14/09/25
Brasília, DF
Estranho pensar como as coisas são, se eu falasse para mim de um ano atrás que hoje faço psicologia na UnB, eu me daria um tiro. Que bom que essa possibilidade não existe. Hoje, sentada para ouvir uma palestra sobre a beleza da direção de cinema sinto que posso me permitir a viver de uma maneira menos pesada e tão autoexigente, e o que isso tem a ver com a palestra que vou assistir daqui dois minutos? Nada, só queria citar isso mesmo.
O cinema tem sido a maior paixão da minha vida, e sou uma romântica assumida, em todas as oportunidades que tenho para falar que amo a sétima arte, eu vou citar isso. Não sei especificar exatamente o que eu amo nela, se é como me faz sentir, se são suas histórias se é a possibilidade de conhecer mundos diferentes, se é a música ou até a possibilidade de rever o mesmo filme de maneiras diferentes (Heráclito aqui) OU TUDO ISSO JUNTO E MISTURADO!!!! Que é a maior chance de ser.
O cinema de alguma forma me levou até onde estou, de acreditar que as coisas podem dar certo mesmo dando errado no meio, porque assim que geralmente um arco de personagem né, e agora de tentar me desvincular de uma ótica hollywoodiana e voltar para um filme que reconhece que você não tem que ganhar o mundo com 18 anos, e mesmo tendo dificuldade é bom viver no presente. Que talvez viver só seja tentar passar bons momentos com as pessoas que você esbarra no meio do caminho para a faculdade, hoje por exemplo, fiquei duas horas conversando com as pessoas que estavam organizando o Stand da Petrobrás, e NOSSA cada pessoa tem um grande universo dentro de si né… A PALESTRA COMEÇOU!! Até a próxima para um texto mais elaborado, beijos.