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Projeto Pedagógico

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

 PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE PSICOLOGIA


Projeto elaborado para implementação do Curso de Psicologia do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes da UFAL, objetivando sua adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais.

 

Equipe de elaboração: Professores e Alunos do Curso de Psicologia.


MACEIÓ - 2006


IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

NOME DO CURSO: PSICOLOGIA

TÍTULO OFERTADO: PSICÓLOGO

PORTARIA DE RECONHECIMENTO: O Curso foi reconhecido em 22/03/2000 pela Portaria Nº. 385 em conformidade com o Parecer Nº. 229/2000 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. O seu reconhecimento foi renovado em 07 de junho de 2002 através da Portaria Nº. 1682 conforme os Pareceres Nº. 1313/2001 e Nº. 158/2002 publicados no Diário Oficial da União de 10 de junho de 2002.

 

TURNO: Matutino

 

CARGA HORÁRIA: 4.000 horas

 

DURAÇÃO: Tempo mínimo: 5 (cinco) anos; Tempo máximo: 8 (oito) anos.

 

Nº. DE VAGAS: 40 vagas anuais.

 

PERFIL: Profissional comprometido com a educação integral e a formação do cidadão, com a promoção da saúde nos diversos níveis de atuação, capaz de compreender e intervir na estrutura e funcionamento da sociedade, com abordagem pluridisciplinar e visão histórica, ética e política, bem como profissional atento à constituição e estruturação do sujeito psíquico, seus padecimentos e meios de conquista da saúde. Profissional orientado à pesquisa e à articulação entre teoria e prática, comprometido com a investigação científica crítica e com a produção de conhecimento, capaz de questionar e promover transformações sociais, bem como o desenvolvimento de sua própria área de saber.

 

CAMPO DE ATUAÇÃO:

§      Organizações governamentais e não-governamentais; centros comunitários, movimentos sociais, empresas e indústrias;

§      Instituições educacionais (escolas, universidades, creches, orfanatos, centros de pesquisas);

§      Instituições de saúde (ambulatórios, unidades de saúde, clínica e hospitais);

§      Institutos de pesquisas.

 

COLEGIADO DO CURSO

O Colegiado de Curso funciona de acordo com o Regimento do Instituto de Ciências Humanas, Comunicações e Artes. O Capítulo V, Seção II do Estatuto e Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, apresenta o item “Dos Colegiados de Cursos de Graduação”. Nesta Seção, no Art. N. 25, o Colegiado de Curso é definido como órgão vinculado à Unidade Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico do Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo constituído por:

I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;

II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;

III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.

 

O coordenador e o vice-coordenador do curso fazem parte do colegiado e são eleitos pelos docentes que o integram.

No Art. N. 26 são apresentadas as atribuições do Colegiado de Curso:

I.                                          coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;

II.                                       coordenar o processo de ensino-aprendizagem, promovendo a integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;

III.                                     coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem necessárias;

IV.                                    colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.                                       exercer outras atribuições compatíveis.


SUMÁRIO

 

INTRODUÇÃO/HISTÓRICO DO CURSO .......................................................................... 06

JUSTIFICATIVA ........................................................................................................ .............08

OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................................................09

PERFIL DO EGRESSO............................................................................................................09

PERFIL GERAL

PERFIL ESPECÍFICO

COMPETÊNCIAS/HABILIDADES.............................................................................. 10

ÊNFASES........................................................................................................................ 12

MATRIZ CURRICULAR.............................................................................................. 15

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ORDENAMENTO CURRICULAR

FLUXOGRAMA CURRICULAR

SERVIÇO DE PSICOLOGIA

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO............................................................... 50

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................................. 51

 

SISTEMA DE AVALIAÇÃO ..................................................................................... .............53

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................................................55

ANEXO - RELAÇAO DOS PROFESSORES DO CURSO


INTRODUÇÃO / HISTÓRICO DO CURSO

 

A idéia de criação do Curso de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas surgiu em 1969, quando o professor Dr. Gilberto de Macedo, em reunião departamental, encaminhou a primeira proposta de grade curricular para um Curso de Psicologia. Embora tenha sido aprovada, a proposta não reuniu os elementos necessários para a sua concretização.

Somente a partir de 1985, com a criação do I Curso de Especialização em Psicologia Social por um grupo de professores com formação em Psicologia, vinculados ao Departamento de Ciências Sociais, foi retomada a idéia de criação do Curso de Psicologia na UFAL e, posteriormente, fortalecida com a realização do II Curso de Especialização em Psicologia Social (1990). Duas razões principais justificavam a criação do Curso de Psicologia: (1) oferecer à comunidade alagoana um Curso de Psicologia em uma universidade pública; (2) formar psicólogos no Estado com uma orientação psicossocial. As evidências dessas demandas encontram-se registradas no Projeto Pedagógico do Curso de Psicologia.   

Em agosto de 1993, a proposta concretizou-se e o Curso estava criado. Encontros relevantes validaram o Projeto Pedagógico do Curso que foi amplamente discutido com a comunidade acadêmica e profissionais da Psicologia, no I Fórum sobre a Criação do Curso de Psicologia na UFAL, em 1996 e, posteriormente, no II Fórum do Curso de Psicologia, realizado em novembro de 2004. Esse último foi organizado com o intuito de sistematizar as discussões a respeito da reforma curricular, que culminou no presente projeto pedagógico.

Nesse sentido, desde a criação do Curso, esteve presente não só a preocupação na formação de um profissional generalista como, também, a orientação à investigação dos fenômenos sociais e preocupação em responder às demandas da realidade alagoana. Dessa forma, permanecem coerentes e atuais esses princípios, sendo reafirmados na presente proposta. A maior dificuldade encontrada na materialização dessa intencionalidade esteve relacionada à experiência de pesquisa no Curso, visto que o quadro reduzido de professores determinou a inserção de um número reduzido de alunos na prática investigativa. Entretanto, as experiências de extensão foram maiores e melhor viabilizadas ao longo do curso. 

A proposta da criação do Curso de Psicologia se insere, e está em consonância, com discussões e reflexões que os psicólogos já vinham fazendo nacionalmente e estão presentes, principalmente, nas diretrizes apontadas na Carta de Serra Negra, elaborada no Encontro Nacional com gestores de cursos de Psicologia e Conselho Federal de Psicologia, de 31/07 a 02/08 de 1992 na cidade de Serra Negra, São Paulo.

Os princípios expostos na Carta de Serra Negra defendem um redirecionamento na formação do psicólogo brasileiro no sentido de desenvolver a consciência política de cidadania e o compromisso com a realidade social e a qualidade de vida; desenvolver a construção do conhecimento por meio de uma postura crítica, investigadora e criativa, fomentando a pesquisa num contexto de ação-reflexão-ação, bem como viabilizando a produção técnico-científica; desenvolver a formação básica pluralista fundamentada em discussões epistemológicas, éticas e políticas, visando à consolidação de práticas profissionais, conforme a realidade sócio-cultural, adequando o currículo pleno de agência formadora ao contexto regional. Conhecimento que deve primar pelo senso crítico a fim de privilegiar também o estudo e o debate sobre os saberes teóricos mais abrangentes da pesquisa científica, saberes que possibilitem a compreensão da realidade local.

A formação do psicólogo brasileiro está inserida nas discussões presentes nas produções acerca da História da Psicologia, principalmente nos trabalhos de Pessotti, (1988); Massimi, (1990); Maluf, (1996; 1999); Antunes, (1999) e da história da sociedade brasileira. A regulamentação formal dos cursos e da profissão ocorreu em 1962, com a Lei Nº. 4.119, que privilegiava as áreas básicas e experimentais da formação fixadas no currículo mínimo. Esse modelo de formação hegemônico ganhou novo impulso com a criação do Conselho Federal de Psicologia - CFP e Conselhos Regionais de Psicologia – CRP, Lei Nº. 5.766, de 20 de dezembro de 1971. Período esse, marcado pelo autoritarismo político e repressão cultural que permanece até o início dos anos de 1980. É esse contexto histórico que marcou a formação dos profissionais e pesquisadores brasileiros.

Com a articulação de diversos movimentos sociais e a conseqüente abertura política, ocorreram diversas iniciativas de transformações sociais. A psicologia inseriu-se nesse contexto e repensou criticamente sua formação profissional, por exemplo, o movimento já citado, Encontro de Serra Negra em 1992. A preocupação da psicologia orientou-se, a partir daí, para a realidade desigual e injusta da sociedade brasileira em que a maioria da população encontrava-se excluída de exercer sua cidadania e da participação na aquisição de bens de consumo.

Algumas publicações do CFP, que resultaram de pesquisas subsidiadas por esse órgão, procuraram conhecer e traçar um perfil do profissional de sua formação nas mais diferentes áreas de atuação e dos problemas enfrentados por ele. As publicações: "Quem é o psicólogo brasileiro?" (CFP, 1988), "Psicólogo Brasileiro: construção de novos espaços" (CFP, 1992) e "Psicólogo Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação" (ACHCAR, 1994) retratam a realidade profissional brasileira, ao final da década de 1980 e início da década de 1990. Junto com a Carta de Serra Negra, estes estudos subsidiam novas reflexões e referendam novas práticas profissionais. Entretanto, somente em 1996, os currículos começaram a se adequar, para atender as exigências da - Lei Nº. 9394 (Lei Darcy Ribeiro Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira) que substitui os currículos mínimos por diretrizes curriculares gerais e dá às Universidades autonomia para fixar seus currículos.

A partir de então, foram criadas as Comissões de Especialistas, pela Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação, que em 1997 e 1998 passaram a coordenar um amplo debate sobre a formação profissional, o qual culminou com a elaboração das Diretrizes Curriculares para os cursos de graduação em psicologia aprovadas e homologadas pelo Conselho Nacional de Educação na Resolução N º 8, de 7 de maio de 2004.

 

JUSTIFICATIVA

 

O colegiado do curso de Psicologia considera fundamental a realização de sua reforma curricular, focalizada nos seguintes tópicos: adequação dos conteúdos das disciplinas; distribuição eqüitativa das disciplinas nos diferentes núcleos de formação; atendimento efetivo às demandas de investigação e intervenção sociais; articulação vertical e horizontal entre os conteúdos das disciplinas; articulação teoria e prática; integração ensino-pesquisa-extensão; flexibilidade curricular. Tais princípios são derivados dos seguintes fatores:

§      Atendimento às três avaliações internas do curso ocorridas após sua implantação, as quais fomentaram várias reflexões que indicam: insatisfação docente e discente em relação à atualização dos conteúdos programáticos das disciplinas; a necessidade de um maior número de atividades práticas envolvendo estágios, pesquisa e extensão; a necessidade de redução nas cargas horárias de algumas disciplinas; entre outras.

§      Atendimento às exigências dos pareceres do MEC para renovação do reconhecimento do curso: Parecer Final de 11 de janeiro de 2002 – processo nº. 23000.010971/2001-52 MEC/SESu/DEPES/CGAES, p.27 e Parecer Final de 26 de setembro de 1999 - processo nº. 23010000907/98-60, p.23 nos quais se recomenda que “O Projeto Pedagógico do Curso de Psicologia necessita de significativo aprimoramento”, ou seja, 1- revisão das ementas, objetivos, conteúdos programáticos e bibliografia; 2- identificar as atividades acadêmicas desenvolvidas pelos alunos durante o curso; 3- identificação e detalhamento da distribuição da carga horária das disciplinas em função das atividades práticas e teóricas; 4- garantia da formação de pesquisador; 5- processos psicológicos básicos; 6- revisão da grade curricular; 7- há sobreposição de conteúdos e 8- aluno de bacharelado cursa disciplinas de exame e aconselhamento, já no segundo ano que, deveria ser para a formação e privativo do psicólogo.

§      Atendimento aos princípios comuns de formação da graduação da UFAL-PROGRAD presentes nas Diretrizes para a Política da Graduação na UFAL para a adequação dos currículos dos cursos: articulação entre teoria e prática; flexibilidade curricular; interdisciplinaridade; articulação entre ensino, pesquisa e extensão.

 

OBJETIVOS DO CURSO

 

Objetivo Geral

Formar psicólogos com capacidade crítico-reflexiva, fundamentados teórica e metodologicamente para atuarem em diferentes contextos sócio-culturais, comprometidos com a ética, com a promoção de saúde integral e com o desenvolvimento do conhecimento psicológico.

 

Objetivos Específicos

1.      Construir, desenvolver e difundir o conhecimento científico em Psicologia, de modo a promover a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos na comunidade.

2.      Aperfeiçoar e elaborar instrumentos teórico-metodológicos que facilitem a compreensão do ser humano, subsidiando a prática profissional.

3.      Compreender o fenômeno psicológico em suas interfaces com os fenômenos biológicos, educacionais e sócio-culturais.

4.      Atuar frente a problemas em diferentes contextos atendendo às necessidades sociais, aos direitos da cidadania e às políticas públicas educativas e de saúde.

5.      Desenvolver a consciência ética na produção e divulgação da pesquisa, nas relações intra e interprofissionais e com a população assistida.

6.      Exercer a autonomia, para o aprimoramento e capacitação contínua.

 

PERFIL DO EGRESSO

 

Perfil Geral

Formação generalista – capacidade de articulação de conhecimentos, competências e habilidades que levem em consideração a complexidade do que se conhece por realidade.

Formação científica, crítica e reflexiva – apreensão de uma postura consciente e responsável quanto à utilização de métodos e técnicas científicas, à avaliação e à produção de conhecimentos da Psicologia.

Formação interdisciplinar – estabelece a necessidade de interfaces com outros saberes e profissões para a compreensão dos fenômenos humanos, decorrentes do reconhecimento das especificidades e limites da prática psicológica.

Formação pluralista - implica no reconhecimento e na análise comparativa da diversidade de sistemas psicológicos — fundamentação teórica, metodológica e epistemológica — garantindo ainda a reflexão sobre os efeitos particulares das práticas decorrentes de cada uma dessas articulações conceituais.

Autonomia – desenvolvimento da capacidade de busca e uso de conhecimentos produzidos pela ciência psicológica e por diferentes áreas relacionadas ao objeto da profissão. Neste sentido, garantindo atualizações e aprendizagens constantes e de forma autônoma.

 Compromisso ético – desenvolvimento da reflexão crítica às conseqüências individuais e coletivas das intervenções profissionais; da produção de conhecimentos psicológicos e sua transmissão; e da conduta profissional pautada pelos referenciais legais e éticos da categoria.

Compromisso político-social - uma formação fundamentada na dimensão sócio-histórica e cultural; voltada para as necessidades da população e para a melhoria das condições de vida.

 

Perfil Específico

 

Profissional comprometido com a educação integral e a formação do cidadão, com a promoção da saúde nos diversos níveis de atuação, capaz de compreender e intervir na estrutura e funcionamento da sociedade, numa abordagem pluridisciplinar e numa visão histórica, ética e política, bem como profissional atento à constituição e estruturação do sujeito psíquico, seus padecimentos e meios de conquista da saúde. Atento à pesquisa e ao desenvolvimento dos referenciais teóricos que utiliza na prática profissional, comprometido com a investigação científica crítica e com a produção de conhecimento capaz de questionar e promover transformações sociais, bem como o desenvolvimento de sua área de saber.

