Porque AEQUITAS:

Aequitas tem origem do Latim, onde da origem ao substantivo feminino Equidade, que por sua vez significa igualdade, simetria, retidão, imparcialidade, conformidade.

Este conceito também revela o uso da imparcialidade para reconhecer o direito de cada um, usando a equivalência para se tornarem iguais e com o fim de deixá-la mais justa.

Aequitas está em consonância com os princípios da Mediação, pois a mesma deverá ser utilizada com qualidade técnica, igualdade, imparcialidade e confidencialidade.

Mediação:

A mediação é um dos métodos de solução de conflitos. Consiste na autocomposição do conflito, onde o mediador especialmente capacitado auxilia, facilita, na pacificação do conflito, sendo um terceiro imparcial e sem poder decisório, auxiliará os mediandos a compreender as questões, os interesses e as necessidades. E assim consequentemente, o restabelecimento da comunicação e de uma solução consensual que geram benefícios mútuos, de forma mais célere, econômica e com resultados realmente efetivos.

Os Principais Princípios da Mediação:

Confidencialidade:

Tudo que ocorrer em uma seção de mediação é estritamente confidencial e não poderá ser utilizado posteriormente em processos judiciais, muito menos o mediador de conflitos que estiver atendendo essa demanda não poderá ser indicado como testemunha de qualquer natureza. A confidencialidade só poderá ser maculada quando a incidência da prática de um crime.

Imparcialidade:

O mediador é, um terceiro imparcial que atua com isonomia porque não defende, representa ou aconselha nenhum dos mediandos, nem tem qualquer interesse próprio nas questões envolvidas no conflito.

Voluntariedade:

Os mediandos participam da seção de mediação de forma voluntária, livre, autônoma. E sendo assim os mediandos possuem em suas mãos a autonomia plena, absoluta e consciente de suas decisões em busca da autocomposição do conflito, através de um facilitador na forma do mediador.

Flexibilidade:

A mediação é flexível, permitindo assim, que os mediandos escolham livremente quais as normas que serão aplicadas e de que forma mais adequada.

Autonomia de Vontade:

Consiste no poder dos mediandos de estipularem livremente, como melhor lhes convierem, mediante acordo de vontades, autônomo e consciente. Livre de coação, indução ou qualquer outra forma de intervenção.

Da Competência:

É a capacidade para efetivamente mediar a controvérsia existente. Por isso o Mediador somente deverá aceitar a tarefa quando tiver as qualificações necessárias para satisfazer as expectativas razoáveis dos mediandos.

Diligência:

É o cuidado e a prudência para a observância da regularidade, assegurando a qualidade do processo e cuidando ativamente de todos os seus princípios fundamentais.