Cada vez mais, o tempo gasto dentro de escritórios, salas de reuniões e salas comerciais, vem aumentando expressivamente e repetidamente nos maiores centros urbanos no mundo. Queixas como tosse, dor de cabeça, fadiga entre outros sintomas, indicam uma grande probabilidade de se estar ocupando um local qualificado com a Síndrome do Edifício Doente.
O termo síndrome do edifício doente foi estabelecido em 1976, nos Estados Unidos, após o diagnóstico de 182 casos de doenças respiratórias em um evento de veteranos da guerra da Coreia, causadas por uma bactéria chamada de Legionella pneumophilia. Essa bactéria foi encontrada nos dutos do ar condicionado do salão onde ocorria o evento, e causou insuficiência respiratória na maioria dos presentes naquele local.
O diagnóstico dessa doença, permitiu que muitos estabelecimentos e ambientes fechados que trabalhavam com ar climatizado começassem a se preocupar com a qualidade do ar conduzido por seus equipamentos, no intuito de reduzir o número de doenças que poderiam ser transmitidas por eles.
O excesso de gás carbônico é o principal fator de causa da Síndrome do Edifício Doente, afinal são nas altas concentrações que os principais sintomas como cansaço, fadiga, falta de concentração, irritação nos olhos, nariz e garganta e pele seca são experimentadas. A ventilação adequada é um fator importante para a qualidade do ar e a saúde dos colaboradores.
Em ambientes climatizados, as análises periódicas da qualidade do ar são essenciais. Essas análises são capazes de revelar se o sistema de refrigeração e ventilação do ar condicionado está funcionando de forma adequada, garantido a saúde de todos os colaboradores.
A figura abaixo representa os problemas existentes em um edifício doente, destacados em vermelho, e as possíveis soluções para torna-lo um edifício saudável, destacadas em azul.