 

COMPETÊNCIAS / HABILIDADES

 

As Competências e Habilidades aqui apresentadas são básicas e articulam-se de forma mais precisa ao Núcleo Comum do curso. As novas diretrizes curriculares para os cursos de Psicologia no Brasil, afirmam o seguinte, no que tange às competências[1] almejadas ao profissional de Psicologia:

Art. 8o. – As competências reportam-se a desempenhos e atuações requeridas do formado em Psicologia, e devem garantir ao profissional um domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de vida. São elas:

a)      Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos.

b)      Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os agentes sociais.

c)      Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo.

d)      Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa.

e)      Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência.

f)       Avaliar problemas humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos.

g)      Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e sócio-culturais dos seus membros.

h)      Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar.

i)        Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional.

j)        Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara.

k)      Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;

l)        Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação.

m)    Apresentar trabalho e discutir idéias em público.

n)      Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.

Estas competências básicas devem apoiar-se nas habilidades abaixo relacionadas, de acordo com o Artigo 9 das Diretrizes Curriculares para os Cursos de Psicologia:

a)  Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros, manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais e eletrônicos.

b)  Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da Psicologia.

c)  Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica.

d)  Planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes finalidades e em diferentes contextos.

e)  Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais.

f)   Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos.

g)  Utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática para a análise e apresentação de dados e para a preparação das atividades profissionais em Psicologia.

 

ÊNFASES

 

As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia ─ CNE/CES, Resolução N º 8, de 7 de maio de 2004 ─ contemplam uma formação ampla do psicólogo e definem Eixos Estruturantes que garantem “a congruência dos cursos e devem explicitar seus pressupostos e fundamentos epistemológicos e históricos, teórico-metodológico, de procedimentos, interfaces e práticas bem como garantir a assimilação de conhecimentos já sedimentados no campo da Psicologia”. (p.2). Além disso, as diretrizes visam promover a identidade nacional dos cursos de Psicologia, o que se faz garantir pelo Núcleo Comum, (arts. 6 e 7, p. 8), ou seja, conjunto de competências básicas que garantam “o domínio de conhecimentos psicológicos e a capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e intervenção em processos psicológicos”. (p.2)

Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais, os cursos de graduação em Psicologia devem contemplar, ao menos, duas ênfases curriculares para a integralização dos perfis formativos: geral e específicos (art. 11, § 3º, p. 9).

Compreende-se Ênfase Curricular como “ênfases amplas e abrangentes”, respeitando as singularidades institucionais, a formação dos professores que compõem o curso da UFAL, as vocações e demandas específicas advindas da comunidade em geral, e da acadêmica em especial e articuladas aos contextos regionais. As ênfases não podem configurar terminalidades em si mesmas, visto que caracterizariam especializações precocemente estabelecidas para a graduação em psicologia, segundo proposta de abertura do Parecer 0062/2004, Art. 12 §1º, [2]º.

Dessa forma, o curso de Psicologia da UFAL oferece duas ênfases e os alunos terão a oportunidade de optar por uma delas, integralizando sua formação de acordo com o perfil desejado. As ênfases são as seguintes:

 

 

 

ÊNFASE 1: Psicologia e Saúde

Tem como objetivos: Problematizar o conceito de Saúde. Conhecer e diagnosticar necessidades de intervenção em diversos contextos onde ocorrem ações de saúde, em seus diferentes níveis – primário, secundário e terciário. Desenvolver a capacidade de planejar, executar e avaliar intervenções, apoiadas, de forma crítica e auto-crítica,  em teorias e técnicas psicológicas, buscando a superação de problemas e dificuldades que comprometem a saúde. Promover a saúde e a qualidade de vida em diferentes contextos nos quais tais ações possam beneficiar indivíduos, grupos, organizações e comunidades.

 

Competências específicas[3]:

1.    Refletir e analisar, de forma crítica, os diversos conceitos de Saúde.

2.   Analisar diferentes contextos voltados para a prestação de serviços em Saúde como requisito para planejar intervenções que equacionem os problemas detectados.

3.   Trabalhar em equipes multiprofissionais, implementando políticas públicas voltadas para a consolidação de novos modelos de atendimento em saúde.

4.   Realizar acompanhamento psicológico, aplicar técnicas grupais e implementar programas de saúde a fim de superar os problemas e dificuldades que comprometem a saúde.

5.   Atuar no campo da saúde implementando os procedimentos terapêuticos, o atendimento, o acompanhamento e a orientação a crianças, adolescentes, adultos e idosos.

6.   Problematizar as relações entre teoria e prática.

7.   Refletir e analisar de maneira crítica as implicações éticas e políticas das diversas ações no campo da saúde.

 

 

ÊNFASE 2: Psicologia e Processos Sócio-Culturais

Objetiva: Problematizar o conceito de Social e Cultural. Analisar criticamente contextos sócio-culturais de diferentes naturezas, diagnosticando necessidades de intervenção como base para o planejamento, execução e avaliação de ações e procedimentos que, apoiados em teorias e técnicas psicossociais e de campos afins, sejam capazes de compreender problemas que afetam o quotidiano e geram conseqüências para os indivíduos e grupos, buscando contribuir para o aprimoramento contínuo dos processos sócio-culturais. Questionar e desenvolver reflexões acerca das diversas relações entre teorias e práticas, buscando compreender proximidades e distanciamentos com as realidades encontradas nos contextos específicos de atuação; bem como promover e problematizar o diálogo com áreas diversas.

 

Competências específicas:

1.   Refletir e analisar de forma crítica os diferentes conceitos de Social e Cultural.

2.   Atuar de forma integrada em equipes multiprofissionais em diferentes contextos sócio-culturais.

3.   Elaborar, implementar e acompanhar políticas públicas, visando melhorar a inter-relação pessoa e contexto sócio-cultural.

4.   Analisar, diagnosticar e intervir nos diferentes contextos sócio-culturais responsáveis por dificuldades de atendimento a pessoas e grupos em situações de risco.

5.   Avaliar, a partir da atuação em contextos sócio-culturais,  processos de intervenção psicológica.

6.   Analisar de maneira crítica as implicações teóricas, ontológicas, epistemológicas, éticas e políticas das diferentes abordagens psicológicas.

 

 


MATRIZ CURRICULAR

 

A composição da presente matriz curricular reflete diferentes aspectos referidos durante a elaboração desse projeto político-pedagógico. Isto é, ela procura contemplar questões que estão presentes desde os primeiros momentos quando se projetava a criação do curso de psicologia na UFAL, os objetivos desse curso, assim como aquelas questões que justificaram a necessidade dessa reforma curricular. Nesse sentido, sua configuração remete-se ao objetivo da formação de psicólogos comprometidos com a realidade sociocultural e com o universo das questões pertinentes à saúde humana, visto ser-lhes viabilizado uma construção de conhecimento pluralista, a partir de sua passagem por discussões temáticas diversas e amplas; remete-se, ainda, ao requisito da sua preparação para atividade da pesquisa. 

A configuração dessa matriz curricular também procura atender aos tópicos que fundamentaram as necessidades de uma reforma curricular, que são em síntese: adequação dos conteúdos e distribuição das disciplinas ao longo das etapas de formação, a articulação entre teoria e prática, integração ensino-pesquisa-extensão e flexibilidade curricular. Referidos tópicos, vale salientar, foram manifestados como encaminhamento para soluções de problemas detectados a partir de avaliações internas, para atender exigências apresentadas em pareceres do MEC para renovação do reconhecimento do curso e, ainda, para atender aos princípios de formação da graduação, segundo diretrizes políticas da UFAL-PROGRAD.

Com esses pressupostos situados, elaborou-se a presente matriz curricular, considerando o empenho dos setores competentes no sentido de, por um lado, compor uma identidade nacional da formação de psicólogos e, por outro, favorecer a pertinência de que essa formação também inclua possibilidades de adequação com as características de cada região. Nesse sentido, o Núcleo Comum e os Eixos Estruturantes foram aqui retomados como referências para organizar os ideais investidos na disposição das disciplinas ao longo do curso. Isto porque essas duas referências gerais promovem um diálogo entre o que deve ser preservado - nessa conquista da identidade nacional - e o que deve ser inovado - para contemplar as especificidades dessa formação na UFAL. Isto é, compreendeu-se que a definição de cada Eixo Estruturante permite que se apreenda uma macroestrutura temática que deve corresponder a requisitos gerais da formação de psicólogo no Brasil, sem, contudo indicar de forma pré-estabelecida como se construir essa macroestrutura e dessa forma permitir que cada instituição de ensino imprima os seus traços distintivos. 

De acordo com essa compreensão, o Quadro I apresenta a configuração da presente proposta de matriz curricular, descrevendo cada disciplina e respectivas ementas relacionadas ao eixo estruturante em que ela se define. Neste sentido, a inserção das disciplinas nos diferentes eixos estruturantes traduz uma decisão conjunta dos autores do presente projeto, que primam por uma interpretação e entendimento na construção de propósitos, próprios dessa formação na UFAL. Com isto, admite-se que a relação disciplinas e eixo estruturante, na forma como foi proposta aqui, teve como critério a coerência com os objetivos da formação nesta instituição.

Vale destacar que os Eixos Estruturantes articulam-se nos diferentes semestres (de acordo com o Quadro I). Ou seja, os Eixos traduzem articulações entre si e entre as disciplinas e não uma série linear de disciplinas. Em cada semestre os Eixos são constituídos por diferentes disciplinas e possuem uma dimensão transversal no curso.

Em consonância com as Diretrizes Curriculares, seis eixos norteiam o caminho da formação de psicólogos na UFAL e neles as disciplinas se distribuem da seguinte forma:

 

 

 

 


Quadro I: Caracterização dos Eixos Estruturantes e articulações com as Ementas das Disciplinas:

 

Eixos Estruturantes

Caracterização

Disciplinas

Ementa

Fundamentos Epistemológicos e Históricos

Trata-se de eixo que permite ao formando o conhecimento das bases epistemológicas presentes na construção do saber psicológico, desenvolvendo a capacidade para avaliar criticamente as linhas de pensamento em Psicologia.

Psicologia: Ciência e Profissão

A psicologia como ciência: o surgimento do fenômeno psicológico na Era Moderna; as condições sócio-culturais para o surgimento da psicologia como ciência independente a partir do século XIX; principais escolas e seus objetos de estudo. A psicologia como profissão: o saber/fazer em psicologia; principais áreas e campos de atuação; a diversidade na psicologia.

Teorias e Sistemas Psicológicos I

A constituição da psicologia como ciência autônoma. Os primeiros sistemas teóricos da Psicologia: o associacionismo, o estruturalismo, o funcionalismo. Gestalt e Behaviorismo. A Psicologia dos Povos de Wundt.

Teorias e Sistemas Psicológicos II

Panorama descritivo dos objetos, métodos, conceitos e aplicações da Psicologia de acordo com as diversas teorias psicológicas contemporâneas.

Fundamentos Teórico-Metodológicos

 

Garantem a apropriação crítica do conhecimento disponível, assegurando uma visão abrangente dos diferentes métodos e estratégias de produção do conhecimento científico em Psicologia.

Metodologia Científica

 

Conceituação de método, técnica e pesquisa. Planejamento de pesquisas. Leitura e preparação de textos técnicos. Normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Informática aplicada à metodologia científica. Estrutura de Ensino, Pesquisa e Extensão do curso de Psicologia da UFAL.

Metodologia da Pesquisa Psicológica

Produção de conhecimento científico em Psicologia e suas implicações epistemológicas, filosóficas e sociais. Modalidades de Pesquisa. Introdução aos métodos quantitativos e qualitativos. Ética na pesquisa com seres humanos.

Teorias da Subjetividade I

Discussão de conceitos: sujeito, subjetividade e personalidade. A constituição do sujeito psíquico. Introdução às teorias da Personalidade. A Teoria do Sujeito na concepção psicanalítica. A Teoria do Sujeito na concepção da Psicologia Analítica.

Psicologia Social I

A construção da Psicologia Social enquanto disciplina e seus fundamentos teóricos e epistemológicos.

Teorias da Subjetividade II

As teorias culturalistas de base analítica. A visão cognitivo-comportamental. A concepção fenomenológico-existencial. A Teoria do Sujeito na Epistemologia Genética. A concepção de sujeito na Psicologia Sócio-Histórica.

Psicologia Social II

A crise da Psicologia e as implicações teórico-metodológicas na contemporaneidade. Projetos de intervenção psicossocial.

Psicopatologia Geral

 

As origens da psicopatologia. As concepções mágicas; as concepções médico-filosóficas. O nascimento da clínica psiquiátrica. Diferentes correntes à origem da psicopatologia: o organicismo, a psicanálise, a corrente fenomenológica e a abordagem psicossociológica. O exame das funções do ego e o lugar do diagnóstico em psicopatologia.

Psicologia dos Processos Educacionais I

Relações entre Psicologia e Educação. Atribuições e atuações da psicologia em contextos educacionais. Fundamentos teóricos e metodológicos da Psicologia dos Processos Educacionais.

Psicoterapias I

Modelos de psicoterapia. Semelhanças e diferenças entre as diversas abordagens psicoterápicas. Relação terapêutica e intervenção nos vários procedimentos psicoterápicos.

Procedimentos para a Investigação Científica e a Prática Profissional

 

Garantem tanto o domínio de instrumentos e estratégias de avaliação e de intervenção, quanto à competência para selecioná-los, avaliá-los e adequá-los a problemas e contextos específicos de investigação e ação profissional.

 

Ética Profissional

O conceito de Ética. Diferença entre Ética e Deontologia. Conhecimento das leis e normas que regem a Psicologia. Implicações éticas da ação do psicólogo.

Processos de Avaliação Psicológica I

O processo de avaliação psicológica: tipos de avaliação e conceitos fundamentais. Princípios éticos da avaliação psicológica. Introdução aos testes psicométricos e projetivos. Validação e relação entre os testes.

A Entrevista em Psicologia

Entrevista psicológica: conceitos, tipos e técnicas. A entrevista nas diferentes fases do desenvolvimento e nos diferentes âmbitos de trabalho do Psicólogo.

Fundamentos da Clínica

O surgimento da psicologia clínica. Conceituação e campos de aplicação da psicologia clínica: os modelos clínicos. O método clínico de investigação. Clínica Ampliada e contemporaneidade.

Pesquisa em Psicologia I

Atividade prática de pesquisa. Processo de construção de um projeto de pesquisa.

Processos Grupais II

Princípios norteadores da coordenação de grupos de acordo com os pressupostos teóricos psicossociológicos, psicanalíticos e psicodramáticos.

Processos de Avaliação Psicológica II

Estudo e avaliação de um conjunto de testes psicológicos psicométricos. Objetivos e formas de aplicação dos testes psicométricos.

Psicologia dos Processos Educacionais II

Psicologia na diversidade dos processos educativos. Práticas e pesquisas psicológicas atuais em educação.

Pesquisa em Psicologia II

A pesquisa em Psicologia e saúde e a pesquisa em psicologia e processos sócio-culturais.

Pesquisa em Psicologia III

Elaboração e produção de projeto de pesquisa vinculada às Ênfases e ao Trabalho de Conclusão de Curso.

