A consolidação da saúde digital como campo estratégico depende de formação qualificada e visão interdisciplinar. Ao integrar tecnologia, clínica, gestão e pesquisa, o Departamento reafirma seu compromisso com uma formação que dialogue com os desafios contemporâneos do SUS e da ciência global.
Valorizar a atuação das mulheres nesse contexto é reconhecer que inovação não se sustenta apenas em infraestrutura ou ferramentas, mas na diversidade de perspectivas que orientam decisões acadêmicas e tecnológicas.
Ao celebrar o Dia Internacional da Mulher, o Departamento de Informática em Saúde reafirma seu compromisso com a produção científica de excelência, a formação qualificada e a construção de soluções tecnológicas orientadas pelo interesse público. A presença feminina na saúde digital não é apenas um dado estatístico — é parte fundamental da consolidação de uma área que influencia diretamente o cuidado, a gestão e o futuro do sistema de saúde brasileiro.
Autor matéria: Andréa Pereira Simões Pelogi (Departamento de Informática em Saúde (DIS) da Escola Paulista de Medicina (EPM)/Unifesp).
Adaptação para divulgação científica: Andréa Pereira Simões Pelogi (Comunicação) .
Data de Publicação: 08/03/2026
Aviso: As informações apresentadas neste artigo têm caráter informativo e não substituem orientação profissional especializada. O Departamento de Informática em Saúde não se responsabiliza por eventuais erros ou interpretações incorretas do conteúdo divulgado.
[1] R. D. T. da Cunha, M. Dimenstein, and C. Dantas, “Desigualdades de gênero por área de conhecimento na ciência brasileira: panorama das bolsistas PQ/CNPq,” vol. 45, pp. 83–97, Nov. 2021, doi: 10.1590/0103-11042021E107.
[2] G. Olinto, “A inclusão das mulheres nas carreiras de ciência e tecnologia no Brasil,” vol. 5, no. 1, p. 1001, Jan. 2011.
[3] G. M. Keffer, Á. A. D. de Sousa, F. E. S. de Oliveira, M. J. da S. Magalhães, E. A. Oliveira, and H. M. Júnior, “Evaluation of Brazilian women’s participation in the CNPQ in the field of medical research,” Revista Brasileira de Educação Médica, doi: 10.1590/1981-5271v48.2-2023-0271.ing.
[4] “Androcentrism in the scientific field: Brazilian systems of graduate studies, science and technology as a case study,” Anais Da Academia Brasileira De Ciencias, vol. 95, no. 1, Jan. 2023, doi: 10.1590/0001-3765202320211629.
[5] C. Laurenti, L. S. de Jesus, L. N. Nogueira, S. C. de Sales, I. W. Risolia, and B. A. Strapasson, “Participação das mulheres em atividades acadêmico- científicas de Análise do Comportamento no Brasil,” vol. 27, no. 2, pp. 251–268, May 2019.
[6] TI Safe, "Mulheres na TI representam cerca de 20% dos especialistas da área no Brasil," TISafe Notícias, 23 de dezembro de 2025. Disponível em: https://tisafe.com/mulheres-na-ti-representam-cerca-de-20-dos-especialistas-da-area-no-brasil/
[7] WomenTech Network, "Women in Tech Stats 2026: Uncovering Trends and Unseen Data," 2026. Disponível em: https://www.womentech.net/women-in-tech-stats
[8] Observatório Softex, "W-Tech 2025: O Panorama da Participação Feminina no Setor de TICs," 2025. Disponível em: https://observatorio.softex.br/publicacao-geral/w-tech-2025-o-panorama-da-participacao-feminina-no-setor-de-tics/
[9] AIPRM, "100+ Women in Tech Statistics 2025 · AIPRM," 2025. Disponível em: https://www.aiprm.com/women-in-tech-statistics/
[10] WomenHack, "Women in Tech Statistics 2026 | Gender Gap Data, Pay Equity & Trends," 2026. Disponível em: https://womenhack.com/women-in-tech-statistics/
[11] M. V. Domiciano, "Mulheres na Tecnologia: Uma Análise Global e Brasileira da Representatividade e Desafios," Tech for Humans via Medium, 2025. Disponível em: https://medium.com/@TechforHumans/mulheres-na-tecnologia-uma-análise-global-e-brasileira-da-representatividade-e-desafios-cc8cebaf8c04