No ano de 2021, desenvolvemos uma cartilha com o objetivo de ampliar a formação de competências dos trabalhadores da construção civil por meio da aprendizagem de leitura e interpretação de projetos arquitetônicos.
As escadas são estruturas formadas por alguns componentes como corrimão, degrau, guarda-corpo e algumas contêm um patamar.
O Degrau é dividido em espelho e base/piso. O Piso é a superfície horizontal onde pisamos com o nosso pé ao subir uma escada. São conhecidos também como degraus da escada. E o espelho é a superfície vertical entre um piso (degrau) e outro, onde batemos com a ponta do nosso pé ao subir uma escada;
O Patamar é a superfície horizontal mais comprida que os pisos (degraus). Servem como um descanso ao subir uma escada que vence uma grande altura. Nem toda escada possui patamar;
O Guarda- corpo é o elemento vertical ao longo das escadas, que serve de proteção para as pessoas não caírem da escada;
O Corrimão é um elemento presente no guarda - corpo da escada e serve para as pessoas apoiarem as mãos ao subi-la ou desce-la.
De acordo com a NBR 9050 a largura mínima recomendável para escadas fixas em rotas acessíveis é de 1,50 m, sendo de 1,20 m o mínimo. No entanto, a largura das escadas deve ser estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas, conforme a ABNT NBR 9077.
Existem escadas de diferentes tipos, como as escadas retas, em “U”, em “L”, em leque, helicoidal e em curvas.
As escadas retas são as mais comuns e conhecidas. Elas vão do piso de baixo ao de cima em um único sentido, sem viradas ou curvas. Mesmo assim, pode ter um ou mais patamares no meio, se a altura for muito grande.
A escada em L tem um lance perpendicular ao outro, com um patamar ao meio.
Já as escadas em U, tem um lance perpendicular ao outro, com um patamar na ponta.
A escada em leque é uma escada em “L” ou em “U” que, em vez de um patamar, tem degraus fazendo curva.
O concreto, basicamente, é o resultado da mistura de cimento, água, pedra e areia. O cimento, ao ser hidratado pela água, forma uma pasta resistente que aderente aos fragmentos de agregados (pedra e areia), formando um bloco monolítico.
Propriedades
Possui excelente resistência à água, podendo ser utilizado na construção de barragens, canais, tanques, aquedutos, pontes, túneis, pavimentos, etc.;
Pode receber armaduras de aço e outros materiais, aumentando suas propriedades mecânicas de acordo com as necessidades da obra;
Pode ser moldado em várias formas e tamanhos, propiciando grande liberdade de projeto arquitetônico;
É o material estrutural normalmente mais barato e mais facilmente disponível no canteiro de obras;
Recebe grande quantidade de rejeitos industriais em substituição de parte do cimento ou agregados, diminuindo os custos e contribuindo com a conservação do meio ambiente;
Comparado à maioria dos outros materiais de engenharia, a produção de concreto requer consideravelmente um menor consumo de energia, inclusive para a fabricação do cimento e a extração e britagem dos agregados.
Fases de fabricação
Mistura: Tem por intuito dar homogeneidade ao concreto, isto é, fazer com que ele apresente a mesma composição em qualquer ponto de sua massa. Pode ser manual ou mecanizada – quando realizada com o auxílio de uma betoneira;
Transporte: Depois de misturado, o concreto será transportado para o local de aplicação por meio de vários modos (vertical, horizontal, entre outros);
Lançamento: É a colocação do concreto no local de aplicação, em geral, nas formas. O endurecimento começa após quatro horas da adição da água.
Adensamento: Pela constituição do concreto armado, há chances de ficarem vazios na estrutura. O adensamento é feito normalmente com o uso de um vibrador.
Cura: A cura é a fase de secagem. Ela é importantíssima, e se não for feita de modo correto, o concreto não terá a resistência e a durabilidade desejadas.
Fonte: Portal Virtuhab
Quando há falta de cuidado e de segurança no canteiro de obras, ele pode se tornar um lugar propício para a ocorrência de acidentes.
Por isso, os EPI’s e EPC’s devem ser utilizados, aliados a treinamentos de capacitação sobre normas de segurança.
Esses recursos são indispensáveis nesses espaços.
Atualmente, o número de casas com telhados tem crescido bastante. Isso se deve pelas vantagens que ele trás, como o combate ao efeito de ilhas de calor (aumento acentuado da temperatura) nas grandes cidades e a melhora do isolamento térmico da edificação.
Para projetar e instalar os telhados, alguns cálculos são necessários.
O cálculo pode ser feito a partir da inclinação que se tem, para buscar o valor da altura ou da base. Sendo a fórmula: H=(L x I%)/100, com “H” sendo a altura máxima do telhado, “L” sendo a largura da extremidade até o ponto mais alto da inclinação, e “I” sendo a inclinação fornecida geralmente pelo fabricante. Descrevendo a fórmula, a altura é igual à largura multiplicada pela inclinação, tudo isso dividindo por cem. Cada caso vai solicitar algum dado, então basta isolar o que se pede e realizar as operações com os dados que se têm.
Portanto, é necessário conhecer o cálculo por trás de um serviço que se planeja a longo prazo para que se possa aproveitar de todas as suas vantagens.
Fonte: hmrubber.com.br | mundoeducacao.uol.com.br | sienge.com.br
Os principais tipos de cimentos e suas aplicações são:
CP I (Cimento Portland comum sem adição): é o mais simples dos cimentos, utilizado para obras normais.
CP I-S (Cimento Portland comum com adição):é bem semelhante ao CP I, porém com uma pequena quantidade de clínquer adicionado em sua fórmula.
CP II-E (Cimento Portland composto com escória granulada de alto forno): possui mais aditivos do que os outros cimentos, que têm apenas gesso.
CP II-Z (Cimento Portland composto com material pozolânico): é um cimento indicado para obras subterrâneas ou que ficam em constante contato com a água.
CP II-F (Cimento Portland composto com material carbonático): é semelhante ao anterior, porém com uma resistência maior. Seu uso é indicado para obras que exigem grande resistência do cimento, como obras em concreto armado.
CP III (Cimento Portland de alto forno): se destaca por sua grande durabilidade, podendo ser utilizado para obras convencionais ou para projetos com estruturas metálicas, viadutos, pistas de aeroporto, indústrias, obras de litoral.
CP IV (Cimento Portland Pozolânico): é um cimento com altíssima resistência à compressão, sendo indicado para obras que sejam submetidas a grandes variações de temperatura.
CP V-ARI (Cimento Portland de alta resistência inicial): seu diferencial é apresentar alta resistência inicial, se tornando duro e resistente em muito menos tempo do que outros modelos. Em um dia, pode atingir uma resistência de 26 MPa.
Fonte: Instituto da Construção, 2019.
Na construção civil, são utilizados comumente dois tipos de prumo: o prumo de centro e o prumo de face (também chamado de prumo de parede).
O prumo de centro tem um peso metálico em forma de pião e permite determinar uma linha vertical a partir de um ponto qualquer, transferindo este ponto de um plano horizontal a outro. Isso é possível porque a ponta do pião fica exatamente alinhada com o cordão esticado quando o prumo pende livremente. Sua função é definir o centro de pilares, materializar encontro de eixos de locação topográfica e materializar os eixos de cintamentos.
Já o prumo de face tem o peso metálico em forma de cilindro e, na outra ponta do cordão, uma peça, geralmente de madeira, chamada de “taco”, que é da mesma largura do peso metálico. Ele é usado para determinar se as fiadas de uma parede e outros elementos verticais estão corretamente "aprumados" ou "no prumo".
Fontes: portaleducacao.com.br
Os principais tipos de brita são classificadas de acordo com análises granulométricas.
Esses tipos de britas e suas utilizações são:
Pó de brita: Tem a granulometria mais fina entre esses agregados de concreto. (A sua granulometria está abaixo de 4,9mm)
Brita 0 ou pedrisco: Versátil e utilizada em diversas áreas da construção civil, como na produção de vigas e lajes. (A sua granulometria está entre 4,8 de 9,5mm)
Brita 1: É o tipo mais usado na construção civil, sendo muito aplicada em vigas, lajes e outros elementos estruturais. (A sua granulometria está entre de 9,5 a 19mm)
Brita 2: A necessidade de materiais mais finos fez com que ela fosse substituída, apesar de ainda ser usada nessas aplicações. (A sua granulometria está entre 19 e 25mm)
Brita 3: Não é amplamente utilizada para concreto pois exige um trabalho mais difícil que as britas para concreto de granulometria menor. (A sua granulometria está entre de 25 a 50mm)
Brita 4 e 5: É a que tem a maior granulometria entre todos os materiais citados e, por isso, é indicada para casos específicos. (A sua granulometria está entre de 50 a 100 mm).
Fontes: metso.com.br | britamazon.com.br
Como sabemos, as construções sofrem bastante com variações de temperatura, juntamente com as sobrecargas. O revestimento também está submetido a essas movimentações.
