Fernanda Borges nasceu no dia 2 de junho do ano de 1972, é carioca e seu time é o Fluminense, uma influência de seu pai.
Criada no subúrbio do Rio de Janeiro, desde criança já gostava de livros que envolvessem mistério e suspense, mesmo aqueles direcionados ao público infanto-juvenil. Porém, jamais imaginou que um dia fosse publicar um livro policial, até porque amava a literatura, tão somente na qualidade de leitora. Entre seus 20 e 30 anos de idade, escreveu poemas sobre personagens da mitologia grega, outra paixão, mas nunca pretendeu divulgá-los.
Já adulta e mãe de um adolescente, ela concluiu o curso de Direito em 2007. Foram cinco anos árduos de estudo, que lhe exigiram dedicação, tempo e muita leitura. Percebendo que também tinha facilidade para desenvolver textos e criar enredos, lançou a si mesma um desafio: escrever um romance policial instigante, repleto de reviravoltas, mistério e sensualidade, seguindo um estilo Basic Instinct, roteiro preferido da autora.
Fernanda, que sempre teve forte ligação com o Direito Criminal, encarou o desafio como lazer e surpreendeu-se com a trama que desenvolvia, de tão fluída que se tornava. O livro praticamente “se escrevia sozinho”, segundo palavras da própria. Ela recebeu críticas incentivadoras de pessoas que qualificaram a obra como algo que “não dá vontade de parar de ler”. Resumindo: os privilegiados que tiveram acesso à trama lhe disseram que Fernanda deveria publicá-la, pois a autora tem um talento inestimável e deveria compartilhá-lo com os demais. Foi no ano de 2010 que iniciou a obra, intitulada Orgasmos Fatais, e neste mesmo ano a concluiu, assim como sua pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal.
Em O Reverso do Destino, seu segundo romance policial, a autora mantém sua linha investigativa, só que desta vez alia certa dose de drama e a carga de suspense aumenta significativamente.
Quando o assunto é sobrenatural, Fernanda prefere tramas mais “enxutas” e nos brinda com seus contos eivados de terror psicológico, sempre nos fazendo refletir ao final de cada história, como acontece em O Suvenir da Iara e na presente obra, O Jogo do Copo.
Como a própria autora costuma dizer, enganar o leitor e deixá-lo feliz com isto, esta é a missão de quem escreve suspenses. Que sejamos todos deliciosamente enganados!