Notícias das Inteligências Oceânicas

 


 


 


Junho 2010


Seres humanos utilizam Ipad para tentarem se comunicar com os golfinhos


Merlin, um golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) de 2 anos de idade, tornou-se o primeiro de sua espécie a usar um iPad para se comunicar, afirma o especialista em cetáceos Jack Kassewitz, do projeto SpeakDolphin.

O objetivo do pesquisador é desenvolver uma interface de linguagem entre o mamífero marinho e os humanos. O uso do iPad, explica Kassewitz, é parte do esforço para identificar uma tecnologia que o cetáceo possa ativar com o bico: “Uma vez que os golfinhos desenvolvam a habilidade de usar o touchscreen, podemos deixá-los escolher a partir de uma variedade de símbolos representativos de objetos, ações e até mesmo sentimentos.”

“Merlin é muito curioso, como a maioria dos golfinhos, e demonstrou total interesse em examinar o iPad”, afirma Kassewitz. Por enquanto, os pesquisadores estão habituando Merlin à tela mostrando objetos reais, como uma bola, um cubo ou um pato de borracha, e depois pedindo que ele toque fotos desses objetos na tela do iPad. “Isso é uma tarefa fácil para um golfinho, mas é uma etapa necessária em direção ao nosso objetivo, que é uma completa interface de linguagem entre humanos e golfinhos”, diz Kassewitz.

A pesquisa foi conduzida em Puerto Aventuras, México. O projeto é sediado em Miami, Flórida.

Fonte: G1




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Golfinhos auxiliam marinha norte americana a encontrar veículos submarinos perdidos no oceano


Desde domingo, 4 veículos submarinos da Marinha dos Estados Unidos perderam comunicação durante treinamento para busca por minas e outras missões militares. Após dias sem resultados, serão enviados golfinhos e leões-marinhos treinados para procurar os veículos.

Há algum tempo, mamíferos marinhos eram utilizados para procurar minas submarinas e realizar outras operações, principalmente militares. Entretanto, com o desenvolvimento do movimento ambiental, no final do século passado, a utilização de animais para este serviço começou a ser condenada.

Foi neste cenário que os UUVs (Unmanned Underwater Vehicules) se tornaram bastante populares nos anos 1990. Os UUVs podem carregar mais instrumentos, além de sonares e melhores câmeras. Com o avanço tecnológico, hoje eles são utilizados desde pesquisas científicas básicas até operações militares sigilosas, lembra o site Danger Room, no Wired.com .

No entanto, a Marinha dos Estados Unidos anunciou que 4 de seus veículos REMUS 100 interromperam comunicação neste domingo. Os UUVs faziam parte de um frota para localização de minas submarinas na costa do estado da Virginia.

Após dias de buscas sem resultados, a Marinha decidiu utilizar os seus equipamentos de busca subaquática mais confiáveis: os mamíferos. Segundo o Tenente Comandante Jonh Schiller, além dos golfinhos, serão utilizadas ainda equipes com pequenos botes e helicópteros, informa o site PilotOnline.com . Schiller afirmou que é normal que este tipo de equipamento se perca, mas que sempre acaba aparecendo de volta.

Juntos, os 4 UUVs chegam a um valor de U$ 1 milhão, cerca de R$ 1,8 milhões.






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Maio 2010

Grupo pede "direitos humanos" a baleias e golfinhos

OSLO (Reuters) - Baleias e golfinhos deveriam ter "direitos humanos" à vida e à liberdade por causa das evidências cada vez maiores de inteligência, afirmou neste domingo um grupo de ambientalistas e especialistas em filosofia, direito e ética.

Japão, Noruega e Islândia se opõem ao argumento, que impediria a caça ou mesmo a manutenção dos animais em parques marinhos. Os países afirmam que não há provas de que as baleias e os golfinhos sejam mais inteligentes que vacas ou porcos, por exemplo.

