Histórico

Histórico Completo - BandaDIZ


A BandaDIZ foi formada em 2014 na cidade de Patrocínio/MG. A Banda foi idealizada como trio, bateria, baixo e guitarra por Maria Luiza e Samuel Soares o famoso formato Power Trio, para tocar inicialmente na noite de Patrocínio, outras oportunidades foram surgindo dentro e fora da cidade, cada vez mais a BandaDIZ vem buscando atender o público crescente e sedento por boa música.

O trio vem levando seu som à cidades da região como; Patrocínio, Patos de Minas, Uberaba, Belo Horizonte, e também outros estados como Catalão/GO, Brasília/DF, Caldas Novas/GO, Belo Horizonte apresentando-se em restaurantes, pub's, casas de show, salões de festas.

A BandaDIZ traz em seu Repertório releituras de Clássicos do Rock, Pop Rock, Reggae, MPB em arranjos novos com a cara da banda e também cada vez mais um forte repertório autoral. Procurando uma mistura bem temperada entre o velho e o novo. Já bem no início de 2014 lança duas músicas "DIZ" e "Ela", que são distribuída pelas principais lojas on-line (iTunes, Spotify, etc.) e segue produzindo apresentações e captando áudio ao vivo, e sempre trabalhando novidades.

Samuel Soares

Nascido em Patrocínio/MG em dezembro de 1973 logo no segundo mês seus pais se mudam para uma aldeia de índios no Mato Grosso do Sul. Ainda mudariam para Goiânia e Recife onde nascem seus dois irmãos mais novos. Filho de evangélicos começou a estudar violão aos 8 anos de idade já em Aquidauana/MS, teve suas primeiras influências, marcadas pelas músicas da chamada MPB, Jovem Guarda e cia... músicas como João e Maria de Chico, Secos e molhados, Sambas, além de menino da porteira entre outros. Em 1985 já retornado a Patrocínio encontra na Rádio uma companhia inseparável, sempre ligado na Difusora passa a conhecer o Rock Nacional distanciando bastante da MPB. Nos anos seguintes quando se muda para São Paulo e conhece a Banda Guns n Rose, essa banda passa ser a mais forte influência dessa época, junto com Queen e posteriormente outras, como Rush, Metallica, Black Sabbat entre tantas outras bandas.

As primeiras apresentações sempre foram com músicas religiosas, em alguns grupos que quase não passavam de ensaios, pouquíssimas apresentações. A cidade também não tinha muitos espaços, música ao vivo era além de precária uma raridade, ao chegar em Patrocínio/MG uma das primeiras missões dada por seu Pai foi ensinar os hinos da Igreja aos então futuros dirigentes do Louvor. Foi formado um grupo, com Lucilene Borges, Marilene Borges, Edmar Borges e Gilberto, isso ainda no ano de 1985, logo a frente por volta do ano de 1986 Samuel entra substituindo o Gilberto no Baixo, e teve seus estudos do contrabaixo com Edimar Borges, que também ensinou tocar bateria, e assim segue mudando de instrumentos no grupo passa tocar bateria em 1990 e deixa para pegar a Guitarra que sempre foi seu alvo em 1991. Forma uma banda com Rubens baterista que o substituiu nos grupos de louvor e cria um repertório autoral de onde surgem as primeiras composições, como “Na calada da noite” e “Eclipse”.


Nesse ano começa também a tocar fora da Igreja, a primeira banda fora da Igreja seria Necrodulia banda Punk de Patrocínio/MG com Waltinho nos vocais, Renato Guitarra, Samuel Baixo e Macaco na Bateria, por ironia ele é retirado da banda por ter um baixo muito feio. Mas antes um pouco teve uma pequena experiência tocando guitarra em festa na escola Nély Amaral com duas meninas Sara e Carla primas, Sara toca teclado, e Samuel Guitarra, participaram além dos aniversários do diretor de um festival no poliesportivo do PTC.

