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Última atualização; 25/11/2013

Teoria de física
Por
WAGNER ROBERTO CASASANTA

 

 
TEORIA DO ABSOLUTO
Uma suposta "Teoria De Tudo"
 
 
 
 
 
O conteúdo de todo este texto foi formado por inúmeras reedições por mim elaboradas para ele não exaltar demasiadas futilidades nas palavras.
Não sou dotado de fluências na escrita e peço desculpas pelos erros ortográficos, gafes e pelas palavras mal empregadas.
Mas tenho certeza de que o propósito de passar para o leitor as minhas convicções será realizado.
É provável que haja contradições no texto, porém, nada que seja desconcertante.
Com a sua licença, considerarei minha ideia como uma teoria.


INTRODUÇÃO
 
* * *
 

   Primeiramente, saliento que o texto a seguir está construído numa configuração onde as afirmações propostas como verdades são ditas pela minha teoria. Assim, fico isento de sempre ter que especificar que tais afirmações são "segundo minha teoria". Assim se formula que elas estejam sendo ditas pela minha teoria.

   Sei que não sei o suficiente sobre a profundidade complexa da física atual, mas me vejo no direito de divulgar o que encontrei, sendo, que meu intuito, não é o de vandalizar. Com isso, assim, não me julgo presunçoso, mas, como alguém em busca de participar, desejando saber até que ponto sua própria "teoria" está certa.

 

* * *
 
 
   Tanto na física relativística quanto na mecânica quântica há uma falta de conclusão e uma incompatibilidade entre elas.

   Cada uma delas se desenvolveu progredindo para seu próprio aprofundamento, partindo do ponto onde a física clássica se limitou devido às observações realizadas no comportamento dos átomos e por certas experiências sobre o desvio da luz no campo gravitacional. Essas descobertas para os extremos da física clássica deveriam se unir numa única verdade matemática, mas isso não aconteceu pelo fato dos caminhos seguidos terem como "base" o que a física clássica sempre seguiu: "que o universo é formado por um espaço quase vazio".

   A física clássica foi baseada em tudo o que nosso sistema sensitivo nos permite obter. Um princípio cheio de obscuridade e dúvidas, pois, nossos cinco sentidos nos obrigam a acreditar na percepção de um universo formado fisicamente por um espaço quase que totalmente vazio.

   A física relativística e a mecânica quântica seguiram em frente por caminhos matematicamente diferentes não se encontrando compatíveis entre si por estarem com os pés firmes numa falsa base herdada pela física clássica. A matemática da a garantia absoluta de um caminho correto, e, se ela necessitar de ser alterada através de variantes e constantes criadas pelo pesquisador para se ajustar ao comportamento do objeto observado, é sinal que algo está errado. A matemática é o caminho verdadeiro, e se ela for modificada passará a ser um caminho falso.

   A física clássica tratou o universo exatamente como ele é observado diante dos nossos olhos e usou a matemática como ela realmente é para definir seu funcionamento, até o limite alcançado pela tecnologia da época. Instrumentos de medidas rústicos com altas tolerâncias em comparação com os atuais e, principalmente, são instrumentos de estruturas físicas do próprio mundo clássico, onde as medidas instrumentais e a matemática iniciaram por se fundirem no centro do mundo clássico, abrangendo depois por experimentos mais audaciosos para os dois extremos: "maior velocidade numa maior vastidão ao encontro com o limite de relevância da relatividade, e nas coisas pequenas ao encontro do limite de relevância quântica. Antes desses limites serem atingidos, a precisão matemática foi vista como uma prova de que o caminho era verdadeiro. Além dos limites da física clássica, tanto para o macro quanto para o micro, a matemática necessitou ser modificada para que as precisões fossem ajustadas satisfatoriamente com os eventos observados. A matemática da física relativística tem uma modificação totalmente diferente da modificação da matemática da mecânica quântica. Quanto mais essas duas físicas se aprofundarem, mais modificações necessitará serem feitas em suas matemáticas e mais longe da verdade do universo se caminharão. E para haver esses avanços experimentais, os dois extremos devem trabalhar juntos numa mesma linguagem. Mais alterações matemáticas significa maior incompatibilidade. O fato de existir os limites que separam as três física, "olhando de cima", da a impressão de que o universo tem uma beleza enigmática de atração da atenção do pesquisador. Isso parece tão real que já se comentam que a estrutura do universo é graficamente deduzido por uma linha que tem seus infinitos pontos diferentes um dos outros, dispostos em seqüência gradativa, isto é, que, em qualquer ponto onde se estiver ao longo desta linha, haverá estrutura matemática tão perfeita quanto a matemática do "centro" da física clássica, onde sempre ocorrerá, então, incompatibilidades dos extremos alcançados, exatamente como ocorreu com a física clássica.

   As duas grandes teorias estão se confinando, cada uma em seu próprio beco-sem-saída, tornando-se sem perspectivas de contornarem o problema para seguirem em frente. Havendo, então,  uma grande necessidade de uni-las, esforços foram feitos, e continuam, na teoria das cordas, mas, o que a teoria das cordas poderá promover, baseando-se em um princípio também não verdadeiro, é pouco avanço por caminhos falsos que levaria a um problema ainda maior e mais complexo de incompatibilidade. Mesmo que, se a teoria das cordas alcançar seus objetivos de forma maravilhosa, e o homem puder calcular matematicamente as interações que ocorrem no interior de buracos negros e, com os devidos reflexos, multiplicar sua capacidade de manipulação, não haverá avanço na física no sentido dela estar sendo conquistada verdadeiramente. A verdade que falta para, não só uni-las, mas para se ter uma única física como um único e independente "pilar", está no início, na base, no saber do que o universo é formado. A física única, total ou verdadeira deve iniciar seu caminho no que verdadeiramente existe. Se o objetivo das teorias de física é desvendar "com que coisas o universo é formado e como funcionam essas coisas", elas, as teorias, não chegarão a conseguirem com a matemática de um princípio falso. A matemática não revela o falso, ela revela a verdade do falso. Isto é, a matemática não revela o princípio certo estando ela num princípio falso. É isso o que está acontecendo com as teorias de física atualmente.

   Essa minha Teoria propõe a visão de um mundo absoluto e real onde elementos de princípios absolutamente lógicos seguem uma única lei de absoluta lógica matemática. Ela afirma que tal mundo absoluto é o real, e o mundo que conhecemos acontece nele.

   Minha teoria afirma que o mundo real, "o mundo absoluto", é formado por três elementos. O elemento "espaço", que é independente para ter sua existência, o elemento "massa", que só depende do espaço para sua existência e o elemento "tempo". Nenhum desses três elementos convive diretamente com nossa percepção de universo. O espaço que me refiro aqui não é esse espaço que se curva e tem aparência de vazio que enxergamos. É um espaço real e absoluto que comporta a massa. A massa que me refiro não é a massa de corpos materiais formados por partículas que se movem num vazio que percebemos nos eventos do dia-a-dia. É massa única e absoluta que com sua eterna atividade molda "tudo" o que é considerado evento físico. E o tempo deste universo absoluto não é o tempo que percebemos no nosso mundo onde o tempo é variável de acordo com circunstâncias que envolvem movimento e campo gravitacional, e sim um tempo absoluto. A partir destes três elementos, através de atividades absolutamente naturais proporcionadas pelas propriedades absolutas da massa, seguindo a lei da matemática absolutamente "pura e virgem", manifesta-se toda a energia do universo.

   A lei age de acordo com o princípio "causa-efeito". Cada um desses três elementos é absoluto e a lei que os rege é a matemática absoluta, e isso é o que "molda" tudo o que existe no universo físico "não absoluto", que é o universo que "sentimos".


1 - 
ESPAÇO
   O espaço é absoluto. É único, tridimensional, estático, límpido, homogêneo, isento de qualquer tipo de textura ou componentes e infinito tanto em extensão microscópica quanto em extensão macroscópica. Cada ponto espacial sempre foi, é e sempre será fixo tanto em relação à todos os demais infinitos pontos espaciais quanto em relação à sua própria localidade espacial, pois cada ponto é, na verdade, um local elementar.

   Por menor que seja uma "porção" de espaço considerada, existem nela infinitos pontos espaciais e, cada ponto, que é infinitamente pequeno, é um endereço elementar eternamente fixo. Não que o espaço seja formado por infinitos elementos infinitamente pequenos, mas sim como um único elemento estático e indivisível.

   O espaço é o elemento que não depende dos outros para existir e não é alterado por eles por nenhuma circunstância, Ele não é vazio, é absolutamente cheio, isto é, não há um ponto espacial sequer que não esteja sendo ocupado pela massa.

2 - 
MASSA
   A massa é absoluta. É única, contínua, preenche todos os pontos do espaço, tem o mesmo sistema de endereços que o espaço tem, mas não é estática.

   Imaginando, hipoteticamente, a massa sendo estática, vemos uma massa absolutamente densa e homogênea com cada um dos infinitos pontos de endereços ocupando o ponto do espaço de mesmo endereço. O sistema de endereçamento do espaço e da massa é puramente geométrico, mas é real. E atua na identificação do local exato onde se encontra cada ponto da massa. Como a massa não é estática, e nunca será, qualquer ponto do espaço nunca será ocupado pelo ponto da massa de seu mesmo endereço, pois há, literalmente, uma infinidade "vezes o infinito" de lugares que um ponto da massa pode ocupar.

   A massa tendo densidade absoluta, não é formada por partículas, mas uma única massa infinitamente extensa e contínua ocupando todos os pontos espaciais. A densidade absoluta proporciona flexibilidade absoluta, pois, por mais que ela se estique ou encolha, continuará contínua, pois cada ponto da massa terá a mesma distância infinitamente pequena com seu ponto vizinho.