Segundo participantes de uma conferência na Universidade de Helsinque, os mamíferos marinhos gigantes têm consciência similar à humana, capacidade de comunicação e sociedades complexas, o que os torna semelhantes aos grandes primatas.

"Nós afirmamos que todos os cetáceos, assim como as pessoas, têm direito à vida, à liberdade e ao bem-estar", declararam após o encontro de dois dias, organizado pela Sociedade de Conservação de Baleias e Golfinhos.

Thomas White, diretor do Centro de Ética e Administração da Universidade Loyola Marymount, na Califórnia, participou do encontro e disse que golfinhos podem reconhecer a si mesmos em um espelho, capacidade rara em mamíferos que os humanos só adquirem aos 18 meses de idade.

"A caça às baleias é eticamente inaceitável", disse à Reuters. "Elas têm um senso de si mesmas que nós achávamos que só os humanos tinham".

Hal Whitehead, professor de biologia da Universidade a Dalhousie, no Canadá, afirmou que há mais provas de que as baleias têm cultura própria.

De acordo com ele, as baleias cachalote têm sonares tão poderosos que poderiam ensurdecer permanentemente outras baleias que estivessem próximas, caso fossem usados na potência máxima. Mas as cachalotes não usam os sonares como armas, mostrando o que Whitehead chamou de "senso de moralidade".

"É como um grupo de caçadores humanos armados", disse. "Há um claro sentido de como o sonar pode ser usado".

Por Alister Doyle
 






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Fevereiro 2010

Fotógrafo lança filme sobre Golfinhos Surfistas



foto:BBC Brasil

O fotógrafo e diretor americano Greg Huglin acaba de lançar o filme "Golfinhos Surfistas", que mostra imagens desses animais pegando ondas na África do Sul.

O filme é fruto de um trabalho de seis anos do fotógrafo de 57 anos. Durante esse período, ele dedicou três meses ao ano para filmar e fotografar os animais.

Em entrevista ao diário britânico The Times, Huglin comentou que descobriu o inusitado grupo de surfistas quando estava na África do Sul filmando tubarões brancos.

Segundo ele, é possível flagrar os golfinhos em ação a qualquer hora do dia. Huglin não sabe explicar a razão que leva os animais a surfarem desta forma, mas ele diz ter certeza de que eles se divertem fazendo isso. Um trailer do filme de Huglin pode ser conferido no site em inglês do fotógrafo: http://www.greghuglin.com

Fonte:BBC Brasil



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Golfinhos Podem Ajudar a Compreender Doenças Humanas



pintura do artista Jean Luc Bozzoli

Golfinhos e humanos sofrem de doenças semelhantes, revelam cientistas, e isso poderia ajudar na compreensão sobre o melhor tratamento para o diabetes e na prevenção do câncer de útero; ou ainda determinar os efeitos potenciais no homem da poluição das águas litorâneas.

"Os golfinhos, como os humanos, são mamíferos e seu regime alimentar compreende a maior parte dos peixes e frutos do mar que nós consumimos", disse Carolyn Sotka da Agência Nacional americana de Oceanos e Atmosfera (NOAA), apresentadora de diferentes estudos sobre o assunto na conferência anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS) reunida de 18 a 22 de fevereiro em San Diego (Califórnia).

Estes cetáceos são expostos permanentemente a ameaças do oceano, como a algumas algas altamente tóxicas que produzem ácido domóico ou a poluentes como o PCB (polichorobifenil), proibido nos Estados Unidos desde os anos 70, comenta.

As semelhanças entre os golfinhos e os humanos fazem desses animais "sentinelas ecológicas e fisiológicas" importantes para "nos advertir de riscos sanitários" e também "esclarecer sobre a maneira que poderíamos beneficiar nossa saúde", afirmou a cientista.

Os golfinhos seriam, assim, o primeiro modelo natural do estudo para o diabetes adulto humano, abrindo a possibilidade de descoberta de tratamentos contra a doença responsável por 5% de mortes no mundo por ano, segundo um dos estudos divulgados.

