Notícias Acadêmicas 2

Num bate papo informal a Poetisa e Acadêmica Bartira Mendes discorre sobre seu trabalho em poesia e literatura. Venha conhecer de perto a autora que respira poesia.

https://www.youtube.com/watch?v=LXzpWD-SHGQ

Para outubro, o mês da criança, o nosso Canal Respirando Poesia disserta brevemente sobre um tipo muito particular de poesia, a poesia para criança, que promove o imaginário e a sensibilidade na infância. Possibilitando que o jovem leitor adquira valores e crie o gosto pela literatura e pela cultura, a poesia para criança é o foco deste vídeo, brilhantemente conduzido pela Poetisa e Acadêmica Bartira Mendes.

https://www.youtube.com/watch?v=NhCtdUWrje0&t=8s

O Nosso Canal Respirando Poesia entrevista o Artista Visual, Escritor e Acadêmico da AGLAC, Mauricio Duarte. Acompanhe a trajetória do autor neste Vídeo brilhantemente apresentado pela Poetisa e Acadêmica Bartira Mendes.

https://www.youtube.com/watch?v=ZdvKaM8jKzY&t=3s

Fotos do Lançamento do Livro LAÇOS, Coletânea de Crônicas e Reportagens, da Escritora e Acadêmica Janne Duarte no evento do Diário da Poesia, em São Gonçalo, ontem, no dia 18 de janeiro de 2019.

Texto do Escritor e Acadêmico Fernando Félix Carvalho, nosso antigo Presidente da AGLAC:


FRANK ABAGNALE E LAÉSSIO OLIVEIRA


Vi o documentário sobre a vida criminosa de Laéssio Rodrigues de Oliveira que se especializou em furtar livros, desenhos e gravuras raras.

No início dos anos dois mil, os leilões se multiplicavam no eixo Rio-São Paulo e frequentemente seus catálogos registravam a presença de raridades bibliográficas, mapas antigos e obras dos renomados pintores viajantes dos séculos dezoito e dezenove que reproduziram em óleos e aquarelas a inebriante natureza da terra brasiliensis. E os preços subiam constante e vertiginosamente à medida que as disputas se tornavam guerras entre os arrematantes, ao som das ávidas marteladas dos leiloeiros. E muitas vezes essas preciosidades tinham como “proprietários” ladrões refinados na arte de subtraí-las das coleções públicas em museus, bibliotecas e arquivos.

Laéssio começou furtando peças relativas à Carmem Miranda, revistas, fotos, discos, que guardava e vendia nas ruas do Rio de Janeiro e São Paulo, atividade que lhe proporcionou conhecer um contingente de colecionadores dispostos a pagar fortunas, num outro momento, por um pequeno desenho de Debret, Spix ou Rugendas, para ficar apenas nestes. A propósito, em 2008 publiquei, pela Gráfica Falcão, um conto com o título de “O autógrafo”, onde relatei estes momentos de delírio alucinatório em que mergulham os colecionadores.

Aqui cabe um questionamento: Quem é o maior criminoso? Quem furta para vender ou quem compra, sabedor da origem fraudulenta do objeto de desejo? Laéssio é um homem simples, sem posses, cujo amadorismo se vê estampado no seu rosto e linguajar. Ocorre que apenas ele está respondendo criminalmente pelas aventuras, ficando sem punição os adquirentes do malfadado espólio, ocultos pela posição social e econômica de que desfrutam.

Paradoxalmente, como consequência positiva desses atos de vandalismo, pode-se, a partir de agora, aprimorar-se os sistemas de segurança sobre os valiosos acervos das instituições que, em suma, pertencem ao povo brasileiro. Temos uma riqueza artística de grande porte, não apenas nos ambientes fechados dos museus e bibliotecas, mas também ao ar livre, nas praças, nas ruas, nos cemitérios. É urgente uma vigilância efetiva já que os métodos dos meliantes se repetem e são, com algumas exceções, os mesmos em todas as épocas e lugares do Brasil e do mundo, além do que depois do atual aparato tecnológico disponível, qualquer crime deste tipo não aceita mais o carimbo da impunidade.

