Perroibido para menores de 18 anos!
O termo Burusera (ou Burusera-shoppu) refere-se a um tipo específico de sex shop japonês especializado na venda de itens usados por estudantes, principalmente uniformes escolares femininos e peças íntimas..
Características Principais:
Etimologia: O nome é uma junção das palavras japonesas para "bloomers" (buruma) e "sailor suit" (sera-fuku), que são os uniformes tradicionais de ginástica e de marinheiro usados em escolas.
Produtos: Além de uniformes, esses estabelecimentos comercializam itens como meias, maiôs de natação escolar e roupas íntimas, sob a premissa de que foram previamente utilizados por estudantes reais.
Histórico e Legalidade: O auge do fenômeno ocorreu nos anos 90. Devido a preocupações com a exploração de menores, o governo japonês implementou leis mais rigorosas em 2004, proibindo a compra de itens usados diretamente de menores de 18 anos, o que levou ao fechamento de muitas lojas físicas e à migração do mercado para a internet
Este mercado faz parte da subcultura de fetiche japonesa conhecida como kyosei fetiche (fetiche por uniformes). Veja aqui
Fabiana Andrade, ex-participante do famoso quadro Banheira do Gugu, mostrou que as pessoas sempre podem surpreender com relação a festiches. Ela, que agora está no mundo dos conteúdos adultos, revelou um pedido pra lá de inusitado de um fã.
O pedido do assinante foi nada mais nada menos que comprar uma calcinha usada da modelo pelo valor de R$ 2 mil. Sem pensar duas vezes, Fabiana vendeu o item nesta quarta-feira, 2/12.
"Recebo alguns pedidos, digamos, diferentes. Ontem, um fã me pediu uma calcinha usada e pagou R$ 2 mil. Ele falou que queria sentir o cheiro, o suor. Ainda bem que sou cheirosa porque ele fez questão de estar usada", contou a musa, em entrevista à coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles.
Engana-se quem pensa que esse foi o primeiro pedido esquisito que a morena recebeu. Segundo ela, já pediram até uma sandália de salto usada. "Para você ver a tara dos homens", afirmou.
Pra finalizar, Fernanda falou que o dinheiro recebido foi revertido em cestas básicas para famílias carentes. "Esse dinheiro serviu para ajudar quem passa necessidade. Por isso não me importo com os julgamentos, pois faço o bem sempre que posso".
Se você tem tiktok veja aqui o video
Ex-faxineira fatura R$ 372 mil vendendo calcinhas usadas e lascas de unha... -
Uma ex-faxineira de Londres, na Inglaterra, estava afundada em uma dívida de 6 mil libras esterlinas (cerca de R$ 46 mil) quando decidiu tentar a sorte com a venda de fetiches online. O plano deu certo e, quatro anos após iniciar a venda calcinhas usadas, Yasmin* diz ter faturado 50 mil libras (cerca de R$ 372 mil) e incentiva outras mulheres a entrarem nesse mercado. A jovem, que é conhecida como Yasmin Night, viu a vida dela se transformar depois de anunciar a venda de calcinhas usadas por 75 libras (equivalente a R$ 560) na internet. ... - Veja mais AQUI
O comércio de peças íntimas usadas no Brasil cresceu através de plataformas especializadas que garantem o anonimato e a segurança nas transações entre vendedores e compradores.
Essa prática ocorre através de diversos canais online, onde vendedores e compradores se conectam para realizar transações.
Aspectos a Considerar:
É importante estar ciente de que o comércio de peças íntimas usadas pode apresentar desafios relacionados à privacidade e segurança. As plataformas e métodos utilizados para esse tipo de transação podem variar, e a discrição e a cautela são frequentemente destacadas como importantes para os participantes. As formas de envio e pagamento também são aspectos considerados neste tipo de comércio online.
Uma calcinha usada por R$600,00 é um valor extremamente alto para a maioria das pessoas e para o mercado geral de roupas íntimas usadas.
O valor de itens de vestuário, mesmo usados, geralmente reflete a marca, o estado de conservação e o valor percebido pelo mercado ou por indivíduos específicos. No entanto, um preço como esse pode estar associado a:
Itens de Luxo: Roupas de marcas de alta costura ou grifes muito exclusivas podem ter valores elevados, mesmo usadas.
Valor de Colecionador/Fetichismo: Em nichos de mercado ou plataformas específicas que envolvem colecionismo ou fetichismo, itens usados podem ter preços inflacionados com base em sua origem ou na pessoa que os usou.
Especificidade do Produto: Certos materiais raros ou designs únicos podem influenciar o preço.
Para a maioria das transações comuns, este valor não é representativo do mercado, mas sim de situações muito específicas e incomuns.
Virginia Fonseca revela que venderia calcinha usada: 'R$ 1 milhão'… -
O que aconteceu
No desafio, os participantes precisam responder perguntas polêmicas ou encarar combinações inusitadas de bebidas. Sem hesitar, Virginia afirmou que venderia uma calcinha usada por R$ 1 milhão. "O Lucas me perguntou: 'Você daria sua calcinha por R$ 1 milhão?' E eu respondi: 'É claro!'", contou a influenciadora.