Processos de Avaliação Psicológica III

Estudo e avaliação de um conjunto de testes psicológicos projetivos. Objetivos e formas de aplicação dos testes projetivos.

Psicologia das Relações de Trabalho II

A prática da psicologia dentro da organização; metodologia e instrumentos de intervenção; a organização como campo para pesquisa e de construção de uma prática do psicólogo.

Psicoterapias II

Aplicações clínicas das psicoterapias. Psicoterapia de Apoio e Psicoterapia Breve. Psicoterapias de Grupo e Psicoterapias de Família. Clínica psico-social.

Psicopatologia: Sofrimento Psíquico

O Pathos e a Psicopatologia Fundamental. A função do diagnóstico e a posição do psicopatológico. O campo das neuroses, das psicoses, das perversões e dos fenômenos psicossomáticos. Estudos de casos.

Psicologia e Saúde

Conceito de saúde em suas diversas dimensões: promocionais, preventivos e curativos. A saúde na atenção primária, secundária e terciária. Atenção básica e especializada. Sistema Único de Saúde e a rede suplementar. Psicologia e Saúde. Regulamentação.

Psicologia e Processos Sócio-culturais

Discussão dos conceitos de “social” e “cultural”. Os diferentes contextos sócio-culturais e sua relação com a teoria e a prática psicológicas. O debate intra e interdisciplinar dos processos sócio-culturais.

Fenômenos e Processos Psicológicos

 

Constituem objeto de investigação e atuação no domínio da Psicologia, de forma a propiciar amplo conhecimento de suas características, questões conceituais e modelos explicativos construídos no campo, assim como seu desenvolvimento recente.

Processos Psicológicos Básicos I

Explicitação dos conceitos fundantes do psíquico na tradição cultural ocidental; Apresentação e definição dos processos psicológicos básicos: motivação, tendências, afetividade (emoções), atividade, instintos, hábitos, atos voluntários, sensação/imagem/percepção, memória, atenção, inteligência, pensamento e raciocínio, linguagem, consciência, inconsciente e  aprendizagem. Problematização das relações dos processos psicológicos básicos com a ética: alteridade, objeto, posicionamento, encontro, diálogo.

Psicologia do Desenvolvimento I

Abordagem das principais teorias que norteiam a Psicologia do Desenvolvimento. Aspectos relativos ao processo de desenvolvimento humano na Infância.

Psicologia do Desenvolvimento II

Abordagem das principais teorias sobre o processo da Adolescência. Abordagem de temas contemporâneos associados à adultez e à velhice.

Psicologia da Aprendizagem

Conceitos de aprendizagem humana. Perspectivas inatista-maturacionista, empirista-associacionista e interacionista. Teorias comportamentalista, inatista, interacionista, sócio-histórica e psicanalítica.

Processos Grupais I

Principais concepções sobre o desenvolvimento dos grupos– dinâmica de grupo, psicanálise, psicossociologia e psicodrama: estrutura, organização, dinâmica e processo.

Psicologia das Relações de Trabalho I

Compreensão de organização como sistema social, técnico, ideológico; relações de trabalho e subjetividade; a psicodinâmica do trabalho; saúde mental e trabalho; dilemas e contradições no ambiente organizacional; processos organizacionais – grupos, relações de poder, cultura organizacional.

Processos Psicológicos Básicos II

Práticas de observação, registro e relato de experimentos e experiências a partir dos processos psicológicos básicos. Métodos, planejamentos e procedimentos – do laboratório ao espaço social.

Interfaces com Campos Afins de Conhecimento

Demarcam a natureza e a especificidade do fenômeno psicológico e o articula com fenômenos biológicos, humanos e sociais, assegurando uma compreensão integral e contextualizada dos fenômenos e processos psicológicos.

Sociologia

Elementos de análise sociológica: modos de produção, relações de produção, formação econômico-social, estrutura social, classes sociais. Instituições e mudanças sociais. Caracterização da sociedade brasileira e sua evolução histórica.

Antropologia Cultural

Formação e desenvolvimento da Antropologia. Objeto, métodos e técnicas da pesquisa antropológica. Indivíduo, cultura e sociedade. Família e relações de Parentesco. Mitos. Religião.

Filosofia

A alma para os gregos. A doutrina das idéias na filosofia da Platão e o lugar da inteligibilidade. A inteligibilidade aristotélica. A Filosofia primeira de Descartes. A Antropologia Filosófica e o surgimento da Psicologia. Filosofia e Ciência: as heranças da Psicologia.

Bases Biológicas do Comportamento Humano I

Compreensão dos fenômenos psíquicos sob a ótica da neurologia. Sistema nervoso: classificação, estrutura e funções. Relações entre as áreas cerebrais e as funções intelectuais.

Estatística Aplicada à Psicologia

Considerações gerais. Estatística indutiva e dedutiva. População e amostra. Fases do trabalho estatístico. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Apresentação gráfica. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Medidas de assimetria e curtose. Noções de probabilidade. Regressão e correlação linear.

Bases Biológicas do Comportamento Humano II

Bases morfológicas da atividade emocional. Quadros clínicos. Avaliação neurológica.

 

Práticas Profissionais

Orientadas para assegurar um núcleo básico de competências que permitam a atuação profissional e a inserção do graduado em diferentes contextos institucionais e sociais, de forma articulada com profissionais de áreas afins.

Estágio Básico I

Observações, relatos e narrativas como instrumentos do fazer psicológico; Problematização do cotidiano como produto da observação e das narrativas; Múltiplos espaços de intervenção.

Estágio Básico II

Sistematização das observações, relatos e narrativas do Estágio Básico I e produção de projetos de intervenção.

Estágio Específico I, II e III

Leitura, produção, intervenção e avaliação de projetos que possibilitem a prática do exercício profissional em diferentes âmbitos de inserção do psicólogo(a). Atividades sistematicamente supervisionadas e orientadas para compromissos com o contexto de sua ação.

Tópicos Especiais I, II e III – Ênfase Psicologia e Saúde

Seminários interdisciplinares sobre temas derivados da ênfase Psicologia e Saúde: aprofundamento das diferentes dimensões e níveis de atenção à saúde, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

Tópicos Especiais I, II e III – Ênfase Psicologia e Processos Sócio-culturais

Seminários interdisciplinares sobre os temas derivados da ênfase Psicologia e Processos Sócio-Culturais: problematização e aprofundamento das diferentes noções de social e cultural, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 


Fundamentos Epistemológicos e Históricos: Por definição, esse eixo assegura que na sua formação o estudante conheça a história e a epistemologia da psicologia. Nesse sentido, concebeu-se que as disciplinas Psicologia: Ciência e Profissão, Teorias e Sistemas Psicológicos I e II, segundo determinação que constam em suas ementas, contemplariam esse propósito.

 

Fenômenos e Processos Psicológicos: Trata-se de outro nível na lógica progressiva - embora não determinante - implícita na idéia dos eixos estruturantes. É o conhecimento dos fenômenos, conceitos e processos pertinentes ao campo da psicologia, e concebido como necessário à formação do profissional para este campo.  Com o apoio dos agentes educadores, o graduando deve ter oportunidade de construí-lo e atualizá-lo.  De acordo com o apresentado nas respectivas ementas, as disciplinas Processos Psicológicos Básicos I e II, Psicologia do Desenvolvimento I e II, Psicologia da Aprendizagem, Processos Grupais I e Psicologia das Relações de Trabalho I, constituem os referidos processos e fenômenos objetos de estudo da psicologia.

 

Fundamentos Teórico-Metodológicos: Esse eixo indicia a relevância de um diálogo pertinente à construção do conhecimento científico. Trata-se das relações entre teoria e prática. Por definição, esse eixo propõe assegurar as condições necessárias para a apropriação do conhecimento construído. Devido a essa interconstituição, expressa num contexto de dissipação de limites entre os pressupostos que definem método ou metodologia, que não discriminam teoria e prática, sugere-se um elenco de temas que promova essa complexidade. Nesse sentido, foi concebido, em acordo com as ementas, que as disciplinas, Metodologia Científica, Metodologia da Pesquisa Psicológica, Teorias da Subjetividade I e II, Psicologia Social I e II, Psicopatologia Geral, Psicologia dos Processos Educacionais I e Psicoterapias I promovem a amplitude necessária à iniciação na construção de uma concepção crítica acerca de questões diversas em que se envolve o profissional de psicologia.

 

Procedimentos para Investigação Científica e a Prática Profissional: Na forma como se especifica, esse eixo refere-se ao manuseio de ferramentas, as quais devem ser construídas e apropriadas, pressupondo a amplitude da relação teoria e metodologia. Essa condição de formação tem suporte na condução interdisciplinar de temas e discussões situadas sobre a atuação do psicólogo. As diferentes ferramentas utilizadas como recurso do psicólogo, na exploração de sua ação em diferentes contextos - por exemplo, as avaliações psicológicas, pareceres, técnicas de dinâmicas de grupo etc - devem chegar à consciência do estudante, de forma que lhe sugira responsabilidade, competência e compromisso nas decisões para sua utilização. Segundo o Projeto Político-Pedagógico esses aspectos são proposições nas ementas das disciplinas: Ética Profissional, Processos de Avaliação Psicológica I, II e III, Entrevista Psicológica, Fundamentos da Clínica, Pesquisa em Psicologia I, II e III, Processos Grupais II, Psicologia dos Processos Educacionais II, Psicologia das Relações de Trabalho II, Psicoterapias II, Psicopatologia: Sofrimento Psíquico, Psicologia e Saúde e Psicologia e Processos Socioculturais.

 

Interfaces com Campos Afins de Conhecimento: A interdisciplinaridade presente na construção da ciência psicológica é o grande pressuposto que esse eixo sustenta. A articulação de pontos de vista de diferentes ciências acerca dos conceitos e fenômenos relativos ao psiquismo humano assegura o enriquecimento dos debates dos objetos de estudos e das pesquisas em psicologia. Isso significa o reconhecimento da histórica condição de complementaridade que se manifesta na evolução das ciências. Na história de sua construção, a psicologia revela a presença marcante de um diálogo intenso com outros conhecimentos. Na proposta da presente matriz curricular, as disciplinas, Antropologia Cultural, Filosofia, Bases Biológicas do Comportamento Humano I e II, e Estatística Aplicada a Psicologia, representam o resgate e a atualização desse diálogo fértil entre diferentes saberes.

 

Práticas Profissionais: Emergem como propósitos desse eixo estruturante, de forma mais evidente, os espaços curriculares onde se deve investir na caracterização específica de cada curso de psicologia no território nacional. No encaminhamento das alternativas ofertadas manifesta-se o perfil específico do curso, por exemplo, por meio das ênfases curriculares apresentadas (Psicologia e Saúde; Psicologia e Processos Sócio-Culturais). Preservar esse eixo na formação em psicologia na UFAL significa estar em consonância com as diretrizes nacionais, no sentido de também promover autonomia e adequação a situações de cada região. Na presente matriz curricular, definiu-se o seguinte elenco de disciplinas, coerente com a relevância da interconstituição teoria e prática: Estágio Básico I e II, Estágio Específico I, II e III, Tópicos Especiais I, II e III (Ênfases Psicologia e Saúde e Psicologia e Processos Socioculturais). Essa relevância está subjacente em diferentes ações estratégicas para a configuração dessas disciplinas ao longo do curso. Por exemplo, na oferta de práticas nos dois níveis de Estágio Básico (I e II) em momentos intermediários do curso e com as proposições descritas nas respectivas ementas, as quais promovem um encaminhamento progressivo e assistido do graduando às atividades do estágio especifico e para a pesquisa. Com isto, busca-se promover uma maior aproximação entre as diferentes ações pedagógicas para o contato com os diferentes temas pertinentes a essa formação. Em outras palavras, proporciona-se ao graduando a possibilidade de construir uma atuação em psicologia não apenas restrita às atividades executadas no fim do curso (Estágios) ou no momento da sua pesquisa final (Trabalho de Conclusão de Curso - TCC).  Trata-se de uma construção contínua.

As ênfases curriculares promovem uma determinada escolha na formação do egresso. Não se trata de um processo arbitrário e acrítico. A opção pelas Ênfases Curriculares de “Psicologia e Saúde” e “Psicologia e Processos Sócio-Culturais” deriva-se de amplo diálogo entre os participantes dessa proposta curricular. Para esses caminhos, foram levadas em consideração: a história do curso, as demandas sociais, a formação dos professores, o contexto de inserção do curso, todo o processo de reforma curricular, diálogos do curso com outros profissionais, áreas e campos de atuação. As ênfases procuram refletir a diversidade da psicologia enquanto campo plural de possibilidades, e preparam o encaminhamento da formação para o futuro egresso já a partir de disciplinas e atividades no sétimo semestre. A preparação para as ênfases, ou o processo de escolha por parte do estudante, é facilitada pelas disciplinas de “Psicologia e Saúde” e “Psicologia e Processos Sócio-culturais”. Trata-se de um momento de escolha, não mais a partir de áreas de conhecimento em psicologia, mas em temáticas que envolvem e articulam, potencialmente, todas as áreas do conhecimento psicológico.

Essa construção contínua fica ainda mais enfática na articulação proposta com os tópicos especiais. Como se descreve em suas respectivas ementas (conforme apresentado no Quadro I), os Tópicos Especiais I, II e III são reservados para temas oportunos, atualizados e fomentados por uma demanda. A constituição e a oferta dos Tópicos Especiais põe em relevo as características do curso na UFAL. São disciplinas que ocorrerão em formato de seminários, ou seja, as competências, habilidades e conteúdos estarão de acordo com as demandas atuais e contemporâneas dos professores, estudantes, locais de estágio, programas de extensão, linhas e núcleos de pesquisa.

Os Tópicos Especiais serão ofertados do oitavo ao décimo semestres e deverão tratar de temáticas específicas que dialogam com as Ênfases Curriculares propostas e que sejam de interesse docente e discente.

Ainda compondo a dinâmica da Matriz Curricular, a apresentação das disciplinas eletivas, que serão ofertadas de acordo com planejamento do Colegiado do Curso. Terão um caráter anual de oferta. Abaixo o Quadro II de oferta das disciplinas eletivas, apresenta sua dinâmica:

 

Quadro II – Oferta Anual de Disciplinas Eletivas do Curso de Psicologia da UFAL:

Oferta Anual de Disciplinas Eletivas

Ofertas do Primeiro Semestre

Ofertas do Segundo Semestre

Disciplina

Período

Disciplina

Período

Psicologia Experimental

3

Teoria Psicanalítica Freudiana

4

Psicologia da Adolescência

5

Psicologia e Literatura

6

Teoria Sócio-Histórico-Cultural de Vigotski

5

Psicodrama

6

Psicologia e Religião

7

Psicologia do Envelhecimento

6

Práticas Discursivas e Produção de Sentidos

7

Psicologia e Novas Tecnologias

6

Escola e Processos Sócio-Culturais

9

Clínica Psicanalítica

8

Psicologia Jurídica

9

Orientação Profissional

8

 

 

Psicopatologia e Trabalho

8

 

Finalizando, o Projeto Político-Pedagógico apresenta seu Núcleo Comum, que, ao ser caracterizado como o conjunto das competências e habilidades básicas definidas pelas Diretrizes Curriculares, envolve boa parte das disciplinas do Curso, perfazendo um total de 2.460 horas das 4.000 horas totais do curso. A caracterização das disciplinas que compõem o Núcleo Comum está apresentada no Quadro III – Fluxograma Curricular e Núcleo Comum. Não se trata de um bloco estanque e fixo no curso, mas é composto de competências, habilidades e conhecimentos, materializados em disciplinas, práticas e atividades que atravessam boa parte do mesmo.