A cerâmica possui um alto índice de absorção, o que faz com que ela se expanda na presença de umidade ou de alta temperatura. Com o aumento dos lados das placas, a pressão entre elas faz com que se soltem, ficando mais elevadas onde há as juntas.
Para que isso não ocorra, os projetistas devem prever formas das possíveis movimentações, sendo importante que usem as juntas adequadas.
As juntas de movimentação são espaços que dividem o revestimento cerâmico do piso e servem para acomodar a movimentação estrutural e as alterações térmicas, ou para quando houver mudança de revestimento.
Fontes: lawtonparente.blogspot.com | fazfacil.com.br | blog.gail.com.br | quartzolit.weber
Nem sempre o perigo está nos maquinários e ferramentas utilizadas no trabalho, você sabia? Às vezes a ameaça é encontrada em pequenas partículas que são liberadas sem percebermos.
Sim, estamos falando sobre os perigos da poeira, que embora sejam causados por algo tão minúsculo, são bastante graves. Esses resíduos sólidos, muito presentes em ambientes de atuação do setor de construção civil, são produzidos a partir de atritos, impactos, cortes, dentre outras atividades de uma obra. Se inalados, eles podem agredir o aparelho respiratório dos trabalhadores e, ao longo do tempo, contribuir para o desenvolvimento de doenças.
A poeira metálica provêm de atividades que envolvem metais, e seus pequenos resíduos podem desencadear doenças no sistema respiratório, além de provocar febre e calafrios.
Já a poeira mineral é proveniente de atividades como perfurações, extração de mineral, explosões e britagem de pedras. Ela possui uma substância chamada sílica, naturalmente encontrada em alguns tipos de pedra, areia e argila. Essa poeira branca é bastante nociva à saúde do trabalhador, podendo provocar até mesmo câncer.
Fonte: forumdaconstrucao.com.br
Como a energia elétrica chega até a nossa casa?
No Brasil, os centros geradores de energia estão distantes das cidades, com isso precisamos de linhas de transmissão para que a energia elétrica seja distribuída para todas os centros consumidores e cidades.
O caminho que a energia elétrica faz é: Unidades Geradoras → Subestações Elevadoras → Torre e Linhas de Transmissão → Subestações Abaixadoras → Transformadores → Centros Consumidores/Cidades. (Figura 1)
Unidades Geradoras: Um gerador de energia é, como o próprio nome indica, um dispositivo capaz de gerar energia. Este é responsável por converter qualquer tipo de energia (por exemplo, química, mecânica, etc.) em energia elétrica. (Figura 2)
Subestações: Uma subestação é uma instalação elétrica formada por um conjunto de equipamentos responsáveis pela transmissão e distribuição da energia elétrica, além de equipamentos de proteção e controle. As subestações de energia são responsáveis pela distribuição da energia elétrica. Subestações Elevadoras: são localizadas na saída das usinas geradoras, elevam a tensão para níveis de transmissão e subtransmissão (transporte econômico da energia). (Figura 3)
Subestações Abaixadoras: são localizadas na periferia das cidades e diminuem os níveis de tensão evitando inconvenientes para a população. (Figura 4)
Linhas de transmissão: são basicamente constituídas por fios condutores metálicos suspensos em torres metálicas, por meio de isoladores cerâmicos ou de outros materiais altamente isolantes. Elas se estendem por longas distâncias, conectando usinas geradoras aos grandes consumidores, aqueles que adquirem energia em alta tensão, como fábricas, mineradoras e para as empresas distribuidoras de energia, que são responsáveis por levar energia aos consumidores de menor porte. (Figura 5)
Transformadores: são dispositivos que operam exclusivamente com corrente alternada e que podem elevar e abaixar tensões ou correntes elétricas. (Figura 6)
Fontes: energiainteligenteufjf.com.br | grupel.eu/grupel/gerador-de-energia | tecnogera.com.br | mundodaeletrica.com.br
Hoje, a acessibilidade é um tema bastante discutido, principalmente quando se trata de edificações e vias públicas. Trata-se de um conjunto de recursos facilitadores que visam permitir a frequentação e inclusão - geralmente de pessoas com deficiência permanente ou transitória, e idosos - a diversos locais públicos e privados, o que também pode ser aplicado às casas em construção ou reforma, favorecendo assim os indivíduos dentro de suas especificidades pessoais.
Ao planejar certos detalhes em uma casa, é interessante levar em conta a diversidade humana a fim de tornar o imóvel o mais adaptado e agradável possível para seus moradores, de acordo com as necessidades de cada um! Além disso, esses detalhes podem otimizar o espaço disponível, trazer benefícios funcionais, evitar limitações, acidentes e prejuízos à saúde física dos moradores, trazendo mais conforto e segurança ao ambiente.
Fontes: Miotti, 2012 | forumdaconstrucao.com.br | mapadaobra.com.br.
Ao imaginar uma casa adaptada, certamente pensamos na inclusão de rampas, barras de apoio, pisos antiderrapantes e etc., mas as possibilidades vão além. Dependendo de alguns fatores característicos dos moradores, como altura, faixa etária, rotina/atividades domésticas, hábitos pessoais e condições de saúde, o planejamento de cada cômodo pode apresentar necessidades específicas para atender às demandas de quem irá habitar o local.
Seguindo os preceitos do Desenho Universal de 1963, a altura de pias, balcões, armários e prateleiras de uma cozinha ou área de serviço, por exemplo, pode ser adaptada de forma a ser maior ou menor que a média convencional (metragem padrão). Assim, favorecem-se as medidas antropométricas do morador (ou daquele que mais utiliza o cômodo em questão), o que pode diminuir a chance de ocorrerem acidentes e de se desenvolver ou agravar problemas de saúde, como má postura e dor, principalmente na região da coluna e ombros. Pisos planos, sem presença de relevos com degraus ou escadas, são mais desejáveis em residências com idosos, crianças, pessoas com artropatias (disfunções articulares) e pessoas com dificuldades para andar/cadeirantes.
Algumas medidas comumente estipuladas para a acessibilidade são:
Circulação de largura mínima de 90 cm e 2,10 m de altura;
Mínimo de 80 cm nos vãos de porta;
Diâmetro de 1,50 m para manobras de cadeiras de rodas em 360º em qualquer ambiente;
Corredores de 1,20 m de largura para conversões de 90°.
Além desses, vários outros cuidados podem ser pensados para otimizar a construção/reforma, de acordo com o essencial para cada um, tornando o espaço adaptado à demanda funcional de quem vai desfrutá-lo.
Fontes: Miotti, 2012 | forumdaconstrucao.com.br | mapadaobra.com.br
A Ergonomia é uma importante ciência que influencia diretamente a saúde, a segurança e a capacidade produtiva do trabalhador. A Ergonomia se refere ao desenvolvimento e aplicação de ferramentas para a avaliação e adaptação do ambiente de trabalho às características psicofisiológicas do ser humano.
Situações de trabalho que provocam doenças, cansaço físico ou mental e dor no corpo, por exemplo, são situações que podem se beneficiar dos conhecimentos da Ergonomia.
Na Norma Regulamentadora (NR) nº 17, da Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, é possível encontrar parâmetros ergonômicos que auxiliam na adaptação das condições de trabalho. Os parâmetros apresentados nessa NR são:
levantamento, transporte e descarga individual de materiais;
mobiliário;
equipamentos;
ambiente;
organização do trabalho.
Fontes: mobussconstrucao.com.br | saudeocupacional.org | gov.br | br.freepik.com | sintrael.org.br
O talude é uma face inclinada que delimita um maciço terroso ou rochoso, ou seja, é um terreno natural ou artificial com um determinado ângulo de inclinação.
Na Engenharia Civil, é fundamental conceituar os taludes, considerando sua devida importância, visando compreender e aplicar métodos efetivos para prezar pela estabilidade dessas encostas.
É muito comum encontrar esse tipo de formação, sejam elas naturais ou não, em barragens, reservatórios e minas (podendo ser em aclive ou declive). As não naturais podem ser resultadas de um processo de corte (retirada de material ) e de aterro (deposição).
Os taludes podem sofrer ação de intempéries, como chuva, infiltrações internas (como minas) que geram instabilidade ou sobrecarga de suas cristas, podendo ocasionar graves acidentes, colocando vidas em risco e comprometendo estruturas de edificações, estradas e a sustentação de solos.
Em uma obra, por exemplo, se não for garantida a estabilidade das escavações, sapatas, tubulões e blocos pode-se gerar instabilidades que provocam réves, como a ocorrência de rupturas.
Para garantir a segurança e o controle nas obras, é necessário um bom engenheiro ou geólogo responsável. A partir do ângulo, composição do talude e fatores externos, esse profissional deve realizar cálculos para verificar a sua estabilidade. Caso contrário, deve-se certificar que o talude cumpra os requisitos da norma NR18, criando estruturas dimensionadas, como muros e contenções.
Os prejuízos que podem ser gerados pela falta dessa análise e correção de taludes podem ser de caráter estrutural, promover riscos ambientais e até mesmo perda de vidas.