A influenciadora repetiu a pergunta para Daniela Albuquerque, convidada da atração. "Por R$ 1 milhão, você não faria o mesmo?". Surpresa, Daniela respondeu: "A minha calcinha?".
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Na coluna, para a qual eu escrevo, do blog batatolandia, meu último post foi sobre o banho das crianças alemãs. Precisamente sobre não ter o habito de fazê-lo.
https://batatolandia.de/blog/banho-nas-criancas-habitos-de-higiene-na-alemanha
Ontem vivenciei pela primeira vez a resistência de uma criança alemã ao banho. Minha filha convidou a melhor amiga da escolinha para dormir na nossa casa. Minha filha tem 4 anos e meio e a menina 5.
Era um dia agradável de sol e elas brincaram a tarde inteira na rua, primeiro no pátio da escolinha, depois no pátio aqui de casa.
Durante a janta eu disse às duas: „Depois da janta vocês vão tomar banho.“
Reação imediata da menina „NEIN!“ Minha filha se adiantou na contra-resposta, „Siiiim, vai ser divertido, podemos brincar na água!“
Eu não dei muita trela ao assunto, e acabada a refeição, não deixei outra opção a não ser ir direto para a banheira. A menina foi contrariada, mas não se opôs. Contudo, não quis lavar os cabelos. Tive que prendê-los num rabo de cavalo para não molharem. Pensei „droga“, pois um dos meus objetivos ocultos era esfregar bem a cabeça daquela menina, pois ela vive com os cabelos sebosos.
Antes de encher a banheira, sempre dou uma chuveirada rápida nos meus filhos para tirar o „grosso“ da sujeira, e a menina alemã, visivelmente, não tem o hábito de se lavar sozinha, porque nem as partes íntimas ela sabia lavar apropriadamente.
Hora de encher a banheira, menos água que o normal do banho dos meus filhos, e a alemã se acocorou no final da banheira (na parte da curva que começa a subir a parede da banheira), mal encostando o bumbum na água.
Minha filha se esparramou, deitou, molhou os cabelos, e perguntava, a cada cinco minutos à amiguinha, porque ela não molhava os cabelos. „Porque eu não gosto“, era sempre a resposta dela.
De banho tomado, estava eu feliz por não deixar uma sujinha dormir na mesma cama da minha filha. Com todo o respeito que eu tenho aos alemães e à cultura alemã, mas dormir sem tomar banho no verão NÃO DÁ!
A influenciadora Ellen Salles, de apenas 22 anos, virou assunto nas redes sociais e nas plataformas de conteúdo adulto após conquistar espaço com um serviço não muito comum: faxinas sensuais, realizadas usando trajes provocantes ou mesmo sem roupas.
Agora, Ellen lidera seu próprio negócio voltado à venda de calcinhas usadas e uniformes de diarista, itens que são disputados por um público fiel e cada vez mais numeroso. Com a agenda de faxinas performáticas lotada até julho, ela decidiu centralizar a venda desses artigos em um site exclusivo, criado para facilitar os pedidos e atender às exigências de seus seguidores.
“Tem gente que não pode me contratar presencialmente, mas quer ter uma peça que eu usei em uma faxina de verdade. É fetiche, né? Eles pedem até que venha suada”, disse a influenciadora.
Quanto custa
O valor varia, mas não é nada barato. Calcinhas simples podem custar até R$ 500, lingeries e uniformes usados em vídeos e ações específicas podem ultrapassar os R$ 3 mil. Segundo a influenciadora, há clientes que fazem exigências específicas e então é um outro valor.
Fonte: Jornal O tempo
O título de "Rainha do Funk" é atribuído a diferentes artistas dependendo do contexto (histórico, comercial ou cultural):
1. Tati Quebra Barraco (A Pioneira)
Considerada a rainha histórica, foi uma das primeiras mulheres a ganhar projeção nacional no funk carioca com letras de empoderamento e liberdade sexual. Em 2025, sua trajetória será tema da cinebiografia intitulada justamente "A Rainha do Funk".
Conforme a produtora, a proposta do longa-metragem é contar a história de Tati para além de seu status como artista, passando pela origem na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e pela maternidade precoce antes da ascensão ao sucesso. "É a oportunidade de reconhecer a trajetória de uma mulher que se tornou símbolo de resistência e voz coletiva", conta Danielle Frangelli, sócia da Viralata.
Nascida como Tatiana dos Santos Lourenço, Tati Quebra Barraco é reconhecida como uma das principais vozes do funk carioca. Apesar de frequentar bailes na sua comunidade desde os 12 anos, começou a fazer sucesso apenas no início dos anos 2000, quando lançou seu primeiro álbum. Foi mãe cedo, aos 13 anos, e já chegou a trabalhar como cozinheira em uma creche antes de ingressar no mundo da música. Além disso, sua trajetória foi retratada no documentário Sou Feia Mas Tô na Moda, de 2005.
Fonte terra
2. Anitta (A Rainha Global)
Atualmente, é frequentemente chamada de "rainha do funk brasileiro" por sua projeção internacional. Em 2025, ela foi exaltada com esse título pela cantora Shakira durante uma premiação da Billboard. Além disso, seu álbum Funk Generation foi indicado ao Grammy 2025.