 

 

ESTÁGIO CURRICULAR

 

Os Estágios (Básicos e Específicos) estão baseados na Lei Nº 6.494/77, no Decreto Nº 87.497 de 18/08/82, nas normas especificadas pela PROGRAD, nas normas definidas pelo Colegiado do Curso e, finalmente, de acordo com o Parecer N. 0062/2004 do Conselho Nacional de Educação e Resolução Nº 008 de 07 de maio de 2004, que apresenta as Diretrizes Curriculares do Curso de Psicologia.

 

 

 

Estágio Básico:

 

De acordo com as diretrizes nacionais, o Estágio Básico deve incluir o desenvolvimento de práticas integrativas das competências e habilidades previstas no núcleo comum.

O Estágio Básico do curso é constituído por duas disciplinas, Estágio Básico I e Estágio Básico II, no quarto e quinto períodos, respectivamente, com 60 horas cada, as quais proporcionarão oportunidades de práticas supervisionadas com complexidade crescente. Serão realizadas atividades articuladas entre as diversas áreas da Psicologia. Haverá um supervisor do Estágio Básico para cada nível (I e II), e as atividades desenvolvidas estarão sob a orientação dos professores diretamente ligados à situação de prática envolvida junto aos projetos de extensão, pesquisa, Serviço de Psicologia, entre outros.

Assim, o Estágio Básico I será desenvolvido por atividades que envolvem a observação, constituição de relatos e narrativas, por parte dos estudantes,  do fazer psicológico. É o processo de familiarização e problematização do cotidiano como produto destas observações e narrativas. Há também a possibilidade de ingresso em múltiplos espaços de intervenção.

No Estágio Básico II, em continuidade ao anterior, haverá a sistematização das observações, dos relatos e das narrativas, articulando-as com uma proposta concreta de projeto de intervenção. A articulação com as disciplinas e atividades que gravitam os Estágios é fundamental. Dessa forma, a constituição de um projeto de intervenção poderá articular-se com disciplinas como Pesquisa em Psicologia, Processos Grupais, dentre outras.

 

 

Estágios Específicos:

Em relação aos Estágios Específicos, são apresentados em três momentos também contínuos (Estágio Específico I, II e III). Totalizam 480 horas, distribuídas nos três semestres.

As atividades serão desenvolvidas sempre com orientação de um(a) professor(a) supervisor(a). A distribuição de sua carga horária contempla o processo de inserção do estudante no estágio: no primeiro momento (Estágio Específico I), composto de 120 horas no semestre, o estagiário inicia os primeiros contatos com o campo, processos de familiarização e contratos iniciais. No segundo momento (Estágio Específico II), o estagiário desenvolverá suas atividades durante 240 horas no semestre. Finaliza com o Estágio Específico III, envolvendo 120 horas de atividades, que consistirão do fechamento de suas atividades, do processo de transferência para outro estagiário e da elaboração de um relatório final.

Os Estágios Específicos estarão diretamente articulados às Ênfases Curriculares propostas para o curso (“Psicologia e Saúde” e “Psicologia e Processos Sócio-Culturais”).

Desta forma, pretende-se desenvolver as seguintes competências, habilidades, atitudes e conhecimentos, dentre outros:

·         Atuar junto às comunidades elaborando diagnóstico, estratégias de intervenção eficazes a partir da demanda dos moradores com uma postura consciente e responsável quanto à utilização de métodos e técnicas científicas, à avaliação e à produção de conhecimentos da Psicologia;

·         Vivenciar a experiência profissional em psicologia de forma efetiva;

·         Ser capaz de elaborar relatórios pormenorizados de observação, relatos, narrativas e utilização da filmografia e da fotografia como técnica de coleta e análise de dados de campo de estágio;

·         Desenvolver análise crítica e avaliar as atividades desenvolvidas, tais como: visita domiciliar, reuniões das associações comunitárias, organizações não-governamentais, e outras;

·         Dispor de conhecimento sobre as práticas de grupos, principais sintomatologias, diferenciar quadros clínicos, experienciar a prática em saúde mental e ter domínio das técnicas diagnósticas;

·         Experienciar as políticas públicas de caráter psicossociais;

·         Aprender a registrar as atividades;

·         Produzir e contextualizar os processos de avaliação psicológicos, utilizando-os de forma responsável;

·         Trabalhar para a promoção de saúde e cidadania das populações atendidas;

·         Atuar preventivamente nos contextos e práticas educacionais relacionados às várias deficiências físicas e mentais e aos problemas de aprendizagem, visando impedir a rotulação, culpabilização e marginalização dos educandos e a perpetuação do fracasso escolar;

·         Atentar aos vários fatores sócio-psíquico-ambientais envolvidos em determinado contexto, orientando sua atuação às possibilidades de transformação de tais processos;

·         Atuar em diversos contextos de instituições de saúde (ambulatórios, unidades de saúde, clínicas e hospitais) reconhecendo a psicologia como saber de atuação nos níveis de tratamento, prevenção, promoção da saúde;

·         Ser capaz de realizar diagnóstico e planejar estratégias de intervenção eficazes em resposta às demandas existentes em instituições, estando apto a desenvolver suas ações em equipes interdisciplinares;

·         Orientar-se para uma psicologia inserida e comprometida com as questões sócio-culturais. Neste sentido, o processo de formação deve enfatizar a clínica como um campo de intervenção psicossocial e como instrumento de inclusão social, favorecendo o desenvolvimento de uma postura profissional crítica e comprometida com a ética e a promoção do bem-estar do indivíduo e da sociedade;

·         Ser capaz, ao final do estágio, de demonstrar capacidade reflexiva e de alcance não só teórico, mas de análise crítica da atuação do psicólogo.

A finalização da graduação será o processo de amadurecimento de um percurso em que o estudante articulará sua experiência em atividades de inserção nos diversos campos de atuação, nas disciplinas Tópicos Especiais I, II e III, com as disciplinas eletivas, focando, principalmente, a produção latino-americana e especialmente, a experiência brasileira e alagoana.

 

 

 


ORDENAMENTO CURRICULAR

 

 

O Ordenamento Curricular é apresentado pelo quadro abaixo:

 

Ordenamento Curricular – Curso de Psicologia UFAL

Núcleo Comum de Formação

Semestre

Disciplinas

Carga Horária

Sociologia

60

Antropologia Cultural

60

Filosofia

60

Psicologia: Ciência e Profissão

60

Metodologia Científica

60

Bases Biológicas do Comportamento Humano I

60

Processos Psicológicos Básicos I

60

Teorias e Sistemas Psicológicos I

60

Estatística Aplicada à Psicologia

60

Psicologia Social I

60

Bases Biológicas do Comportamento Humano II

60

Ética Profissional

60

Psicologia do Desenvolvimento I

60

Processos Psicológicos Básicos II

60

Teorias da Subjetividade I

60

Teorias e Sistemas Psicológicos II

60

Metodologia da Pesquisa Psicológica

60

Psicologia Social II

60

Disciplina Eletiva

60

Psicologia do Desenvolvimento II

60

Teorias da Subjetividade II

60

Pesquisa em Psicologia I

60

Psicologia da Aprendizagem

60

Processos de Avaliação Psicológica I

60

Estágio Básico I

60

Disciplina Eletiva

60

Fundamentos da Clínica

60

Entrevista em Psicologia

60

Processos Grupais I

60

Psicopatologia Geral

60

Psicologia dos Processos Educacionais I

60

Estágio Básico II

 Disciplina Eletiva

60

60

Processos Grupais II

60

Psicopatologia: Sofrimento Psíquico

60

Processos de Avaliação Psicológica II

60

Psicologia das Relações de Trabalho I

60

Psicologia dos Processos Educacionais II

60

Disciplina Eletiva

60

Psicoterapias I

60

Pesquisa em Psicologia II

60

Processos de Avaliação Psicológica III

60

Psicologia das Relações de Trabalho II

60

Psicologia e Saúde

60

Psicologia e Processos Sócio-culturais

60

Disciplina Eletiva

60

Psicoterapias II

60

Pesquisa em Psicologia III

60

Estágio Específico I – Ênfase 1

Estágio Específico I -  Ênfase 2

120

Tópicos Especiais I – Ênfase 1

Tópicos Especiais I – Ênfase 2

60

 

Disciplina Eletiva – Ênfase 1

Disciplina Eletiva – Ênfase 2

60

Estágio Específico II – Ênfase 1

Estágio Específico II -  Ênfase 2

240

Tópicos Especiais II – Ênfase 1

Tópicos Especiais II – Ênfase 2

60

Disciplina Eletiva – Ênfase 1

Disciplina Eletiva – Ênfase 2

60

10º

Estágio Específico III – Ênfase 1

Estágio Específico III - Ênfase  2

120

Tópicos Especiais III – Ênfase 1

Tópicos Especiais III – Ênfase 2

60

Disciplina Eletiva – Ênfase 1

Disciplina Eletiva – Ênfase 2

60

 

Obs 1: São oito disciplinas eletivas a serem cursadas;

Obs 2. Das oito disciplinas eletivas o estudante pode cursar, no máximo, 3 eletivas em outros cursos da UFAL;

Obs 3: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) equivale a 120 horas. Deve ser iniciado até o nono semestre;

Obs 4: A oferta das Disciplinas Eletivas será organizada anualmente pela Coordenação do Curso.

 

 

 

 

 

 

 


A distribuição da Carga Horária da Grade Curricular do Curso é a que segue:

 

Descrição da Atividade

Carga Horária (Horas)

Núcleo Comum (incluindo Estágios Básicos)

2.460

Estágios Específicos

480

Disciplinas Eletivas

480

Tópicos Especiais em cada Ênfase

180

Atividades Complementares

160

Trabalho de Conclusão de Curso

120

Total de Horas

4.000

 

 

 

 

FLUXOGRAMA CURRICULAR

 

O Fluxograma do Curso apresenta a política de pré-requisitos entre as disciplinas. Tomando por base que o conhecimento não se produz de forma linear e cumulativa e, levando-se em consideração os princípios da flexibilidade no processo de formação do futuro profissional em psicologia, o Curso será realizado em três blocos contíguos:

 

1º Bloco: Está composto pelas disciplinas obrigatórias dos três primeiros semestres.

2º Bloco: Está composto pelas disciplinas obrigatórias do quarto ao sétimo semestres. Para ingressar no segundo bloco, o estudante deverá ter cursado e sido aprovado em todas as disciplinas obrigatórias até o terceiro semestre ou estar matriculado nestas concomitantemente às disciplinas do quarto semestre.

3º Bloco: Está composto pelas disciplinas obrigatórias do oitavo ao décimo semestres. Para ingressar no terceiro bloco, o estudante deverá ter cursado e ter sido aprovado em todas as disciplinas obrigatórias até o sétimo semestre ou estar matriculado nestas concomitantemente às disciplinas do oitavo semestre.

O Quadro III apresenta a política dos pré-requisitos:

 

 

 

 


QUADRO III - FLUXOGRAMA CURRICULAR E NÚCLEO COMUM

 

1º BLOCO

2º BLOCO

3º BLOCO

 semestre

 

Semestre

 semestre

semestre

 semestre

 semestre

 semestre

 semestre

 semestre

10º

 semestre

Psicologia: Ciência e Profissão

 

Processos Psicológicos Básicos I

Processos Psicológicos Básicos II

 

 

 

 

 

 

 

Bases Biológicas do Comportamento Humano I

Bases Biológicas do Comportamento Humano II

Psicologia do Desenvolvimento I

Psicologia do Desenvolvimento II

Psicopatologia Geral

Psicopatologia: Sofrimento Psíquico

 

 

 

 

 

 

Teorias da Subjetividade I

 

Teorias da Subjetividade II

Fundamentos da Clínica

 

Psicoterapias I

Psicoterapias II

 

 

Antropologia Cultural

Teorias e Sistemas Psicológicos I

Teorias e Sistemas Psicológicos II

 

 

Psicologia das Relações de Trabalho I

 

Psicologia das Relações de Trabalho II

 

 

 

Sociologia

Psicologia Social I

 

 

Psicologia Social  II

 

 

 

 

 

 

 

 

Metodologia Cientifica

 

Metodologia da Pesquisa Psicológica

Pesquisa em Psicologia I

 

 

 

Pesquisa em Psicologia II

 

Pesquisa em Psicologia III

Trabalho de Conclusão de Curso

Trabalho de Conclusão de Curso

 

 

 

Psicologia da Aprendizagem

Psicologia dos Processos Educacionais I

Psicologia dos Processos Educacionais II

 

 

 

 

 

Estatística Aplicada à Psicologia

 

 

Entrevista em Psicologia

 

Processos de Avaliação Psicológica I

 

Processos de Avaliação Psicológica II

Processos de Avaliação Psicológica III

 

 

 

 Filosofia

 

Ética Profissional

 

 

Processos Grupais I

 

 

Processos Grupais II

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Psicologia e Saúde

 

Tópicos Especiais I – Psicologia e Saúde

Tópicos Especiais II

– Psicologia e Saúde

Tópicos Especiais III

– Psicologia e Saúde

 

 

 

 

 

 

Psicologia e Processos Sócio-Culturais

Tópicos Especiais I -  Psicologia e Processos Sócio-Culturais

Tópicos Especiais II - Psicologia e Processos Sócio-Culturais

Tópicos Especiais III -  Psicologia e Processos Sócio-Culturais

 

 

 

Estágio Básico I

Estágio Básico II

 

 

Estágio Específico I

 

 

Estágio Específico II

Estágio Específico III

 

 

Disciplina Eletiva

Disciplina Eletiva

Disciplina Eletiva

Disciplina Eletiva

 

Disciplina Eletiva

 

Disciplina Eletiva

 

Disciplina Eletiva

 

Disciplina Eletiva

 

O Núcleo Comum do curso é apresentado pelas disciplinas em escala de cinza.


SERVIÇO DE PSICOLOGIA

 

O Serviço de Psicologia da UFAL caracteriza-se por ser um serviço amplo de atenção a pessoas, grupos, comunidades, organizações e instituições com atuação interdisciplinar. Nesse sentido, busca parcerias a fim de promover a construção de uma rede de atenção, articulada com os cursos da própria Universidade (por exemplo, Serviço Social, Pedagogia, Medicina, Direito etc). O Serviço de Psicologia distingue-se pela articulação das ações de extensão, de pesquisa e de ensino (Estágios Básico e Específico, TCC) do curso de Psicologia.

As suas atividades estão sempre voltadas para o atendimento da comunidade e encontram-se orientadas para a formação global do graduando, de forma interdisciplinar dialogando com outras áreas de saber. Dessa forma, atende a todas as áreas da psicologia, embora sempre orientadas pelas Ênfases Curriculares do Curso. Neste sentido, os Estágios (Básicos e Específicos) também estão vinculados ao Serviço de Psicologia.

