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Essas são as imagens emocionantes da tripulação que acaba de retornar da órbita lunar. Ao olharem para trás, o que viram não foi apenas um planeta, mas uma "bolinha de gude azul" suspensa na vastidão do vácuo — deslumbrante, porém profundamente frágil.
Assista, sinta a escala do nosso lar e responda ao chamado: o que você tem feito hoje pelo único lugar que podemos habitar?
Neste encontro do programa "Terra, Meu Amor", a arquiteta Regina Fittipaldi e o professor e terapeuta Kaká Werá unem seus olhares para uma reflexão profunda sobre Territórios, Saberes e Povos Originários, convidando o público a enxergar a terra não como um recurso a ser explorado, mas como um organismo vivo e sagrado que guarda a memória e a identidade de quem nela habita. Ao cruzar a visão da arquitetura consciente com a sabedoria ancestral, o diálogo revela como o reconhecimento dos saberes indígenas e a reconexão com nossas raízes são caminhos fundamentais para regenerar nosso sentimento de pertencimento e entender que o cuidado com o território é, em última instância, a preservação da própria vida e de nossa essência comum.
O que os povos indígenas têm a nos ensinar sobre a Casa Comum? Dani conversa com Daniel Munduruku, escritor e sociólogo indígena, sobre a profunda relação entre os povos originários e a Terra — não apenas como um território, mas como Mãe, ser vivo e sagrado. A visão indígena nos convida a repensar nossa forma de habitar o mundo: cuidar da Terra é cuidar de nós mesmos. Um bate-papo potente, sensível e necessário sobre espiritualidade, ecologia e pertencimento.
Até que ponto a população vai explorar recursos que não são renováveis?
Este vídeo é um chamado à reflexão. Nos convida a refletir sobre a união da sabedoria científica com a sabedoria ancestral para que possamos fazer a diferença para um mundo melhor!
Uma conversa inspiradora entre o líder indígena e Imortal da Academia Brasileira de Letras Ailton Krenak e o neurocientista Sidarta Ribeiro. A dupla debateu sobre as relações do seu humano com a Terra, os desafios da ciência e a urgência do reconhecimento da gravidade da situação do planeta.
‘Não temos planeta B’. É engraçadinho, mas parece que não está comovendo ninguém. [...] Por mais que eu seja capaz de imaginar um paraíso incrível trabalhado pela tecnologia, precisa ter rios, oxigênio, montanhas. E só a Terra produz isso. Tem que vir de dentro, afirmou Krenak.
Ailton Krenak alerta para a necessidade de aprender com a Terra como viver perante os desafios dos eventos climáticos extremos dos últimos anos. Cortante, como um mestre que não dá segunda prova, Aílton conta histórias sobre a fúria da mercadoria e distribui ideias para entender os sinais da Terra para que possamos adiar o fim do mundo.
Lixo Extraordinário é um filme brasileiro sobre o Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário da América Latina até 2012, localizado no Rio de Janeiro. O documentário mostra a vida das pessoas que trabalham no "lixão" e vivem da reciclagem, focando também na sustentabilidade social. Aborda os problemas na gestão de resíduos e os impactos do lixo na poluição do solo, da água e do ar. Além disso, traz para discussão as emissões de gases do efeito estufa.É feito por Vik Muniz, um artista que usa materiais reciclados em suas obras. E se você curtir essa pauta, tem outro filme produzido no mesmo local, chamado “Estamira”, que conta a história de uma mulher idosa com transtornos psicológicos, vale muito a pena!
Onde assistir: Netflix | Globo Play – Duração: 1h 38 min
Sabemos que o Oceano ocupa grande do planeta terra, nossa casa. Mas ficamos sabendo tudo o que acontece nele? O documentário Seaspiracy traz à tona a gravidade do que vem acontecendo no oceano.
São toneladas de restos de redes de pesca, as chamadas redes fantasmas, pesca excessiva e extrema poluição. Os mais impactados são os animais marinhos, que representam grande parte de toda a vida terrestre. Sem falar que baleias e golfinhos ajudam a absorver mais dióxido de carbono do que a floresta Amazônica e geram até 80% do oxigênio que respiramos.