Fonte: ebanataw.com.br | mgsulengengaria.com.br | cursonr18.com.br
A Trigonometria é o campo da matemática que estuda a relação entre os lados de triângulos retângulos. Os triângulos retângulos são aqueles que possuem um ângulo de 90°.
As funções trigonométricas - seno, cosseno e tangente - são relações entre a proporção dos lados e do ângulo de um triângulo retângulo. Para defini-las, é importante conhecer algumas nomenclaturas:
Cateto oposto: é o lado que fica oposto ao ângulo de referência (θ);
Cateto adjacente: é um lado que fica adjacente ao ângulo de referência (θ);
Hipotenusa: é o lado mais longo do triângulo, oposto ao ângulo reto;
Seno (sen): é a razão do cateto oposto sobre a hipotenusa
Cosseno (cos): é a razão do cateto adjacente sobre a hipotenusa.
Tangente (tan ou tg): é a razão dada pelo cateto oposto sobre a cateto adjacente.
Fonte: institutoclaro.org.br
Para a aplicação de argamassas sobre o emboço para revestimentos cerâmicos, passe o lado dentado da desempenadeira em ângulo de 60 º em relação à base, formando cordões e sulcos paralelos.
Fonte: quartzolit.weber
O Processo de Segurança contra Incêndio e Pânico (PSCIP) visa o licenciamento, junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), das edificações, eventos temporários e dos espaços destinados ao uso coletivo.
O processo é composto por documentos e projeto técnico, que contém as medidas de segurança contra incêndio e pânico. O projeto é elaborado conforme as IT’s publicadas pelo CBMMG, e deve ser protocolado no CBMMG para análise e aprovação.
O PSCIP é obrigatório para edificações ou espaços destinados ao uso coletivo, classificados como nível de risco II e III, por ocasião da regularização de edificações ou espaços destinados ao uso coletivo construídos ou a construir; ampliação de área construída; mudança da ocupação ou uso; modificação das medidas de segurança contra incêndio e pânico; modificação de PSCIP aprovado; realização de evento temporário; e licenciamento de empresa, quando necessário.
Existem três tipos de PSCIP, o Projeto Técnico (PT), que é destinado ao uso coletivo classificado como nível de risco III; o Projeto Técnico Simplificado (PTS), destinado a edificações e espaços destinados ao uso coletivo com nível de risco III, quando não enquadra nos requisitos do PT e o nível de risco II; e o Projeto Técnico para Evento Temporário (PET), destinado aos eventos temporários.
Fonte: IT’s do CBMMG
Na engenharia civil brasileira, o material mais utilizado, para diversos tipos de finalidade, são os tijolos. Em função dessa abundante aplicação, foram criados diferentes modelos para atender às inúmeras utilidades em uma obra. Esses modelos se diferenciam por suas características (peso, impermeabilização, tamanho, produção e entre outros), e os comuns são:
Tijolo maciço: utilizado em paredes de vedação ou estruturais, presente em pilares, além de ser usado em sacadas e varandas, devido ao seu efeito estético;
Tijolo baiano: por sua baixa resistência, compõe construções de alvenaria de vedação dentro do sistema construtivo de concreto armado;
Bloco cerâmico estrutural: inseridos em alvenarias estruturais para edificações de pequeno e médio porte. Com sua aplicação, as sustentações em concreto armado são descartadas;
Tijolo refratário: são manuseados em revestimentos de fornos industriais, reatores, caldeiras, altos-fornos, forno de pelotização e estufas;
Tijolo laminado: indicado para a criação de churrasqueiras e ótimo para cozinhas ou salas, graças ao seu visual rústico;
Tijolo vazado: possuí uma função estética, portanto, suas aplicações variam, como para escolas, lavanderias, academias de ginástica, corredores de casas, prédios e salas de espera.
Fontes: patriciamoreno.com.br | idealhomeconcept.com.br | engenharia360.com
Na hora da representação de um projeto arquitetônico, no mínimo cinco desenhos são importantes para o entendimento e andamento da construção. São eles:
Planta baixa: é gerada a partir de um plano de corte horizontal realizado a, aproximadamente, 1,5m de altura do solo, da base da casa. Assim, realizamos uma planta baixa para cada pavimento da edificação. Podemos escolher a escala de acordo com a visualização que precisamos para a planta, porém, o mais comum é o uso da escala 1:50;
Planta de cobertura: apresenta uma vista superior da construção, mostrando como as águas do telhado se dispõe pela edificação;
Corte: desenho gerado por meio de um plano de corte, que passa pela edificação, de maneira vertical, nos locais onde for necessário mostrar algo específico do projeto;
Fachada (Elevação): apresenta a parte externa da edificação, mostrando os detalhes externos;
Planta de situação: fornece um panorama do terreno e da construção, a contextualização em relação a rua de localização e em alguns exemplos, mostra a esquina mais próxima. Pode mostrar também, a implantação da edificação no terreno.
Todos os tipos de desenho de um projeto arquitetônico têm importância para entender a edificação e começar sua construção.
Fonte: hidroconsultoria.com.br
A norma brasileira 9050 teve sua última atualização em 2015, e estabelece que as escadas e degraus isolados devem ter pisos e espelhos contendo suas dimensões constantes.
Segundo a norma 9050:
A altura do degrau expresso pela letra "E" (parte denominada espelho) deve ter de 16 a 18 cm;
A profundidade do degrau expresso pela letra "P" (parte denominada piso) deve conter de 28 a 32 cm;
Deve-se aplicar a fórmula: 0,63m <= P+2.E <= 0,65m,
O número de espelhos (Ne) é obtido por: Ne=H/E, onde H é o desnível a vencer e E a altura dos espelhos. Já o número de pisos será o número de espelhos menos 1.
Fonte: oportico.com
Em nosso cotidiano, é muito comum encontrarmos diversos corpos/objetos com capacidade de armazenar algo. Esse armazenamento é denominado de volume.
Para calcular o volume de corpos em que a base e a tampa são do mesmo formato, basta multiplicar a área superficial da base pela distância entre ela e a tampa, medida conhecida como altura.
Em função desse cálculo, a unidade de medida do volume é em uma terceira dimensão, já que é um produto da área (comprimento vezes a largura) com a altura. As seguintes unidades são possíveis:
quilômetros cúbicos (km³);
hectômetros cúbicos (hm³);
decâmetros cúbicos (dam³);
metros cúbicos (m³), decímetros cúbicos (dm³);
centímetros cúbicos (cm³);
milímetros cúbicos (mm³).
De acordo com o Sistema Internacional de Medidas (SI) a unidade de medida padrão é o metro cúbico (m³), em que 1m³ equivale a 1000 litros.
Assim, se você quer descobrir o espaço que uma caixa d'água ocupa, basta saber quanto mede sua altura ou a área de sua base, porque assim será possível encontrar a medida que falta e separar o espaço necessário para a instalação.
A Arquitetura Bioclimática propõe projetos que visam as condições climáticas, utilizando recursos disponíveis na natureza - como o sol, vegetação, chuva e vento - para propiciar condições de conforto aos usuários, com o menor uso possível de energéticos.
A ventilação natural é o emprego do fluxo normal do ar, com o propósito de obter um bom condicionamento térmico do ambiente, proporcionando condições confortáveis aos ocupantes, além do aumento na qualidade do ar interno. A diferença de pressões exercidas pelo ar sobre um edifício pode ser causada pelo vento, pela diferença de temperatura que difere a densidade do ar interno e externo ou por ambas as forças agindo simultaneamente. O que configura dois tipos principais de ventilação passiva: a ventilação cruzada e a ventilação por efeito chaminé.
Essas estratégias também podem ser adotadas conjuntamente em diferentes ambientes de uma mesma edificação.
Um bom exemplo de aplicação em projetos é a utilização pelo chamado efeito chaminé. O ar mais frio, mais denso, exerce pressão positiva. O ar mais quente, por tornar-se menos denso, exerce baixa pressão e tende a subir criando correntes de convecção, como referência à figura.
Fonte: ptojeteee.mma.gov.br
O Briefing de Arquitetura acontece na primeira reunião com o cliente, momento que o engenheiro/arquiteto levanta todas as informações possíveis sobre as ideias, necessidades e sonhos que o cliente tem para o projeto. O Briefing é visto como uma fase decisiva para a contratação, um momento para mostrar interesse nas ideias do cliente. Além disso, o Briefing possibilita um bom planejamento do projeto, pois é visível quando faltam dados que são necessários serem levantados com o cliente.
No Briefing, devem constar informações que irão definir partido e estilo arquitetônicos, assim como a definir alguns fatores, como:
Escolha de materiais;
Preferências, hábitos e gostos do cliente, por exemplo se ele gosta de cozinhar com a família, vai querer uma cozinha maior, se ele gosta de ler livros, pensar em uma área mais silenciosa;
Prazos para a entrega das etapas do projeto;
Orçamento limite do cliente.