O mecanismo resulta, provavelmente, do regime alimentar desses cetáceos muito rico em proteínas e fraco em glucídios. Outros indícios coletados mostram que os golfinhos poderiam também ter doenças crônicas semelhantes a dos humanos ligadas ao diabete tais como a resistência à insulina com hemocromatose (taxa excessiva de ferro no sangue) ou ainda cálculos renais.

Enfim, revela o autor do estudo, os cientistas pensam que os humanos desenvolveram uma resistência à insulina durante o último período glaciar. Da mesma maneira, os golfinhos adquiriram esta mesma resistência quando foram viver no oceano há 55 milhões de anos, passando de uma dieta rica em glucídios enquanto animais terrestres a uma alimentação altamente proteica.

Um outro estudo da Universidade da Flórida apresentado nesta quinta-feira em San Diego revela que os golfinhos são infectados, como o homem, pelo papillomavirus que não parece provocar entre eles câncer do colo de útero como entre os humanos.

Créditos AFP



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Novembro 2009

Segundo o jornal The New York Times,
Filme The Cove causa repercussão no Japão
 

 

TÓQUIO - Durante anos, a caça aos golfinhos no litoral da cidade de Taiji, que torna as águas do mar vermelhas por causa do sangue derramado a cada inverno, atraiu a raiva de ativistas ocidentais. Mas poucas pessoas entre o público japonês pareciam se importar, ou até mesmo saber, a respeito da matança.

Isso pode mudar com as primeiras exibições públicas de "The Cove" (A Angra", em tradução literal), um documentário americano que usou câmeras escondidas para filmar as caças de golfinho anuais em Taiji.

Na quarta-feira, os frequentadores de cinemas japoneses vislumbraram as cenas pela primeira vez no Festival de Cinema de Tóquio, realizado esta semana na cidade.

Taiji não é a única comunidade que caça golfinhos, milhares dos quais são mortos em todo o mundo intencionalmente ou por ficarem presos nas redes de pescadores. Mas os pescadores de Taiji são caçadores notórios, batendo em metais para agrupar golfinhos apavorados em uma angra e depois os atacando com lanças até sua morte, no que os manifestantes descrevem como uma atividade desumana.

O Japão matou aproximadamente 13 mil golfinhos em águas litorais em 2007, de acordo com a agência de pescas do país, dos quais aproximadamente 1.750 foram foram abatidos em Taiji. O Japão também caça baleias usando uma brecha na moratória de 1986 à atividade, que permite matar baleias para pesquisa - apesar das presas para pesquisa acabarem nos supermercados japoneses.

"Eu fiquei chocado. As imagens do mar ficando vermelho são especialmente chocantes", disse Yukiko Ishizawa, 18, estudante universitário de Tóquio que viu o filme na quarta-feira.

Apesar da recepção entusiasmada ao filme no festival - muitos aplausos foram concedidos ao final da exibição - ainda não se sabe se ele irá levar a um debate público mais amplo.

A caça de baleias e golfinhos é considerada uma parte importante do sustento tradicional do Japão e de sua cultura culinária, uma prática a ser defendida contra interferência estrangeira. (Embora apenas uma minoria de japoneses coma carne de baleia, e menos ainda comem
golfinhos).

Também há um tabu forte na mídia japonesa contra qualquer crítica aos fazendeiros e pescadores do país, geralmente descritos como defensores heróicos de um modo de vida que está desaparecendo rapidamente. A cobertura a respeito do filme tem sido escassa e seus produtores ainda não encontraram um distribuidor no país.

O Festival de Cinema inicialmente rejeitou "The Cove" por ser muito controverso, mas mudou sua decisão no último minuto depois do apoio de nomes importantes de Hollywood, como Ben Stiller, que se interessou pessoalmente pelo assunto. Porém, o festival divulgou uma declaração dizendo não ter nenhum envolvimento com a produção do filme.