É um espaço institucional que se constitui em uma rede de serviços. Um destes espaços é a Clínica Psicológica, que funciona nas dependências do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes. Além da Clínica, outras atividades são desenvolvidas, por exemplo, em Unidades de Saúde, Comunidades, Instituições, Empresas, Hospitais, Escolas, Presídios, Fórum etc.

Administrativamente, o “Serviço de Psicologia” (SP), subordina-se ao Colegiado do Curso. As definições e operacionalizações das atividades estão estabelecidas nas Normas Complementares aprovadas pelo Colegiado de Curso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

 

 

Sociologia

Elementos de análise sociológica: modos de produção, relações de produção, formação econômico-social, estrutura social, classes sociais. Instituições e mudanças sociais. Caracterização da sociedade brasileira e sua evolução histórica.

 

BERGER, P. I. A construção social da realidade. Petrópolis:Vozes, 1973.
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Nacional, 1966.
FERNANDES, F. Elementos de Sociologia teórica. São Paulo: Nacional, EDUSP, 1970.
SENNETT, R. A corrosão do caráter: conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 1999.

ZIZEK, S. Bem-vindo ao deserto do real! Cinco ensaios sobre o 11 de setembro e datas relacionadas.  São Paulo: Bomtempo Editorial, 2003.

 

 

Antropologia Cultural

Formação e desenvolvimento da Antropologia. Objeto, métodos e técnicas da pesquisa antropológica. Indivíduo, cultura e sociedade. Família e relações de Parentesco. Mitos. Religião.

 

CARDOSO, R. (org.). A aventura antropológica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
IANNI, O. Raças e classes sociais no Brasil. Rio e Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

LÈVI-STRAUSS,C. As estruturas elementares do parentesco. Rio de Janeiro: Vozes, 1976.
LÈVI-STRAUSS,C. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967.

 

 

Filosofia

A alma para os gregos. A doutrina das idéias na filosofia da Platão e o lugar da inteligibilidade. A inteligibilidade aristotélica. A Filosofia primeira de Descartes. A Antropologia Filosófica e o surgimento da Psicologia. Filosofia e Ciência: as heranças da Psicologia.

 

ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Tradução de Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. 2. Ed. São Paulo: UNESP, 1991.

KOYRÉ, A. Estudos de história do pensamento científico. Tradução de Márcio Ramalho. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.

ROSSI, P. A ciência e a filosofia dos modernos. São Paulo: UNESP, 1992.

 

 

 

Psicologia: Ciência e Profissão

A psicologia como ciência: o surgimento do fenômeno psicológico na Era Moderna; as condições sócio-culturais para o surgimento da psicologia como ciência independente a partir do século XIX; principais escolas e seus objetos de estudo. A psicologia como profissão: o saber/fazer em psicologia; principais áreas e campos de atuação; a diversidade na psicologia.

 

ASCHAR, R. (org). Psicólogo Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação. São Paulo: Casa do Psicólogo; CFP, 1994.

FIGUEIREDO, L. C. Psicologia – uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2001.

FIGUEIREDO, L. C. A invenção do psicológico - quatro séculos de subjetivação - 1500 - 1900. São Paulo: Escuta; São Paulo: Educ, 2000.

FIGUEIREDO, L. C. Revisitando as psicologias: da epistemologia à ética das práticas e discursos psicológicos. Petrópolis: Ed. Vozes; São Paulo: EDUC, 1995.

SCHULTZ, D. P.; SCHULTZ, S. E. História da psicologia moderna. São Paulo: Cultrix, 2000. 439p.

 

 

Metodologia Científica

Conceituação de método, técnica e pesquisa. Planejamento de pesquisas. Leitura e preparação de textos técnicos. Normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Informática aplicada à metodologia científica. Estrutura de Ensino, Pesquisa e Extensão do curso de Psicologia da UFAL. 

 

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Referências bibliográficas - NBR 6023. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.

ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.

DESCARTES, R. Discurso do método. Tradução de João Cruz Costa. São Paulo: Ediouro, s/d.

JAPIASSU, H.  O mito da neutralidade científica. 2.ed. Rio de Janeiro: Imago, 1981.

KOYRÉ, A. Estudos de história do pensamento científico. Tradução de Márcio Ramalho. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.

 

 

Bases Biológicas do Comportamento Humano I

Compreensão dos fenômenos psíquicos sob a ótica da neurologia. Sistema nervoso: classificação, estrutura e funções. Relações entre as áreas cerebrais e as funções intelectuais.

 

BRODAL, A. Anatomia Neurológica com Correlações Clínicas. 3. ed. São Paulo: Roca, 1979.
DAMÁSIO, A. O Erro de Descartes: Emoção, Razão e o Cérebro Humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

GRAEFF, F. G.; BRANDÃO, M. L. Neurobiologia das Doenças Mentais. 5. ed. São Paulo: Lemos Editora, 1999.

MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 1993. ROBINSON, D. N. Introdução analítica à neuropsicologia. São Paulo: EPU, 1977.
ROBINSON, D. N. Introdução analítica à neuropsicologia. São Paulo: EPU, 1977.

 

Processos Psicológicos Básicos I

Explicitação dos conceitos fundantes do psíquico na tradição cultural ocidental; Apresentação e definição dos processos psicológicos básicos: motivação, tendências, afetividade (emoções), atividade, instintos, hábitos, atos voluntários, sensação/imagem/percepção, memória, atenção, inteligência, pensamento e raciocínio, linguagem, consciência, inconsciente, aprendizagem, orientação, juízo crítico e  conduta. Problematização das relações dos processos psicológicos básicos com a ética: alteridade, objeto, posicionamento, encontro, diálogo.

 

ALBERTI, Sônia. Crepúsculo da alma: a psicologia no Brasil no século XIX. Rio de Janeiro: Contracapa, 2003.

CANGUILHEM, G. O que é psicologia. Disponível em: http://geocities.yahoo.com.br/guaikuru0003/oquepsi.html. Acesso em: 09 out. 2006.

DESCARTES, R. Vida e Obra. In: Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988.

FREITAS, M. T. A. Bakhtin e a psicologia. In: FARACO, C. A.; TEZZA, C.; CASTRO, G. Diálogos com Bakhtin. Curitiba: Editora UFPR, 1996.

VICO, G. Vida e Obra. In: Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988.

 

 

Teorias e Sistemas Psicológicos I

A constituição da psicologia como ciência autônoma. Os primeiros sistemas teóricos da Psicologia: o associacionismo, o estruturalismo, o funcionalismo. Gestalt e Behaviorismo. A Psicologia dos Povos de Wundt.

 

FARR, R. M. As raízes da psicologia social moderna (1872 - 1954). 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

FIGUEIREDO. L.C. Matrizes do pensamento psicológico. Rio de Janeiro: Vozes, 1991.

JAPIASSU, H. Introdução à epistemologia da psicologia. 6. ed. São Paulo: Letras & Letras, 2001.

PENNA, A. G. Introdução à história da psicologia contemporânea. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1991.

SCHULTZ, D. P.; SCHULTZ, S. E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Cultrix, 1994.

 

Estatística Aplicada à Psicologia

Considerações gerais. Estatística indutiva e dedutiva. População e amostra. Fases do trabalho estatístico. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Apresentação gráfica. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Medidas de assimetria e curtose. Noções de probabilidade. Regressão e correlação linear.

 

BARBOSA, R. M. Combinatória e Probabilidade. São Paulo: Livraria Nobel S.A., S/D.

BERQUÓ, E. Bioestatística. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda, 1981.

BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. São Paulo: Atual Editora, 1987.

HOEL, P. G. Estatística elementar. 1 ed., São Paulo: Editora Atlas, 1981.

LIPSCHTZ, S. Probabilidade. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil Ltda, S/D.

 

 

Psicologia Social I

A construção da Psicologia Social enquanto disciplina e seus fundamentos teóricos e epistemológicos.

 

CAMPOS, R. H. F.; GUARESCHI, P. (Orgs.) Paradigmas em Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 2002. 

FARR, R. M. As Raízes da Psicologia Social Moderna. Petrópolis: Vozes, 1998.

RODRÍGUES, M. A. B. Corrientes Teóricas en Psicología Social. Desde la psicologia social experimental hasta el movimiento construccionista. Caracas: Litopar, 1997.

SABUCEDO, J. M.; D’ADAMO, O. D.; BEAUDOUX, V. G. Fundamentos de psicologia social. Espanha: Siglo veintiuno editores, 1997.

VALA, J.; MONTEIRO, M. B. (Coords.). Psicologia Social. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997.

 

 

Bases Biológicas do Comportamento Humano II

Bases morfológicas da atividade emocional. Quadros clínicos. Avaliação neurológica.

 

ECCLES, J. C. O Conhecimento do Cérebro. São Paulo: Atheney/EDUSP, 1979.
KIMBLE, D. P. A Psicologia Como Ciência Biológica. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 1975.
LEDOUX, J. O cérebro emocional: os misteriosos alicerces da vida emocional. 2. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

LURIA, A. R. Fundamentos de Neuropsicologia. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos/EDUSP, 1981.

MORGAN, C. T. Psicologia Fisiológica. São Paulo: EPU/EDUSP, 1973.

 

 

Ética Profissional

O conceito de Ética. Diferença entre Ética e Deontologia. Conhecimento das leis e normas que regem a Psicologia. Implicações éticas da ação do psicólogo.

 

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

COIMBRA, C. M. B. et al. Psicologia, ética e direitos humanos. 2. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética Profissional dos Psicólogos, 2005.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Quem é o psicólogo brasileiro? São Paulo: Edicon,1988.
VAZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.

 

 

Psicologia do Desenvolvimento I

Abordagem das principais teorias que norteiam a Psicologia do Desenvolvimento. Aspectos relativos ao processo de desenvolvimento humano na Infância.

 

BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. S. Paulo: Martins Fontes, 1995.

COLL, C.; PALÁCIOS, J.; MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. I, Psicologia Evolutiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

DESSEN, M. A. et al. A ciência do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2005.

LORDELO, E. R.; CARVALHO, A. A.; KOLLER, S. H. (Orgs.). Infância brasileira e contextos de desenvolvimento. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.

OLDS, S. W. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2006.

SPITZ, R. A. O primeiro ano de vida. São Paulo: Martins Fontes: 1993.

 

 

 

 

Processos Psicológicos Básicos II

Práticas de observação, registro e relato de experimentos e experiências a partir dos processos psicológicos básicos. Métodos, planejamentos e procedimentos – do laboratório ao espaço social.

 

ALBERTI, Sônia. Crepúsculo da alma: a psicologia no Brasil no século XIX. Rio de Janeiro: Contracapa, 2003.

DANNA, M. F.; MATOS, M. A. Ensinando observação. São Paulo: Edicon, 1999.

MATOS, M. A.; TOMANARI, G. Y. A análise do comportamento no laboratório didático. São Paulo: Manole, 2002.

STERNBERG, R. Psicologia Cognitiva. Porto Alegre: ARTMED, 2000.

WEITEN, W. Introdução à Psicologia: temas e variações. São Paulo: Pioneira Thompson, 2002.

 

 

Teorias da Subjetividade I

Discussão de conceitos: sujeito, subjetividade e personalidade. A constituição do sujeito psíquico. Introdução às teorias da Personalidade. A Teoria do Sujeito na concepção psicanalítica. A Teoria do Sujeito na concepção da Psicologia Analítica.

 

ASSOUN, P-L. Introdução à epistemologia freudiana. Rio de Janeiro: Imago, 1983.

FADIMAN, James; FRAGER, Robert. Teorias da personalidade. São Paulo: Harbra, 1986.

FREUD, S. Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996.

JUNG, Carl Gustav. Obras completas. Petrópolis: Vozes, 1979.

ROUDINESCO, E. Por que a Psicanálise? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

 

 

Teorias e Sistemas Psicológicos II

Panorama descritivo dos objetos, métodos, conceitos e aplicações da Psicologia de acordo com as diversas teorias psicológicas contemporâneas.

 

FIGUEIREDO, L. C. Matrizes do pensamento psicológico. Rio de Janeiro: Vozes, 1991.

SCHULTZ, D. P.; SCHULTZ, S. E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Cultrix, 1994.

MARX, M. H.; HILLIX, W. A. Sistemas e teorias em psicologia. São Paulo: Cultrix, 1985.

PENNA, A. G. Introdução à História da Psicologia Contemporânea. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.

ROUDINESCO, E. História da psicanálise na França. A batalha dos cem anos, v. 2: 1925-1985. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

 

 

Metodologia da Pesquisa Psicológica

Produção de conhecimento científico em Psicologia e suas implicações epistemológicas, filosóficas e sociais. Modalidades de Pesquisa. Introdução aos métodos quantitativos e qualitativos. Ética na pesquisa com seres humanos.

 

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

COSTA, A. R. F. et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. Maceió: Edufal, 2004.

HAGUETTE, T. M. F. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes,  1997.

OLIVEIRA, M. M. H. d’. Ciência e pesquisa em psicologia: uma introdução. São Paulo: EPU, 1984.

RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 1996.

 

 

Psicologia Social II

A crise da Psicologia e as implicações teórico-metodológicas na contemporaneidade. Projetos de intervenção psicossocial.

 

GONZÁLEZ-REY, F. O Social na Psicologia e a Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 2004.

MARTÍN-BARÓ. Psicologia Social desde Centroamérica II. San Salvador: UCA ed., 1989.

MOLON, S. Subjetividade e constituição do sujeito em Vygotsky. Petrópolis: Vozes, 2003.

MUNNÉ, F. Entre el individuo y la sociedad. Barcelona: EB, 1996.

SAWAIA, B. A crítica ético-epistemológica da Psicologia Social pela questão do Sujeito. Psicologia e Sociedade; 10 (2): 117-136; jul./dez. 1998.

 

 

Psicologia do Desenvolvimento II

Abordagem das principais teorias sobre o processo da Adolescência. Abordagem de temas contemporâneos associados à adultez e à velhice.

 

BEE, H. A criança em desenvolvimento. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

CARVALHO, A.; SALLES, F.; GUIMARÃES, M. (Orgs.). Adolescência. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.

COLL, C.; PALÁCIOS, J.; MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação. Vol. I, Psicologia Evolutiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

LEWIS, M.; VOLKMAR, F. Aspectos clínicos do desenvolvimento na infância e adolescência. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

OLDS, S. W. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2006.

 

 

Teorias da Subjetividade II

As teorias culturalistas de base analítica. A visão cognitivo-comportamental. A concepção fenomenológico-existencial. A Teoria do Sujeito na Epistemologia Genética. A concepção de sujeito na Psicologia Sócio-Histórica. 

 

FROMM, Erich. Análise do homem. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.

GONZÁLEZ-REY, Fernando Luis. Sujeito e subjetividade: uma aproximação histórico-cultural. São Paulo: Thomson Learning, 2003.

HALL, Calvin Soringer; LINDZEY, Gardner; CAMPBELL, John B.. Teorias da personalidade. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

PIAGET, J. A construção do real na criança. 3 ed. São Paulo: Ática, 2001.

RICHARD, M. As correntes da psicologia. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.

 

 

 

Pesquisa em Psicologia I

Atividade prática de pesquisa. Processo de construção de um projeto de pesquisa.

