Minicursos
01 de Dezembro de 2021
_________________________________Minicursos
01 de Dezembro de 2021
_________________________________Descrição: Qual a responsabilidade de pessoas brancas na luta contra o racismo e na promoção de uma sociedade igualitária? Este minicurso tem como objetivo debater o conceito de branquitude, perpassando a importância do reconhecimento e desmistificação de ideologias que há séculos subalterniza populações negras.
Descrição: Tertúlia Dialógica Cultural como ferramenta de conhecimento, diálogo e participação. Uma forma de dialogar sobre os conhecimentos culturais e identitários da comunidade quilombola. A tertúlia Dialógica já vem sendo utilizada em vários países como forma de superação da exclusão social pelo diálogo.
Profª Maria das Dores Brandão de Oliveira, orientadora Educacional, Especialista em Psicopedagogia, formada em Pedagogia e Mestra em Educação e Diversidade Pela Universidade do Estado da Bahia- UNEB.
Descrição: Discussões e reflexões acerca da questão da prática dos Direitos Humanos frente às exigências do mercado de trabalho na atual sociedade brasileira.
Profª Assistente Social Suzana Coelho (UNIFACS), Defensora dos Direitos Humanos e Articuladora Social, assistente Social, educadora, Coordenadora de Grande Área dos Campi Comércio e Lapa da UNIFACS - Ecossistema Ânima de Educação. Atual Presidenta do Conselho de Respeito a Cultura da Paz, Diversidade e Direitos Humanos da UNIFACS. Responsável Técnica pelos Projetos: Rede Afeto - Rede de Apoio, Fortalecimento, Escuta e Troca de Orientações para Meninas e Mulheres; e pelo Representa - Núcleo de Representatividade Negra do Curso de Medicina da UNIFACS.
Descrição: O racismo, como crença na superioridade de algumas raças sobre outras, que justifica a desigualdade entre os grupos, é uma forma de opressão, de agressão e de violência. Jovens negros chegam a ter 45% mais chances de desenvolver depressão que brancos; e o racismo tem um papel grande nesse número. À vista disso, focalizar a saúde mental exige a compreensão do que o psiquiatra Frantz Fanon apontou e o filósofo Achille Mbembe assevera: a colonialidade propõe uma dinâmica psicológica de morte em vida, na qual a vida estaria submetida ao poder da morte.
Profº João Henrique (UniBH e Ânima Plurais): Psicólogo