“A sensação aqui é que precisamos respeitar as diferenças culturais", disse Testsu Sato, professor de gerenciamento ambiental da Universidade de Nagano. “Por que deveria haver um debate sobre o assunto?”

A cooperativa de pesca de Taiji exigiu que o festival não exibisse “The Cove”, acusando os produtores de invasão de propriedade para conseguir as imagens e de fazer acusações falsas.

A cidade contratou um advogado e se prepara para uma ação judicial, afirmou um oficial na quarta-feira. O advogado, Shozaburo Ishida, não quis comentar o assunto.

Enquanto isso, a caça aos golfinhos irá continuar conforme o planejado durante a temporada que vai se setembro até fevereiro, disse a agência de pesca do Japão.

Em sua caça em setembro, pescadores de Taiji capturaram 10 golfinhos de um grupo de 100 para vender a aquários, enquanto 50 baleias foram mortas e enviadas aos mercados.

Hiroko Tabuchi - The New York Times



 

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Agosto 2009
 
Thomas White, fiósofo norte americano, sai Em Defesa dos Golfinhos
 

 
Thomas White, professor universitário, filósofo e escritor de livros sobre a ética nos negociós, impressionado após um encontro de perto com golfinhos, dedicou 20 anos de sua vida em escrever um livro sobre as implicações éticas de os golfinhos serem considerados como "pessoas" não humanas.
 
No livro ele defende que o nosso atual relacionamento com os golfinhos, pode ser comparado com o relacionamento do europeu com os negros nos séculos passados, onde os negros eram considerados seres inferiores e mantidos como escravos. O mesmo pode estar acontecendo com os golfinhos agora.
 
Segundo ele, os golfinhos possuem todos os aspectos comuns a uma pessoa, com a diferença de viverem na água, possuindo assim capacidades radicalmente distintas de um ser humano. 

Em seu novo livro Em Defesa dos Golfinhos: A Nova Fronteira Moral, o filósofo Thomas White argumenta que a evidência científica é agora forte o suficiente para apoiar a alegação de que os golfinhos são como os seres humanos, auto-conscientes, seres inteligentes, com emoções, personalidades e com capacidade para controlar as suas ações. Assim, argumenta White, que os golfinhos devem ser considerados como "pessoas não humanas" e reconhecidas como indivíduos.
 

 
White conclui igualmente que, a partir de uma perspectiva ética, todas as práticas que levam a lesões e mortes de golfinhos, assim como os golfinhos mantidos em cativeiro, devem ser reavalidas.

A partir da estrutura do cérebro dos golfinhos, de suas habilidades sociais, emocionais, de sua inteligência, e das implicações do fato de que os seres humanos e os golfinhos têm histórias evolutivas dramaticamente diferentes, Em Defesa dos Golfinhos explora a idéia de que os golfinhos sejam uma "inteligência extraterrestre", ou seja, aquática. 
 
 conheça seu site:

 
 
 
 
 
 
 
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Julho 2009
 
Beluga salva mergulhador em dificuldades
 

 
Em um campeonato de mergulho realizado em um aquário na China, 
um dos mergulhadores teve problema nas pernas devido a uma cãibra e não pode nadar de volta a superfície. Uma das Belugas que vivem no aquário, chamada Mila, percebeu o problema mesmo antes dos demais seres humanos responsáveis pela organização do evento.
 
A piscina tem pouco mais de 6 metros de profundidade e a competição consiste em alcançar o fundo, sem qualquer equipamento de respiração, e permanecer o maior tempo possível lá entre as Belugas.
 

Uma das mergulhadoras Yan, quando tentou voltar a superfície, sentiu uma paralisia nas pernas. Já sem oxigênio, começou a sufocar:  Segundo ela "eu entendi que estava morta! Então, uma força inacreditável abaixo de mim começou a me conduzir para a superfície". Era a beluga Mila que percebeu os apuros da mergulhadora e imediatamente entrou em ação de salvamento.