Nos anos cinquenta, nos Estados Unidos, um jovem, talentoso falsificador, lesou empresas e bancos, públicos e privados, em muitos milhões de dólares. Polícias de vários Estados entraram em prontidão permanente para encarcera-lo, porém o gatuno insistia em brincar e escapar ao cerco, até que um triste incidente familiar o levou a entregar-se. Foi condenado e cumpria normalmente a pena quando recebeu na cadeia uma oferta de emprego honesto. Iria trabalhar para o governo americano, aplicando seus conhecimentos na apuração de fraudes bancárias e falsificação de cheques. Aceitou e tornou-se um dos mais destacados peritos do FBI. Depois de alguns anos de trabalho profícuo, aposentou-se. Hollywood produziu um belíssimo filme sobre o fato com Leonardo di Caprio na pele do falsário recuperado Frank Abagnale Junior.

Por que não tentar a mesma estratégia com o Laéssio? Ele é jovem, inteligente, autodidata, conhecedor de antiguidades, chegando a declarar, no documentário exibido pela Globo News, que o cheiro dos livros o transporta a regiões desconhecidas da mente. Ele demonstra amor pelo passado e tem prazer em manipular relíquias. Sobrevive na corda bamba, aproveitando-se do descaso pela vigia dos nossos tesouros abandonados, aliado ao delírio patológico dos que desejam possuir o proibido, distúrbio comportamental que pode ser vencido inclusive com o implemento de estudos especializados. Em sintonia com as instituições e sempre ao lado do bem, poderia tornar-se um fiel soldado na guarda, manutenção e divulgação dos acervos, parceiro na criação de sistemas de segurança de nossas reservas culturais. Know-how não lhe falta. É muito melhor uma inteligência dessa atuando em favor da sociedade num trabalho limpo, remunerado. E sem prejuízo do cumprimento das penas legais pelos erros cometidos, tudo direcionado para sua reabilitação e reinclusão social. Afinal, não é exatamente este o ideal da Justiça?

Lembrando o episódio Abagnale, há alguns anos um político baiano espertalhão declarou que o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil. Neste caso particular estou com os ianques.


Fernando Félix Carvalho

Entrevista: Conheça a escritora e poetisa gonçalense Janne Duarte

Na coluna “Entrevista”, a marca Diário da Poesia vai apresentar uma série de entrevistas com artistas de diferentes cantos do mundo. A primeira leva será com os colunistas do PORTAL e do JORNAL DIÁRIO DA POESIA, um meio no qual você, leitor, poderá conhecer aqueles que escrevem para você diariamente. (A ordem das entrevistas será alfabética).

Conheça a escritora e poetisa gonçalense Janne Duarte (colunista do Jornal Diário da Poesia)

Janne Duarte, é professora aposentada do Município de São Gonçalo, especialista em informática educativa, jornalista, cantora, escritora de livros didáticos e poeta. Membro efetivo da Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (AGLAC), membro Correspondente da Academia de Letras – Rio Cidade Maravilhosa (ALRCM), e da Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras (ADABL). Publicou seis livros, sendo três didáticos, dois de poemas, e em 2018 lançou LAÇOS, seu primeiro livro de Crônicas e reportagens.

Em qual momento da vida você percebeu que tinha gosto pela escrita?

Desde pequena eu gostava de ler e escrever. Inclusive minhas melhores notas na escola sempre foram na disciplina Português. Mais tarde já cursando e atuando no jornalismo acentuou meu interessem pela escrita. Eu posso dizer que escrever é a minha praia.

O que te motiva a escrever? Que tipo de texto gosta de escrever?

A vontade de me expressar através da palavra, do texto, seja qual for o gênero. Pode ser um poema, uma crônica, enfim, a produção do texto faz parte do meu cotidiano, e o que mais gosto é aquele texto que parte de um fato.

