Psicóloga (CRP 06/124689) e psicanalista, formada pela UNIFESP e mestre em Ciências da Saúde.
Meu trabalho é orientado pela psicanálise lacaniana e voltado à escuta do singular de cada sujeito.
Atendo adolescentes e adultos, presencialmente em São Paulo e também online.
A psicoterapia individual é um espaço de fala e escuta que possibilita ao sujeito se implicar naquilo que o faz sofrer.
Mais do que oferecer respostas prontas, ela propicia um tempo para que cada um possa voltar-se para o que, em sua história e em suas relações, se repete e produz impasses.
Nesse percurso, a palavra tem um papel fundamental: ao falar para um analista, o sujeito pode se escutar de outro modo, reconhecendo sentidos antes não percebidos e criando novas possibilidades de lidar com o que o afeta.
A prática que orienta meu trabalho é a psicanálise de orientação lacaniana.
Nessa perspectiva, cada sujeito é tomado em sua singularidade, e o sintoma é entendido não apenas como um mal estar a ser eliminado, mas algo que diz respeito à história e ao modo de desejar de cada um.
A escuta psicanalítica não busca corrigir ou adaptar o sujeito a um modelo, mas permite que o paciente possa se ouvir e, a partir disso, encontrar novas formas de se posicionar diante do que o faz sofrer.
Atendo adolescentes e adultos em psicoterapia presencial em São Paulo e em atendimento psicológico online.
As sessões têm um tempo próprio, definido pelo trabalho que se constrói a cada encontro. O que orienta o atendimento é o ritmo singular de cada sujeito e o compromisso ético com o que ali se apresenta.
Os valores das sessões são combinados a cada caso, considerando as particularidades do mesmo e as possibilidades de cada pessoa.
O primeiro contato pode ser um passo importante no início de um processo de análise.
Caso queira saber mais sobre o trabalho ou agendar uma conversa inicial, entre em contato:
Sou Beatriz Maia de Moura, psicóloga e psicanalista.
Atendo adolescentes e adultos, presencialmente em São Paulo e também em formato online.
Minha escuta é orientada pela psicanálise lacaniana, que parte da singularidade de cada sujeito e busca abrir espaço para que algo novo possa surgir a partir da fala. O trabalho clínico não se orienta por protocolos ou respostas prontas, mas pelo modo como cada um se implica em sua própria história.
Sou formada em Psicologia pela UNIFESP, instituição na qual também realizei a Residência Multiprofissional em Saúde – Programa de Urgência e Emergência e o Mestrado em Ciências da Saúde, com a pesquisa “Narrativas sobre a experiência de um massacre escolar: perspectivas diante do traumático.”
Concluí também o Curso de Formação em Psicanálise pela CLIPP (Clínica Lacaniana de Atendimento e Pesquisas em Psicanálise), onde sigo em formação permanente, como se propõe no campo da psicanálise.
Atuo na clínica desde 2017, com experiência em situações de crise e urgência subjetiva, tendo trabalhado em serviços de saúde mental como CAPS, pronto-socorro psiquiátrico e ambulatório de prevenção ao suicídio (CAISM–UNIFESP).
Entendo a prática psicanalítica como a construção de um espaço de fala, onde o sujeito possa sustentar o que o atravessa e, pouco a pouco, inventar novos modos de se posicionar diante do que o faz sofrer.