A administração do Polar Land reconheceu: "Mila detectou o problema antes de nós. De repente, vimos aquela garota sendo empurrada para cima com sua perna segura na boca da baleia". Mila é um animal extremamente sensível, característica das Belugas e que trabalha no parque dividindo a piscina com humanos.

 Aqui a mergulhadora Yan já a salvo na superfície, junto com as belugas.

Créditos: Central European News
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Março 2009
 
Extraordinário documentário - The Cove, mostra ao mundo a covardia e irracionalidade humana infligida em Taiji no Japão

 

Além da matança indiscriminada de golfinhos e baleias em Taiji, a carne destes cetáceos está altamente contaminada por substâncias extramemente tóxicas ao ser humano, e está sendo consumida em todo o Japão, sem que os consumidores saibam disto.

 

A carne está altamente contaminada com mercúrio, metilmercúrio, cádmio, DDT e PCBs. Neste documento se lê diversas amostras processadas pelo Japan Food Researches Laboratory onde as amostras chegam a conter 35 vezes mais mercúrio que o aconselhado, que é de 0,4 ppm. Já a reportagem completa diz que uma amostra chegou a 1.600 vezes o limite permitido!

O governo japonês sabe disto, mas não divulga a notícia porque prejudicaria uma indústria estimada em dezenas de bilhões de dólares por ano!
 
 
Algumas décadas depois de haver trabalhado com os golfinhos Flipper, Richard O’Barry se juntou a um grupo de ativistas e cineastas para contar esta história, na qual golfinhos e baleias são mortos (como nas imagenes acima) para a comercialização de suas carnes e peles – sem o consenso da população, que sequer sabe do que ali é feito.

 Ric O´Barry, e um documentarista junto a Sociedade de Preservação do Oceano - http://www.opsociety.org, registraram as imagens que se transformariam em filme.
Eles tiveram que achar um jeito para filmar do outro lado das barricadas onde a matança estava acontecendo.

Investiram muito dinheiro para colocar câmeras nas praias, no ar, em baixo d´agua e nos morros para capturar cada detalhe terrível de um dos maiores e mais cruéis massacres da vida selvagem no planeta.

O resultado é “The Cove” (“A Enseada”, em tradução literal) , um dos mais extraordinários filmes de crime sobre a vida selvagem já produzido.Premiado em janeiro no Sundance Film Festival - maior festival do cinema independente americano, o documentário expõe dramática e magnificamente a matança dos golfinhos em Taiji no Japão, em que aproximadamente 23 mil golfinhos são mortos anualmente.

 
 
 
Você pode dar a sua contribuição para que isto acabe. Será um importante passo para a nossa espécie e também para os golfinhos. Leva poucos minutos e poderá ser uma mudança permanente.
 

Você pode mandar uma mensagem à Embaixada do Japão, pedindo para parar a caça de golfinhos e para proibirem a venda de carne de golfinho contaminada por mercúrio, já que muitos brasileiros vivem no japão:

 

Embaixada do Japão no Brasil

SES, Avenida das Nações, quadra 811, lote 39

70425-900 BRASÍLIA – DF

Tel.: (61) 3442- 4200

Fax: (61) 3 443-9685, 3 242-0738 

e-mail: consularjapao@yawl.com.br

culturaljapao@uol.com.br

 site: http://www.br.emb-japan.go.jp/

 

 

 ou se preferir em inglês para:

Embassy of Japan in Washington D.C.
Ambassador Ichiro Fujisaki
2520 Massachusetts Ave., N.W.
Washington D.C. 20008-2869
Tel: (202) 238-6700,
Fax: 202-328-2187
Hours: M-F 9:15-12:30 and 2:00-6:16
E-mail: jicc@embjapan.org

 

also

Send a letter to the World Association of Zoos and Aquariums (WAZA), urging them to enforce their Code of Ethics and expel the Japanese Association of Zoos and Aquariums (JAZA) from their organization.