Por meio de perguntas, o engenheiro/arquiteto vai montando o perfil do cliente e os parâmetros que irão nortear o projeto, sendo que a perguntas que irão compor o briefing variam de acordo com o tipo de obra: residencial, comercial, entre outras.
Fonte: blog.vejaobra.com.br
Um projeto arquitetônico oferece inúmeras informações que são essenciais para que a obra ocorra dentro do planejado. Dentre essas informações, o nível tem extrema importância, pois ele orienta o construtor sobre a diferença entre os pisos, levando em consideração um referencial.
Esse referencial é determinado por quem está produzindo o desenho arquitetônico. Eles podem ser tanto positivos, quanto negativos. Para calcular esses níveis, o engenheiro ou o arquiteto deve pensar em tudo que está presente no projeto, como: vigas, lajes, paredes e outros. Para visualizar melhor essa diferença de altura, é aconselhável fazer um corte e observar a construção em um perfil longitudinal (pela perspectiva de um observador). Para calcular um nível entre um pavimento e outro, basta saber a cota do primeiro nível e somar a ele o pé direito desse pavimento, a laje e os revestimentos, se houver.
Em plantas baixas, os níveis são representados com um círculo, enquanto em cortes eles são representados com uma seta apontando e tocando a linha do piso a que se refere. Os níveis são necessários para demonstrar alterações de altura, sendo suas medidas sempre expressas em metros.
Fonte: NBR 6492:1994
O aproveitamento da iluminação natural pode ser um bom aliado na hora de economizar energia. Mas, é preciso atenção: apenas criar uma abertura no edifício não é a solução considerada eficiente. As aberturas favorecem a ventilação e permitem a entrada de luz natural nos ambientes, mas também, podem ser um problema para os usuários, caso além da luz, deixem entrar o calor.
Algumas estratégias devem ser adotadas para controlar o problema. Uma delas é evitar que as aberturas estejam voltadas para a insolação direta. No Brasil, a orientação sul permite a entrada predominante da luz difusa, não procedente diretamente do sol, evitando a entrada do calor.
Fonte: leardi.com.br
As cores, em geral, interferem e nos influenciam mais do que podemos imaginar. É possível observar o diversos usos das cores na arquitetura, seja em sua casa, trabalho, rua, comércio, entre outros lugares.
Sabemos que as cores podem gerar grande impacto em um ambiente. Podemos separá-las em “quentes” e “frias”. Como por exemplo, cores mais quentes - e o branco, que é neutro - trazem uma sensação de “aumento” no espaço, ao contrário de cores escuras, como o preto, que dão uma sensação de redução do espaço.
Cada cor possui uma sensação ou ideia diferente. Temos o azul, que transmite a sensação de paz, confiança e segurança. É frequentemente utilizada em escritórios e empresas. Já o amarelo conduz à ideia de felicidade, otimismo, curiosidade. Aparece frequentemente em espaços públicos, como livrarias e espaços comerciais. O vermelho demonstra a paixão, energia, excitação. Por isso, é utilizada em lojas e restaurantes, pois trazem a sensação de desejo ao consumo. Já o verde nos traz tranquilidade e calma pois é associado a natureza. É utilizado em hospitais e áreas ligadas a saúde. O laranja, nos traz a sensação de alegria, intensidade e criatividade, por ser uma cor mais vibrante. Muito utilizada em escolas, escritórios e também em placas de trânsito, pois é uma cor que chama bastante atenção. E o roxo, nos transmite inteligência, suavidade e “calma”, assim utilizado em lugares de meditação.
Na hora de escolher a cor que irá pintar determinado ambiente, certifique-se de que será uma cor que trará um clima positivo para a casa e sua família!
Fonte: Lins Galvão Arquitetos | Dona Arquitetura
Já ouviu falar em armadura positiva e armadura negativa?
O concreto da viga é geralmente tracionado na parte inferior da peça. No entanto, apesar de o concreto ser um material que suporta ser comprimido, sua resistência não é tão boa quanto a do aço. Assim, para compensar essa deficiência, utiliza-se a armadura de aço na parte de baixo, quando ela é tracionada. Essa armadura, por convenção da Engenharia Civil, é chamada de armadura positiva.
Quando é a parte de cima que está tracionada, a armadura recebe o nome de armadura negativa. Nos projetos, a armação negativa é representada por uma linha tracejada.
Fonte: laudosengenharia.com.br
Na arquitetura, a escala deve ser entendida como uma representação proporcional das dimensões reais da edificação. A escala é usada para representar objetos pequenos – fazendo-se uma ampliação – ou grandes – fazendo-se uma redução.
Existem 3 tipos de escalas representativas:
Escala de Redução = exemplo 1:5 (lê-se um por cinco);
Escala real ou escala natural = 1:1 (lê-se um por um);
Escala de Ampliação = 5:1 (lê-se cinco por um).
A escala de redução é amplamente utilizada na Construção Civil. Nos Projetos Arquitetônicos, a escala é um recurso poderoso para dar noções reais – embora em tamanhos reduzidos – sobre uma construção, reforma ou ideia de projeto.
Para definir uma escala de representação, deve-se levar em consideração o tamanho do papel a ser utilizado, o tamanho do objeto a ser representado e a orientação de que o desenho de representação deverá ficar claro e preciso para a correta compreensão do projeto.
As escalas mais usuais na Construção Civil são: 1:20; 1:25; 1:50; 1:100; 1:200; 1:250 e 1:500 para desenhos de plantas, cortes e elevações. Detalhes executivos chegam a usar escalas de 1:2; 1:5 e 1:10. Por exemplo, se um arquiteto precisa desenhar a planta baixa de um apartamento em uma escala de 1:50, isso significa que cada 1 cm representado no papel corresponde a 50 cm do objeto real. Em outras palavras, o que é representado no papel (na planta baixa) é 50 vezes menor do que a dimensão real.
Fonte: vivadecora.com.br
Nos projetos arquitetônicos, as portas são desenhadas representando-se a folha da esquadria, com linhas contínuas de espessura média, procurando especificar o movimento da folha e o espaço ocupado ao realizar o movimento de abertura - quando for o caso.
Independente do modelo, todas as portas devem ter suas dimensões especificadas, sempre na seguinte ordem: “L x A” (largura por altura).
Fonte: andregamino.weebly.com
Os Sistemas de Escoramentos são um importante fator para a concretagem de vigas, pilares e lajes. Eles dão suporte às fôrmas que sustentam o concreto ainda fresco até atingir o tempo de cura do concreto, proporcionando a resistência adotada em projeto para suportar seu peso próprio.
Segundo a empresa de fôrmas Brasil Atex (2018), o Escoramento Universal é composto de barrotes, longarinas ou vigas principais, compensado e por fim as escoras e é o sistema o modelo mais utilizado nos projetos atuais.
Os escoramentos podem ser de variados materiais, tais como: madeira, aço ou uma combinação mista dos mesmo.
Dessa forma, são indispensáveis para um sucesso na concretagem.
Fonte: atexbrasil.com.br
Candela (cd) é a unidade de medida utilizada para a intensidade luminosa. Ela é definida a partir da potência irradiada por uma fonte luminosa em uma determinada direção.
Lúmen é a unidade de medida do fluxo luminoso. É a quantidade de luz emitida por uma fonte luminosa na unidade de tempo (segundos). Fazendo uma analogia com a hidráulica, seria a quantidade de água que sai de uma torneira por segundo.
Lux é a grandeza luminotécnica denominada iluminamento. Trata-se de um nível de iluminação ou iluminância que a luminária produz no ambiente. Para indicar uma fonte de luz que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância dessa fonte, utiliza-se a unidade Lux (Lúmen x m²). O instrumento que mensura essa grandeza é chamado de luxímetro. Esse aparelho é muito utilizado para analisar espaços que necessitam de uma quantidade mínima de lux (como cenários cinematográficas, laboratórios e estações de trabalho).
Fonte: powerlume
As fundações são responsáveis por suportar o peso da construção implicado no solo, para que não ocorra deslizamentos de terra ou problemas com trincas e rachaduras na casa. Vários são os tipos de fundações, que são escolhidas de acordo com a quantidade de cargas que ela deve aguentar e com o tipo de solo presente. Alguns exemplos são:
Sapatas: São recomendadas para terrenos que apresentam solo firme e com boa resistência ou para construção de casas com vãos pequenos. Podem ser estruturas quadradas que ficam abaixo das colunas ou uma viga contínua com grande dimensões por toda a estrutura da casa.
Radier: Recomendado para solos com baixa resistência. São placas de concreto com pequenas dimensões que passam por baixo de toda a extensão da edificação.
Viga Baldrame: Fica localizada abaixo do nível do solo e trabalha melhor junto à uma sapata, para distribuir melhor as cargas para o solo. Também contribui para reforçar as colunas e pilares da construção.
Estacas: Indicadas para solos com baixa resistência, onde é preciso cavar muito para conseguir solo firme para colocar as fundações. Devido a isso, normalmente as estacas tem mais de 3 metros de profundidade.
