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Observemos a Natureza ao nosso redor, as espécies vegetais e animais. Atenhamo-nos a contemplá-las... quão belas são... elas não apresentam as deficiências, os problemas que apresentam as espécies domesticadas, produzidas e criadas pelo homem.
Observemos aquela flor silvestre, que se destaca dentre as inúmeras ervas e plantas na capoeira ou na mata. Que cor, que folhas perfeitas. Toda ela é perfeita, envolta por uma aura radiante de inefável beleza e pureza, bem como todas as outras plantas ao seu redor. Todas compartilham desta harmonia natural.
Observemos agora aquele sabiá, que canta no galho de uma frondosa árvore. Vejam só como sua plumagem reluz e se mexe suavemente com a brisa do vento. Ouça como ele canta feliz... e como canta... e que canto...
Apuremos nossos sentidos e observemos; sintamos tudo ao nosso redor. É a Natureza – perfeita, bela, harmônica, saudável, feliz.
Agora saiamos deste lugar, deste santuário natural e adentremos as lavouras cultivadas pelo homem e suas criações de animais. Quanta diferença... que contraste! Já não sentimos a harmonia, a energia, a aura radiante que sentíamos na natureza; pelo contrário, se formos sensíveis, sentiremos tristeza e desconforto, ao vermos uma diversidade de fertilizantes, agrotóxicos, medicamentos e rações, que são ministrados às espécies, para que estas produzam como queremos e possam manter-se “vivas”.
Diante das evidências, ainda nos perguntamos por que na natureza tudo é saudável e se conduz por si e com o homem, apesar de todos seus aparatos, cuidados e ciência e tecnologias, a desarmonia e a doença são quase que constantes?
É fundamental, pois, que nos questionemos e busquemos aprender junto à Natureza a compreender seus mistérios. Ao desvendá-los, estaremos em harmonia com a Criação Divina e desfrutaremos de suas benesses.
Odilon Beilner
Somos aquilo que cheiramos, tocamos, vemos, ouvimos e comemos.
Somos aquilo que nos emociona.
Somos aquilo que pensamos
Somos aquilo que sentimos.
Nosso alimento é o ar, a água, o sol, os produtos da terra e tudo aquilo que nos rodeia.
Quanto maior o nosso contato direto com a natureza e quanto mais comemos alimentos ricos em substâncias vivas, mais nosso corpo se torna belo, forte e flexível; mais nossa vida afetiva se liberta das emoções que nos amarram (medo, julgamentos, raiva, frustrações); mais nossa mente se liberta de suas limitações, mais nossa vida espiritual desabrocha.
Dr. Soleil
A Energia Vital é o Princípio básico da Natureza.
Todo ser vivo na Natureza, seja da classe evolutiva que for, mineral, vegetal ou animal, incluindo neste último o ser humano, possui Energia Vital, Princípio Vital ou Sopro Divino, como se refere a Bíblia, ou Energia da Vida, a Energia que dá Vida.
Não é possível um ser vivo ser plenamente vivo, sem a energia vital.
As células se mantém coesas e se renovam, o corpo prospera, se desenvolve e cumpre suas funções naturais, enquanto tiver Energia Vital, sustentando-o.
Podemos comparar a Energia Vital com o cimento na massa de concreto. Se fizéssemos a massa só com areia e água, não haveria aderência, coesão, consistência. Seria impossível erguer um prédio e muito menos mantê-lo em pé.
Analogamente, os seres vivos, a própria terra, que muitos julgam como sendo inerte, não poderia subsistir sem a energia vital. Ela mantém os seres vivos, Vivos. A partir do momento em que a energia vital deixa o corpo, juntamente com o espírito, este é considerado morto.
Só não possui energia vital quem está morto (cadáver), ou um produto artificial feito pelo homem.
Um brinquedo de plástico possui átomos que o mantém coeso, mas não possui vida, energia vital.
A matéria orgânica em decomposição no solo, em estado natural, indiretamente, é rica em energia vital, devido a infinita quantidade de micro e macroorganismos que a humificam, mais a energia vital do solo, da água e das plantas que dela se nutrem.