Orkaid, inicialmente teve outros nomes, como Kyrios influenciada ainda por bandas de Igreja, foi formada logo após a saída da banda punk, ele entra já com alvo de tocar Guitarra, mas como não achavam baixista, assume o posto. André Costa no vocal, Samuel Baixo, Marcos Guitarra, Marlucio Bateria. As primeiras apresentações desta banda já mexeram e bem na formação da banda, fomos vaiados, e realmente a apresentação foi o esperado para garotos inexperientes. André passa então para a bateria, já que nem conseguiriam manter o Marlucio na bateria (ele não ficava nos ensaios), também conseguem finalmente um baixista para a banda Márcio que fica nem um ano e resolve ser o empresário da banda, tocamos com ele três vezes na escola Nely Amaral, Taberna Lanches, e no Festival Taberna Lanches. Nada dava certo e a banda a procurar vocalista, enquanto isso, ensaios Samuel Baixo e Vocal, Marcos Guitarra e André Bateria e vocal, Orkaid começa a tomar corpo, as músicas começam a melhorar a busca pela formação clássica do Iron era inevitável duas guitarras e vocal em separado 5 integrantes era o alvo, mas também experimentamos música mais fáceis. Teste e mais testes se deram, mas acabou ficando o Samuel Soares no vocal. Algumas poucas divergências marcam essa formação, mas uma é engraçada e necessária. Marcos tinha uma linha mais pop enquanto Samuel e André queriam mais bandas pesadas, o que levam a procurar um baixista para a banda que gostasse de música pesada também, assim surge um aluno do Samuel chamado Marcelo. Deixam de sonhar com outro vocalista e Samuel assume de vez os vocais. Banda completa, os ensaios se intensificam, se matriculam na escola EKÇ do Jaques Silva e começam estudar música mais a fundo, no final fica só o Samuel frequentando até virar professor nessa escola no ano de 1995, banda cada dia melhor, mas Marcelo era o único que respirava diferente, nunca chegava aos ensaios na hora, repertório não era tirado e cia… mesmo assim a banda foi duradoura, consegue algumas Apresentações; destaque para uma festa na rua Presidente Vargas e Escola Atenas última apresentação da banda, logo após Samuel muda para São Paulo. Nesse meio tempo surge um baixista fenomenal chamado Antonio Junio, antes de ir para São Paulo a banda ainda ensaiava, porque gostam mesmo de tocar e na falta do Marcelo, que sempre faltava ou atrasava aos ensaios, Junio passa ocupar a vaga.

Em São Paulo, chegando a essa cidade primeira banda é como baixista, entra para uma banda Cover do Dream Theater, influenciado por seu professor de Guitarra Cristiano, passa ouvir apenas esses rock melódicos. A banda tinha como principal projeto tocar em Patrocínio/MG isso mesmo.

Giro do Louco, um vizinho o recomenda para uma banda que tinha um trabalho autoral, e tinha como integrante um ex baterista da banda Vipper Renato Garccia. Também desenvolve um trabalho voz e violão com uma cantora de JAZZ Eliana Cairuz. As bandas em sampa ficam praticamente em ensaio, salvo algumas festinhas.