 

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 2000.

LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São

Paulo: EPU, 1986.

MINAYO, M. C. S. Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2000.

THIOLLENT, M. Metodologia de pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 1988.

 

 

Psicologia da Aprendizagem

Conceitos de aprendizagem humana. Perspectivas inatista-maturacionista, empirista-associacionista e interacionista. Teorias comportamentalista, inatista, interacionista, sócio-histórica e psicanalítica.

 

KUPFER, M. C. M. Freud e a educação: o mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989.

PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1980.

ROGERS, C. Liberdade para Aprender. Belo Horizonte: Interlivros, 1972.

SKINNER, B. F. Tecnologia do Ensino. São Paulo: Ed. Herder, 1972.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

 

 

Processos de Avaliação Psicológica I

O processo de avaliação psicológica: tipos de avaliação e conceitos fundamentais. Princípios éticos da avaliação psicológica. Introdução aos testes psicométricos e projetivos. Validação e relação entre os testes.

 

ANASTASI, A.; URBINA, S. Testagem psicológica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
ANASTASI, A. Testes psicológicos. 2 ed. revista. São Paulo: EPU, 1977.
ANCONA-LOPEZ, M. (org.). Avaliação da inteligência. Vol. I e II. São Paulo: EPU, 1987.
CUNHA, J. A.; FREITAS, N. K.; RAYMUNDO, M. G. B. Psicodiagnóstico-R. 4 ed. revista. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

DI LEO, J. H. A interpretação do desenho infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.

 

 

Estágio Básico I

Observações, relatos e narrativas como instrumentos do fazer psicológico; Problematização do cotidiano como produto da observação e das narrativas; Múltiplos espaços de intervenção.

 

BARROS, R. B.; RODRIGUES, H.; LEITÃO, M. B. Grupos e instituições em análise. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2000.

BIRMAN, J. O mal-estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.

BOCK, A. M. M.; SANTOS, M.; BAREMBLITT, G. F. Psicologia e direitos humanos: práticas psicológicas: compromissos e comprometimentos. São Paulo: Casa do Psicólogo; CFP, 2001.

DEJOURS, C. A banalização da injustiça social. São Paulo: FGV, 1999.

JACÓ-VILELA, A. M.; CEREZZO, A. C.; RODRIGUES, H. B. C. (orgs.). Clio-Psyché ontem. Fazeres e dizeres psi na história do Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.

 

 

Fundamentos da Clínica

O surgimento da psicologia clínica. Conceituação e campos de aplicação da psicologia clínica: os modelos clínicos. O método clínico de investigação. Clínica Ampliada e contemporaneidade.

 

ARAÚJO, J. N. G.; CARRETEIRO, T. C. (orgs). Cenários sociais e abordagem clínica. São Paulo: Escuta, 2001.

BERCHERIE, Paul. Os fundamentos da clínica: história e estrutura do saber psiquiátrico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989.

FÉDIDA. Pierre. Clínica psicanalítica: Estudos. São Paulo: Escuta, 1988.

JULIEN, P. O manto de Noé: ensaio sobre a paternidade. Rio de Janeiro, Livraria e Editora Revinter, 1997.

MELMAN, C. Formas clínicas da nova patologia mental e artigos inéditos. Recife: Centro de estudos Freudianos do Recife, 2004.

 

 

Entrevista em Psicologia

Entrevista psicológica: conceitos, tipos e técnicas. A entrevista nas diferentes fases do desenvolvimento e nos diferentes âmbitos de trabalho do Psicólogo.

 

BENJAMIN, A. A entrevista de ajuda. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

BLEGER, J. Temas de Psicologia. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

GARRETT, A. A Entrevista. São Paulo: Pioneira, 1981.

LODI, J. B. A Entrevista: Teoria e Prática. São Paulo: Ed. Pioneira, 1992.

MACEDO, M. M. K.; CARRASCO, L. K. (orgs.). (Com)textos de entrevista. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

 

 

Processos Grupais I

Principais concepções sobre o desenvolvimento dos grupos – dinâmica de grupo, psicanálise, psicossociologia e psicodrama: estrutura, organização, dinâmica e processo.

 

BAREMBLITT, G. (org.). Grupos: teoria e técnica. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1994.

MAILHIOT, Gérald Bernard. Dinâmica e Gênese dos grupos. 8. ed. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1998.

MORENO, J. L. Psicodrama. São Paulo: Cultrix, 1997.

ROGERS, C. R. Grupos de Encontro. São Paulo: Martins Fontes, 1970.

ZIMERMAN, D. E. et al. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

 

 

Psicopatologia Geral

As origens da psicopatologia. As concepções mágicas; as concepções médico-filosóficas. O nascimento da clínica psiquiátrica. Diferentes correntes à origem da psicopatologia: o organicismo, a psicanálise, a corrente fenomenológica e a abordagem psicossociológica. O exame das funções do ego e o lugar do diagnóstico em psicopatologia.

 

BEAUCHESNE, Hervé. História da psicopatologia. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

D’ ANDREA, F. F. Transtornos psiquiátricos do adulto. 4 ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990.

JASPERS, Karl. Psicopatologia geral. Psicologia compreensiva, explicativa e fenomenológica. v.2. Rio de Janeiro/São Paulo: Livraria Atheneu, 1987.

KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamin J.; GREBB, Jack A. Compêndio de psiquiatria. Ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Tradução de Deyse Batista. 7. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

ORGANIZACAO MUNDIAL DE SAÚDE. CID-10. Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. 9. ed. São Paulo: EDUSP, 2003.

 

 

 

Psicologia dos Processos Educacionais I

Relações entre Psicologia e Educação. Atribuições e atuações da psicologia em contextos educacionais. Fundamentos teóricos e metodológicos da Psicologia dos Processos Educacionais.

 

ALENCAR, E. Novas Contribuições da Psicologia aos Processos de Ensino e Aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992.

CARRAHER, T. Sociedade e Inteligência. São Paulo: Cortez, 1989.

CORREIA, M. E.;  CAMPOS, H. Psicologia Escolar: história, tendências e possibilidades. Natal: EDUFRN, 2005.

CUNHA, B. et al. Psicologia na Escola: Um pouco de história e algumas histórias. São Paulo: Arte & Ciência, 1997.

PATTO, M. Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

 

 

Estágio Básico II

Sistematização das observações, relatos e narrativas do Estágio Básico I e produção de projetos de intervenção.

 

BARROS, R. B.; RODRIGUES, H.; LEITÃO, M. B. Grupos e instituições em análise. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2000.

BIRMAN, J. O mal-estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.

BOCK, A. M. M.; SANTOS, M.; BAREMBLITT, G. F. Psicologia e direitos humanos: práticas psicológicas: compromissos e comprometimentos. São Paulo: Casa do Psicólogo; CFP, 2001.

JACÓ-VILELA, A. M.; MANCEBO, D. (orgs.). Psicologia Social: Abordagens sócio-históricas e desafios contemporâneos. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.

SALLENAVE, R. N. U. R. O que o agente de saúde deve conhecer na comunidade. Fundação Hospitalar do Distrito Federal, Brasília. DF.

 

 

 

Processos Grupais II

Princípios norteadores da coordenação de grupos de acordo com os pressupostos teóricos psicossociológicos, psicanalíticos e psicodramáticos.

 

ALMEIDA, W. C. et al. A ética nos grupos. Contribuição do psicodrama. São Paulo: Agora, 2002.

BION, W. R. Experiências com Grupos. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1975.

MOORE, C. W. O processo de mediação. Estratégias práticas para resolução de conflitos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

PAGÈS, M. A vida afetiva dos grupos. Petrópolis: Editora Vozes, 1982.

PICHON-RIVIÈRE, E. O processo grupal. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

 

 

 

Psicopatologia: Sofrimento Psíquico

O Pathos e a Psicopatologia Fundamental. A função do diagnóstico e a posição do psicopatológico. O campo das neuroses, das psicoses, das perversões e dos fenômenos psicossomáticos. Estudos de casos.

 

BERLINCK, M. T. Psicopatologia fundamental. São Paulo: Escuta, 2000.

CALLIGARIS, C. Introdução a uma clínica diferencial das psicoses. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.

FREUD, S. Sobre a psicopatologia da vida cotidiana. Rio de Janeiro: Imago, 1987.

LANTERI-LAURA, G. Leitura das perversões. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.

MELMAN, C. A neurose obsessiva. Rio de Janeiro: Cia de Freud, 2004.

 

 

Processos de Avaliação Psicológica II

Estudo e avaliação de um conjunto de testes psicológicos psicométricos. Objetivos e formas de aplicação dos testes psicométricos.

 

ANASTASI, A. Testes Psicológicos. São Paulo: Herder-EPU, 1975.

ANASTASI, A. Psicologia Diferencial. São Paulo: Herder-EPU, 1965.

FREEMAN, F. S. Teoria e Prática dos testes Psicológicos. Lisboa: Calouste Gulbekian, 1974.
VAN KOLCK, O. L. Técnicas de Exame Psicológico. v. I e II. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1975.

 

 

Psicologia das Relações de Trabalho I

Compreensão de organização como sistema social, técnico, ideológico; relações de trabalho e subjetividade; a psicodinâmica do trabalho; saúde mental e trabalho; dilemas e contradições no ambiente organizacional; processos organizacionais – grupos, relações de poder, cultura organizacional.

CHANLAT, Jean-François (coord.). O Indivíduo nas organizações. Dimensões esquecidas. 2. ed. vols. I a III. São Paulo. Ed. Atlas, 1993.

CODO, Wanderley; SAMPAIO, José Jackson Coelho (orgs.). Sofrimento psíquico nas organizações. Saúde mental e trabalho. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 1995.

DAVEL, Eduardo; VERGARA, Sylvia Constant (orgs.). Gestão com pessoas e subjetividade. São Paulo: Ed. Atlas, 2006.

LANCMAN, Selma; SZNELWAR, Laerte I. (orgs.). Christophe Dejours. Da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho. Rio de Janeiro: Fiocruz; Brasília: Paralelo 15, 2004.

ZANELLI, J. C.; BORGES-ANDRADE, J. E.; BASTOS, A. V. B. (orgs.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

 

Psicologia dos Processos Educacionais II

Psicologia na diversidade dos processos educativos. Práticas e pesquisas psicológicas atuais em educação.

 

CAMPOS, H. R.; JUCÁ, M. R. B. O Psicólogo na Escola: avaliação da formação à luz das demandas do mercado. In: ALMEIDA, S. F. C. (Org.). Psicologia Escolar: ética e competências na formação e atuação profissional. Campinas: Editora Alínea, 2003.

COLL, C., PALACIOS, J.; MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação: Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

CONTINI, M. L. J. O Psicólogo e a Promoção de Saúde na Educação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.

DEL PRETTE, Z. A. P. (Org.). Psicologia Escolar, Saúde e Qualidade de Vida: Explorando fronteiras. Campinas: Alínea, 2001.

YAMAMOTO, O. H. et al. A Psicologia Escolar em Natal: características e perspectivas. Psicologia: Ciência e Profissão, 2/3/4, 40-49, 1990.

 

 

Psicoterapias I

Modelos de psicoterapia. Semelhanças e diferenças entre as diversas abordagens psicoterápicas. Relação terapêutica e intervenção nos vários procedimentos psicoterápicos.

 

CORDIOLLI, A. V. Psicoterapias: abordagens atuais. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

FIGUEIRA, S. A. (org.) Contratransferência: de Freud aos contemporâneos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.

FIORINI, H. Teoria e Técnica de Psicoterapias. Edição ampliada. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

LANGS, R. As Bases da Psicoterapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1984.

RIBEIRO, J. P. Gestalt-Terapia: Refazendo um Caminho. São Paulo: Summus, 1985.

 

 

Pesquisa em Psicologia II

A pesquisa em Psicologia e saúde e a pesquisa em psicologia e processos sócio-culturais.

 

BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

CZERESNIA, D.; FREITAS, C. M. (org). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões e tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.

DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1995.

GONZÁLEZ REY, F. Pesquisa qualitativa em psicologia: caminhos e desafios. Tradução de Marcel Aristides Ferrada Silva. São Paulo: Pioneira, 2002.

TRINDADE, Z. A.; ANDRADE, Â. N. Psicologia e Saúde: Um campo em Construção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

 

 

Processos de Avaliação Psicológica III

Estudo e avaliação de um conjunto de testes psicológicos projetivos. Objetivos e formas de aplicação dos testes projetivos.

 

BENJAMIN, A. A entrevista de ajuda. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

FREITAS, N. K.; RAYMUNDO, M. G. B. Psicodiagnóstico-R. 4 ed. revista. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

GARRETT, A. A Entrevista. São Paulo: Pioneira, 1981.

LODI, J. B. A Entrevista: Teoria e Prática. São Paulo: Ed. Pioneira, 1992.
VAZ, C. E. O rorschach: teoria e desempenho. 3. ed. São Paulo: Ed. Manole, 1997.

 

 

Psicologia das Relações de Trabalho II

A prática da psicologia dentro da organização; metodologia e instrumentos de intervenção; a organização como campo para pesquisa e de construção de uma prática do psicólogo.

CHANLAT, Jean-François (Coord.). O Indivíduo nas organizações. Dimensões esquecidas. 2. ed. vols. I a III. São Paulo. Ed. Atlas, 1993.

DEJOURS, Christophe. A banalização da injustiça social. Rio de Janeiro: FGV, 2005.

MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P. (Orgs.). Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas, 1997.

TAMAYO, A.; BORGES-ANDRADE, J.E.; CODO, W. (Orgs.). Trabalho, organização e cultura. Coletâneas da ANPEPP. São Paulo: Yangraf Gráfica e Editora Ltda., 1996.
ZANELLI, J.C.; BORGES-ANDRADE, Jairo E., BASTOS, Antonio Virgílio B. (Orgs.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

 

Psicologia e Saúde

Conceito de saúde em suas diversas dimensões: promocionais, preventivos e curativos. A saúde na atenção primária, secundária e terciária. Atenção básica e especializada. Sistema Único de Saúde e a rede suplementar. Psicologia e Saúde. Regulamentação.

 

MADEL, L. Natural racional e social: razão médica e racionalidade científica moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1988.

PINHEIRO, R.; MATTOS, R. A. Cuidado – as fronteiras da integralidade. São Paulo: HUCITEC; Rio de Janeiro: ABRASCO, 2004.

ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: HUCITEC; UNESP; ABRASCO, 1994.

SATO, L. (Org.). Psicologia e saúde: repensando as práticas. São Paulo: HUCITEC, 1992.

SPINK, M. J. Psicologia social e saúde. São Paulo: Cortez, 2004.

 

 

 

Psicologia e Processos Sócio-culturais

Discussão dos conceitos de “social” e “cultural”. Os diferentes contextos sócio-culturais e sua relação com a teoria e a prática psicológicas. O debate intra e interdisciplinar dos processos sócio-culturais.

 

ABRANTES, A. A. SILVA, N. R.; MARTINS, S. T. F (Orgs.) Método histórico-social na psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2005.

AMORIM, M. O pesquisador e seu outro. Bakhtin nas ciências humanas. São Paulo: Musa Editora, 2001.

FREUD, S. O mal estar na civilização. (1930). Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud, v. 21).