Quem faz a semente germinar, crescer, florescer e frutificar, não são simplesmente os fatores de terra, umidade, ar, luz e calor, mas, principalmente o princípio vital (energia vital) nela contida. Se a semente fosse submetida a qualquer dano que interrompesse o fluxo da energia vital, que está intimamente relacionado com a integridade física, ela jamais germinaria.
Para a energia vital agir plenamente num ser vivo específico, este precisa estar íntegro, em equilíbrio, inviolado. No momento em que um organismo se desintegra, sofre dano, o princípio vital, deixa de agir nele, para agir em outro subsequente.
Por exemplo: o princípio vital está agindo na árvore, fazendo-a crescer, florescer e dar frutos. Depois de frutificar, suas folhas caem no solo sofrendo imediatamente a ação dos microrganismos, que a transformarão em humo (mineralização da matéria orgânica) que alimentará de energia vital e nutrientes minerais, via solo, a árvore.
Se a árvore for derrubada, sua integridade foi quebrada e a energia vital não encontrará mais condições de nela agir, visto que foi interrompido o fluxo vital. Para haver o fluxo vital, havia necessidade das raízes (ligação com a energia do solo), do tronco (ligação entre as raízes, o solo e os galhos-copa), que funcionam como antenas cósmicas (captadoras da energia cósmica).
A árvore derrubada ao solo, interrompida sua vitalidade como árvore, tenderá, em pouco tempo, à decomposição. Seus restos, porém, em outro estágio de função vital, servirão de alimento fundamental para outra forma de Vida, outra manifestação do Princípio Vital, os microrganismos do solo (algas, bactérias, actinomicetos, protozoários, fungos, etc.) que transformarão a matéria orgânica bruta, relativamente viva, em alimento essencialmente vivo, o HÚMUS, que nutrirá novas plantas.
O interessante é que a energia vital é uma só, mas se individualiza, ao mesmo tempo, em cada ser vivo, assim como o espírito. O que, aparentemente morre, alimenta outro ser vivo, outra cadeia Vital, infinitamente, eternamente, num ciclo fechado e perfeito.
Por isso, a Natureza só se alimenta dela mesma; uma Cadeia Vital cede sua energia a outra.
Exatamente por isso, também, que não há lixo e degradação na Natureza, pois ela se recicla, se renova.
A agricultura, a indústria, a casa, o mundo do ser humano produz lixo e degradação, pois é artificial, quebra o ciclo vital natural e fornece elementos mortos, que são estranhos e indigeríveis, inaproveitáveis pela Natureza.
A agricultura e a gastronomia que ignora a energia vital é doente e degenerante, por isso, os hospitais estão todos lotados, as doenças se agravam, os vírus proliferam e a miséria se alastra.
Importância
Segundo Bovis e Simoneton, o nível de vitalidade dos animais e do ser humano saudável, é de 6.500 Ǻ (Amgström). Este nível, para que sejamos realmente saudáveis, deve ser mantido, caso contrário, nosso sistema imunológico ficará comprometido, visto que, quando cai a vitalidade, reduz-se a imunidade natural. Como todos os parasitas que nos atacam, possuem o nível vital abaixo dos 6.000 Ǻ (Amgström), quando nosso nível vital cai e fica na mesma frequência do nível vital do parasita, abrimos espaço para sua ação sobre nós, pois há compatibilidade de frequência bioenergética.
Dentro da bioenergética, tanto a saúde quanto a doença, são uma questão de frequência bioenergética. Quando a nossa frequência estiver acima da frequência dos parasitas, sejam eles quais forem, não precisaremos temê-los.
Vemos diariamente exemplos de médicos, freiras, enfermeiras e voluntários, que estão permanentemente em contato com doenças consideradas altamente contagiosas e em locais insalubres, onde proliferam todas espécies de parasitas e mesmo assim jamais são atingidos. Neste caso também entra a frequência do amor, que é a maior frequência existente no universo, é a própria frequência da Vida. Onde há tal frequência, nenhum parasita e nenhuma energia inferior consegue proliferar.