eleonora. Esta partilha seria sobre os meus 18 anos de trabalho (de 2000 a 2018). Ela disse-me: a peça está aí (como em 2003 André Lepecki tinha olhado para os meus cadernos, visto as minhas listas e dito “- a peça está aí”, surgindo assim a performance Leitura de Listas, 2004).A peça está entre esses dois projectos, nas muitas histórias sobre a família, o trabalho, a vida. Sobre viagens, sobre as cidades, sobre as pessoas, guardadas neste caderno, noutros cadernos, em vídeos, e principalmente na memória do corpo.A peça é dar voz a várias vozes.E assim nasceu o projecto. E assim se fez a revelação de uma peça contida num caderno, escrito durante um ano, para partilhar matérias com Eleonora Fabião. Sob o olhar de Eleonora Fabião, nasceu a vontade de fazer um solo. A peça que já estava lá. Ela tomou corpo em 2018, fez-se acontecimento no mês de Setembro, algumas semanas antes das eleições no Brasil.”APRESENTAÇÕES / PRESENTATIONS
Cine-Teatro Rogério Venâncio, Minde, Festival MATERIAIS DIVERSOS_27 e 28/09/19_18H [ESTREIA]New Hand Lab, Covilhã, Festival CONTRADANÇA_03/10/19_21H30Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra_09/04/21_21H30