   A massa não é formada por pequeníssimas bolinhas encostadas entre si, onde se misturam constantemente mudando de lugar em relação às outras bolinhas. A massa é absolutamente indivisível e única, com extensão infinita por todas as infinitas direções.

   A infinita flexibilidade que a massa possui proporciona à ela uma imensa atividade de encolhimentos e esticamentos que são refletidos a todo momento em forma de ondas por todas as direções, tridimensionalmente, interferindo em tudo o que encontra. E o que se encontra nada mais é que a própria massa em atividades de movimentos.

3 - 
PARTÍCULA

   Sendo a massa absolutamente densa, tem infinita resistência mecânica. Para que uma força desloque uma massa com densidade absoluta, ela deve ter potência infinita. Essa força infinitamente potente é proveniente de um fator que ocorre na massa devido sua propriedade de ser absolutamente flexível. O princípio de tal flexibilidade é facilmente compreendido se analisarmos profundamente tal comportamento com relação à sua propriedade de ser uma massa "infinitamente contínua". Em locais onde a massa se encontra fortemente encolhida acontece sua precipitação, onde ela, em tal ponto mais acentuado, entra em colapso de encolhimento de forma a sugar, com potência infinita, a massa situada ao redor, esticando-a nas direções de seus raios e encolhendo-a nas direções perpendiculares aos seus raios, com maior intensidade quanto mais próxima da massa compactada que se estabelece no centro do colapso. Essa massa compactada não se encolhe para um tamanho infinitamente pequeno, pois, a densidade infinita da massa impede esse fato com sua força de encolhimento que, por confronto de forças infinitas contrárias entre si, é tanto "maior", predominantemente em relação à força contrária, na situação onde há maior esticamento. Esta força de encolhimento atua em todos os pontos da massa, mas a precipitação só se da na condição de quantidade de massa além de um "limite" em relação ao espaço absoluto. Este limite é imposto à massa como uma propriedade especial. Na suposição hipotética que citei no item anterior: "2 - MASSA", em se imaginar a massa sendo estática, imagine aqui que, na condição da massa estar totalmente homogênea na sua característica de flexibilidade, isto é, sem deformações por esticamentos e/ou encolhimentos, onde cada ponto de endereço seu ocupa o ponto do espaço de mesmo endereço, ela não teria nenhuma possibilidade de se manter sem movimento se lhe for, assim, atribuída a propriedade de flexibilidade, quão é sua quantidade em si própria em termos de compactação. Para uma melhor definição do que acabou de ler: " a massa teria possibilidade de se manter intacta se sua propriedade de compactação fosse menor o suficiente quando da atribuição da propriedade de flexibilidade. Claro que isso não passa de uma hipotética situação que utilizei para definir o limite do grau de compactação para desencadear o início do colapso. Afinal, não tenho idéia de como se daria o início dos infinitos colapsos em tal situação hipotética, no que se refere aos quais pontos exatos da massa haveria de se desencadear cada colapso.

   O colapso cessa a ação de sugar a massa quando a força do colapso perde a predominância sobre a força de encolhimento de toda massa esticada ao redor. Estará, então, formada uma "partícula elementar".

   A estrutura de uma partícula difere de acordo com o ambiente onde ela se encontra. Basicamente ela é formada por massa muito concentrada no núcleo onde predomina a ação da força do colapso. Esse núcleo não é puntiforme, isto é, não é infinitamente pequeno, e é envolvido por massa esticada pela força do colapso nas direções dos raios a partir de seu centro, e por massa encolhida nas direções perpendiculares aos raios. Essa distorção da massa se estende por movimento ondulatório da própria massa, propagando-se por todas as direções durante a formação do colapso e a partir do centro do colapso, continuamente e na "velocidade da luz". Essa deformação da massa é tanto mais acentuada quanto mais próximo do núcleo do colapso. Essa relação de acentuação de deformação pela distancia do colapso é, não igual por coincidência, mas a "tal" relação que originou a fórmula do "campo gravitacional" pelo simples fato desta distorção ser, juntamente com todas as distorções de cada partícula elementar de cada próton de cada átomo de cada molécula que compõe um planeta, por exemplo, o campo gravitacional do tal planeta.

   A força que o colapso tem de sugar mais massa é uma força tão imensa e constante que se mantém, na pequena porção de massa compactada, com a mesma potência da força de encolhimento de toda massa esticada por ele ao seu redor. Além da força de comprimir a massa em si próprio e esticar a massa que o envolve, o colapso demonstra a força de encolher a massa que o rodeia nas direções perpendiculares aos seus raios. Há de se notar que a força do colapso é a mesma força que a massa esticada ao seu redor tem de se encolher, mas que se configuram como forças contrárias entre si.

   Um colapso, "partícula elementar", vive ambientes extremamente mutantes por perturbações vindas de todos os outros colapsos contidos por entre uma vasta distância  que é imensa até mesmo para nós. O mundo das partículas é de fortíssimas distorções da massa absoluta. Perturbação quântica. No mundo cosmológico, buracos negros, estrelas e planetas deformam o tecido espacial. O que acontece é que esse tecido espaço que se deforma é, de acordo com essa minha teoria, a massa absoluta, e as partículas elementares presentes em todos os átomos são colapsos. Então, matéria e espaço são feitos de "uma mesma coisa". A massa absoluta, sem colapsos é o vácuo: "Campo de Higgs". O colapso, "partícula elementar", se move através da massa absoluta, "Campo de Higgs", pelo processo propagativo, trocando constantemente de pontos de endereços da massa, de modo que o que a partícula "ganha" de massa compactada à sua frente, "perde" massa compactada a trás, "processo onde o Campo de Higgs da massa à partícula".

4 - 
CONFRONTO DE DOIS ABSOLUTOS
   A força de encolhimento da massa esticada é tanto maior quanto mais esticada ela estiver, e a força de expansão da massa encolhida é tanto maior quanto mais encolhida ela estiver. A força do colapso é maior no centro da massa compactada considerando a partícula sem movimento. Dessa maneira, a força que o colapso exerce na superfície onde termina a massa compactada tem a mesma intensidade de força exercida pela massa que envolve a massa compactada, e, como essas forças provém da mesma fonte, isto é, da própria massa, essas duas forças são, na verdade, uma mesma força em condições diferentes. Sendo assim, pode-se dizer que na superfície da massa compactada do colapso não existe força, pois é uma força anulada pela mesma força em condições contrárias, mas isso considerando o fato hipotético do colapso não apresentar movimento, totalmente estabilizado em sua formação e que não é perturbado por coisa alguma vinda de onde quer que seja, o que é um fato absolutamente impossível no universo.

   Uma observação relevante aqui, é a de que não faz sentido dizer que uma potência infinita é diminuída ou aumentada e continua sendo uma potência infinita. Mas, quando se trata de duas forças infinitas e contrárias, o aumento e a diminuição de potências são referentes ao confronto de potências infinitas no sentido de haver predominâncias que mudam constantemente na relação entre elas. O que seria um erro é o de dizer que uma força infinita tem sua potência alterada pelo confronto entre ela e uma força que não é infinita. Vale dizer também que no mundo formado pela dedução humana através da observação normal, onde foi criada a Teoria da Física Clássica, e que, com o que se viu numa visão mais profunda foram criadas as Teorias Relativística e Quântica, não se trabalha com o confronto de duas forças com potências infinitas.

   O confronto de duas potências infinitas que ocorre na massa é a força de imobilidade pelo fato dela ter densidade infinita e a força de mobilidade pela potência infinita do colapso que existe graças à flexibilidade infinita. É um duelo eterno onde cada uma das duas forças age pela metade resistindo a metade da outra e, estando, as duas forças infinitas, em nível intermediário e em confronto uma com a outra, surge eventos com características não absolutas como a velocidade finita do movimento de deslocamento de cada ponto de massa e, consequentemente, de seus pontos vizinhos numa propagação de movimentos por efeito de reação através dos infinitos pontos por quais a massa se estende, gerando atividades em forma de ondas numa velocidade não infinita. Essa propriedade não absoluta é a determinante para a existência do tempo, que, junto com o movimento, só existe graças ao confronto das duas forças contrárias potencialmente infinitas.

5 - 
VELOCIDADE DA LUZ
   A velocidade da propagação das ondas difere de acordo com o ambiente em que as ondas se propagam. Ela não é absolutamente constante, mas tem uma constância relativa às condições ambientais. Em ambientes com muita massa, isto é, onde a massa está mais encolhida, local entre as estrelas distantes do centro da galáxia ou mesmo entre as galáxias, a velocidade da propagação de ondas é maior. Pelo contrário, a onda se propaga mais devagar na massa esticada. Tanto ondas se propagam obedecendo a velocidade inerente ao ambiente quanto os movimentos das partículas, pois as partículas se movem através da massa absoluta de mesmo modo propagativo que as ondas. Portanto, as velocidades das partículas no interior de buracos negros são muitíssimos menores que as de locais distantes deles, tendo-se a impressão de que é o tempo que é lento.