Banda Caça Níquel, nome dado por Antonio Junio na volta de São Paulo em 1999 Samuel aproveitando a banda dividida se junta ao baixista Junio e ao baterista André, e formam a banda Caça Níquel a proposta era bem diferente, a banda consegue tocar muito, quase nem era preciso ensaios chegava tocar de quinta a sábado, festas o tempo todo muita bebidas, e semanas consecutivas. Uma das casas que mais abrigavam essas apresentações se chamava “Casa da Pizza”, mas nunca se viu pizza e sim muito Rock, bandas como Black Jack, Black Dog entre outras apareceram tocando nessa casa, ela era na esquina da praça Honorato Borges (Foi demolida). Foi lá que conheceram pela primeira vez o Marcelino Marques de Araújo, o irmão dele Maurício o levou para conhecer a banda, ele tirou algumas fotos e começou a seguir a gente, mas com pouco contato. Tocamos bastante, principalmente na “casa da pizza” e o local era muito bem frequentado por roqueiros e a fama não tem como negar, o mesmo Maurício que nos ajudava arrumou uma treta pesada pra cima do André Costa que deixou a banda. A banda enfraquece muito com a saída do André Costa da Bateria, chega perto de acabar, mas outros baterista o substituem até que resolvem ficar sem baterista. Nessa época então Samuel passa de forma relâmpago por várias bandas, como vocalista principalmente chegando a integrar uma cinco bandas ao mesmo tempo. Seriam Caça Níquel (projeto principal) Pandora (ex; integrantes da Mortícia Adams de onde surge Marcelo Vargas ), Remix Brasil, (Banda de Baile) e Black Dog (Loucomotive). Nesse ano participa do festival ICBEU, no formato “sem disputa” com as bandas sendo todas remuneradas. Em um desses shows um marcou bastante foi uma festa da Fisioterapia fomos contratados para 3 apresentações na Avenida Alckmin no Restaurante e casa de show Alkimim. Era um local onde passaram grandes nomes como “Só pra contrariar” “Belchior” entre outros, mas sempre mudava de dono, e variava muito a questão de ter ou não público. A banda tocou o primeiro dia para duas mesas apenas, no segundo idem, no terceiro dia casa lotada até a tampa. Festa da Fisioterapia, no formato sem bateria, o dono pede que a banda suba e comece a tocar, começa o show no meio de um música da Rita Lee o DJ abaixa o som da banda e coloca música mecânica, a banda desce do palco sem saber o que falar, vai até o DJ que os enviou ao dono. O dono disse “eu pedi que ele fizesse isso, porque o som ficou muito diferente”, mas tinham tocado lá nos dois dias anteriores ele sabia do que se tratava. A banda aceita as desculpas e aguarda, até que uma meia hora depois o dono pede que subam ao palco e novamente a banda é cortada e trocada por música mecânica, claro a banda nesse momento, já se acendem um pouco mais… se espera mais meia hora e pede novamente para que subam ao palco, a banda se recusa pede mais tempo, mas por ameaça de nem receber os outros dias trabalhado sobem ao palco novamente, e novamente na segunda música cantada o som é reduzido e substituído por som mecânico. Aí foi pancadaria, o Samuel joga o microfone no chão, o DJ e quem cuidava do som cai em cima vira uma briga generalizada. Nesse dia conhecemos o Regis baterista de Monte Carmelo e nascem vários projetos, pela primeira vez Samuel usa seu nome em um projeto tocando com o Regis passa tocar bastante também, inclusive na Mix Brasil banda de Baile. Régis além de baterista era percussionista adorava música baiana e novas vertentes sonoras foram incorporadas aos repertório, apresentações na Canelone de Ouro e Casa do Chopp do Nadim na Praça Honorato Borges.

Banda Bodum. Com a banda Bodum obteve entrada nas rádios de Patrocínio e região conseguindo colocações nas paradas de sucesso com a música "Vá com Vento”. A banda foi formada com alunos do Samuel Soares, exceto na Guitarra (solo) esse era o projeto inicial, só foi firmar essa posição com a entrada do Marcelo Vargas na guitarra. A banda que firmou em um grupo formado por irmãos, Anatole Timbó no Baixo, Flávio Timbó na Bateria, Marcelo Timbó no teclado, Samuel Vocal e violão, Marcelo Vargas na Guitarra, passaram ainda pela banda Fred Guitarra (Fusca Blue) , Igor Guitarra (Preta Jey) e Guilherme, com mais de um ano de ensaio dedicação total ao projeto, conseguem lançar duas músicas inicialmente “eclipse” e “vá com vento”. Detalhe “vá com vento” foi gravada em um (take só) em uma sobra de horas no estúdio em 15 minutos e só ela foi bem aceita pelas rádios, tinha nela um chiado do violão que todo mundo reclamava, mesmo assim conseguiu chegar ao topo das paradas de sucesso da Rádio Difusora de Patrocínio/MG e também da região como Monte Carmelo e outras. Com o sucesso da música a banda segue para BH para completar o CD. E gravam mais músicas que também entraram para paradas das rádios, mas não com a mesma performance de “Vá com vento”. Com o CD na mão com poucas apresentações em vista surge o Festival ICBEU que marca a dissolução da banda, com passar do tempo todos integrantes ganharam voz na banda passando escolher repertório, datas de ensaios, shows equipamentos e tudo que envolve a banda, e o projeto inicial era que os mesmo só se dedicassem ao seu instrumento deixando essa parte para Samuel e Marcelo. Eis que surge um festival ICBEU Samuel foi voto vencido quanto a não participar do Festival, e impôs as condições que eram repertório mais competitivo, já que era um Festival com competição e prêmios, o que era argumentado por ele “porque participar do festival concorrendo, se tínhamos um CD em mãos, sucesso nas rádios da cidade e região e tudo para ser a banda mais promissora da cidade?” Claro quase não tinham datas de apresentações, buscavam alguém que vendesse o shows, e realmente amargaram incertezas, mas um festival poderia ser e foi o fim da banda. Inscritos no festival a banda topou um repertório mais complexo, mas ao começar os ensaios fazem corpo mole, a proposta de repertório era (Van Halen, U2, Vá com vento) e a banda pedia (Pato Fu, Rock das Aranhas Raul, e Vá com vento) após muitas discussões e desgastes houve o rompimento da banda por completo, como Samuel tinha se inscrito no festival resolve manter a palavra que deu ao diretor do festival, Neto do ICBEU, mas sem o nome da Banda apenas como Samuel Soares, contrata alguns músicos e junto com Marcelo Vargas, vence o festival, junto com outra banda de Patrocínio/MG e outra de Monte Carmelo, pontos importantes para no futuro entender alguns problemas.

