Em Defesa dos Golfinhos


Thomas White, fiósofo norte americano, sai Em Defesa dos Golfinhos
 
O professor universitário, filósofo e escritor de livros sobre a ética nos negociós, Thomas White, impressionado após um encontro de perto com golfinhos, dedicou 20 anos de sua vida em escrever um livro sobre as implicações éticas de os golfinhos serem considerados como "pessoas" não humanas.
 
No livro ele defende que o nosso atual relacionamento com os golfinhos, pode ser comparado com o relacionamento do europeu com os negros nos séculos passados, onde os negros eram considerados seres inferiores e mantidos como escravos. O mesmo pode estar acontecendo com os golfinhos agora.
 
Segundo ele, os golfinhos possuem todos os aspectos comuns a uma pessoa, com a diferença de viverem na água, possuindo assim capacidades radicalmente distintas de um ser humano. 

Em seu novo livro Em Defesa dos Golfinhos: A Nova Fronteira Moral, o filósofo Thomas White argumenta que a evidência científica é agora forte o suficiente para apoiar a alegação de que os golfinhos são como os seres humanos, auto-conscientes, seres inteligentes, com emoções, personalidades e com capacidade para controlar as suas ações. Assim, argumenta White, que os golfinhos devem ser considerados como "pessoas não humanas" e reconhecidas como indivíduos. 

White conclui igualmente que, a partir de uma perspectiva ética, todas as práticas que levam a lesões e mortes de golfinhos, assim como os golfinhos mantidos em cativeiro, devem ser reavalidas.

A partir da estrutura do cérebro dos golfinhos, de suas habilidades sociais, emocionais, de sua inteligência, e das implicações do fato de que os seres humanos e os golfinhos têm histórias evolutivas dramaticamente diferentes, Em Defesa dos Golfinhos explora a idéia de que os golfinhos sejam uma "inteligência extraterrestre", ou seja, aquática. 
 
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