Kevin Ashton, pesquisador britânico do Massachusetts Institute of Technology (MIT), é considerado o primeiro especialista a usar o termo Internet das Coisas - IoT em 1999. Desde então, uma realidade em que os objetos estão conectados e passam a realizar tarefas sem a interferência humana começa aos poucos a parecer menos ficção científica, e mais algo do cotidiano.
Segundo Ashton, a termo IoT se baseia na ideia de que, esta sendo possível presenciar o momento em que duas redes distintas, ou seja, a rede de comunicações humana e o mundo real das coisas, estão se encontrando. Um ponto de encontro onde, não seja possível apenas utilizar um computador, mas onde o próprio “computador se use” de forma independente. As “coisas” estão cada vez mais conectadas entre si e em rede, de modo inteligente, e passam a não somente “sentir” o mundo ao redor mas também a interagir com ele.
Em resumo, a Internet das Coisas representa a possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet podendo assim executar de forma coordenada uma determinada ação.
A aplicação da Internet das Coisas vai muito além do ambiente doméstico e comercial. Nas indústrias, essa tecnologia pode trazer uma série de vantagens, como a diminuição dos custos e um aumento significativo na produtividade. O desenvolvimento da Indústria 4.0, que se caracteriza, por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico, tem mostrado o avanço da tecnologia nos dias de hoje.
Tecnologias de Informação e Comunicação com o Big Data, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, Automação e dentre outros, estão se fundindo cada vez mais para trazer o conforto e a produtividade aos seres humanos.