Fonte: blogpraconstruir.com.br
As fissuras são patologias que se manifestam nas paredes de alvenaria como aberturas de até 0,5 mm. Essas anomalias podem ocorrer devido a falhas no projeto ou materiais e execução.
Uma parede em alvenaria não tem função estrutural e deve resistir ao seu peso próprio e a pequenas cargas de ocupação. Possíveis deformações dos elementos estruturais horizontais e encunhamentos inapropriados podem causar sobrecargas inadequadas nas alvenarias, favorecendo o aparecimento de fissuras.
Se as causas das fissuras não forem adequadamente diagnosticadas e resolvidas, elas podem se transformar em trincas - aberturas maiores que interferem no desempenho da edificação.
Existem diversos tipos de fissuras, e para cada uma delas há uma forma de reparo. Esses reparos podem ser desde apenas retirar a camada de revestimentos e executar o remendo, até ter que executar vergas e contravergas ou providenciar a retirada de sobrecargas da alvenaria.
Fonte: Mapa da Obra
A sigla SPDA significa Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas. Esses sistemas servem para proteção das estruturas e das pessoas contra as descargas atmosféricas.
Os SPDA são compostos por dispositivos instalados nos pontos mais altos das instalações e estruturas com o objetivo de dissipar para a terra a corrente elétrica de alta grandeza por um caminho mais seguro, minimizando seus impactos.
Na imagem ao lado, está representado um dos métodos de dimensionamento de SPDA, conhecido como Gaiola de Faraday. Esse método consiste na instalação de um sistema de captores formados por condutores horizontais interligados em forma de malha. A Gaiola de Faraday é muito utilizada na indústria para garantir a proteção de galpões e edifícios, uma vez que a disposição dos cabos na estrutura se torna o próprio receptor da descarga atmosférica.
Segundo a antiga NBR 5419, estruturas especiais com riscos inerentes de explosão, tais como aquelas contendo gases ou líquidos inflamáveis, requerem, geralmente, o mais alto nível de proteção contra descargas atmosféricas. Em locais de grande afluência de público, espaços que prestam serviços públicos essenciais, áreas com alta densidade de descargas atmosféricas, estruturas isoladas ou com altura superior a 25m e estruturas de valor histórico ou cultural, a necessidade de instalar um SPDA também é evidente. Além disso, segundo a NR 10, os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem possuir SPDA.
Fonte: Mundo Elétrica | bgtconsultoria
Todos os eletricistas devem ter bastante atenção ao trabalhar com a eletricidade, colocando a sua segurança sempre em primeiro lugar.
O risco de uma descarga elétrica é muito alto, podendo levar ao óbito. Por isso, existem diversos equipamento de proteção individual (EPI) para serem utilizados na segurança desses profissionais. Um deles, é a luva isolante.
As luvas isolantes são importantes pois evitam que as descargas elétricas atinjam o eletricista, evitando danos.
Existem vários modelos de luvas isolantes, desde as que protegem contra as baixas tensões até as que protegem contra as altas tensões. A NBR 16295:2014 diz respeito à padronização das dimensões e estabelece as condições gerais mínimas exigidas para que as luvas isolantes de borracha protejam contra os choques elétricos que podem atingir os eletricistas quando em contato com cabos ou equipamentos elétricos energizados.
Fonte: copel.com | sabereletrica.com.br
Você já deve ter observado que, após passados alguns anos da construção de um edifício, podem aparecer rachaduras no revestimento ou nos próprios tijolos, o que se torna um grave problema.
Isso acontece porque a maior parte das forças que agem sobre uma edificação acontecem no sentido vertical. Elas se distribuem por toda a alvenaria igualmente, porém, em paredes que apresentam portas e janelas, as forças se redistribuem, concentrando-se nas quinas e gerando as rachaduras.
Devido a isso, é preciso reforçar os locais onde existirão aberturas na alvenaria com vergas e contravergas que suportem a carga sem que a alvenaria fissure. A verga é usada na parte de cima de portas e janelas. Como as tensões vêm de cima, a verga as redistribui sem fissurar a alvenaria. Já a contraverga é colocada apenas na parte de baixo de janelas.
Fonte: sienge.com.br
Um projeto arquitetônico é composto, em sua maioria, por linhas de diferentes significados que variam de acordo com a sua espessura (grossa, média ou fina) ou ao seu formato (contínua, tracejada, traço e ponto, traço e dois pontos).
Para realizarmos um projeto digitalizado, podemos usar o software AutoCAD, que, se configurado corretamente, torna possível a diferenciação de linhas com muita facilidade.
Para criar as linhas no programa, antes de tudo deve-se criar "Layers" (camadas). Vá até a interface do programa e acesse "Layer Properties". Clicando com o botão esquerdo do mouse, será aberta uma aba denominada "Layer Properties Manager" - é nessa janela que você irá configurar as linhas.
Para criar uma nova linha, basta ir na opção "New Layer", que abrirá uma “Layer1” no seu projeto. Agora, basta selecionar qual linha você deseja configurar.
Depois de configurar todas as linhas necessárias, você pode utilizar o modo "Show/Hide Lineweight" (encontrado no canto inferior direito) para observar a diferença nas espessuras.
Na imagem ao lado, você encontra algumas sugestões de configurações de linhas.
No Brasil, o verão chega em dezembro, mas, devido a massas de ar seco e quente, altas temperaturas podem ser atingidas em outras épocas do ano.
Esse calor muito acima do normal por vários dias consecutivos pode oferecer riscos para a saúde dos trabalhadores. A exposição solar por período maior que 1 hora - ou nos horários entre 10h da manhã e 16h - podem trazer malefícios como queimaduras, desidratação, insolação e até mesmo aumentar o risco de câncer de pele.
O item 21.2 da NR 21, do Ministério do Trabalho, diz que as empresas devem proteger o trabalhador contra insolação excessiva, calor, frio, umidade e ventos inconvenientes. Para essa proteção, a empresa deve fornecer ao trabalhadores o uso de EPI's como:
Boné ou chapéu;
Óculos com lente contra raios UV;
Camiseta de manga comprida em tecido leve;
Bermuda profissional que cubra as pernas até o joelho.
Independente desses EPIs, para o canteiro de obras, o uso do capacete de segurança, com o registro específico, se faz obrigatório.
Fontes: blog.astrodistribuidora | verdevidaconsultoria.com.br | granvilleequipamentos.com.br | tuasaude.com | descomplicanr.com
O concreto armado é a estrutura responsável por dar sustentação a uma casa/edifício. Dentro de sua estrutura, têm-se armações feitas com barras de aço responsáveis por transferir a carga da construção para as fundações, que distribuem a carga para o solo.
Toda edificação tem sua base feita em blocos, que podem ser de concreto, já que o concreto oferece um ótimo custo benefício, além de ser muito resistente. É importante, porém, estar atento à função de cada tipo de bolo de concreto:
Bloco de concreto de vedação: é ideal para ser utilizado em paredes e muros, em conjunto com pilares e vigas;
Bloco de concreto estrutural: sendo muito resistente, é ideal para a construção da estrutura da casa, sem necessidade dos pilares e das vigas;
Canaleta de concreto: pode ser usado com os blocos de concreto de vedação ou estrutural, pois juntos eles criam uma estrutura muito resistente. Pode-se também acrescentar barras de aço para torná-los mais resistentes.
Fonte: engenharia360.com
A locação de uma obra é a base para o início de toda a Construção Civil. Nesse processo é feita a demarcação de toda a área que será construída.
Alguns dos materiais utilizados para fazer a locação são: trena, escala, mangueira de nível, esquadro, linha de pedreiro, martelo, marreta, pregos, tábuas corridas e estacas de madeira.
Para realizá-la é necessário que o terreno esteja completamente limpo. Feita a limpeza, pode-se começar o processo topográfico junto a um topógrafo, que irá fazer o levantamento planialtimétrico para identificar os desníveis do terreno e demarcações como as de árvores. Feito isso, é demarcado o gabarito - um cercado de madeira, com os esquadros verificados, construído com objetivo de ajudar na marcação das paredes e fundações.
Assim, pode-se fazer as demais marcações e então esticar um arame ou linha pelos dois eixos da sapata, pilar, entre outros, para que o cruzamento entre eles mostre a posição desse elemento estrutural no terreno. Após a conclusão de todos esses procedimentos, a construção da edificação pode ser iniciada.
Fonte: construfacilrj.com.br | engcarlos.com.br
Antes de começar uma construção, é preciso cumprir etapas projetuais para que se tenha sucesso nessa empreitada.
Na ordem de execução, essas etapas são:
Etapa pré-projetual: Nessa etapa, as necessidades do cliente são levantadas, além de ser realizado o levantamento topográfico e levantamento das legislações e normas a serem seguidas;
Etapa estudo preliminar: São feitos os primeiros croquis (são exemplos estudos de plantas, elevações e perspectivas simplificadas). Podem existir muitas alterações nessa etapa, e só se dá o andamento do projeto quando o cliente aprova o estudo;
Etapa anteprojeto: Nessa etapa o projeto ganha mais característica técnica, pois nela são aprofundados e detalhados o estudo ou estudos preliminares. Além disso, são realizados os cálculos das áreas, as vistas e as representações em 3D. Caso necessário alterações no projeto é melhor que ocorram somente até essa etapa.