   É importante salientar algo sobre movimento e velocidade. Existe a velocidade do movimento da propagação da onda em relação à massa e o mesmo movimento em relação ao espaço. O espaço é uma referência absoluta por ser estático e pode ser referência de todo o movimento da massa. Mas podemos entender melhor o movimento da onda se tomarmos a massa como referência, mas em certos casos deve-se considerar que a massa não se encontra estática. A determinante matemática de "constância condicional" da velocidade da propagação de onda se referencia à massa. Isto é, se grande porção de massa está se deslocando em referência ao espaço absoluto, sem sofrer muita distorção, as ondas que se propagam nessa porção tem uma velocidade referente à massa e outra referente ao espaço. A velocidade, sentido e direção do movimento das ondas referente à massa seriam as mesmas para a massa se tal porção de massa estivesse se movendo com velocidade diferente e até sentido e direção diferentes em relação ao espaço. Isso leva a entender que a velocidade da luz é uma "constante condicional", é o movimento que acontece na massa e a referência para a determinação de valores dessa velocidade condicional é somente a própria massa. O que não deve faltar salientar para não haver paradoxos, é o fato da velocidade da propagação de ondas ser matematicamente variável de acordo com as condições ambientais de tal forma que qualquer corpo que sinta a velocidade da luz que o atinge, a sentirá numa única velocidade em qualquer ambiente que esteja, pois tal corpo também sofre alterações relativas ao ambiente. Isto é, a regra de constância da velocidade da luz deve ter uma matemática formulada que determina o comportamento da variação de velocidade das ondas em todas as condições ambientais. Condições estas que vão desde o ambiente onde a massa está por se precipitar na formação de colapsos, local situado entre galáxias, onde a velocidade de propagação é maior, até o ambiente onde os colapsos se aniquilam, local situado no interior de buracos negros de centro de galáxias, onde a velocidade das ondas é menor.

   Segundo a Teoria do Absoluto o tempo não é deformado pelo campo gravitacional e nem por qualquer outro fator. Ele é tão absoluto quanto é a continuidade do movimento da massa absoluta. Aliás, o tempo e o movimento não são separados. "São um só elemento". O movimento mais lento em massa esticada e mais rápido em massa encolhida é um processo natural do sistema móbil propagativo da massa, e o tempo desse processo é absolutamente constante na constância do movimento, isto é, o tempo é o mesmo em todo o universo. O tempo é a realidade do movimento.

   O que a Teoria do Absoluto tem a dizer sobre como isso se da, uma vez que ela afirma que a velocidade da luz não é uma constante absoluta, está relacionado à forma estrutural como a partícula elementar se apresenta em condições ambientais adversas e seu comportamento de interações dentro do sistema do próton em movimento.

   Tomando-se como exemplo duas partículas elementares em um ambiente sem interferências externas. Uma partícula elementar, sendo um colapso na massa absoluta, estando a uma distância relativa de um outro colapso, se encontra em um ambiente fortemente distorcido não só por ele mesmo, mas também pelo outro colapso. A distorção gerada pelo outro colapso provoca distorção do formato da massa compactada dele e ele, igualmente, provoca o mesmo no outro colapso. Essa distorção se caracteriza pelo fato da massa geral do ambiente de cada partícula perder a simetria esférica que haveria sem a presença da outra. Imaginando um colapso em cima e outro em baixo, para cada colapso, todas as direções perpendiculares à direção do outro colapso, isto é, lateralmente, são direções onde a massa se encontra encolhida pelo outro colapso. A força de resistência que a massa tinha nessas direções para aplacar a força do colapso, diminui, e o colapso passa a sugar mais massa, aumentando seu diâmetro lateralmente, se tornando com o formato de bola achatada e diminuindo as dimensões da massa horizontalmente ao seu redor. Ao mesmo tempo, na direção com o raio do outro colapso, a massa se encontra esticada pelo outro colapso, aumentando a força de resistência da massa nessas direções e o colapso, assim, perde massa do lado de cima e do lado de baixo, acentuando sua distorção de achatamento.

   Além disso, a quantidade de massa que o colapso de baixo perde no lado de cima é um pouco maior em relação ao outro lado, onde lateralmente, há um maior ganho de massa em seu hemisfério superior, e o centro do colapso, dentro da massa compactada, desloca-se em direção de aproximação a outro colapso, favorecendo capacidade de sugar a massa entre os dois colapsos, perdendo autonomia de sustentação da massa compactada do lado oposto, liberando-a e adquirindo movimento propagativo e provocando outros tipos de distorções, mas isso não importa no momento devido sua complexidade.

   Com um próton acontece o mesmo. Ele seria formado por partículas com a mesma acentuação de deformação e se apresentaria com o formato de bola achatada. Um objeto também tem essa deformação no campo gravitacional de um planeta, mas com muito menor força. Nossos corpos possuem deformações provocadas por toda matéria que nos rodeia e pela própria matéria de que somos formados.

   Um observador no solo da Terra está com a deformação que o campo gravitacional do planeta provoca em seu corpo. Ele mede a velocidade da luz que passa à sua frente, horizontalmente no vácuo. Depois ele mede a velocidade da luz que passa no vácuo de cima para baixo e verifica que as velocidades nos dois casos são iguais. Como seu corpo, devido a distorção gravitacional, é maior lateralmente, não pôde perceber que a luz que passou horizontalmente tem uma velocidade maior devido a massa absoluta estar mais encolhida nessa direção. E quando foi medida a velocidade da luz que passou de cima para baixo, o observador, estando com o formato achatado pela distorção gravitacional, não percebeu que a luz teve uma velocidade menor por se propagar por massa mais esticada.

   O campo gravitacional provoca em cada partícula elementar de seu corpo e de toda matéria de seu ambiente, deformação de modo que se tornem com acentuação de maior diâmetro horizontal e menor diâmetro vertical. É muito importante destacar aqui que a distorção que o campo gravitacional provoca nos corpos é o contrário da deformação que ele provoca na massa absoluta, o vácuo. A massa absoluta sem colapsos é o espaço vazio que percebemos neste nosso mundo. Enquanto a distorção que o campo gravitacional provoca nos corpos é de aumento horizontal e diminuição vertical, no espaço é de diminuição horizontal onde a massa se apresenta mais encolhida, e aumento vertical onde a massa se apresenta mais esticada.

   Essas distorções que o campo gravitacional da Terra provoca em nossos corpos são muitíssimas pequenas em relação as que acontecem nas partículas elementares dentro do sistema complexo e estável do próton. Um próton no campo gravitacional da Terra tem, além das fortíssimas distorções provocadas por outros prótons, a mesma pequeníssima distorção que o campo gravitacional provoca em nossos corpos e objetos. O fato de todos os corpos serem atraídos para o centro da Terra se da devido à maior acentuação de distorção que o campo gravitacional provoca no ponto de cada partícula elementar que está mais próximo do centro da Terra em relação às distorções em outros pontos da partícula. Cada partícula elementar, estando bem próxima do solo ou a milhares de quilômetros dele, tem essa diferença nas distorções provocadas pelo campo gravitacional e faz seu papel de acrescentar em seu movimento extremamente poderoso a levíssima e constante tendência de alterar seu trajeto para a direção ao centro da Terra. Pois essa é a única direção na qual a massa absoluta se encontra mais esticada pelo campo gravitacional. Todas as partículas elementares de todos os prótons de todos os átomos de todas as moléculas de todos os corpos contêm essa levíssima tendência.

   Um corpo, sem influências externas, em movimento no vácuo, tende não parar e não mudar a direção do movimento devido o que esse movimento provoca no ambiente de cada partícula elementar que compõe este corpo. Uma partícula em movimento gera maior esticamento da massa absoluta no sentido do movimento, à frente da partícula, alterando assim seu ambiente, como se fosse uma influência gravitacional provocada por um corpo muito maior situado à frente do movimento, o que faz com que a partícula mantenha o movimento constantemente, pois, a alteração do ambiente é constante e é devido ao movimento da partícula. No corpo em movimento, cada partícula elementar do corpo tem em seu poderoso movimento com fortíssimas distorções dentro do sistema do próton a levíssima alteração provocada pelo movimento do corpo. Quanto maior for a velocidade do corpo, mais acentuada é essa levíssima alteração do ambiente de cada partícula, onde a massa, à frente do movimento, se encontra mais esticada, como se houvesse um campo gravitacional tanto mais forte quanto maior for a velocidade. No movimento em si, sem campo gravitacional e outras interferências externas, essa levíssima alteração semelhante à um campo gravitacional provocada pelo próprio movimento do corpo não aumenta e nem diminui, e, por isso, a velocidade não aumenta e nem diminui, resultando em movimento retilíneo e com velocidade constante. Numa real atração gravitacional onde um corpo pequeno se move em direção à outro muito maior, tem em seu ambiente a distorção gerada pelo seu próprio movimento, que tem a exata força para manter o movimento constante, somada pela alteração do campo gravitacional, acentuando assim a distorção, resultando no aumento da velocidade do corpo. Com o aumento da velocidade, aumenta a distorção gerada pelo seu próprio movimento e, ao mesmo tempo, encontra-se constantemente em ambiente onde o campo gravitacional é mais forte, proporcionando o constante aumento das forças que aumentam a velocidade do corpo. Isto é, essa aceleração da velocidade do corpo é constante não só devido ao constante aumento da distorção provocada pelo constante aumento da velocidade de seu próprio movimento, mas também devido ao aumento da distorção gravitacional encontrada constantemente pelo caminho durante seu movimento.