Nessa época o Marcelino Marques se aproxima da banda, isso no meio da dissolução da banda ele estava o tempo todo presente, não opinando quanto a formação, mas passa apoiar o CD e passa ser o principal divulgador, essa era outra expectativa que Samuel tinha não era necessário o festival teríamos o Marcelino como nosso articulador de shows, ele já tinha conseguido duas apresentações e volta e meia nos procurava.

Com o Festival na mão, Banda Bodum terminada surge um novo grupo a Banda Kadozz Regis na Bateria, Ronaldo no Baixo, Matheus no sax, Marcelo Vargas na Guitarra e Samuel Soares vocal a banda nasce tendo Marcelino como empresário e dono da banda junto com Samuel Soares, Marcelo Vargas. Essa formação alavancou ainda mais o sucesso da música “Vá com vento” e a banda obteve uma agenda, finalmente. Já na primeira semana 5 shows são marcados e no primeiro temos o primeiro problema, abriríamos para banda Cabareth de Uberlândia em uma festa de formatura, enquanto eu buscava o pessoal e ajeitava os equipamentos, rádio e cia, a banda achando se tratar o camarim para as duas bandas entra e consome a cerveja, não satisfeitos com apenas tomar a cerveja ainda distribuem ao público, zerando o estoque para outra banda. Ao chegar da rádio encontra esse problema que dissolve a primeira formação da banda Kadozz. O prejuízo é arcado por Samuel Soares, nova formação é buscada, Junior (Caça Níquel) assume o baixo, Bateria passamos por vários até achar o Marcelo (ex BandaDIZ), como o Marcelo Vargas morava em BH descolamos mais um Guitarrista para shows menores, entra o Fred (Fusca Blue) formação Samuel Vocal, Fred Guitarra base, Marcelo Vargas Guitarra solo, Junio Baixo, e Marcelo bateria.

98Pop&Rock evento idealizado pela Rádio difusora, nasceu com José Carlos, Marcelino Marque, Samuel Soares. José Carlos escolhe a banda Black Jack para participar, Marcelino a Loucomotive e Samuel Kadozz para completar o que marcaria o início do primeiro Pop&Rock. A ordem das bandas passagem de som ficou a critério da organização de Samuel Soares, também participou na busca de patrocinadores para o evento, estima se que o público presente foi entre 5 a 7 mil pessoas. De última hora também entrou na abertura a banda Princes Lion.

No Sábado outra apresentação menor e não menos épica no clube do cavalo, Samuel Soares já sem tocar Guitarra a uns 6 meses, e com problemas com a voz, colocou um segundo Guitarrista o Fred para substituir o Marcelo Vargas em shows menores, o momento chega e o guitarrista some. Restando pegar a guitarra e tirar o que sabe, nesse dia a banda agradece em muito ao Agnaldo França e ao Júlio Franco que entra para a vaga do Fred, deram apoio a banda em participando. Logo após Marcelo se diz apenas baterista free-lance e que sua banda principal era a Alfa&Omega deixando a Kadozz. Assume o posto o irmão do André Costa Juninho Costa.