Projeto legal: É o projeto representado para obter aprovação em Prefeituras e demais órgãos quando se aplicar. Nele constam no mínimo: planta baixa de todos os pavimentos, cortes longitudinais e transversais, fachada, diagrama de cobertura, gradil, situação e implantação.
Projeto executivo: Por último, nessa etapa todos os detalhes de execução deverão ser representados, pois este projeto vai para o canteiro de obras. É necessário serem escolhidos e definidos todos os materiais que deverão ser utilizados para a construção e acabamentos. Também durante a execução dessa etapa demais projetos chamados complementares podem ser contratados e executados, são exemplos os projetos: estrutural, elétrico e hidráulico.
Com essas etapas concluídas, hora de começar a obra!
Embora os tipos de eletrodutos tenham funções semelhantes, eles não são todos iguais.
O material utilizado em sua fabricação pode ser metálico (magnético) ou isolante (não magnético). Os eletrodutos metálicos geralmente contam com uma cobertura de esmalte e galvanização com o objetivo de evitar a corrosão. Já os eletrodutos isolantes são feitos de materiais como o PVC, que tem como característica a isolação térmica, elétrica e à umidade, podendo também ser antichamas.
Seu formato também pode variar, sendo, mais comumente, rígido ou flexível. Os eletrodutos rígidos são mais utilizados em pisos, lajes e superfícies concretadas, uma vez que são bastante resistentes a colisões externas. Os eletrodutos flexíveis, por sua vez, normalmente são recomendados para serem usados em paredes, pois, devido à sua flexibilidade, é possível curvá-lo, acompanhando facilmente a estrutura da construção.
Fonte: blogdecorwatts e blog.tocaobra
As lajes nervuradas são constituídas por nervuras interligadas por uma capa. Seu modelo de execução tem capacidade para cargas elevadas e, por utilizar menos material, gera uma obra mais econômica com uma estrutura mais leve.
Apesar de ser uma solução relativamente jovem, principalmente no Brasil, essa tecnologia foi utilizada em construções clássicas seculares.
Algumas das vantagens de utilizar essa metodologia construtiva são:
Obra sustentável, reduzindo muito a utilização de formas de madeiras;
Redução no dimensionamento das fundações, devido ao seu peso cerca de 15% mais leve do que a laje maciça;
Vãos mais amplos;
Redução significativa do uso de aço e concreto.
Fonte: Atex
As botas são responsáveis por proteger os pés do trabalhador contra os mais variados tipos de perigos que fazem parte do dia a dia de quem trabalha em indústrias, cozinhas industriais, área de saúde, construção civil, entre outros.
O cabedal da botina de segurança (área externa do calçado de segurança) protege contra os seguintes riscos:
Queda de líquidos quentes.
Queda de produtos químicos.
Umidade provocada pela água.
Proteção contra choque elétrico.
Já a biqueira da botina de segurança, localizada na parte dianteira, oferece proteção contra os seguintes riscos:
Queda de objetos pesados.
Queda de objetos cortantes.
Topada com os mais variados objetos.
Pisões e trombadas.
Por fim, o solado da botina de segurança, localizado na parte de baixo, em contato com o chão, oferece proteção contra:
Possíveis escorregões.
Pisada em objetos perfurantes.
Pisada em objetos cortantes.
Umidade causada pela água.
Proteção contra choque elétrico.
Fontes: workepis.com.br | blog.astrodistribuidora.com
Os símbolos gráficos referentes às instalações prediais, residências e indústrias são baseada em figuras geométricas simples para permitir uma representação adequada e coerente dos dispositivos elétricos.
São usados quatro elementos geométricos básicos: o traço, o círculo, o triângulo equilátero e o quadrado.
Traço: O seguimento de reta representa o eletroduto. Os diâmetros normalizados são segundo a NBR 5626, convertidos em milímetros.
Círculo: Representa três funções básicas: o ponto de luz, o interruptor e a indicação de qualquer dispositivo embutido no teto. O ponto de luz deve ter um diâmetro maior que o do interruptor para diferenciá-los. Um elemento qualquer circundado indica que ele se localiza no teto. O ponto de luz na parede (arandela) também é representado pelo círculo.
Triângulo equilátero: Representa tomadas em geral. Variações acrescentadas a ela indicam mudança de significado e função (tomadas de luz e telefone, por exemplo), bem como modificações em seus níveis na instalação (baixa, média e alta).
Quadrado: Representa qualquer tipo de elemento no piso ou conversor de energia (motor elétrico). De forma semelhante ao círculo, envolvendo a figura, significa que o dispositivo localiza-se no piso.
Fontes: NBR5410 | aprendendoeletric
As Placas Cimentícias, também chamadas de Chapas Cimentícias, surgiram na década de 70 com o intuito de desenvolver a construção a seco no país.
As placas cimentícias são constituídas de materiais compostos de cimento Portland, fibras de celulose ou sintéticas e agregados, como areia, rochas e celulose. Elas recebem um tratamento na sua superfície e pintura, dando um acabamento perfeito e visual inovador.
Esse material pode ser utilizado em áreas externas e ambientes molhados. Possuem uma boa praticidade, com ganho de tempo, além de ser um método construtivo limpo.
Fontes: Chichinell (2007) | Franco (2008)
Por mais experiente que o profissional seja, não é recomendável erguer uma parede apenas no “olhômetro”.
Para garantir um bom resultado, é essencial usar três ferramentas:
Prumo: é um instrumento utilizado para verificar se os tijolos ou blocos de concreto estão no mesmo alinhamento vertical. Ao encostar a parte de madeira do prumo na área superior da parede e esticar o fio até embaixo, o pêndulo não deve ficar encostado ou afastado demais, apenas próximo.
Nível: é utilizado para verificar se os tijolos os blocos de concreto estão no mesmo alinhamento horizontal. Ao usá-lo, é normal escolher um nível de referência de 1 metro até o solo e transportá-lo para as paredes de todos os cômodos através do método da mangueira transparente e cheia de água. Atualmente está sendo muito utilizado o nível a laser, pois ele é autonivelante.
Esquadro: é utilizado para verificar a angulação no encontro de duas paredes. Geralmente, o ângulo entre duas alvenarias na mudança de direção é de 90°.
Fonte: Lafarge Holcim
Hoje iremos aprender sobre o dimensionamento de condutores e disjuntores para chuveiros.
Na imagem ao lado temos dois modelos de chuveiros. O modelo A possui 127V e o modelo B é um chuveiro de 220V.
O primeiro passo é encontrar a corrente desse equipamento. Utilizaremos a fórmula P = V x I, onde P representa a Potência em Watts, V a tensão em Volts e I representa a corrente em Ampére.
Para o modelo A temos I = 5500/127, desta forma, temos uma corrente de aproximadamente 43,30A, para o modelo B temos I=6000/220, resultando em uma corrente de aproximadamente 27,27A.
Para dimensionar o disjuntor é necessário escolher o disjuntor comercial com corrente superior mais próxima a corrente calculada. Desta forma, para os modelos A e B temos os disjuntores de 50A e 30A respectivamente.
Para dimensionarmos os condutores dessa instalação, utilizaremos a tabela 36 da NBR 5410.
O primeiro passo é encontrar qual é o método de instalação, normalmente, chuveiros são instalados pelo método B1. O método B1 é classificado como "Cabos isolados ou cabos unipolares em eletrodutos aparente de seção não circular sobre parede". Identificado o método de instalação é selecionado o numero de condutores carregados.
Para o chuveiro A (127V) é escolhido o número de 2 condutores carregados e para o chuveiro B (220V) é utilizada a opção de 3 condutores carregados.
Por fim é selecionado a dimensão do condutor baseado nas correntes dos chuveiros. Como os chuveiros A e B possuem corrente de 43,30A e 27,27A respectivamente, é recomendada a seção de 10 mm² para o chuveiro A e 4 mm² para o chuveiro B.
Fonte: NBR 5410:2008
Área é o conceito usado na geometria para calcular as dimensões do plano. A área de uma figura é igual ao tamanho da sua superfície.
Para calcular a área da superfície, geralmente multiplicamos a base (b) pela altura do objeto (h). As unidades de medida usadas para calcular a área são:
km²: quilômetros quadrados;
hm²: metros quadrados;
dam²: cartão quadrado;
m²: metros quadrados;
dm²: decímetros quadrados;
cm²: centímetros quadrados;
mm²: milímetros quadrados.
Essas unidades de medida sobem para um quadrado, que é uma potência de 2, porque a área de uma superfície é equivalente a ser dividida em "pequenos blocos" de 1 metro quadrado.
A área por metro quadrado é igual a uma unidade de área. Por exemplo, para calcular a área quadrada, usaremos metros (m) como unidade de medida. Portanto, a unidade de medida é de 1 metro quadrado. Portanto, calcular a área de um quadrado é equivalente a dividi-lo em vários 1 metro quadrado e somar todos eles.
