O ano era 2020. A COVID-19 chegava ao Brasil, trazendo inúmeros prejuízos. Além das milhares de mortes, a então nova doença impossibilitava o trabalho artístico na forma convencional. Enquanto artistas descobriam formas de se reinventar nesse tempo, um grupo de estudantes do primeiro ano de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Londrina se reuniam de forma virtual para fazer o mesmo. Sem aulas presenciais, ensaiavam um roteiro para encenar quando a pandemia "acabasse". Com algumas pessoas seguindo outros caminhos e com a chegada de calouros na universidade, o grupo se transformava e tomava novos ares. E dessa forma, conforme a retomada gradual do meio cultural de forma presencial acontecia, o roteiro da primeira peça do coletivo foi aprovado por um edital de cultura da cidade de Cambé. Assim, o grupo segue, com mais pessoas seguindo outros caminhos, novos integrantes, e sendo um grupo sempre disposto a receber qualquer pessoa que deseje fazer arte.