   As partículas elementares que compõem um próton se movem em todas as direções para realizar a mecânica do sistema. Suas velocidades são extremamente próximas da velocidade da luz. Sendo assim, estando esse próton se movendo, principalmente à grandes velocidades, as partículas são impedidas de realizar em seu trabalho dentro do sistema mecânico, os movimentos na direção e sentido do movimento do próton, pois se assim fosse, suas velocidades nesses momentos ultrapassariam a velocidade da luz. Impedidas de movimentos na direção e sentido do movimento do próton, todas as partículas são forçadas, naturalmente, a terem a tendência de se moverem em direções mais próximas das direções perpendiculares ao movimento do próton. Isso provoca um achatamento na estrutura total do próton, onde seu diâmetro perpendicularmente à direção do movimento do próton continua o mesmo, mas o que está em direção do movimento diminui. Isso também causa transtornos de estabilidade do sistema, tornando o próton mais vulnerável e com as forças de ondas emanadas por ele mais fracas nos dois sentidos da direção de seu movimento, e mais fortes nas direções perpendiculares à direção de seu movimento. Essas ondas emanadas pelos prótons são as responsáveis por impedirem que prótons se colidam através das atrações gravitacionais geradas pelo campo gravitacional de cada um. Os confrontos das forças dessas ondas com as forças gravitacionais entre prótons no núcleo de um átomo é a denominada força fraca. Um átomo, que também emana ondas, também tem achatamento provocado pelo movimento do corpo, e também tem a diminuição das forças das ondas nos dois sentidos da direção do movimento. Esses achatamentos e diminuições das forças das ondas provocam as aproximações, tanto entre partículas elementares dentro do próton, quanto entre os prótons de cada átomo, entre átomos de cada molécula, e entre as moléculas, mas só na direção do movimento do corpo. Não é difícil entender, agora, que o corpo em movimento tem seu formato encolhido na direção do movimento. Este corpo achatado, devido seu próprio movimento, tem, em cada sistema atômico, um ciclo de trabalho mais vagaroso, não pelo tempo ter alteração na existência do corpo em movimento, mas sim pelo ciclo de trabalho de cada sistema depender de uma restrita velocidade das partículas elementares que compõe o corpo. Tal velocidade restrita das partículas é inerente ao seu sistema propagativo, pois uma partícula elementar é uma onda particular. O ciclo de trabalho mais lento, no sistema atômico, se da pelo fato da partícula realizar dois movimentos simultâneos (do deslocamento do corpo e da mecânica do sistema atômico), mantendo sua velocidade restrita. Um exemplo é o trajeto de um elétron que, com o corpo em movimento, tal elétron, em vez de realizar um trajeto circular na massa absoluta, o fará de forma helicoidal, aumentando o trajeto em cada revolução de sua órbita, e, havendo uma velocidade restrita ao elétron, ele fará cada revolução de sua órbita num tempo maior. As simples equações das Transformações de Lorentz condiz à esse encolhimento do corpo (contração do comprimento), e dessa vagarosidade de trabalho na mecânica atômica (dilatação do tempo). Há, assim, uma subtração de velocidade de trabalho na mecânica atômica, refletindo tal vagarosidade no sistema molecular, na química e, consequentemente, no metabolismo celular, dando ao ser a noção ilusória de que o tempo não é absoluto. Quanto maior é a velocidade do corpo, através da massa absoluta (éter), mais lento é o trabalho mecânico das partículas do corpo. Com isso, tudo o que está no corpo envelhece mais lentamente, pois as reações químicas, o metabolismo do corpo de um ser vivo e as degradações naturais de tecidos e materiais acontecem mais lentamente. Dizer que o tempo é distorcido se tornando mais lento para o corpo em movimento é o mesmo erro que dizer que o tempo também é distorcido e se torna mais lento dentro de um freezer.

   Um observador em uma nave em movimento com alta velocidade tem seu corpo e toda a nave achatados na direção do movimento, terá seu ritmo biológico mais lento, isto é, as químicas do metabolismo de seu corpo serão mais lentas e seus pensamentos e sentimentos também serão mais lentos. Seu relógio de pulso trabalhará devagar, mas ele não notará essa lentidão. Para ele tudo na nave estará com um ritmo normal. Depois de viajar por um mês em altíssimas velocidades, quando retornar a ver seu irmão gêmeo que ficou na Terra a sua espera, verá que ele estará vários dias de idade a mais que ele. Não é o tempo que se deformou durante a viagem, e sim o ritmo das atividades do sistema de todos os prótons do observador, da nave e de todos os pertences que ele levou junto com ele. O tempo externo que ele observou ser deformado foi uma ilusão causada pela lentidão das atividades de seu próprio cérebro durante a viagem.

   A distorção na estrutura do próton em movimento retilíneo acelerado através da massa absoluta tem muitas diferenças com a distorção da estrutura de um próton "parado" em um campo gravitacional também parado em relação à massa absoluta. A semelhança se da pelo achatamento do formato e pela constante tendência de movimento numa única direção e sentido. As diferenças são muitas. Todas as partículas elementares do próton são achatadas pelo campo gravitacional, mas não diminui o ciclo de trabalho do sistema, e as partículas dentro do sistema do próton não são impedidas de realizarem movimentos na direção do corpo que gera o campo e nem em qualquer outra direção, e a estabilidade funcional do próton não é prejudicada. O ambiente do próton, no campo gravitacional, tem a massa esticada com maior acentuação quanto mais distante do próton na direção e sentido do corpo que gera o campo. E o ambiente do próton em movimento, é mais esticado na direção e sentido do seu movimento com mais acentuação quanto mais próxima do próton. O diâmetro do próton no campo é aumentado nas direções perpendiculares à direção do corpo que gera o campo, pelo encolhimento da massa em tais direções perpendiculares, não acontecendo o mesmo com o próton em movimento fora do campo. Assim, em conjunto com a baixa velocidade das partículas quando em direções do raio do corpo que gera o campo, há a alta velocidade delas quando nas direções perpendiculares aos mesmos raios. Portanto, no campo gravitacional não acontece o retardo de ciclo de trabalho, pelo menos como há no caso do movimento fora do campo.,Mas os prótons situados no centro da Terra, mesmo sendo menores, tem o ciclo mais lento por estarem em um ambiente mais esticado em todas as direções devido à presença de grande quantidade de partículas em todas as direções por grandes extensões..

6 - 
REFLEXÃO
   O comportamento de cada partícula, quando exposta à uma frente de ondas, é de refletir em todas as direções uma cópia negativa das ondas que passam por ela. Isso acontece pelo fato dela adquirir a capacidade de sugar mais massa quando passa para um ambiente de massa mais encolhida e perder massa quando retorna para um ambiente de massa mais esticada. Quando o ciclo mais encolhido da frente de onda está passando pela partícula, ela suga massa até estar no ponto máximo de encolhimento da onda. Quando a partícula está sugando massa, há esticamento da massa por toda a superfície dela, que se propaga em todas as direções com a mesma velocidade da frente de onda. Quando o ponto máximo de encolhimento da frente de ondas atinge a partícula, esta inicia a perda de massa por começar a transitar para ambiente mais esticado. Na perda de massa há encolhimento da massa na superfície da partícula, se propagando por todas as direções. Então, as ondas geradas pela partícula são ondas com picos e vales invertidos às da frente de ondas que incide nela. Numa superfície plana de um objeto que recebe luzes de várias direções, cada elétron de cada átomo e cada partícula que constitui cada próton, situados na superfície do objeto, se comporta gerando ondas contrárias das de cada luz incidente, por todas as direções. Uma luz que incida num ângulo de trinta graus, por exemplo, na superfície do objeto, será refletida por todas as partículas da superfície em todas as direções, formando, no conjunto de todas as ondas de cada partícula, uma frente de onda invertida num ângulo de trinta graus na direção específica de reflexo.

   Então, as ondas de reflexo não é a onda incidente com um atraso de meia onda, e sim uma onda invertida gerada pelo processo realizado nas interferências que as ondas incidentes provocam nas moléculas da superfície. Esse é o sistema de reflexão de frentes de ondas.

   As ondas que passam por uma partícula tende a sofrer desvios tanto maiores quanto mais próximas à partícula devido ao modo como a massa se encontra deformada ao redor dela. Isto é, devido ao campo gravitacional da partícula que, comparando com a proporção de tamanho do núcleo e poder da força gravitacional de um buraco-negro, a partícula tem um poder muitíssimo maior, pois ela é o que existe de mais poderoso em todo universo na relação tamanho e força.

7 - 
ONDA x PARTÍCULA
   Em qualquer superfície de qualquer material existe uma "atmosfera" gravitacional nas proximidades microscópicas vindas de cada partícula elementar, "colapso", que compõe o material. Quando a densidade do material é menor que a densidade do ambiente aquém da superfície, como, por exemplo, a superfície da bolha de ar dentro da água, este "campo gravitacional" é o inverso do campo gravitacional da superfície de um planeta. Sendo essa superfície lisa, as ondas de luz incidentes nesta superfície tendem a ter tão dramático aumento da velocidade de propagação quanto mais próximo da superfície, tornando o comprimento de onda maior sem alteração da freqüência, pois a relação velocidade e comprimento continua sempre a mesma. A velocidade de propagação da onda continua aumentando depois da ultrapassagem pela superfície, mas com aceleração tão dramaticamente reduzida quanto mais distante da superfície. Para o exemplo citado acima, da bolha de ar na água, a velocidade da onda na água aumenta não só na ultrapassagem da superfície da bolha, mas desde pouco antes até pouco depois. O motivo de a onda ter velocidade de propagação menor no meio mais denso é devido à "massa absoluta" se apresentar mais esticada entre as partículas em ambientes onde se encontram maior concentração de partículas elementares, que é o caso de materiais mais densos. As analogias não provam a veracidade das coisas, mas, para melhor entendimento, cito o fato da velocidade do som. Quanto mais denso é o meio onde o som se propaga, maior é sua velocidade. No caso da "massa absoluta", a quantidade de massa à disposição em um ambiente com maior concentração de partículas elementares, "material mais denso", é menor, e sendo assim, a força de encolhimento da massa é maior, dificultando a resposta efetiva causada pela força de ação propagativa da onda. Isto é, a onda, num ambiente de massa esticada, perde a agilidade na "ação de esticar" a massa já bem esticada pela maior concentração de partículas, pois a energia ativa do sistema de propagação de uma onda se localizada no vale da onda, pois o que gerou a onda foi o movimento oscilatório de um átomo ou molécula, onde a força de colapso de cada partícula elementar que integra esse átomo ou molécula, sendo, juntamente com as demais de tal sistema, as forças geradoras da onda, que com o movimento oscilatório cria o vale a frente do movimento com a força efetiva dos colapsos, "partículas elementares", e, quando no retorno do movimento oscilatório, descarrega a massa contida nos centros de todos os colapsos, gerando o pico da onda numa ação que provem da força de encolhimento da massa esticada fora da região da força de colapso, sendo esta uma força passiva das partículas elementares, pois uma partícula elementar é, na verdade, "a força do colapso". Então, a força da onda tem maior agilidade na força de ação de esticar massa menos esticada, "a de ambientes menos denso", que massa  mais esticada, "de ambientes de maior densidade".