Fonte: matematicabasica.net
Alguns cuidados que requerem atenção antes da aplicação de pintura: a superfície precisa estar limpa, seca, sem a presença de gordura, poeira, sabão ou mofo, para evitar as patologias abaixo e garantir boa aderência e cobertura da tinta.
Eflorescência: problema que acontece quando a tinta é aplicada sobre o reboco úmido;
Saponificação: é o estágio seguinte da eflorescência;
Descascamento: acontece quando a superfície a ser pintada está empoeirada, ou com partes soltas;
Mofo: surge em ambientes úmidos ou com frequentes mudanças de temperatura;
Bolhas: aparecem sobre a superfície pintada, quando se utiliza massa corrida em ambientes externos;
Enrugamento: causado pela aplicação excessiva do produto;
Crateras: pode acontecer devido à presença de óleo, graxa, ou água na superfície;
Desagregamento: surge quando a tinta é aplicada antes da cura do reboco.
Fonte: G1
A previsão de cargas se baseia na análise de cada ambiente e nas necessidades das pessoas que utilizarão o espaço. Por exemplo, se o quarto será usado como um escritório ou será utilizado por duas pessoas, as necessidades serão diferentes.
O ideal é que o projeto atenda as duas hipóteses, porém, em situações em que a destinação do ambiente e a distribuição dos móveis já estejam definidas, é possível fazer uma previsão ainda mais fiel e realista. Por exemplo, em uma cozinha, é importante prever que serão utilizados alguns equipamentos, como geladeira, máquina de lavar louça, liquidificador, batedeira, entre outros, assim como os locais em que serão colocados. Para que o espaço seja funcional, é preciso prever os locais e todas as potências desses aparelhos, a fim de definir a necessidade de cargas do ambiente.
A partir dessa previsão de potências e cargas, podem ser realizados os cálculos necessários para obter outras informações, como bitolas dos condutores e eletrodutos. Contudo, é preciso definir a quantidade de pontos de iluminação e de tomadas antes.
Fonte: triider.com.br
O termo sustentabilidade é usado para definir ações humanas que tem como objetivo suprir a necessidade dos seres humanos sem comprometer o futuro das futuras gerações. Estando diretamente ligada ao ecodesenvolvimento, a sustentabilidade visa o crescimento e desenvolvimento de cidades e países economicamente e socialmente, sem agredir o meio ambiente.
É possível ter ideias e ações sustentáveis até mesmo na construção, por exemplo, com o uso do Tijolo Ecológico.
O processo de fabricação do tijolo tradicional consiste em uma mistura de tipos de argila com água que passa pela secagem durante aproximadamente 10 dias. Após esse período, a mistura deve ser cozida em forno para resfriar em temperatura ambiente e depois passar pelo controle de qualidade.
Já o Tijolo Ecológico é feito da compressão da mistura do solo com cimento e água, e não passa pelo processo de queima, o que o torna ecológico, visto que não ter a queima elimina o uso de combustíveis e a emissão de gases do efeito estufa da produção.
Estima-se que para a queima da lenha necessária para a fabricação de mil tijolos convencionais são necessárias 5 árvores.
Algumas vantagens do uso do tijolo ecológico são:
Menor impacto ambiental no processo de produção;
Pode ser produzido no canteiro de obras – menor impacto ambiental no transporte;
Matéria prima principal abundante: a terra;
Pode ser uma alternativa ao descarte de resíduos;
Se associado a outros materiais pode possuir propriedades especiais;
Recebe qualquer tipo de revestimento e pintura, mas também os dispensa;
O modelo com 2 furos possui bom isolamento térmico e acústico, além de permitir embutir colunas estruturais e instalações elétricas e hidráulicas;
Encaixes exigem menor uso de argamassa;
Racionalização da construção – até 30% mais rápida;
Obra mais limpa;
Custo final pode chegar a ser 50% menor do que o tradicional.
Viu como ser sustentável pode também ser lucrativo? A construção civil também pode fazer a diferença no meio ambiente!
Fontes: sienge.com | construwerner.com
Segurança na obra! A simples colocação de um protetor plástico no vergalhão, pode minimizar riscos de acidentes ao trabalhador. Uma vez que extremidade exposta de um vergalhão pode causar pequenas lesões, mas também graves ferimentos.
Fonte: Blog Zona de Risco
Os multiplicadores de tomadas estão presentes em todas as casas, no mundo inteiro, e muitas pessoas o usam de maneira incorreta, o que pode trazer sérios riscos aos locais onde estão instalados.
Infelizmente, o uso desses equipamentos nem sempre recebe a devida importância com relação às recomendações dos projetos de instalação elétrica.
Assim, problemas sérios como perda de energia, incêndios, choques e queima de aparelhos domésticos são recorrentes, principalmente em domicílios.
Assim, antes de instalar um benjamim em casa, é importante buscar orientações para que ele seja colocado da maneira correta, o que poderá evitar acidentes futuros.
Normalmente, o uso do benjamim se faz necessário em casos nos quais as instalações são antigas (acima de 20 anos), quando o número de tomadas das edificações não são suficientes para alimentar a quantidade de eletroeletrônicos e eletrodomésticos e nas instalações em que não se aplicaram os critérios estabelecidos pela norma NBR5410, que determina o número mínimo de tomadas para uso geral e de uso específicos em uma edificação.
Fontes: Estado de Minas | angolapowerservices | UOL
O processo de assentamento de porcelanatos deve seguir algumas regras, para que situações indesejáveis não aconteçam no futuro, como peças soltas ou quebradas.
A regra geral é que a aplicação do revestimento, especialmente os retificados e de grandes formatos, seja realizada por uma equipe qualificada, que faça uso de niveladores de assentamento e ferramentas adequadas, em bom estado de conservação. Para isso, é importante consultar as orientações para assentamento correto com o kit niveladores.
O correto dimensionamento dos cabos elétricos proporciona o fornecimento de energia adequado a cada equipamento que deverá ser ligado: circuito de tomadas, circuito de iluminação, chuveiros elétricos, ares-condicionados, etc.
Esse dimensionamento possibilita também escolher o dispositivo de proteção mais conveniente, o qual atuará de forma coordenada e seletiva em caso de um curto circuito. Nesse aspecto, vale salientar que cabos elétricos mal dimensionados são uma das principais causas de curtos-circuitos em instalações. Por isso, o planejamento de uma instalação elétrica é muito importante!
Fonte: Watt Consultoria
"Cotar um desenho", é escrever as medidas reais do objeto, independente da escala em que este for obtido. Essas serão as medidas reais e finais do objeto depois de executado, produzido e construído.
Fonte: dodoramatos.com
A platibanda é um muro que tem a função de “esconder o telhado”.
Sua altura varia conforme a altura do telhado (dado em função da sua inclinação).
A platibanda está cada vez mais sendo utilizada em construções contemporâneas, tido como um elemento arquitetônico que moldura a fachada.
Nas edificações residenciais, a platibanda geralmente é feita com o mesmo material do resto do edifício. Em edifícios comerciais, a platibanda pode ser feita com o mesmo material, mas também pode aparecer com material distinto do restante da construção, podendo ser feitas em pré-moldado, seguindo o restante da vedação.
Fonte: fazfacil.com.br
A tensão elétrica é caracterizada como uma diferença entre o potencial elétrico de dois pontos. Ela é a força necessária para movimentar os elétrons, criando uma corrente elétrica. Sua unidade é Volts
A corrente elétrica é caracterizada como o fluxo ordenado de cargas elétricas. Ela é uma das grandezas fundamentais da Física, porque sem a corrente elétrica, nenhum aparelho elétrico ou eletrônico iria funcionar. Sua unidade é Ampére.
A resistência elétrica é caracterizada como a capacidade de um corpo se opor à passagem da corrente elétrica. Sua unidade é Ohm.
A potência elétrica é o trabalho elétrico desenvolvido pela corrente elétrica num período de tempo. Sua unidade é Watt.
Fonte: Mundo da Elétrica
Alvenaria é um conjunto de tijolos, blocos ou peças sobrepostas, normalmente ligadas por uma argamassa, formando um elemento vertical.
Esse elemento pode ser uma alvenaria estrutural, ou uma alvenaria de vedação, irá depender do seu objetivo na edificação.
A principal diferenças entre essas alvenarias é que a alvenaria de vedação tem apenas a função de vedar os vãos e suportar o seu próprio peso. Esse tipo de alvenaria também pode fornecer proteção acústica e térmica aos ambientes. Já alvenaria estrutural, como o próprio nome diz, tem função estrutural, então além de exercer as mesmas funções que a alvenaria de vedação, ela também é responsável por suportar toda a estrutura, dispensando o uso de vigas e pilares.
Se a alvenaria estrutural tem tantas funções, porque não utiliza-se ela sempre? Apesar de ter muitas vantagens, como por exemplos, rapidez na construção redução da mão de obra e menos desperdício na execução, esse tipo de estrutura também tem suas desvantagens, como ter vãos livres limitados, limitações estéticas e as paredes não podem ser removidas sem recolocar um elemento estrutural para suprir as cargas.