Furthermore, WAZA must expel all other facilities that have purchased dolphins from the dolphin drive hunts:

WAZA Executive Director, Gerald Dick  
Email: secretariat@waza.org

 

also

Please send a letter or an email or make a call to President Obama.
Urge him to:

  • Reform the US Delegation to the International Whale Commission.
  • Stop the negotiations for a whaling deal with Japan.
  • Adhere to long-standing US policy of maintaining the commercial whaling moratorium. This should include stopping negotiations on allowing commercial whaling under a guise of “cultural” whaling or some other euphemism.
  • Commit to using the US’ considerable political, economic and diplomatic resources to end the killing of whales and dolphins for commercial purposes NOW.

President Barack Obama
The White House 1600 Pennsylvania Ave. NW
Washington, DC 20500

White House public comment line: 202-456-1111

White House e-mail, go to: http://www.whitehouse.gov/contact/

entenda melhor clicando aqui

 


 
 
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Mais um passo é dado no sentido de nos comunicarmos com os golfinhos  


Em um importante passo para decifrar o idioma dos golfinhos, pesquisadores da Inglaterra e Estados Unidos obtiveram imagens de alta definição do formato produzido na água, do som que os golfinhos fazem.

A chave para esta técnica é o Cymascope, um novo instrumento capaz de revelar estruturas detalhadas relativas ao som, permitindo que sua arquitetura seja estudada graficamente.

Usando gravações de áudio de alta definição dos sons emitidos pelos golfinhos, o time de pesquisa liderado pelo Engenheiro Acústico John Stuart Reid e o pesquisador de golfinhos baseado na Flórida, Jack Kassewitz, obtiveram a primeira imagem, pela primeira vez, da impressão do som dos golfinhos na água.

O "CymaGlhyphs" resultante é um padrão reprodutível, com o qual se espera formar a base do dicionário da língua falada pelos golfinhos, cada padrão representando uma "palavra gráfica".

Cymaglyph da voz de um golfinho adulto e de um golfinho bebê chamando a sua mãe


 
 
 
 
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Quase 200 baleias piloto e uma dezena de golfinhos ficam encalhados em praia na Austrália
 

 

  No último domingo (01/03), quase 200 golfinhos e baleias ficaram encalhados na praia de Naracoopa, localizada na Tasmânia – Austrália – e foram acudidos por voluntários e equipes de resgate do local.

Para tentar resgatar os animais, as pessoas que se mobilizaram utilizaram jet-skis, escavadeiras e até a própria força braçal. No total, 194 baleias-piloto e uma dezena de golfinhos ficaram encalhados devido ao período de migração.

Acidentes do tipo ocorrem periodicamente na região da Tasmânia, que se localiza no trajeto em direção à Antártida. Apesar da freqüência de casos do tipo, cientistas não conseguem constatar por qual razão exatamente o fato acontece.

 
Sabemos que a poluição sonora nos oceanos pode causar interferência nos sistemas de localização dos cetáceos,  alguns navios utilizam sistemas sonoros extremamente nocivos aos habitantes dos oceanos, inclusive já houveram muitos casos de baleias e golfinhos serem encontrados mortos na praia com lesões em seus ouvidos. Além disto existem algumas mudanças eltro-magnéticas que estão ocorrendo no planeta, que poderiam estar contribuindo para tal fenômeno.
 

 voluntária cuidando de um dos golfinhos "encalhados"
 
 
 
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Janeiro 2009
 
Um vídeo feito por cientistas da Coréia do Sul mostra golfinhos tentando salvar a vida de um membro do seu grupo que estava machucado.

Os golfinhos tentam virá-lo para a posição normal, e o seguram por baixo para que ele não afunde e possa respirar.

Apesar do esforço dos companheiros, o golfinho não sobreviveu, segundo os cientistas.