Onde assistir: Netflix – Duração: 1h 30 min
O documentário Brave Blue World - A Crise Hídrica, fala sobre um problema ambiental que já foi tema de muitos filmes apocalípticos: a crise mundial de água. Mostra soluções em todo o mundo para administrar a água potável de forma sustentável. E não é só sobre os recursos de consumo da água, mas também serviços de saneamento e geração de energia. É um documentário inspirador que tem como protagonista um recurso indispensável para a nossa sobrevivência, a água. E conta com a presença de celebridades e ativistas como Matt Damon, Liam Neeson e Jaden Smith.
Onde assistir: Netflix – Duração: 50 min
O documentário apresenta imagens incríveis da natureza e dos animais em seus habitats naturais. Além disso, expõe como as mudanças climáticas podem impactar a vida de todos. O filme é um lembrete de que ainda dá tempo para começar a adotar medidas mais sustentáveis no dia a dia, como usar menos plástico. Ver todas as formas de vida no planeta e não refletir sobre o que está em risco é impossível. A primeira temporada tem 8 episódios, e acaba de ser lançada a segunda temporada, com 4 episódios inéditos.
Onde assistir: Netflix – Duração: 2 temporadas.
Solo Fértil (Kiss the Ground, em inglês) mostra como o cultivo e o uso de fertilizantes químicos e pesticidas no solo causam danos a todo um ecossistema. Os impactos são vistos na saúde e no clima do meio ambiente, na desertificação, escassez de água, derretimento de geleiras, diminuição da biodiversidade, entre outras pautas.
Mas nem só de problemas se faz um documentário, em contrapartida, são apresentadas soluções, como agricultura regenerativa, uma prática ética projetada para restaurar terras degradadas e facilitar a neutralização de carbono e redução de emissão dos gases de efeito estufa.
Onde assistir: Netflix
Talvez o futuro da humanidade dependa da nossa capacidade de lembrar daquilo que a Terra nunca esqueceu: como amar sem possuir, como cuidar sem dominar, como viver em harmonia. Reflexões filosóficas sobre a nossa mãe Terra, com a professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão.
O “Nossa Floresta JFSC” é um projeto da Justiça Federal de Santa Catarina que busca fomentar a cultura da sustentabilidade e o engajamento de seu público interno em ações ambientais. A iniciativa consiste em criar um registro georreferenciado e colaborativo de árvores nativas plantadas por magistrados, servidores, estagiários e terceirizados, formando uma “floresta” virtual que simboliza o compromisso da instituição com o meio ambiente. O projeto foi concebido como uma medida prática de conscientização e de compensação de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).
A sistemática do projeto funciona de forma interativa. Os participantes que plantam uma muda de árvore são incentivados a registrar a ação. Por meio de um QR Code, eles acessam um formulário online onde enviam uma foto da árvore plantada, a sua localização exata (obtida pelo recurso “Plus Code” do Google Maps), o seu nome e a espécie da árvore. Com os dados recebidos, a Seção de Sustentabilidade alimenta um mapa customizado no Google Maps, marcando cada árvore com a foto, a espécie e o nome do seu “padrinho” ou “madrinha”.
O “Nossa Floresta JFSC” foi planejado para ser contínuo e escalável, com a possibilidade de expansão para todas as Subseções Judiciárias do Estado, criando um mapa unificado. Anualmente, os participantes podem enviar novas fotos de “suas” árvores, permitindo acompanhar o crescimento da floresta. Embora, em um primeiro momento, a iniciativa tenha um caráter de registro interno, ela permite a construção de um valioso cadastro de dados que, futuramente, poderá servir de base para o registro formal das árvores em sistemas de compensação de emissões.
Já imaginou encontrar paisagens naturais que, quando unidas, formam o seu nome?
Uma nova ferramenta da NASA permite que você soletre qualquer nome a partir de imagens reais captadas por satélites do planeta Terra.
Lançada em comemoração ao Dia da Terra (22 de abril), a ferramenta “Your Name in Landsat” utiliza registros visuais de rios, mares, plantações, florestas, ilhas e outras formações naturais vistas de cima que se assemelham a letras para formar palavras. A base de dados vem do programa Landsat, fruto de uma parceria entre a NASA e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Para usar a ferramenta online, basta entrar no site do projeto e inserir a palavra desejada na caixa de texto. O resultado será um conjunto de imagens de várias regiões do mundo todo formando o termo digitado – junto com o nome e as coordenadas do local apresentado em cada imagem.