GONZÁLEZ-REY, F. Epistemologia Cualitativa y subjetividad. Habana. Cuba: Editorial Pueblo y educación, 1997.

THOMPSON, J. B. Ideologia e Cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.

 

 

Psicoterapias II

Aplicações clínicas das psicoterapias. Psicoterapia de Apoio e Psicoterapia Breve. Psicoterapias de Grupo e Psicoterapias de Família. Clínica psico-social.

 

CASTILHO, T. Temas em terapia familiar. São Paulo: Plexus, 1994.

FIORINI, H.; PEYRÚ, G. Desenvolvimentos em Psicoterapias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1978.

LEMGRUBER, V. B. Psicoterapia breve integrada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

MINUCHIN, S. Famílias, funcionamento e tratamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982.

ZIMERMAN, D. E. Fundamentos básicos das grupoterapias. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

 

 

Pesquisa em Psicologia III

Elaboração e produção de projeto de pesquisa vinculada às Ênfases e ao Trabalho de Conclusão de Curso.

 

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Referências bibliográficas - NBR 6023. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.

ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1989.

MARQUES, M. O. Escrever é preciso - o princípio da pesquisa. Ijuí: UNIJUÍ, 2001.

MINAYO, M. C. S. Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2000.

 

 

Estágio Específico I

Leitura, produção, intervenção e avaliação de projetos que possibilitem a prática do exercício profissional em diferentes âmbitos de inserção do psicólogo(a). Atividades sistematicamente supervisionadas e orientadas para compromissos com o contexto de sua ação.

 

FIGUEIREDO, A. C. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos: a clínica psicanalítica no ambulatório público. 4. ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2004.

SAWAIA, B. B. Comunidad como Ética y Estética de la Existência. Una reflexión mediada por el concepto de Identidad. Psykhe, Santiago, v. 8, p. 19-25, 1999.

SPINK, M. J. A ética na pesquisa social: da perspectiva prescritiva a interanimação dialógica. Porto Alegre: Psico. 1(31): 7-22jan./jun. 2000.

 

 

Tópicos Especiais I – Ênfase Psicologia e Saúde[4]

Seminários interdisciplinares sobre temas derivados da ênfase Psicologia e Saúde: aprofundamento das diferentes dimensões e níveis de atenção à saúde, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

Tópicos Especiais I – Ênfase Psicologia e Processos Sócio-culturais

Seminários interdisciplinares sobre os temas derivados da ênfase Psicologia e Processos Sócio-Culturais: problematização e aprofundamento das diferentes noções de social e cultural, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

Estágio Específico II

Leitura, produção, intervenção e avaliação de projetos que possibilitem a prática do exercício profissional em diferentes âmbitos de inserção do psicólogo(a). Atividades sistematicamente supervisionadas e orientadas para um compromisso com o contexto de sua ação.

 

FIGUEIREDO, A. C. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos: a clínica psicanalítica no ambulatório público. 4. ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2004.

SAWAIA, B. B. Comunidad como Ética y Estética de la Existência. Una reflexión mediada por el concepto de Identidad. Psykhe, Santiago, v. 8, p. 19-25, 1999.

SPINK, M. J. A ética na pesquisa social: da perspectiva prescritiva a interanimação dialógica. Porto Alegre: Psico. 1(31): 7-22jan./jun. 2000.

 

 

Tópicos Especiais II– Ênfase Psicologia e Saúde

Seminários interdisciplinares sobre temas derivados da ênfase Psicologia e Saúde: aprofundamento das diferentes dimensões e níveis de atenção à saúde, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

Tópicos Especiais II – Ênfase Psicologia e Processos Sócio-culturais

Seminários interdisciplinares sobre os temas derivados da ênfase Psicologia e Processos Sócio-Culturais: problematização e aprofundamento das diferentes noções de social e cultural, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

 

 

Estágio Específico III

Leitura, produção, intervenção e avaliação de projetos que possibilitem a prática do exercício profissional em diferentes âmbitos de inserção do psicólogo(a). Atividades sistematicamente supervisionadas e orientadas para um compromisso com o contexto de sua ação.

 

FIGUEIREDO, A. C. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos: a clínica psicanalítica no ambulatório público. 4. ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2004.

SAWAIA, B. B. Comunidad como Ética y Estética de la Existência. Una reflexión mediada por el concepto de Identidad. Psykhe, Santiago, v. 8, p. 19-25, 1999.

SPINK, M. J. A ética na pesquisa social: da perspectiva prescritiva a interanimação dialógica. Porto Alegre: Psico. 1(31): 7-22jan./jun. 2000.

 

 

Tópicos Especiais III – Ênfase Psicologia e Saúde

Seminários interdisciplinares sobre temas derivados da ênfase Psicologia e Saúde: aprofundamento das diferentes dimensões e níveis de atenção à saúde, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

Tópicos Especiais III – Ênfase Psicologia e Processos Sócio-culturais

Seminários interdisciplinares sobre os temas derivados da ênfase Psicologia e Processos Sócio-Culturais: problematização e aprofundamento das diferentes noções de social e cultural, assim como temas relacionados ao Estágio Específico.

 

 

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS[5]

 

A Teoria Sócio-histórico-cultural de Vigotski

O método histórico-dialético e a concepção de sujeito vigotskiano. A lei geral do desenvolvimento, a mediação e as funções psicológicas superiores. As relações pensamento-linguagem-cultura.

SAWAIA, B. A crítica ético-epistemológica da Psicologia Social pela questão do Sujeito. Psicologia e sociedade; 10 (2): 117-136; jul./dez. 1998.

VYGOTSKY , L. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

______.  A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

______.  O desenvolvimento psicológico na infância. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

______. Teoria e método em psicologia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

WERTSCH, J; DEL RIO, P; ALVAREZ, A. Estudos sócio-culturais da mente. Porto Alegre: Artmed, 1998.

 

 

 

 

Teoria Psicanalítica Freudiana

A criação da psicanálise. Principais conceitos da teoria psicanalítica freudiana.

 

FREUD, S. Obras Completas. Edição Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1974.

GARCIA-ROZA, L. A. Freud e o Inconsciente. 20 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.

LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J. B. Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 1983.

ROCHA, Z. Freud: Aproximações. Recife: Editora Universitária da UFPE, 1995.

ROUDINESCO, E. Por que a Psicanálise? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

 

 

Escola e Processos Sócio-culturais

Abordagens dos problemas e distúrbios de aprendizagem. O fracasso escolar. Os mecanismos de rotulação, culpabilização, marginalização e exclusão nas relações aluno-escola e professor-aluno.

 

BRUNER, J. A cultura da educação. Porto Alegre: Artmed, 2001.

CORREIA, M. Psicologia e Escola: uma parceria necessária. Campinas: Átomo e Alínea, 2004.

DAYRELL, J. Múltiplos olhares sobre a educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001.

FORQUIN, J. C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

ROGOFF, B. A Natureza Cultural do Desenvolvimento Humano. Brasília: Artmed, 2005.

 

 

Psicopatologia e Trabalho

A Psicopatologia e as relações de trabalho. Condições de trabalho e estratégias defensivas. Significação do trabalho e sofrimento. Trabalho e saúde. As políticas de saúde mental no Brasil.

 

CHANLAT, J-F. et al. O indivíduo na organização: Dimensões esquecidas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1993.

CODO, W.; SAMPAIO, J. J. C.; HITOMI, A. H. Indivíduo, trabalho e sofrimento: uma abordagem interdisciplinar. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

DEJOURS, C. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 5 ed., ampl. São Paulo: Cortez, 1992.

HIRIGOYEN, Marie-France. Mal Estar no Trabalho. Redefinindo o Assédio Moral. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

JACQUES, M. G.; CODO, W. Saúde mental & trabalho: leituras. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

 

 

Psicologia e Literatura

Leitura interdisciplinar de obras literárias: contribuições da literatura à compreensão do ser humano. Estrutura e dinâmica do sujeito psíquico nos personagens literários. Contexto social e traços psicológicos: como as obras literárias abordam a influência do meio na constituição do sujeito.

 

BACHELARD, G. A poética do espaço. 2 ed. São Paulo: Nova cultural, 1988.

FREUD, S. O mal estar na civilização. (1930). Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud, v. 21).

______.Delírios e sonhos na Gradiva de Jensen. (1907). Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud, v. 9).

JUNG, C. G. O espírito na arte e na ciência. Petrópolis: Vozes, 1979. (Obras completas, v. 15).

VIGOTSKY, L. S. Psicologia da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

 

 

Psicologia e Religião

O conceito de religião. O conceito de religiosidade. Religião e Psicopatologia.  Freud, Jung e a experiência religiosa. 

 

FREUD, S. O futuro de uma ilusão. (1927). Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud, v. 21).

______. Moisés e o Monoteísmo. (1939). Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard das Obras Completas de Sigmund Freud, v. 23).

JUNG, C. G. Psicologia da Religião Ocidental e Oriental. Petrópolis: Vozes, 1979. (Obras completas, v. 11).

PALMER, M. Freud e Jung: sobre a religião. São Paulo: Loyola, 2001.

WONDRACEK, K. H. K. (Org.). O futuro e a ilusão. Um embate com Freud sobre Psicanálise e Religião. Petrópolis: Vozes, 2003.

 

 

Psicologia Experimental

A prática em Psicologia Experimental em laboratório e em ambiente natural.

 

DANNA, M. F.; MATOS, M. A. Ensinando observação. São Paulo: Edicon, 1999.

MATOS, M. A.; TOMANARI, G. Y. A análise do comportamento no laboratório didático. São Paulo: Manole, 2002.

McGUIGAN, F. J. Psicologia Experimental – uma abordagem metodológica. São Paulo: E.P.U., 1976.

SKINNER, B. F. Walden II. São Paulo: E.P.U., 1978.

WHALEY, D. L.; MALOTT, R. W. Princípios elementares do comportamento. São Paulo: E.P.U., 1980.

 

 

Orientação Profissional

Métodos e técnicas de Orientação Profissional. Vocação e profissão. O processo de escolha. Maturidade. Teorias sobre o processo vocacional.

BOCK, A M. B. et al. A escolha profissional em questão. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1995.

BOCK, S. D. Orientação profissional: A abordagem sócio-histórica. São Paulo: Cortez 2002.

BOHOSLAVSKI, R. Orientação vocacional: a estratégia clínica. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

GIACAGLIA, L. R. A. Orientação vocacional por atividades. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003.

LEVENFUS, R. S. Psicodinâmica da escolha profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

 

 

Práticas Discursivas e Produção de Sentidos

Contextualiza historicamente a compreensão da proposta teórico-metodológica do estudo das práticas discursivas e da produção de sentidos no cotidiano; a linguagem como mediação da consciência e a linguagem como prática social (virada linguística); o construcionismo social e a psicologia; a análise do discurso.

 

ANTAKI, C. et al. El Análisis de discurso implica analizar: critica  de  seis  atajos analíticos. Barcelona: Atenea Digital, 3, 2003. Disponível em: http://antaya.uab.es/atenea/num3/antaki.pdf. Acesso em 09 out. 2006.

COULON, A. La etnometodología. Madrid: Cátedra, 1987.

GERGEN, K. Movimento do construcionismo social na psicologia moderna. Tradução do inglês: Ercy José Soar Filho. Disponível em:

http://www.swarthmore.edu/SocSci/kgergen1/web/page.phtml?id=manu21&st=manuscripts&hf=1. Acesso em: 09 out. 2006.

IBAÑEZ, T. Municiones para disidentes. Barcelona: Gedisa, 2001.

SPINK, M. J. (Org.). Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano. São Paulo: Cortez, 1999.

 

 

Clínica Psicanalítica

A especificidade da escuta clínica. As entrevistas iniciais e o início de um tratamento. O contrato analítico. O enquadre analítico: a entrevista clínica e o diagnóstico. Atendimentos com crianças, adolescentes e adultos. Clínica pública  e clínica privada. A transferência e os conceitos que norteiam a clínica.  

           

CALLIGARIS, C. Cartas a um jovem terapeuta. Rio Janeiro: Elsevier, 2004.

DOR, J. Clínica psicanalítica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

FÉDIDA. P. Clínica psicanalítica: Estudos. São Paulo: Escuta, 1988.

FIGUEIREDO, A. C. Vastas confusões e atendimentos imperfeitos: a clínica psicanalítica no ambulatório público. 4. ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2004.

FIGUEIREDO, L. C; COELHO JUNIOR, N. Ética e técnica em psicanálise. São Paulo: Escuta, 2000.

 

 

Psicologia do Envelhecimento

Abordagem da velhice no campo da psicologia evolutiva. Aspectos psicossociais da velhice. Envelhecimento, sociedade e cultura. Psicologia e envelhecimento.

 

Beauvoir, S. A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1990.

BOSI. E. Memória e Sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

NERI. A. L. Psicologia do envelhecimento. Campinas: Papirus, 2000.

NERI. A.L.; DEBERT. G. G. (Orgs.). Velhice e Sociedade. Campinas: Papirus, 1999.

Zimerman. G. I. Velhice: aspectos biopsicossociais. Porto Alegre: Artmed, 2000.

 

 

Psicodrama

A Socionomia de Moreno: sociodinâmica, sociometria e sociatria, seus objetos de estudo e métodos utilizados. A formação da identidade. O núcleo do eu de Rojas-Bermúdez. A prática psicodramática como método pedagógico e psicoterapêutico.

 

ALMEIDA, W. C. et al. A ética nos grupos. Contribuição do psicodrama. São Paulo: Agora, 2002.

MARRA, M. M. O agente social que transforma. O sociodrama na organização de grupos. São Paulo: Agora, 2004.

MORENO, J. L. Psicodrama. São Paulo: Cultrix, 1997.

ROMAÑA, M. A. Do psicodrama pedagógico à pedagogia do drama. Campinas:  Papirus Ed.,1996.

BERMÚDEZ- ROJAS J. Teoria y técnica psicodramáticas. Buenos Aires, Barcelona, México: Paidós, 1997.

 

 

Psicologia Jurídica

Conceitos de Direito Penal. Elementos Básicos da Vitimologia. A favorável intervenção do sistema penal no processo da delinqüência, visando a ressocialização da pessoa. Soluções alternativas de resolução dos conflitos familiares.

 

DUARTE, L. P. L. A guarda dos filhos na família em litígio. Rio de janeiro: Editora Lumen Juris, 2006.

GRISARD FILHO, W. et al. Guarda compartilhada - aspectos psicológicos e jurídicos. Porto Alegre: Equilíbrio, 2005.

GRUNSPUN, H. Mediação Familiar – O Mediador e a separação de casais com filhos. São Paulo: LTr Editora, 2000.

HAYNES, J. M.; MARODIN, M. Fundamentos da Mediação Familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

SILVA, D. M. P. Psicologia Jurídica no Processo Civil Brasileiro. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

 

Psicologia e Adolescência:

A “crise adolescente”. A adolescência como modelo social. A passagem adolescente. A “adultescência”. A adolescência e questões da contemporaneidade: sexualidade, drogadição, identidade, grupos, tendências e riscos.

 

CANCLINI, Néstor García. Consumidores e cidadãos - conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.