   Sendo assim, a onda que incide com inclinação numa superfície de material mais denso tem desvio de direção que se aproxima da perpendicular da superfície desde pouco antes de encontrar a superfície até pouco depois de já ter passado por ela. É um desvio caracterizado por uma curva que tem um início numa grande distância da superfície para o mundo das partículas elementares. Com o fato do desvio, a primeira vista, perece ter havido uma atração gravitacional por parte do material mais denso e que se supõe que a onda contem as mesmas propriedades que determina o peso de um objeto. É difícil entender como é possível que a luz tenha "massa material", "massa atômica de corpos", e, consequentemente, peso para ser atraída por um campo gravitacional. No processo de atração entre partícula, que será visto com mais detalhes mais adiante, será também visto que o processo de movimento de partículas é um processo propagativo como é o movimento das ondas. O fator que difere uma onda de uma partícula é o fato da partícula conter o colapso da massa absoluta, o que proporciona forças propagativas por todas as direções partindo do centro de colapso, promovendo a característica de uma "onda aprisionada" por um ponto. A onda, no entanto, sem a presença de colapso na sua formação, só tem a direção e o sentido determinados pela força de ação da onda localizada no vale, desviada por contornos determinados pelos diversos ambientes encontrados na sua viagem. Isto dito, e tomando conhecimento do que será dito sobre a atração entre partículas, não será difícil entender que luz contem "massa material". Essa "massa material" se localiza na metade da onda designada por pico, "local desde o ponto médio anterior ao pico até o próximo ponto médio posterior ao mesmo pico", onde a massa absoluta se encontra mais encolhida em relação à outra metade designada por vale. Sendo a parte do pico considerada possuidora de massa material, a parte do vale deverá ser considerada possuidora de "anti-massa material". O termo "anti-matéria" designa uma "anti-energia" como uma suposta dívida que a "partícula" tem durante toda sua existência até que seja aniquilada, "quitando" esta dívida. No caso do colapso, a "anti-partícula" é toda a massa esticada que envolve a porção central de massa encolhida. A força do colapso é devedora de massa absoluta e tem ação de força contínua para se manter devedora até que a ação de força da massa esticada tenha condições de vencer a força de colapso, resgatando sua massa havendo assim a quitação com a aniquilação do colapso e, consequentemente, a aniquilação do "anti-colapso", o que é um termo bem conveniente.

   Partindo disso, pode-se dizer que campo gravitacional de galáxias, buracos-negros, estrelas, planetas, etc., são formados unicamente por "anti-matéria" e, sabendo que não há lugar algum no universo que não tenha campo gravitacional, pode-se dizer que a anti-matéria está em todos os pontos do universo que não haja a massa compactada de colapsos elementares.

8 - 
REFRAÇÃO
   A onda que incide com inclinação média em uma superfície plana e lisa de material mais denso que o meio que se propaga sofre desvio pouco antes de atingi-la de modo que sua direção se inclina na aproximação da direção da perpendicular da superfície, devido a atração gravitacional entre o material mais denso e a luz, causada pela grande força de campo gravitacional nas nano distâncias da superfície. Esse campo gravitacional é gerado pelo material mais denso e se estende por distâncias "indefinidas", mas contem força o suficiente para desviar a luz em vários graus nas nano distâncias de tal superfície.

   No caso de uma superfície de um material menos denso que o meio em que a onda se propaga, o desvio é para uma direção mais distante da direção da perpendicular da superfície, devido a tração gravitacional entre o material mais denso e a luz. O material mais denso é por onde a onda se propaga para atingir a superfície, e, na aproximação da superfície, numa direção inclinada em relação à superfície, a luz, nas nano distâncias à superfície, sofre forte influência pela "falta de atração gravitacional" na direção do ponto da superfície mais próximo com o ponto da onda em questão.

   O fenômeno de aumento de velocidade da propagação da onda quando o segundo meio é menos denso, e o da diminuição da velocidade de propagação da onda quando o segundo meio é mais denso, o que causa o deslocamento de inclinação do "plano da onda", é processado de forma geométrica independente do processo atrativo pelo campo gravitacional, mas, misteriosamente, parecem ser um único processo eventual.

   No caso do desvio pela gravitação, a mudança está na direção para onde a luz passará a se propagar. E no caso do desvio geométrico a diferença está no deslocamento de inclinação do plano da onda, na velocidade da propagação e no comprimento da onda. Creio que deve haver alguma ligação entre os dois fenômenos, pois eles são eventos de um único fato; a "refração".

   O processo de refração, aceito na física moderna é o do fenômeno citado aqui como processo geométrico, mas a luz é desviada por buracos-negros e por todos os outros corpos celestes da mesma forma que é desviada no processo de refração: pelo fenômeno da atração gravitacional. O que acontece com a onda quando sofre desvio de direção de propagação quando na aproximação das redondezas de um buraco-negro é o mesmo que acontece com a onda durante a aproximação à nano distâncias em uma superfície de material mais denso que o meio onde a onda se propaga para atingir a superfície.

   Tanto na aproximação de um buraco-negro quanto de uma aproximação a uma nano-distância de uma superfície, em um evento de refração, a onda, em seu contínuo processo de propagação, vai encontrando, enquanto avança, ambientes de "massa absoluta" cada vez mais esticada na direção de aproximação com o buraco-negro e, no caso da refração, na direção do ponto mais próximo da superfície com o ponto da onda em questão. A massa do ambiente está esticada pelas ações de forças de todas as partículas elementares, "colapsos" que integram o corpo, o qual gera tal campo gravitacional. Tais forças deformam a estrutura da massa absoluta que envolve o buraco-negro e, como a luz é formada por camadas de massa que são intercalas repetidamente por uma camada de massa comprimida e outra de massa descomprimida, também é deformada pelas forças dos colapsos. Qualquer corpo que se encontra no campo gravitacional, é deformado, passando a ficar com menos "massa material", isto é, todas as partículas elementares que compõe o corpo perdem massa de seus núcleos, "massa compactada do colapso", na aproximação do buraco-negro. O formato do corpo é alterado, se tornando mais achatado na direção com o buraco-negro e mais extenso por todas as direções perpendiculares à direção com o buraco-negro. E, quanto mais se aproxima do buraco-negro, além de seu formato se alterar, sua velocidade na direção do raio do buraco negro diminui por estar continuamente passando a estar em ambiente mais esticado. O importante de se salientar aqui é que, quando eu me refiro à diminuição e aumento de velocidade, e massa esticada e encolhida, estou me referindo à situações da massa absoluta em relação ao espaço real, absoluto, que é simplesmente estático e totalmente ocupado pela massa absoluta. O espaço que nós vivemos e vivenciamos não é o espaço real, mas sim a massa absoluta com todas as distorções que nela contem.

   Tal corpo num campo gravitacional de um buraco-negro, ou de qualquer outro corpo, tem os movimentos das partículas elementares que o compõe com menor velocidade, e continuam diminuindo sua velocidade à medida que se aproxima do outro corpo, devido o ambiente mais esticado, aumentando também a deformação de seu aspecto físico, numa proporção matemática com relação à intensidade das forças dos campos gravitacionais dos dois corpos.

   Voltando à refração, o motivo da velocidade da onda diminuir ao penetrar em um material mais denso não é o de haver dificuldades de propagação causadas pelas massas das moléculas do material, atrapalhando e aplacando o "caminhar" da onda, mas sim devido haver um maior esticamento de massa absoluta pelo caminho por onde a onda estará se propagando. Quando a onda penetra em material menos denso, encontra massa absoluta menos esticada, o que provoca um aumento da velocidade de propagação. Quanto mais denso é o material, mais partículas elementares, "colapsos", ele terá ocupando o mesmo volume e, assim, mais esticada será a massa absoluta entre as partículas, mais lentos serão os movimentos das partículas e mais lento será a propagação de onda.

   
9 - 
CAMPO GRAVITACIONAL  
 Uma partícula elementar é totalmente a força do colapso em confronto com a força de encolhimento da massa que envolve a massa compactada do colapso. Sua potência de força e sua distância de alcance é o que há de mais poderoso entre todas as coisas existentes no universo em relação às proporções entre tamanho e força. Um próton, que é constituído por muitos colapsos, não poderia ter a mesma razão entre força e tamanho que o de uma partícula elementar. A relação entre o tamanho e a força de um átomo com muitos prótons é muito menor ainda. Então, quanto maior é o corpo, menor é sua potência nessa relação força e tamanho. É claro que a densidade deve ser a mesma. Para tal explicação de relação "força e tamanho" não é necessário incluir fatos que existem, mas desnecessários por não oferecerem alterações suficientes para se obter resultado diferente. Para cálculos exatos sim, deve-se considerar tudo. Como, por exemplo, a de que uma partícula elementar em um próton de um átomo de hidrogênio é menor que uma partícula elementar livre e maior que uma partícula elementar em um próton de um átomo com vários outros prótons. Pois cada partícula estica a massa absoluta, diminuindo o tamanho das outras.

   Seguindo o assunto da relação tamanho e alcance, o planeta Terra tem sua relação tamanho e força. Essa força, existente em cada partícula elementar, "colapso", que compõe o planeta, estica a massa, proporcionando o campo gravitacional que ela possui. A Terra, considerada como uma partícula da galáxia, deforma as ondas através de mesmo procedimento descrito com a partícula elementar, pois a massa esticada que envolve a massa compactada de cada partícula elementar é o campo gravitacional da partícula que, somado com todos os campos gravitacionais de todas partículas elementares que compõe o planeta, resulta no campo gravitacional do planeta.