De Carlos Drumond de Andrade
Justiça Restaurativa e conflitos socioambientais
Autor: Ana Carla de Albuquerque Pacheco
Wayrakuna: indígenas mulheres polinizando a vida e semeando o Bem Viver
Organizadoras: Aline Ngrenhatabare Kaxiriana Lopes Kayapó, Jamille da Silva Lima-Payayá, Arlete M. Pinheiro Schubert-Tupinambá
Caminhos para a cultura do Bem Viver
Autor: Ailton Krenak
A Árvore Que Segura o Céu
Autora: Aline Ngrenhtabare Lopes Kayapó
Ideias para adiar o fim do Mundo Autor: Ailton Krenak
Os Herdeiros de Jurema
Autor: Eva Potiguara
A terra uma só (Yvy Rupa)
Autor: Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua
O que falam as águas?
Autor: Ezequiel Vitor Tuxá
"Mãe Terra Respira" do artista Nadir Aruê, parte de seu repertório focado em espiritualidade, natureza e cantos da floresta. A obra reflete temas de proteção e conexão com o coração da terra.
Consuelo de Paula possui uma série de composições e poemas dedicados às árvores, presentes em especial no seu projeto "Beira de Folha". Suas letras exploram a conexão espiritual com a natureza, a passagem do tempo e a busca pela essência.
Música tradicional Indígena pataxó. Uma das ferramentas de fortalecimento da nossa cultura.
Este vídeo mostra um pouco das músicas e costumes indígenas Gurani Mbya, da Aldeia Sapukai - Angra dos Reis/RJ. Apresenta o Xondaro, dança do homens guerreiros e Tangará, dança das mulheres guardiãs da aldeia, além de músicas indígenas inspiradas pelos jovens.
Esta música é um chamado ao respeito pelos povos indígenas, suas culturas, seus saberes e sua ligação sagrada com a natureza.
Esse vento vem lembrando que nós todos somos UM.
Música recebida por Ale de Maria.
Tom Jobim foi inovador. Suas letras são defesas contundentes da preservação da natureza. Borzeguim é apenas um dos exemplos do talento e das suas preocupações ambientais.
Beto Guedes interpreta a letra de Ronaldo Bastos nessa canção em tom de manifesto pela preservação do planeta.
Nesta canção, composta em parceria com Aguinaldo Batista, Luiz Gonzaga mostra que ele também se preocupava com as questões ecológicas.
Composta pelo paraibano Chico César, essa canção exalta o Povo Xavante
Chico Buarque nesta belíssima canção faz uma verdadeira homenagem aos pássaros do Brasil.
Em Capim, Djavan canta a natureza brasileira de norte a sul.
Gilberto Gil se coloca diante da natureza para entender e admirar os ciclos naturais da vida que se dão com a passagem do tempo
Em Oricuri, João do Vale vai mostrando como um sertanejo, muitas vezes sem ser alfabetizado, tem a enorme capacidade de ler a Natureza.
Canção de protesto que contrasta a vida indígena em harmonia com a natureza no passado com a marginalização atual.
Pepeu Gomes nesta música critica a destruição ambiental e a falta de sensibilidade humana.
"Jardim dos Animais", interpretada por Fagner e composta com Fausto Nilo, é uma canção que contrasta a busca por um amor idílico ("fazer amor no paraíso") com a destruição e violência do mundo moderno.
"Forever Green", composta por Tom Jobim com seu filho Paulo Jobim para a ECO-92, é um apelo urgente e ecológico pela preservação da natureza
"Passarinhos", de Emicida com participação de Vanessa da Mata, aborda o cansaço na vida moderna, o desgaste emocional e a busca por refúgio afetivo em um ambiente hostil.
Esta canção de Guilherme Arantes é um verdadeiro manifesto pela preservação da água
"A Língua dos Animais", de Marisa Monte, em parceria com Arnaldo Antunes e Dadi explora a conexão instintiva e sensível entre o ser humano e a natureza.
O cantor e compositor Nando Reis e o compositor-letrista Carlos Rennó - criaram a Canção PraAmazônia: um manifesto poético-musical em vídeo em defesa da maior floresta tropical do mundo.
Desenvolvido por membros do Grupo de Trabalho, incluindo profissionais, acadêmicos, organizações comunitárias, defensores do meio ambiente, reguladores, formuladores de políticas e indivíduos, o Guia de Práticas reúne princípios e conselhos práticos, ferramentas e percepções do mundo real para apoiar respostas restauradoras a danos ambientais.
A Justiça Restaurativa aplicada às questões ambientais e socioambientais: práticas autocompositivas para a construção de cidades equilibradas
Artigo de Renata Sanches Guidugli Gusmão, pagina 137
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