A banda segue crescendo musicalmente criando músicas autorais e tocando nos bares de Patrocínio/MG e em festas, casas de shows. A vontade de gravar um novo CD era gigante. Quando em uma oportunidade é oferecida a banda um clipe totalmente sem custo, seria um clipe da música “Vá com vento” esse fato marca o princípio do fim da banda Kadozz. Marcelino na época entendeu que se gravássemos o clipe como estava sendo oferecido, seria algo onde a banda estaria extraindo ele do comando, para o clipe ele acreditava que deveria ter mais tempo, mais investimentos. A banda acabou agradecendo e recusando o vídeo clipe. Samuel com muita dificuldade na voz, começa a ter problemas também com os trabalhos em Patrocínio/MG e não obtendo muito retorno financeiro, resolve voltar para São Paulo, isso se dá em um curto espaço de tempo, ele deixa o Júlio Franco no vocal que para apresentações menores, ele fazem uma apresentação sem ele apenas, e retorna no aniversário do Marcelino e em definitivo em Agosto desse mesmo ano. Tocam em duas festas e seguem em meio a muita briga, no retorno o baixista Junio encontra-se em um estado que não teria como continuar. Samuel Soares assume o baixo e partem para Setember Fest. Patos de Minas.

A banda toca em Patos de Minas no pavilhão do rock, no mesmo dia tinha a banda Cidade Negra, participa da coletiva de imprensa, mesmo com tudo isso a banda já está em frangalhos. A agenda cada dia mais cheia, mas a banda não se entendia, até que a divergência final veio na festa Sbrubbles da Rádio Transamérica. Mesmo com a banda anunciada e com festa marcada nenhum dos integrantes aceitavam mais a forma que tudo vinha sendo conduzido, novamente Samuel Soares e agora Marcelo Vargas não tinham voz opinião na banda, tentaram mostrar isso, mas não foram ouvidos, e a banda termina aí.

Samuel Soares começa fazer trabalhos paralelos participa do segundo Festival ICBEU concorrendo, mas como músico de uma banda da Serra de Salitre recebendo cachê, mesmo que o resultado fosse negativo, conseguem pegar o quarto lugar. Muda-se para Brasília onde sua voz só piora, não conseguindo cantar mais de meia hora. Muda-se para Campinas e com um enorme desejo de desistir de música parar mesmo de vez, nem violão, guitarra ou canto nessa época, parou mesmo.

Ao retornar a Patrocínio em 2004 extrai o dente ciso e sua voz começa retornar, animado formar uma banda com Marcos (Orkaid) no baixo, Marcelo (Alfa&Omega, Kadozz, BandaDIZ) na bateria, e Samuel Guitarra e Vocal gravam mais um CD em BH o Desde que… O CD tem duas músicas que se destacam “Sem essa” e “desde que…” a segunda uma homenagem ao então agora inimigos Marcelino, Marcelo e Macaco refrão Ma ma um… Marcelino entra em um acordo de paz com Samuel retoma a amizade, a CD não tem a mesma performance do anterior, e é marcado por irregularidades, na voz, na guitarra e na concepção como um todo.

Samuel Soares com essa formação consegue apenas uma apresentação na Serra do Salitre, mas nem tocam o show foi completamente sem público, só souberam lá e no dia que a divulgação dos organizadores só foi feita na cidade natal, do cantor.

Depois dessa formação surge outra formação com o Jorge. Após muitos ensaios com o Marcos no baixo e nenhuma apresentação a banda termina, nova tentativa é feita agora com outro baixista João Fernando Santos impressionante quão novo era esse menino e o tanto que tocava contrabaixo, nessa formação conseguimos uma apresentação, fizemos a inauguração do chamado (beach park) do Enxó. E logo após o João muda da cidade e a banda termina novamente.

Surge uma oportunidade de integrar uma banda de Classic Rock em São Paulo, Samuel passa nos testes, mas resolve que morar em São Paulo não seria mais interessante, tenta convencer a banda de ficar indo e voltando, mas eles não aceitam.

Então surge a banda com o Jorge que participaria do festival “Nossa Terra Nossa Gente” formação Jorge Bateria, Digo Japa Guitarra, Rabicó Baixo, Samuel Soares Guitarra e vocal. O show foi um lixo, seriam 3 apresentações por dia, contando que o festival todos os dias teriam a mesma base de banda, variando apenas vocalistas e o baterista, Jorge e Thales. O problema se deu que no dia que Samuel Soares tocava, tinha uma das poucas atrações diferentes vinda de Uberaba um cantor sertanejo com uma banda enorme, Vários violões, teclado, samfona, back vocal, bateria, percussão a passagem de som ficou toda para ele, e a banda de Samuel Soares subiu ao palco sem passar o som, além das Microfonias o som Chiando, ora se escutava ora não, a banda briga no palco discute e termina o show de forma muito ruim.