   O movimento que o planeta realiza em torno do sol, produz efeitos ondulatórios no espaço, "massa absoluta", em forma de espiral, sendo que quatro espiras e meia ultrapassa a distância que separa o Sol de sua estrela mais próxima. Se o planeta Terra fosse o único do nosso sistema solar, o Sol teria um deslocamento circulatório provocado pela atração do planeta, provocando ondas com mesma intensidade que as provocadas pelo planeta, mas no sentido contrário. O Sol contem muito mais massa atômica que a Terra, mas seu deslocamento circulatório seria muito pequeno, gerando ondas de mesma intensidade que as geradas pelo movimento do planeta. Sendo as ondas do planeta Terra e as ondas do Sol com mesmas intensidades, mas contrárias, elas, durante suas propagações num distanciamento do sistema solar, sobrepõem-se, à cada passo, uma com a outra, anulando-se as intensidades de forma cada vez mais lentamente, nunca por completo mas bem próximo à isso às enormes distancias.  Como no sistema solar há vários planetas, e com tamanhos, massas atômicas e distâncias diferentes, é possível o Sol gere ondas contrárias às que cada planeta gera e haja neutralização de todas elas. Este fenômeno de anulamento de ondas é o mesmo ocorrido em átomos, mas somente quando eles se encontram na temperatura de zero absoluto, onde não há movimentos extras por interferências externas. Quando há interferências externas, o anulamento das ondas que o átomo gera se desfaz por proporção das interferências e, somadas à intensidade que as ondas passam a apresentar com a falta de anulamento, estarão as ondas geradas pelos movimentos extras provocados pelas interferências externas. Com isso, se configura gerações de ondas emitidas por cada átomo, com efeitos que são determinados pelas alterações dos movimentos pertencentes ao átomo, provocadas pelas enormes quantidades de interferências das mais variadas modalidades, como intensidades, direções, freqüências, etc.

   As ondas são "trepidações" do campo gravitacional.

10 - 
ONDA
   As ondas geradas pelos movimentos de agitação de uma molécula ou de um átomo se dispersam em todas as direções e seus picos e vales se enfraquecem na medida em que vão se distanciando do ponto onde foram geradas. Tal enfraquecimento é de dispersão e não o de sobreposição de ondas contrárias. Esse enfraquecimento é mais acentuado no início, e diminui constantemente. Essa diminuição de perda de intensidade tem a mesma curva gráfica que a do campo gravitacional, pois o campo gravitacional de luas, planetas, estrelas, buracos negros ou galáxias é uma onda "aprisionada" pela força de cada partícula elementar das que compõem tais astros.

   Logo que uma onda passa por uma molécula, se apresenta com pequena perda de intensidade tanto no pico com perda de massa quanto no vale por ganho de massa, pelo caminho delineado pela molécula que, através do movimento de propagação, a onda leva consigo essas tais pequenas perdas. Se uma próxima molécula igual à primeira for atingida pela onda, no mesmo ponto que o da anterior, depois que a onda passa por essa molécula, esse ponto terá um enfraquecimento acentuado, mas não resultará no dobro de enfraquecimento, pois a segunda molécula não terá tanta massa para sugar como teve a primeira molécula. O enfraquecimento gerado pela primeira molécula, durante o tempo que a onda se propagou até chegar à segunda, se recuperou parcialmente, mas não ao ponto de dar condições para a segunda molécula consumir a mesma quantidade de sua energia que a quantidade que foi consumida pela primeira.

   Essa recuperação que a onda tem é devido ao processo de dispersão inerente ao sistema de propagação de ondas.

   Uma fonte de luz tem como emissor de ondas milhões de átomos agitados de forma aleatória onde cada um gera ondas de acordo com seus movimentos. Quando esse átomo, durante sua agitação, está vindo para o ponto onde as ondas serão observadas, dificilmente ele irá ter um retorno perfeito. Mesmo que ele o tenha por várias agitações, nunca se mantém dessa maneira, produzindo, então, movimentos aleatórios como qualquer outro átomo do material. Sendo assim, as ondas provenientes de um dos átomos do material emissor de luz, no ponto observado distante do átomo, terão variações aleatórias relativas às direções aleatórias que o átomo percorre com seus movimentos de agitação. Se um átomo passasse a ter uma agitação com um movimento constante de vai-e-vem, as ondas geradas seriam puras, com seus picos e vales com intensidades constantes e teriam maiores intensidades nos dois sentidos da direção dos movimentos. Ao redor do átomo, perpendicularmente à direção dos movimentos, teríamos ondas com uma intensidade praticamente nula.

   Numa frente de ondas pura, na direção do movimento do vai-e-vem, cada onda de cada átomo se apresenta com o comprimento do pico maior que o comprimento do vale. O átomo, durante essa agitação, gera o vale quando está se aproximando do ponto observado e gera o pico quando está se distanciando dele. Quando a geração do vale é iniciada o átomo está no ponto mais distante do ponto observado, e terminada quando o átomo está no ponto mais próximo do ponto observado. Isso faz com que o vale tenha um comprimento médio menos a distância dos pontos extremos dos movimentos da agitação do átomo. Consequentemente, na geração do pico, com seu início quando o átomo se encontra no ponto mais próximo do ponto observado e seu término quando chega ao ponto mais distante, resulta em comprimento médio mais a distância dos pontos extremos dos movimentos do átomo. Essa diferença de comprimento entre o pico e o vale existe em todas as frentes de ondas vindas das fontes geradoras, sendo elas puras ou aleatórias, isto é, todas as ondas se apresentam com essas diferenças. Numa reflexão das ondas vindas de fontes geradoras de ondas, as ondas se apresentam contrariamente, com os picos mais curtos que os vales.

   Havendo mais moléculas pelo caminho da onda, e elas posicionadas numa fileira com um alinhamento que segue a perpendicular do plano da onda, isto é, na direção da propagação da onda, de modo que todas sejam atingidas pelo mesmo ponto enfraquecido da onda, haverá cada vez menor perda na onda e, depois que muitas moléculas forem atingidas por ela, a perda que as moléculas estarão causando na onda será quase desprezível. Moléculas com esses alinhamentos se encontram em materiais transparentes. Até mesmo na água que não perde a transparência quando é agitada por acontecer deslocamentos de grandes blocos contendo grande quantidade de moléculas alinhadas. E, na quebra de ligação das moléculas da água elas se ligam às moléculas vizinhas com muita rapidez no alinhamento. Isso acontece como se fossem pequenos imãs extremamente potentes que mantém a distância igualmente um dos outros e também o alinhamento mesmo depois de sofrerem agitações.

   Dentro de um material transparente, entre as moléculas, por qualquer direção que se aponta haverá uma molécula ou um corredor sem curvatura e vazio. Atrás de qualquer molécula que se direcione há uma fila de outras moléculas que será avistada se houver um deslocamento suficiente do local de onde se aponta, mas quando isso é feito o cenário, como um todo continua o mesmo. A fileira de moléculas que passou a poder ser vista não é a única, e todas são, não as mesmas, mas exatamente como todas eram antes do deslocamento. Este é um ambiente que uma onda se propaga com grande liberdade.

   Uma onda que se propaga no vácuo, por exemplo, e que se aproxima de um material transparente, encontra à sua frente uma grande quantidade de corredores vazios por onde pode se propagar livremente sem grandes obstáculos e em qualquer direção para o interior do material. Esses corredores podem ser de vários formatos, dependendo da estrutura molecular. As perdas que as moléculas produzem na onda são tão pequenas que ela pode passar por trilhões de moléculas e perder uma quantidade de sua intensidade que na maioria dos aparelhos que empregam refrações a considera insignificante. A maior parte da perda de intensidade acontece com as primeiras moléculas pelas quais a onda passa quando da passagem do vácuo para o material. E essa parte perdida é a responsável pelo reflexo da onda emitida pela superfície do material, e são perdas por pequenas dispersões que ocorrem por todas as direções. O reflexo é a formação de ondas pelo conjunto das ondas que dispersam como perdas da refração, no ponto onde todas se apresentam em coincidências de "direção e aparelhamento" entre si, resultando, pois, obviamente, ondas na direção e sentido de reflexão.

11 - 
SPIN
   Uma possibilidade de ser real é a de que a partícula, logo após sua formação e início de movimento através da massa, adquira aceleração devido o aumento do esticamento da massa à frente do movimento do colapso causado pela aproximação do colapso nesta área, aumentando assim a velocidade, e com isso a massa se estique mais ainda, favorecendo maior velocidade ainda, e assim por diante, até que o colapso atinja a sua velocidade máxima, quando o colapso adquire forças equilibradas entre a força que age para maior velocidades à sua frente e a força que à faz diminuir sua velocidade na parte de trás. E esse movimento com aceleração, por um motivo muito simples, não é retilíneo. A estrutura da massa que está à frente de um movimento retilíneo de um colapso, se apresenta muito esticada nos limites da predominância da força do colapso, (superfície entre a massa compactada e a massa esticada), e a velocidade de interferência que o colapso produz na massa, na direção e sentido de seu movimento, é menor que numa direção um pouco inclinada para qualquer lado, pois, em tal direção inclinada, a massa se apresenta mais encolhida. Com isso, o colapso, naturalmente, se força a passar a compactar, pelo fator de maior facilidade, a massa externa que não seja a que se encontra exatamente à sua frente, promovendo, assim, um desvio eminente para uma direção que é determinada pelas constantes interferências externas. Isso resulta numa curva que se acentua cada vez mais conforme a velocidade do colapso for aumentando, até que, quando a velocidade máxima for atingida, a curva estará tão acentuada que o colapso estará sugando parte da massa que acabou de perder. O colapso, então, se transforma em algo parecido com o elétron e seu spin. Um colapso neste estado reage às constantes alterações de seu ambiente, da mesma maneira explicada com o colapso sem esse efeito circulatório, mas com emanações de ondas puras sem formações de ondas estacionárias e que teriam a maior freqüência existente no universo. E o que aumenta ainda mais a credulidade desta possibilidade é o fato que é registrado pelos experimentos de colisões de prótons em aceleradores de partículas onde se pode ver acontecendo o que acabei de descrever. São os vários traços em espirais, e não são poucos, onde eles se apresentam com tamanhos desde os tão pequenos que são quase imperceptíveis até os enormes que também são quase imperceptíveis por serem somente traços quase retilíneos. As imagens mostram claramente que todos, ou quase todos os fragmentos produzem trajetórias em espirais. Isso não significa que é com esse comportamento que as partículas se apresentam no sistema do próton. Um dia, um físico me informou que tais curvas em espirais de partícula são movimentos causados pela desaceleração da partícula pelo forte campo magnético existente no momento da colisão, mas ele não me explicou como é esse campo magnético e como ele proporciona o constante desvio das partículas, sendo que todos os espirais não seguem um mesmo posicionamento que deveriam seguir, por estarem todos, simultaneamente agindo sob influência direta de um mesmo campo magnético.