 
 
 
 
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Desembro 2008
 
Litoral Brasileiro é declarado Santuário de Golfinhos e Baleias
 
O litoral brasileiro agora é "Santuário das Baleias e Golfinhos", de acordo com decreto presidencial publicado nesta quinta-feira (18) de dezembro no Diário Oficial da União. A proibição da captura e pesca desses animais já estava proibida no país desde 1987. A assinatura do decreto pretende incentivar ações de implementação da medida em outros países da região do Atlântico Sul.

No litoral do Espírito Santo, de acordo com o diretor executivo da ong Instituto Orca, Lupércio Barbosa, a prática mais comum é a captura acidental dos mamíferos. "O pescador atravessa uma rede de espera e aí o golfinho, principalmente no verão, quando chegam os cardumes de peixes, bate na rede", explica. Quando os animais ficam presos, normalmente morrem e os pescadores aproveitam.

"No Brasil, tem uma crendice na comunidade pesqueira de que a gordura de baleias e golfinhos são boas iscas para outras espécies. Há um comércio ilegal desses animais quando morrem acidentalmente nas redes. Mas há também, mais raramente, a caça intencional", afirma Barbosa.

As iscas feitas com a gordura de cetáceos são utilizadas para pescar tubarões. Os pescadores retiram as barbatanas do animal, que depois são vendidas. O Insituto Orca recolhe golfinhos e baleias mortos no litoral capixaba. O diretor executivo da entidade ressalta, entretanto, que raramente são os próprios pescadores a acionar a ong quando golfinhos ficam presos às redes . Mesmo mortos os animais podem ser utilizddos em pesquisas.

A pesca proposital é mais praticada por outros países, como Japão, Noruega e Islândia. Eles capturam e também comercializam os mamíferos entre si. A influência desses países, principalmente o Japão, de acordo com Lupércio Barbosa, é o principal empecilho para a formação de uma legislação contra a pesca na Comissão Internacional Baleeira.
 
Esta iniciativa do governo brasileiro é importantíssima, ela serve de exemplo aos demais países da América e dos demais continentes.
 
 Mais um pequeno passo para que estes mamíferos sejam reconhecidos e respeitados como os seres sensíveis e inteligentes que são.




Leia os artigos do Decreto nº No- 6.698:

Art. 1º As águas jurisdicionais marinhas brasileiras são declaradas Santuário de Baleias e

Golfinhos do Brasil, com a finalidade de reafirmar o interesse nacional no campo da preservação e proteção de cetáceos e promover o uso não-letal das suas espécies.

Art. 2º Estão permitidos a pesquisa científica e o aproveitamento turístico ordenado, nos termos da legislação em vigor.

Art. 3º A União promoverá, por meio dos canais diplomáticos e de cooperação competentes, a atuação do País nos foros internacionais, a articulação regional e internacional necessária a promover a integração em pesquisa e outros usos não-letais dos cetáceos no Santuário de Baleias e Golfinhos do Brasil, bem como buscará a conservação dessas espécies no âmbito da bacia oceânica do Atlântico Sul.

Art. 4º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 17 de dezembro de 2008; 187º da Independência e 120º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Ruy Nunes Pinto Nogueira
Carlos Minc



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Novembro 2008
 
Golfinho lesionado é motivação para milhares de portadores de necessidades especiais
 

O golfinho Winter, que recebeu uma prótese de cauda artificial, vem fazendo progressos na utilização da prótese para nadar. São realizadas sessões de treinamento de uma hora diária com seus treinadores, para que Winter aprenda a usar corretamente a prótese, de maneira a sincronizar o bater da cauda com o movimento da cabeça, além de deixar de usar as nadadeiras peitorais para se mover para a frente. É um trabalho difícil para o golfinho.

Mês passado foi comemorado o aniversário de 3 anos de Winter, com uma torta de peixe congelada com velas e tudo.

Há dois anos, o golfinho foi encontrado no mar, em agonia, após ter sido pego em uma armadilha para caranguejos. Resgatado pela equipe do Aquário Marinho Clearwater, o golfinho (que perdera a cauda na armadilha) sobreviveu, mas não conseguiria mais nadar como os outros.