FLEMING, Manoela. Adolescência e autonomia: o desenvolvimento psicológico e a relação com os pais. Porto: Edições Afrontamento, 1993.

LIPOVETSKY, Gilles. El crepúsculo del deber. Barcelona: Anagrama, 1994.

OBIOLS, Guillermo; OBIOLS, Silvia Di Segni. Adolescencia, posmodernidad y escuela secundaria. Buenos Aires: Kapelusz, 1994.

WINNICOTT, D. W. A família e o desenvolvimento individual. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

 

 

Psicologia e Novas Tecnologias

Subjetividade e tecnologias de comunicação e informação. Limites e bordas do espaço digital. Categorias de inclusão e exclusão digital.

 

FERRÉS, Juan. Televisão subliminar. Socializando através de comunicações despercebidas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

FERRETI, C. J. et al. (orgs.). Novas tecnologias, trabalho e educação: Um debate multidisciplinar. Petrópolis, Vozes, 1994.

LÈVY, P. As tecnologias da inteligência - o futuro do pensamento na era da informática. Tradução Carlos Irineu da Costa, Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

PARENTE, A. (org.). Imagem máquina - A era das tecnologias do virtual. Tradução de Rogério Luz et al. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1996.

RÜDIGER, F. Capítulos de arqueologia espiritual pós-moderna. Sujeito e objeto na aurora da cibercultura. Porto Alegre. Ed. @, 2002.

 


 

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

 

O TCC é uma atividade obrigatória, de caráter acadêmico/científico, a ser realizada pelo aluno, para que possa efetivar a integralização curricular do curso. Visa alcançar os seguintes objetivos:

 

- estimular a iniciação à pesquisa, facilitando o avanço do conhecimento nas diferentes áreas da Psicologia;

- facilitar o processo de intervenção na realidade local, através de programas extensionistas, contribuindo assim com o desenvolvimento local;

- possibilitar ao aluno a consolidação de sua formação de psicólogo.

 

Os temas dos projetos devem estar relacionados às ênfases curriculares do curso e/ou às linhas de pesquisa dos núcleos. A indicação de outros temas deverá ser apreciada pelo colegiado do curso.

O TCC será desenvolvido por meio de trabalhos teóricos ou teóricos/práticos, devendo atender as normas especificadas pelo Colegiado do Curso e em conformidade com as normas da Unidade Acadêmica.


ATIVIDADES COMPLEMENTARES

 

As atividades complementares têm como objetivo estimular a participação dos alunos e alunas em experiências diversificadas que contribuam para a formação profissional. Devem possuir relação direta com os objetivos do Curso e serem devidamente comprovadas. As atividades complementares poderão ser realizadas individualmente ou em grupo, sempre orientadas para o envolvimento do aluno de forma que contemplem, ao longo do curso, a participação em atividades vinculadas ao ensino, à pesquisa e à extensão. A seguir o Quadro IV que apresenta as atividades, destacando que diversas atividades poderão ser agregadas ao quadro, desde que tenham interesse acadêmico, e deverão ser submetidas à avaliação e aprovação do Colegiado do Curso.

 


Quadro IV - Atividades Complementares:

 

Quadro de Atividades Complementares*

As atividades complementares têm como objetivo estimular a participação dos alunos e alunas em experiências diversificadas que contribuam para a formação profissional. Devem possuir relação direta com os objetivos do Curso e serem devidamente comprovadas.

 

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE**

1

Participar em eventos de extensão universitária (cursos, palestras, seminários, congressos de natureza acadêmica e profissional na área) realizados na UFAL ou em outra instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC; ou, ainda, outros eventos que porventura venham a ser recomendados pela Coordenação do Curso.

2

Ministrar cursos ou palestras de extensão relacionados aos objetivos do Curso.

3

Organizar curso ou evento de extensão relacionado aos objetivos do Curso.

4

Participar em atividades de iniciação científica (mínimo de 300 h/anuais), realizadas na UFAL ou em outra instituição, com a devida comprovação da coordenação do projeto.

5

Atuar como monitor(a) nas disciplinas do Curso de Psicologia da UFAL

6

Realizar estágio curricular não obrigatório e/ou atividades sociais, de caráter sócio-comunitário, efetuado junto à entidade pública ou privada legalmente instituída.

7

Apresentar trabalho em evento científico-cultural, em âmbito estadual, regional, nacional ou internacional, relacionados aos objetivos do Curso.

8

Publicar livro, capítulo de livro, anais de evento científico- cultural, artigos em revista científica com corpo editorial, em jornais e revistas não científicas como autor ou co-autor.

9

Receber premiação em trabalho acadêmico.

10

Cursos em outras Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo MEC.

11

Representação em Colegiados de Curso, Conselhos do Instituto, Conselho Universitário.

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Atividades artístico-culturais

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Outras atividades analisadas pelo Colegiado do Curso e de acordo com as Normas da UFAL.

O aluno do Curso de Psicologia da UFAL deve realizar, no mínimo, 160 horas de Atividades Complementares, devidamente comprovadas.

*     Sugere-se encaminhar o aproveitamento diretamente na Secretaria da Unidade o qual será encaminhado ao Colegiado do Curso com os documentos comprobatórios, quando atingir o 7.º semestre.

**   Qualquer atividade que não se inclua nessas descrições está sujeita à análise da Coordenação de Curso.

*** A comprovação da atividade contempla integralmente o número de horas previsto.

 

 


SISTEMA DE AVALIAÇÃO

 

Tendo em conta as necessidades de revisão e aperfeiçoamento constantes da presente proposta de reforma curricular, de um levantamento de critérios diagnósticos capazes de apresentar os pontos positivos e negativos do curso, da sua estrutura curricular, das disciplinas, dos professores e das aprendizagens dos alunos, propomos a seguir o Sistema Integrado de Avaliação do Curso de Psicologia da UFAL. Esta designação ressalta a importância de se compreender o processo avaliativo de uma perspectiva macro que contemple e integre num único processo todos os instrumentos avaliativos utilizados no e para o curso de psicologia.

Este sistema adota como princípios a avaliação processual, flexível, democrática e valorativa, de caráter diagnóstico, assumindo desta forma seu interesse numa perspectiva de avaliação formativa que se apóia em mecanismos de reflexão crítica, inclusiva, ética e transformadora (SOBRINHO, 2003). Além disso, concebe o processo avaliativo como notadamente político e com efeitos públicos, o que implica em reconhecer a não existência de neutralidade e a vinculação de crenças sobre mundo, homem e educação em todo este processo.

Fundamentado nestes princípios e dimensões, o Sistema Integrado de Avaliação do Curso de Psicologia da UFAL funcionará a partir de um tripé que compreende a estrutura do próprio curso, o corpo docente e o corpo discente:

  • Na Estrutura do Curso serão avaliados, a adequação dos recursos humanos e físicos (laboratórios, salas, acervo bibliográfico, recursos de multimídia) e o projeto político-pedagógico. Para tal, serão realizados Fóruns de Auto-Avaliação Anual, nos quais docentes e discentes discutirão as problemáticas do curso e avaliarão seu funcionamento ao longo de cada ano que corresponde a dois semestres letivos. Em caráter contínuo, estarão em funcionamento um Conselho de Avaliação – de caráter geral e responsável pela organização e produção do fórum anual - e uma Comissão Interdisciplinar, submetida ao primeiro, que se ocupará somente das questões relativas à avaliação do projeto político-pedagógico. Ambos serão compostos por professores membros do colegiado e representantes de turma do curso. Para elaboração dos critérios e objetivos dos processos de avaliação deste grupo, deverão ser tomados como base os princípios e dimensões já mencionados anteriormente, bem como os critérios estabelecidos pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.
  • A avaliação do Corpo Docente corresponderá aos seguintes critérios (além de outros): titulação; adequação formação–disciplina ministrada; didática em sala de aula; envolvimento com ensino, pesquisa, extensão, orientação de estágio e TCC; participação nas reuniões regulares do colegiado do curso e em eventos esporádicos de interesse do curso; participação em congressos e publicações; cursos de aperfeiçoamento docente. Dados os vários componentes, tal avaliação ocorrerá em dois níveis: um realizado pelo próprio colegiado do curso, em que se discutirão a participação, as dificuldades e as maneiras de superá-las. E outro, pelos discentes, dentro das próprias disciplinas, onde se discutirá, ao longo das aulas, os pontos positivos e negativos da interação professor-aluno-conhecimento. Ao final do ano, os discentes responderão um questionário de avaliação do desempenho do professor que deverá ser encaminhado ao colegiado do curso. Os critérios e objetivos deste grupo de avaliações deverão ser discutidos e regulamentados pelo colegiado do curso e devem estar coerentes com os princípios e dimensões citadas anteriormente.
  • A Avaliação dos Discentes adotará uma perspectiva integral e será organizada a partir das disciplinas do semestre, ou seja, apesar de ser realizada dentro de uma disciplina específica, deve ser pensada em função das demais disciplinas que compõem um dos semestres letivos. Em razão desta alteração, caberá aos docentes discutir em grupos - organizados por semestre - que formas de avaliação serão mais adequadas e cabíveis, levando em consideração a organização horizontal e vertical do curso, o projeto pedagógico, os planos de aprendizagem das disciplinas, bem como os princípios e dimensões adotados neste documento. Além disso, será estabelecido um sistema de tutoria (monitoria) discente, no qual discentes mais adiantados da turma ou de semestres posteriores auxiliarão aqueles que apresentam alguma dificuldade de acompanhamento e domínio dos conhecimentos e técnicas desenvolvidos nas disciplinas (VIGOTSKI, 2001; 1998), ressalta-se que este sistema de tutoria deve ser acompanhado por um professor sabidamente competente nos temas em questão.

Este tripé de avaliações, correspondente ao curso, aos docentes e aos discentes, formará o programa de avaliação interna do curso denominado Sistema Integrado de Avaliação do Curso de Psicologia da UFAL, o qual deverá ser utilizado articulado ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).

 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

ACHCAR, R. (org.). Psicólogo brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação. São Paulo: Casa do Psicólogo, CFP, 1994.

 

ANTUNES, M. A Psicologia no Brasil-leitura histórica sobre sua constituição. São Paulo: Unimarco/Educ, 1999.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Quem é o psicólogo brasileiro. São Paulo: Edicon, Educ, 1988.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicólogo brasileiro: construção de novos espaços. Campinas: Átomo, 1992.

MALUF, M. R. La psicología en el Brasil. In: ALONSO, M. M.; EAGLY, A. (edit assoc.) Psicología en las Américas. Sociedad Interamericana de Psicologia. Caracas: Litopar, 1999.

 

MALUF, M. R. A formação profissional do psicólogo brasileiro. Interações, 1 (1), pp. 31-45, 1996.

 

MASSIMI, M. História da Psicologia Brasileira. São Paulo: EPU, 1990.

PESSOTTI, I. Notas para uma história da Psicologia Brasileira. In: CFP. Quem é o psicólogo brasileiro. São Paulo: Edicon, Educ, 1988.

 

SOBRINHO, José Dias. Avaliação: políticas educacionais e reformas da educação superior. São Paulo: Cortez, 2003.

 

VIGOTSKI, Lev. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

VIGOTSKI, Lev. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.


 

 

 

 

ANEXO


PROFESSORES DO CURSO DE PSICOLOGIA

 

Relação dos Professores Efetivos que ministram aula no Curso de Psicologia/ICHCA/UFAL 2005-2006:

 

DOCENTES EFETIVOS

Curso de origem

TITULAÇÃO

Adélia Augusta Souto de Oliveira

Psicologia

Doutorado

Charles Elias Lang

Psicologia

Doutorado

Cristina Camelo de Oliveira

Psicologia

Graduação

Cristóvão Félix Garcia da Silva

Psicologia

Licença sem vencimento

Mestrado

Dílson Vicente de Lima

Psicologia

Mestrado

Eliane Maria de Araújo Ferreira

Educação

Mestrado

Esperidião Barbosa Neto

Psicologia

Especialização

Helena Diniz Barros Vale

Psicologia

Mestrado

Heliane de Almeida Lins Leitão

Psicologia

Doutorado

Henrique Jorge Simões Bezerra

Psicologia

Mestrado

Jefferson de Souza Bernardes

Psicologia

Doutorado

José Geraldo da Cruz Gomes Ribeiro

Educação

Especialização

Lícia Gatto Santa Rita de Melo

Educação

Mestrado

Luis Cláudio Coradini

Matemática

Doutorado

Maria Auxiliadora Teixeira Ribeiro

Psicologia

Doutorado

Nadja Maria Vieira da Silva

Psicologia

Doutorado

Maria Nazaré Santos Galindo Martins

Psicologia

Mestrado

Pedro Nelson Bomfim Gomes Ribeiro

Psicologia

Mestrado

Rodrigo Barros Gewehr

Psicologia

Mestrado

Taciano Lemos Milfont

Psicologia

Afastado judicialmente

Mestrado

Tânia Nobre de Medeiros

Sociologia

Graduação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Relação dos Professores Substitutos, lotados no Curso de Psicologia/ICHCA/UFAL 2005-2006:

 

DOCENTES SUBSTITUTOS

CURSO/DATA FINAL DO CONTRATO

REGIME DE TRABALHO

TITULAÇÃO

Adriana Almeida Sales de Melo

Pedagogia

 

 

Carmen Eurydice C. G. Ribeiro

Psicologia

Março/2007

40 horas

Especialização

Dilma Barbosa dos Santos

Psicologia

 Março/2006

40 horas

Especialização

Dílson Vicente de Lima Júnior

Psicologia

Agosto/2007

40 horas

Especialização

Janaína Lucena

Psicologia

Setembro/2008

40 horas

Especialização

 

Karla Moura da Silva Melanias Barbosa

Antropologia

 

Mestrado

Kátia Regina dos Santos Silva

Psicologia

Julho/2007

40 horas

Especialização

Lucas Pereira da Silva

Psicologia

Outubro/2006

40 horas

Mestrado

Maria Augusta Costa dos Santos

Psicologia

Março/2007

40 horas

Mestrado

Nádia Regina Loureiro de Barros Lima

Voluntária

 

Mestrado

Nicolaas Gosse Vale

Psicologia

Março/2007

40 horas

Especialização

Petrúcia Barbosa Ferreira

Psicologia

Março/2007

40 horas

Especialização

Ricardo Ferreira de Souza Maia

Psicologia

Outubro/2006

40 horas

Mestrado

Santana Glícia M. Maia

Psicologia

Setembro/2008

40 horas

Especialização

 

 

 



[1] Cf. Resolução N º 8, de 7 de maio de 2004.

 

 

[3] As competências específicas para as ênfases foram baseadas em material do Prof. Antônio Virgílio B. Bastos da Universidade Federal da Bahia: Diretrizes Curriculares – Pré-Congresso - SBP 2004.

[4] Todas as disciplinas de Tópicos Especiais (I, II e III) possuem caráter flexível, com objetivo de tratar temas que emerjam das práticas de estágio e de temas pontuais de interesse do curso. Por esta razão, torna-se inviável fixarmos uma bibliografia específica.

[5] A oferta de disciplinas eletivas pode ser ampliada e/ou reduzida, de acordo com a demanda, ou com a disponibilidade do Colegiado.

ĉ
Wanderson Valença,
26 de fev de 2009 07:03
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