12 - 
MOVIMENTO DAS PARTÍCULAS ELEMENTARES
   O colapso, "partícula elementar", age constantemente com grande força na intenção de compactar para si mais massa. Alguma outra partícula que se aproxima é também puxada pelo efeito da força do colapso, pois, o núcleo de uma partícula não deixa de ser a mesma massa que a massa esticada que o envolve, pois tudo o que há em todo espaço é uma única massa, e, a que se aproxima e é puxada, também tem a mesma ação de puxar a primeira. Um núcleo de colapso não é homogêneo. Tem em seu centro maior concentração de massa. Quando esse núcleo é atraído por outros, tem a parte mais compactada do núcleo deslocada do centro, favorecendo a ação de contrair para si a massa situada à frente da direção do deslocamento, e, ao mesmo tempo, perdendo massa do lado oposto pela ação de encolhimento da massa esticada. Então, o movimento de uma partícula tem o mesmo comportamento que tem uma propagação de onda. A atração mútua entre partículas resulta em sistema orbital. Todas as partículas do universo são absolutamente iguais no sentido de resposta que cada uma tem ao ambiente em que se situa, isto é, cada uma delas, estando em ambientes diferentes, agem diferentemente e se apresentam com formato, velocidade e direção de movimentos diferentes entre si, mas, cada uma é, onde está, perfeitamente o que qualquer outra do universo seria se estivesse no mesmo lugar e momento dela. A massa absoluta é única e de característica e propriedades absolutamente imutáveis e mesmas por toda sua extensão infinita. É como se todas as partículas elementares fossem apenas uma vivendo e interagindo consigo mesma ao mesmo tempo, como Deus é, vivendo como todos os seres do universo ao mesmo tempo. Isto é, cada um de nós é Deus vivendo consigo mesmo em seu universo. Mas isso já é um assunto filosófico.

   O colapso sempre tende a se mover em direção ao ambiente mais esticado. Vale acrescentar que o colapso não enxerga outras partículas para decidir à que direção deve se mover, mas ele simplesmente responde ao ambiente da superfície da massa compactada em seu centro. A ação predominante da força de um colapso está somente onde há massa mais compactada, isto é, por todas as direções a partir do seu centro até os pontos onde a massa se apresenta com maior grau de esticamento. Neste ponto, tanto no sentido ao centro do colapso quanto no sentido oposto, a massa se torna mais compactada. Para mais perto do centro, a força do colapso predomina. Para mais longe, a força predominante é a força de encolhimento da massa esticada. Esse limite que determina a posição e a formato da partícula é uma superfície que separa o campo positivo do campo negativo ou matéria e antimatéria, e é mais nitidamente distinguível quando o colapso se encontra em locais onde a massa é mais encolhida, onde a força do colapso e a força de encolhimento da massa se confrontam com menores potências.

13 - 
O PRÓTON E AS QUATRO FORÇAS
   Constantemente acontecem surgimentos de colapsos nos locais situados entre as galáxias que não estejam muito próximas entre si. Em cada surgimento de um colapso, a distorção da massa absoluta provocada por ele se estende dele para todas as direções na velocidade da luz. Nesses locais formam muitos deles, que se interagem por sistemas orbitais e por atracamentos de ondas estacionárias, para, inevitavelmente, e de forma natural, formarem prótons muito distantes um dos outros, pois o próton possui um sistema interno de movimentos de partículas que causa na massa ao seu redor, fortes e complexas ondulações que se propagam por todas as direções impedindo a aproximação de qualquer outro colapso ou conjunto deles. Essa força de expulsão pode ser presenciada no fenômeno do vento solar onde as ondas de luz empurram para longe do sol todos minúsculos objetos que se soltam das caldas de cometas. Mas, de um modo contrário à ação dessas ondas, existe em torno do próton o campo gravitacional atraindo qualquer colapso que houver em seu alcance. Tanto as forças das ondas emanadas quanto a força do campo gravitacional são mais fortes quanto mais próximas do próton. As ondas, além de serem mais concentradas quanto mais perto do próton, como é o caso do campo gravitacional com sua maior distorção quanto mais próximo do próton, elas, sendo um complexo de muitas ondas, se apresentam com maior desarranjos uma com as outras por serem geradas em direções diferentes na superfície do próton, onde, quanto mais perto do próton, maiores serão as direções diferentes das ondas, criando numerosas ondas estacionárias espalhadas em torno dele com maiores intensidades quanto mais próximas dele. Essas ondas estacionárias, comum em todos os prótons, são responsáveis pelo atracamento entre prótons que acabam por se aproximarem entre si através de grandes pressões e altas velocidades ocorridas no interior das estrelas onde ficam confinados e condenados a se juntarem com muitos e muitos outros até serem libertos com a morte da estrela, resultando em grande quantidade de agrupamentos de prótons que se estabilizam nos elementos químicos que conhecemos, onde o ferro, que se configura com a maior estabilidade entre todos, acabam geralmente sendo um dos de maiores quantidades dentre todos.

   As ondas estacionárias responsáveis pelo atracamento entre prótons são denominadas, pela Mecânica Quântica, como sendo a força forte. A força que liga blocos de partículas que formam os prótons, os "Quarks", também tem o mesmo sistema de atracamento e, não sei por que motivo, também é denominado como força forte. Há outros sub-blocos formadores do Quarks que são ligados com o mesmo princípio de atracamento ou por sistemas orbitais, e poderá, caso forem detectados como tais, terem suas forças de ligações consideradas como "força super-forte", por exemplo. Mais sub-blocos teria ligações que seriam consideradas como "força ultra-forte", e assim sucessivamente até que se cheguem às partículas elementares, os "colapsos".

   A força fraca, que promove a ligação entre átomos na formação de moléculas através de reações químicas, é exatamente a mesma força da "força forte", isto é, são ondas estacionárias geradas por um grupo de prótons ao redor de si mesmo, só que numa grande distância em relação à distância das ondas estacionárias de cada próton. Como o grupo de prótons se torna maior que apenas um próton, todas as ondas estacionárias geradas se localizam por uma área muito maior que o rodeia, mas com uma intensidade muito menor que as ondas estacionárias geradas por um próton apenas. A distância que se situa a força fraca incapacita qualquer possibilidade de haver aproximação de prótons no grupo de prótons para se juntar à eles numa reação química. As diferenças que existem entre a força forte da força fraca, é que, além de serem de diferentes intensidades, a força forte promove ligações de blocos pequenos e exatamente iguais, ao passo que a força fraca promove as ligações de blocos bem maiores, entre blocos diferentes e iguais entre si. Cada elemento químico tem uma propriedade diferente dos demais, apresentando grandes diferenças na arquitetura das ondas estacionárias ao seu redor. Isso acarreta formações de moléculas tão diferentes que ainda hoje se descobre novos materiais.

   Uma molécula, de qualquer forma, também gera ondas estacionárias ao seu redor. Muito mais fracas, mas o suficiente para haverem muitos tipos de atracamentos capazes de formação de materiais com grande resistência mecânica.

   Além da força fraca e da força forte, temos a eletromagnética que, como já foi mencionado, não passa de uma trepidação de um campo gravitacional. Simplesmente ondas geradas pelos movimentos de colapsos, solitários ou agregados nas mais diversas quantidades e formas. Enfim, temos a força gravitacional que, mesmo sendo dispensável uma descrição aqui, eu, particularmente, a determino como sendo, por ironia à Mecânica Quântica, a força responsável pela existência da força eletromagnética, força fraca e força forte. E vou além, determinando que, sendo a força gravitacional a força primordial das outras três, ela, juntamente com a força do colapso, que são forças de um mesmo princípio, que é o de "Encolhimento da Massa Absoluta", são produtos gerados pela "propriedade" da massa absoluta. E essa propriedade em conjunto com as propriedades do espaço real, é o "Tudo" que a matemática explica. Assim, aqui, o tempo está incluído na propriedade da massa, pois o tempo é, da mesma forma que o movimento, uma "conseqüência" resultante do "ato" inevitavelmente posto pela lei absoluta. E, da mesma forma que a matemática não tem dependência pelo tempo, a lei, que tem a matemática como a totalidade de suas regras, atua na "base inicial", onde não depende da existência do espaço e da massa com suas respectivas propriedades, mas os ordena existir.