Quem é você artista? Quais os sonhos e metas?

Sou alguém que gosta de ler, pesquisar, observar as pessoas, as coisas da vida, de expressar emoções a partir das vivências, lembranças, externando sentimentos de alegria ou de dor. Sonhar para escrever sempre…

Sabemos que já lançou livro, fale-nos um pouco sobre ele e sobre esta experiência.

Tenho carinho por todos os meus livros, mas posso dizer que o mais recente, “LAÇOS”, lançado em 2018, foi um trabalho que reuniu Crônicas e Reportagens de 40 anos, e me reportou a infância, juventude, as redações de jornais onde trabalhei, tendo recebido da maioria dos leitores comentários construtivos. Uma experiência incrível.

O que espera atingir quando alguém lê os seus textos?

O que mais pode esperar um autor quando seu texto toca o coração das pessoas. Isso é tudo!

Planos para o futuro e forma de contato

Escrever sempre.

Janne Duarte (facebook) ou jsjsduarte@yahoo.com.br

Texto do nosso Presidente Décio Machado:


RECONHECIMENTO

PAI, MÃE! ATÉ BREVE.

Dos meus pais recebi A PRÓPRIA VIDA. Eles Cultivaram a criança existente em mim. Abriram as portas do meu futuro, iluminando meu caminho com luz. Trabalharam, sacrificando seus sonhos em favor dos meus. Eles não foram apenas pais, mas sim, grandes amigos. Divido com os meus progenitores os mistérios das minhas conquistas, porque elas lhes pertencem. Agora sinto as suas mãos carinhosas afagar os meus cabelos, deixo fluir esta emoção, num misto de alegria e saudade, porque o amor verdadeiro nunca morre. Perpetuarei as suas memórias e os seus princípios, pois tudo que me ensinaste é a base que sustenta a minha vida.

Adeus meus pais, até breve.


Décio Machado

Presidente da AGLAC

Exposição de Arte Virtual Coletiva EIXO 2019, que o Acadêmico Artista Visual Mauricio Duarte participa como expositor.

Exposição completa: http://www.eixoarte.com.br/expo/eixo21.html

Espaço do Artista Mauricio Duarte: https://www.eixoarte.com/mauricioduarte

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Lançamento do livro "NO LIMIAR DOS SONHOS . Trovas" do Acadêmico e Poeta Gilvan Carneiro da Silva realizado no dia 27 de abril de 2019 no Patronato em São Gonçalo - RJ

Convite para o lançamento do livro "NO LIMIAR DO SONHO . Trovas" do Escritor Gilvan Carneiro

O Autor Gilvan Carneiro com amiga no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com amigos no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com a Acadêmica e Poeta Marialice no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com amigas no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com a Acadêmica e Poeta Fátima Daniel no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com o Poeta Renato Cardoso no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com o Poeta Renato Alves no lançamento do seu livro

O Autor Gilvan Carneiro com amiga no lançamento do seu livro

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Literatura na Varanda chega a sua 12ª edição trazendo contação e palhaçaria

O projeto Literatura na Varanda realiza no dia 11 de maio (sábado) a sua 12ª edição, no Espaço Multi, a partir das 15 horas. O evento traz três atrações: apresentação de Cristina Pìzzotti, com a contação de histórias da obra “A Grande Fábrica de Palavras” (de Agnès de Lestrade); performance com a palhacinha Pimentinha, com Tainá Pimenta e lançamento do livro ” Laços” de Janne Duarte.

O projeto Literatura na Varanda foi iniciado em agosto de 2016, com iniciativa da jornalista, pesquisadora e escritora Tânia Ribeiro Roxo. Com enfoque na divulgação e fomento da produção literária, os eventos têm como objetivo criar discussões e análises coletivas sobre escritores e escritoras nacionais e internacionais.