Maria Luiza,

Retomada, se dá ainda como Samuel Soares ele começa a dedicar ao aprendizado de computação, e focando as gravações, faz ainda algumas poucas apresentações, mas dedica a aprender a gravar as bandas. Segue lançando discos e músicas com qualidade questionáveis, baixo recurso, letras e músicas fracas… mas um grande aprendizado de tudo. Ainda assim, algumas músicas conseguem destaque na internet, logo de cara “Vá com vento” na então trama virtual consegue muitas visualizações, em seguida no palco digital ela chega a primeira de Minas Gerais, outras músicas ganham destaque também como “uma oração” e “nos bits do coração” nessa época então inaugura o StudioDIZ. E 2010 faz suas primeiras gravações em seu home studio, 2011 marca com muito ensaio de outras bandas e dedica bastante a produção. E praticamente abandona as apresentações ao vivo, dedicando 100% a gravações e produções.

Em 2012 sonhando com a gravação de uma apresentação ao vivo marca um show em Brasília, banda é formada, com Fabrício Finotti na bateria e Bruno no baixo Samuel Soares vocal e Guitarra. Na semana que antecede a apresentação o Bruno sai da banda alegando que sua banda de Patos de Minas teria ensaio e não teria como tocar com a gente, novamente foi um baque a vontade de desistir de tocar ao vivo era gigante.

Bandas;

Kyrios/MG, Orkaid/MG, Giro do Louco/SP, Cover Dreem/SP, Caça Níquel/MG, Mix Brasil/MG, Black Dog/MG, Pandora/MG, Bodum/MG, Kadozz/MG, Samuel Soares, BandaDIZ.


Primeiras composições


Na calada da Noite ou em uma manifestação Gloriosa,

com lágrimas no rosto ou um sorriso nos lábios.

Seu Espirito me enche, com ele não preciso de drogas,


Teu Espirito é fogo, é fogo no qual quero me queimar.

É fogo, é fogo no qual quero me queimar.


Eclipse


Quando o sol nasce pra você é Lua em mim,

Quando o sol nasce pra você eu já durmo aqui.

Quando o sol esquece de você nunca lembrou de mim,

Quando o sol esquece de você eu já me fui em fim.




Maria Luiza


Maria Luiza Caixêta nasceu na cidade de Patrocínio em 1987. Interessou-se em tocar violão no ano de 2000, aos 13 anos, observando o coral da igreja. Ganhou um violão e começou a fazer aulas com a professora Érika Nunes, nesse tempo passou a fazer parte do coral que se apresentava as segundas feiras na igreja São Francisco. Fez várias amizades, e a maioria das amizades estavam aprendendo a tocar um instrumento. Resolveram então marcar ensaios todos os sábados. Depois de alguns meses ensaiando foram convidados a tocar na missa da juventude, que aconteceu 1 vez por mês na Igreja Santa Terezinha. Depois de um tempo, alguns do grupo mudaram de bairro, de cidade, e o grupo se desfez. Nessa época também foi convidada a tocar na missa aos sábados na igreja São Francisco, onde toca atualmente. Em 2006 ingressou no curso Superior de Letras. No ano de 2007 conheceu Samuel, que também cursava Letras. Em 2011 estudou Canto no Conservatório da cidade com a professora Vânia. Em 2014 iniciou na BandaDIZ, tocando violão. Com o passar dos meses Samuel a ensinou tocar contrabaixo. Tocando contrabaixo com a BandaDIZ, teve muitas oportunidades de apresentação em sua cidade e na região. Hoje além de tocar na BandaDIZ, também faz gravações, trilhas, e composições, no projeto L&S.


Instrumentos;

Violão, teclado, baixo e vocal.



Bandas;

Kyrios, Aliança de Amor.

Algumas curiosidades marcam o início da banda;

Antes nos apresentamos com a Maria Luiza no vocal, chegamos de arriscar uns Cover improváveis de músicas até de raiz sertaneja, além de alguns estilos de gosto duvidoso.

A Maria Luiza e o Samuel em tempos completamente distintos tiveram bandas com o mesmo nome Kyrios "Senhor" Samuel teve em uma banda com esse nome na década de 90, e Maria Luiza já em 2008.