14 - 
ANIQUILAÇÃO
   A formação de uma partícula elementar proporciona condições de menores possibilidades de haver outros colapsos nas vizinhanças do seu ambiente. Uma partícula elementar não se desfaz com facilidade, principalmente em ambientes que há propensão de formação de colapsos onde a distância entre eles é muitíssimo grande em comparação com as dimensões da massa compactada do centro do colapso. Nesses ambientes o tamanho a quantidade de massa compactada é grande, pois, para desfazer um colapso é necessário que haja um ambiente de enorme acúmulo deles, muitíssimos próximos, como é o caso do ambiente do centro de um buraco-negro onde eles se movem por massa muitíssima esticada, com altíssima potência de encolhimento tanto da massa entre as partículas como dos núcleos de cada partícula onde, com pouquíssima massa compactada, se encontra muito próximo do limite de ceder as forças para a ação de encolhimento da massa esticada.

   Uma vez formado, o colapso viverá por toda sua existência apenas reagindo às constantes mudanças do ambiente situado na superfície do acúmulo de massa de seu centro, vindas em formas de ondas geradas pelas atividades de todos os colapsos existentes num raio esférico equivalente ao seu tempo de existência vezes a velocidade da luz, e a soma de todo esticamento da massa que cada um desses colapsos promove na superfície de seu núcleo. O que ele não faz, então, é ficar parado. O movimento do colapso se da devido à constante falta de simetria na superfície de seu centro, proporcionando sugação de massa na área da superfície de seu centro onde se encontra massa mais esticada e perda de massa pelo lado oposto.

   A distância das partículas dentro de cada próton é muito grande em comparação com as dimensões da porção de massa encolhida no centro de cada partícula. A probabilidade de choque entre as partículas do próton é nula devido ao alto nível de organização e estabilização nas interações entre todas elas.

   

Mesmo fora do sistema a probabilidade é praticamente nula, pois a probabilidade de duas partículas estarem se aproximando uma da outra, com tanta perfeição de direção, sem que haja mudança de direção pela interferência de partículas mais distantes, ou que interferências de partículas mais distantes as direcionam para se chocarem, é muitíssima pequena. O ambiente propício delas se chocarem é dentro da massa de um buraco-negro, pois este ambiente é tão denso para a matéria que as partículas não conseguem manter numa formação de sistema estável devido a altíssima perturbação caótica que elas sofrem de suas vizinhas por estarem muito próximas entre si. Nessas grandes aproximações em um caos de trajetos, hora ou outra acabam por se chocarem, deixando de existir pelo fato do colapso ser desfeito, liberando assim, cada partícula aniquilada, toda energia de colapso que continha em tal momento. Quanto maior o buraco-negro mais choques de partículas ocorrem. Vale salientar que a colisão não é como o impacto de dois sólidos como conhecemos, mas sim quando o ponto até onde a força do colapso age, como no caso de um ambiente tão esticado como o do interior de um buraco-negro, é um ponto bastante indefinido pela grande variação de distância do centro da partícula, difunde com tal ponto de um outro colapso, acarretando o "engolimento" mútuo onde, dependendo das circunstâncias, os dois colapsos se tornam um, desprendendo a massa equivalente de um colapso, ou os dois sofrem aniquilação. A probabilidade de colisão é pequena, pois, se por um lado elas estão muito próximas e com movimentos caóticos, por outro lado um núcleo é muito menor e seu movimento é muito lento nesses ambientes. Portanto, as energias desprendidas nessas aniquilações não são tão enormes quanto seriam em ambientes mais normais.

 

   Basicamente um colapso nasce em locais mais distantes das galáxias e morre no interior do centro das galáxias.

15 - 
PRÓTON
   

O número de partículas elementares que formam um próton é muito maior que o número de que vezes que ele tem de massa em relação a um elétron; 1836. Sua formação natural se restringe em lugares desérticos de campos gravitacionais, onde a massa absoluta se encontra fortemente encolhida. As etapas pelos quais se passam para sua formação parecem ser um pouco mais complexas que uma simples interação onde as partículas elementares se juntam para formarem pequenos blocos que se juntam com outros iguais e assim por diante. Eu suspeito que durante os múltiplos envolvimentos de grupos de partículas, talvez já dotadas de subgrupos, aconteçam desdobramentos modificatórios de grupos, alterando as estruturas dos grupos, principalmente numa finalização do processo de formação do próton. Essa suspeita se origina pelo fato do Quark não suportar sua própria estrutura solitariamente, desmantelando-se numa imediata resposta. Então, dedutivamente, não há a possibilidade de o próton ter sua formação simplesmente com as interações do encontro de três Quarks completamente formados.

 

   Na configuração do próton, movimentos de muitos colapsos por estruturas e subestruturas em sistemas orbitais e de atracamentos adquirem grande estabilidade funcional onde, numa complexa interação, nenhuma parte funcional prejudica a funcionalidade das outras com suas interferências, sendo que cada parte tem seu funcionamento estável graças às interferências de todas as outras partes, formando assim, o núcleo do átomo do hidrogênio; um todo estável que se forma com absoluta naturalidade no sentido deste fim ser o único resultado possível do encontro de colapsos. E é exatamente por isso que em todo o universo os prótons são perfeitamente iguais. Esse fato é muito bem explicado no experimento das bolinhas de óleo de mesmo tamanho uma das outras e densidade igual ao líquido que as envolve e que não as destrói, onde são depositadas uma de cada vez, observando a configuração resultante com as diferentes quantidades de bolinhas de óleo. O que se afirma nesse experimento é que a natureza faz acontecer tais configurações de posicionamentos de cada bolinha de óleo para cada quantidade observada, e que esse resultado é o mesmo obtido se realizado em qualquer outra parte do universo que se possa fazê-lo.

 

   Do próton é emanado ondulações geradas pelos movimentos efetuados por cada partícula elementar que o compõe, com grande poder de impedir a aproximação de qualquer outra partícula ou de um outro próton. Analogicamente, essas ondulações são como as ondas do mar que empurra objetos na mesma direção e sentido de sua propagação e que acabam sendo depositados nas praias, aonde as ondas chegam trazendo-os.

 

   Quando um próton se aproxima de um outro próton sem se chocar e com velocidade o suficiente, as interferências ondulatórias estacionárias situadas próximas de cada próton se "atracam" como um encaixe bastante estável, formando o núcleo do átomo de hélio. No momento dessa aproximação de atracamento, cada um dos dois prótons, igualmente, passa a estar em ambiente mais esticado pelo outro. Isso provoca uma pequena perda no tamanho de cada partícula elementar que compõe cada um dos dois prótons, havendo liberação de massa  em forma de onda numa quantidade equivalente ao que os dois prótons passaram a ter a menos. Portanto, na desintegração de prótons assistida e medida que ocorre em um acelerador de partículas, mostra que a massa das partículas aumenta quando são separadas. Há também, no momento de atracamento de dois prótons, liberação de energia  vibratória proveniente da oscilação produzida por parte de cada próton no momento do atracamento, quando eles vibram violentamente em torno do ponto de descanso do atracamento, causando emanações de ondas de altíssima freqüência que se propagam pela massa absoluta. Na verdade, qualquer movimento de uma partícula causa distorções na massa absoluta. Num movimento retilíneo, por exemplo, o movimento da partícula causa esticamento da massa à sua frente e encolhimento na parte de trás e, em cada ponto de uma linha paralela ao trajeto a massa sofre aproximação com o trajeto da partícula, com inclinação voltada para o encontro com a partícula quando ela se aproxima e, estando bem próximo dela, a acompanha em seu trajeto se aproximando mais até um máximo de aproximação, quando, continuando a acompanhar a partícula, começa a distanciar do trajeto da partícula e, por fim, continua a se distanciar do trajeto da partícula, voltando ao desencontro da partícula quando ela se distancia, voltando ao ponto de partida.

 

   O atracamento das ondas estacionárias de prótons é um fato constante nas estrelas. A alta temperatura e a alta pressão, possibilitam a aproximação dos prótons à pequenas distâncias, provocando o atracamento em uma ou outra aproximação através da tremenda agitação que eles se apresentam, onde a força de pressão e a força de vibração, "temperatura", vencem a força de repulsão das ondas emanadas por cada próton. A união dos prótons libera a energia que afeta tudo ao redor e faz a estrela se apresentar constantemente com tanta luminosidade. A luz é a ondulação da massa absoluta.

 

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EPÍLOGO

   Creio que não há necessidades de acrescentar novos itens, mas poderia fazê-lo sem o receio de encontrar impossibilidades de agregá-los com a funcionalidade que seguem os mesmo princípio adotado.

 

   Essa ideia de estrutura física absoluta surgiu em minha mente por volta de 2007. Pouco antes, ainda não muito ciente da história da física clássica, e com uma razoável incompreensão sobre o mecanismo relativístico do espaço-tempo, onde estava sempre adiando uma investigação literária para por fim a tanta curiosidade em entender o que fez com que um homem tão brilhante como foi Albert Einstein afirmasse tão bizarro fato como verdade, decidi ler alguns livros sobre o assunto, me inscrevendo numa pequena biblioteca em minha cidade. Lendo, discordava, mas, ao mesmo tempo, me deslumbrava com o modo como ele interpretou os fenômenos observados. Foi desta forma, não aceitando como verdade tudo aquilo que lia, que ocorreu em minha mente, de forma natural, durante a leitura de vários livros, uma busca por respostas que eu pudesse aceitar como verdade.

 

   Quando focalizei minha atenção no campo gravitacional, buscando uma explicação coerente, construí na mente a estrutura de massa absoluta no espaço absoluto, com a formação de um colapso. A partir daí, tudo mais se encaixou, gradativamente, como um quebra-cabeça infinito. Todos os dias encontrava uma explicação para algo, seguindo os mesmos princípios de funcionalidades do colapso imaginado. Continuei a ler mais sobre o assunto e, quando vi que as dúvida estavam se desaparecendo, me coloquei a escrever. Senti muita responsabilidade, tomando isso uma missão.