A entrada é uma colaboração consciente livre, ou seja, cada um precifica o evento como desejar. Outras informações através do e-mail: taniarib71@gmail.com ou pelo número do WhatsApp: (21) 99117-1324. O ESPAÇO MULTI fica na Av. Amaral Peixoto, 96 – sala 403 – Edifício Borges – Centro – Niterói.

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Apresentação da Acadêmica e Escritora Janne Duarte, Tainá Pimenta e Jessica Santos.

Iliana Manhães (organizadora da antologia) entre as editoras Maria Regina Moura e Patrícia Custódio

Aconteceu na noite de 18 de junho de 2019, no Clube Central, na Praia de Icaraí, em Niterói/RJ, um festivo encontro para comemorar o lançamento de uma Antologia de poemas de duas irmãs (“As duas irmãs poetas”) e o aniversário de sua Organizadora (Iliana Manhães).


A obra “As duas irmãs poetas”, reúne poemas de Margarida Maria e Áurea Maria – uma homenagem in memoriam, por iniciativa de Iliana Manhães (filha de Margarida e sobrinha de Áurea).


As 3 filhas de Áurea: Tereza Maria, Flávia Cristina e Cássia Maria acompanhadas de muitos dos integrantes das respectivas famílias estavam presentes compartilhando da merecida homenagem recebida pela mãe poeta, Áurea Maria.

Um encontro de acadêmicos da Academia de Ciências e Letras de Maricá (Maria Regina Moura e Patrícia Custódio) e da Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (Maurício Antônio Veloso Duarte)

Crédito da foto: Janaina Leal

Maria Regina Moura recorda, com alegria, que fez o prefácio do 1º livro publicado por Margarida Maria (que assinava Margarida Manhães), “Brasões e Marmitas”, em 1985.


Num dado momento da festa, Iliana e Teresa declamaram belos poemas de Margarida e Áurea, respectivamente, e foram muito aplaudidas.

As duas irmãs poetas tiveram uma passagem de amplo sucesso por Niterói, nas décadas de 1980 e 1990; ambas com alguns livros publicados; com trânsito por vários Grupos Literários da cidade, sempre muito festejadas – o que ficou comprovado pelo numeroso grupo de amigos que compareceu ao lançamento para receber o livro – gentilmente ofertado e autografado por Iliana – e para abraçar os familiares das duas irmãs poetas.

Vale registrar as presenças de alguns (algumas) poetas e escritores (escritoras) que foram prestigiar o lançamento: Liane Arêas, Elenir, Maurício Antonio Duarte/Anuragi (integrante da Academia de Artes Ciências e Letras do Brasil e da Academia Gonçalense de Letras e Artes) e da grande poeta de Niterói, Solane Carvalho; além de Maria Regina Moura e Patrícia Custódio – estas duas últimas, poetas e também, editoras responsáveis pela Canteiros Editora.

As três filhas de Áurea: Flávia Cristina, Iliana Manhães (filha de Margarida e sobrinha de Áurea), Cássia Maria e Tereza Maria.

Crédito da foto: Patrícia Custódio


Iliana Manhães

Crédito da foto: Patrícia Custódio

Tereza Maria

Crédito da foto: Patrícia Custódio

Iliana Manhães com a família.

Crédito da foto: Patrícia custódio

O aniversário de Iliana foi muito festejado, com “parabéns” cantado por todos os presentes e com um tradicional e delicioso bolo; e a obra: “As duas irmãs poetas” – que é mais uma produção da Canteiros Editora – teve seu lançamento muito concorrido e comemorado com alegria por todos os presentes.

1° Concurso de Contos da AGLAC


tema livre . inscrição gratuita . âmbito nacional


Inscrições abertas do dia 01 de julho de 2019

até as 23:59 horas do dia 31 de julho de 2019



A AGLAC (Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências) orgulhosamente convoca todos os escritores, contistas e narradores para o Primeiro Concurso de Contos da AGLAC. Participe!


Inscrições realizadas através dos links abaixo:

https:// sites.google.com/view/aglac/

ou

http://www.efuturo.com.br/