Mas entrou em cena Kevin Caroll, especialista em próteses. "Já desenhei próteses para cachorros, avestruzes e até para um pato", disse ele ao jornal Daily Mail. Caroll desenhou uma prótese de 76 centímetros, feita de silicone. Após um ano e meio de trabalho de fisioterapia e recuperação, Winter já consegue nadar como os outros companheiros e pode levar uma vida normal.

A repercussão desse caso foi tão grande que o Aquário Marinho Clearwater começou a receber cartas vindas de todo o mundo. Eram pessoas emocionadas com o caso, e que relatavam seus próprios problemas com a falta de algum membro.

Winter também atraiu muita gente. Milhares de pessoas que usavam próteses foram ao aquário visitá-lo. De acordo com o site Gizmodo, a história de Winter também motivou muitas pessoas com sua lição de "não desistir nunca".

O endereço do site para ver Winter é: http://www.seewinter.com/

nele podem ser vistos vídeos de winter, além de uma camera on-line que permite ver Winter ao vivo!

 

 
 
 
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Junho de 2008
 
Matéria no Tele-Domingo sobre a Pesca Cooperativa no município de Laguna, próximo a cidade de Torres.
 
Matéria informativa e séria. O que ficou faltando foi a informação de que a pesca em cooperação acontece também no município de Torres, que é o que estamos buscando divlugar através do Projeto Literário Golfinhos do Rio Mampituba, encontrado na página inicial do site.
 
 
 
 
 
 
 
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Março de 2008
 
 
Golfinho "resgata" duas baleias encalhadas em uma praia na Nova Zelândia.

O "salvamento" ocorreu quando um grupo de pessoas que tentava em vão resgatar os animais já estava em vias de desistir da operação.

Dois cachalotes-pigmeu, mãe e filha, encalharam numa praia da Nova Zelândia. Como sempre acontece por aquelas bandas, prontamente se formou uma equipe de salvamento que tentou em vão resgatar as baleias do local onde se encontravam aprisionadas, a fim de devolvê-las ao mar. Nada parecia conseguir inverter o rumo dos acontecimentos e os voluntários da operação se encontravam já exaustos e prontos a desistir do salvamento, eis que surge em cena um personagem famoso na zona, o golfinho Moko.

O nariz-de-garrafa Moko, é um golfinho conhecido em Waikokopu Bay, pelo fato de ali ter chegado naturalmente há cerca de um ano, onde tem se mantido brincando com os banhistas que se deslocam ao local nos dias quentes de verão. Tornou-se rapidamente uma atração, e faz com que milhares de turistas se dirijam às praias para tentarem um breve encontro com o golfinho .

Desta vez, porém, surpreendeu todos. Quando já nada parecia poder salvar as baleias encalhadas, Moko dirigiu-se inesperadamente a elas e, de alguma forma, conseguiu estabelecer comunicação e fazer com que as baleias o seguissem pelo único local possível de fuga. A verdade é que as baleias saíram do local e dirigiram-se ao mar alto, para espanto e admiração de todos os que por ali se encontravam.

O biólogo que no local chefiou a equipe que tentou sem sucesso salvar as baleias está espantado com o salvamento que Moko levou a cabo. O cientista notou ainda que quando o golfinho se dirigiu às baleias, estas, que se apresentavam num estado profundamente alterado e stressado, ficaram repentinamente calmas com a sua presença. Este investigador já participou antes em muitas tentativas de salvamento de mamíferos marinhos e muitas delas resultaram em frustração, com a morte dos animais que tentaram salvar. Por este motivo, sente-se agora mais confiante com a presença de Moko ao seu lado.

Moko, que era uma estrela só pela sua presença nas águas, em convívio com os banhistas, tornou-se agora herói nacional, num país onde o salvamento e proteção de animais é levado muito a sério e onde os níveis de participação das pessoas neste tipo de salvamentos são extremamente elevados.

 

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