Fonte: Escola Engenharia
Embora não haja normatização que regulamente as cores dos capacetes, as empresas convencionam usar uma cor para cada profissão, de modo a facilitar o reconhecimento das diferentes hierarquias profissionais, mesmo à distância.
De um modo geral, as cores comumente usadas são:
branco e cinza: engenheiros, mestres e encarregados;
azul: pedreiros;
verde: serventes e operários;
vermelho: carpinteiros de forma;
laranja: eletricistas;
preto: técnicos de segurança do trabalho;
marrom ou amarelo: visitantes.
Fonte: Instituto da Construção
Para representarmos qualquer objeto em um desenho, é necessário reduzi-lo ou ampliá-lo, proporcionalmente. Essa redução ou ampliação é chamada de escala.
Nos projetos arquitetônicos e nos demais, sempre iremos trabalhar com escalas para a redução do objeto ou espaço a ser representado.
Para a aplicação de argamassas sobre o emboço para revestimentos cerâmicos, passe o lado dentado da desempenadeira em ângulo de 60 º em relação à base, formando cordões e sulcos paralelos.
Fonte: quartzolit.weber
O drywall foi criado em 1898, nos Estados Unidos, por Augustine Sackett. Desde então, tem sido utilizado em várias partes do mundo e vem evoluindo cada vez mais tecnologicamente. Ele é uma placa de gesso pré-fabricada, encapada com papelão ou fibra de vidro, que pode ser utilizada em qualquer local, como casas e prédios. Com ele, pode-se criar paredes e tetos personalizados.
Algumas vantagens do drywall: são placas baratas e leves com as quais se pode construir mais rapidamente e com pouco desperdício.
É comum pensar que o drywall não é resistente, mas de acordo com os fabricantes ele pode aguentar tremores bem fortes. Além disso ele pode oferecer isolamento termoacústico, o que é muito vantajoso.
Uma curiosidade é que o drywall suporta até a colocação de uma porta ou o apoio de um varal de roupas.
Sua durabilidade dependerá das circunstâncias do local, mas em média a garantia é de 5 anos.
Algumas desvantagens: o comportamento à umidade depende da escolha da placa e do distanciamento das extremidades com as lajes de piso e cobertura, além de exigirem a presença de juntas de dilatação bem produzidas na interface com as lajes, por conta da dilatação térmica.
Fontes: escolaengenharia.com.br | decorfacil.com | sulmodulos.com.br | vivadecora.com.br
O Extintor de Incêndio é um aparelho de acionamento manual, constituído de recipiente e acessórios contendo o agente extintor destinado a combater princípios de incêndio.
Como o extintor ABC pode ser utilizado na contenção de fogo de variedades mais amplas, o risco de uso indevido é menor e, por isso, ele é o extintor mais indicado atualmente.
Uma fiação antiga pode provocar fuga de energia, elevando o valor da sua conta e colocando em risco a segurança da residência, uma vez que instalações inadequadas podem provocar acidentes como choques, curtos-circuitos e até mesmo incêndios.
É necessário fazer uma revisão elétrica uma vez a cada cinco anos, com o objetivo de analisar se a rede é compatível com a realidade dos eletrodomésticos da casa e encontrar possíveis falhas no isolamento dos fios, ligações com defeito ou com risco iminente e inadequações da instalação elétrica.
A troca da fiação elétrica também deve ser feita quando houver a compra de algum eletrônico que pode não ser compatível com a atual fiação e sua capacidade.
Os elementos estruturais em concreto armado básicos são lajes, vigas, pilares e blocos (ou sapatas). Mas também existem outros, como: estrutura de escadas, paredes e estruturas de vão de elevadores.
Na construção civil brasileira, as cerâmicas são o grupo de materiais mais utilizado. Elas são uma espécie de pedra artificial gerada pela moldagem, secagem e cozeduras de argilas ou de misturas contendo argila. Dentro desse grupo, se destacam os tijolos, que para serem considerados de boa qualidade, devem ser resistentes e duráveis, além de apresentar uma baixa taxa de absorção de água e ser um bom isolante térmico e acústico.
São vários os tipos de tijolos: tijolos maciços, tijolos baianos, blocos cerâmicos estruturais, tijolos refratários, tijolos laminados, tijolos vazados, entre outros.
Quando for escolher qual tijolo utilizar, deve se levar em consideração se o objetivo de sua utilização é para estrutura, decoração, vedação, construção de muros, churrasqueiras, etc.
Além disso, alguns cuidados devem ser tomados tanto na instalação quanto na manutenção. No momento da instalação, o alinhamento é essencial e deve ser realizado com muita cautela, evitando, assim, futuras pontas e cantos que possam se destacar em relação à construção. Quanto à manutenção, deve ser feita a limpeza dos tijolos com um pano úmido.
Fontes: freepik.com, blog.cyrela.com.br, blogpraconstruir.com.br
Você decidiu trocar o piso para renovar o visual da sua casa mas está em dúvida entre utilizar cerâmica ou porcelanato? Nós explicamos a diferença.
O porcelanato e a cerâmica são semelhantes e a principal diferença está na fabricação. A cerâmica é composta por uma mistura de argila e alguns minerais e confere um belíssimo resultado estético.
Já o porcelanato é feito de porcelana e outros materiais mais nobres. Além disso, sua temperatura de queima pode chegar a 1.200°C, o que lhe confere maior resistência e menor porosidade, ou seja, nível de absorção de água muito baixo.
Um material não sobrepõe o outro. No momento da escolha deve ser considerado o ambiente onde será instalado e objetivo do revestimento, que pode ser funcional ou decorativo.
Fonte: detalhesacabamento.com.br
O sóculo é uma base em alvenaria ou marcenaria revestida com material impermeável, normalmente de cerâmica ou pedra. Sua função é de elevar armários ou eletrodomésticos para que não fiquem apoiados diretamente no piso e não tenham contato com água. Além disso, quando utilizado com recuo frontal em bancadas de trabalho, o sóculo facilita o posicionamento dos pés, trazendo mais conforto às atividades.
A altura e recuo do sóculo podem variar de 10 a 20 cm, ou conforme as necessidade de projeto.
A planta baixa é um desenho técnico que representa um corte, normalmente a 1,5 m, a partir da base do edifício. Ela é realizado em escala, ou seja, as medidas reais do imóvel são respeitadas. As representações na planta são feitas por meio de linhas com diferentes espessuras ou traçados, criando uma forma de hierarquia entre os elementos.
Nas plantas baixas, são indicados os acessos ao imóvel para pedestres e automóveis, o nível dos pisos em relação à cota 0,00 do terreno, os nomes e as aberturas de portas e janelas, os nomes e áreas dos ambientes, os tipos de revestimentos, o desenho do piso e as áreas permeáveis do terreno. Para dar uma noção mais realista do espaço interno dos ambientes, pode-se representar também a disposição dos móveis nos ambientes representados.
Sendo assim, a representação correta dos elementos é crucial para que a leitura e a interpretação da planta sejam claras e, assim, a obra possa ser realizada de maneira correta.
Fonte: arquidicas.com.br
O multímetro é um equipamento bastante utilizado no setor de elétrica. Sua função é de fazer a medição da resistência elétrica (ohm), tensão (V), corrente (i), dentre outras grandezas elétricas.
São dois os tipos de multímetros: o analógico e o digital.
O multímetro analógico apresenta um mostrador com diversas escalas graduadas. Ele realiza a verificação da leitura utilizando a força eletromagnética existente no seu ponteiro para interpretar o valor da grandeza que está sendo medida.
Já o multímetro digital é um aparelho de medição mais versátil, que possui um visor digital de cristal líquido e que é muito utilizado em laboratórios, serviços de campo e na indústria.
Fonte: Indústria Hoje
Você sabe o que significa EPI?
EPI é a sigla para Equipamento de Proteção Individual, termo que engloba todo equipamento/dispositivo utilizado individualmente pelo trabalhador durante o horário de trabalho com a função de protegê-lo de possíveis acidentes e doenças.
O uso do EPI é regulamentado pela NR 6, que fornece especificações para a proteção do trabalhador, mas é bom deixar claro que os equipamentos de proteção individual utilizados na construção civil são diferentes dos utilizados, por exemplo, nas áreas da saúde.
Alguns dos equipamentos apresentados pela NR 6 são: capacetes de segurança, óculos de proteção, abafadores/tampões, luvas de proteção, calçados apropriados e cintos de segurança. É de extrema importância que sejam realizados treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos para que a integridade física dos trabalhadores seja mantida.
Lembre-se: cabe à empresa a responsabilidade de fornecer os EPIs, mas seu uso de maneira adequada e em tempo integral é responsabilidade do trabalhador. Cuide-se! Proteja-se!
Fontes: onsafety.com.br; rolifeengenharia.com.br; portal.crea-sc.org.br; normaslegais.com.br; deltaplusbrasil.com.br