Documentos - Nestas imagens, e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo destes documentos pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e da imagem dos Loriguenses, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos Loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Este tipo de gente, demonstrando o seu mau caráter e a sua desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila.
Informação sobre a bela e histórica vila de Loriga e História de Loriga, com extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipédia, o artigo foi criado pelo historiador António Conde, em muitos outros sites e muitas outras publicações. | Information about the town of Loriga and History of Loriga, with excerpts from the work of the historian António Conde, “Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality”, and Loriga on Wikipedia, article created by the historian António Conde.
Normalmente todas as localidades têm uma padroeira ou um padroeiro, e esse santo ou santa é o orago da paróquia e da igreja matriz, isto é daquelas coisas básicas que toda a gente devia saber mas os burros de Loriga não sabem (e o pároco nada faz para acabar com esta vergonha). No caso de Loriga a padroeira é Santa Maria Maior, orago da paróquia e da igreja matriz que já vem pelo menos desde o início da nacionalidade quando Loriga pertencia ao chamado Padroado Real, não é por acaso que, por exemplo, a Sé de Lisboa também é dedicada a Santa Maria Maior e que a igreja matriz de Loriga tenha sido mandada construir pelo rei D. Sancho II. Quando a devoção a Nossa Senhora da Guia chegou aqui a Loriga em finais do século XIX, trazida por emigrantes radicados no Brasil, Santa Maria Maior já era a padroeira de Loriga há mais de setecentos anos, e Nossa Senhora da Guia foi sempre e só invocada como padroeira dos emigrantes de Loriga, no entanto alguns idiotas começaram a dizer e a espalhar por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia. Isto é grave porque os loriguenses ficam com a fama de desprezarem a história de Loriga e de trocar e de condenar ao esquecimento padroeiros, santos, devoções e invocações, com a agravante de já haver precedentes, como é o caso, por exemplo, da milenar devoção a São Gens, cuja capela foi dedicada a Nossa Senhora do Carmo, arranjaram a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, e para completarem o anátema não existe no local nenhuma informação sobre o antigo orago da capela, e o local onde essa capela está situada é conhecido por Bairro de São Ginês e ou São Genês, nunca existiu um santo chamado Ginês ou Genês e esses nomes são invenção dos loriguenses. Poderia também falar-se de outros casos, como por exemplo do caso de São Bento, desse ficou apenas o nome da ribeira e da área, mas pelo menos não lhe arranjaram uma alcunha como fizeram com o São Gens. Há quem, por pura ignorância ou, pior ainda, por teimosia e por animosidade contra quem sabe mais e diz as verdades, teimam em não respeitar a história nem a identidade histórica de Loriga, e é esse tipo de gente que é responsável por várias vergonhas que afetam a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses, como é o caso da vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas e que se mantém (Ver aqui essa vergonha!). De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas exibe-se em eventos religiosos e até usam o pároco para que todos a vejam fazendo de tudo para usar a fé para manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito, como exemplos veja-se o vergonhoso Brasão da Vila de Cruz, de 2002 (rejeitado pelos loriguenses, tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto, de 2018, e se alguém tiver dúvidas façam um referendo), e o postal de Natal de 2024. É este tipo de gente farisaica e hipócrita que, com as suas más ações e o seu mau exemplo, fazem com que os outros percam a sua fé, e é este tipo de gente que afugenta as pessoas das igrejas e de tudo quanto são práticas religiosas. A fé e a devoção a Nossa Senhora da Guia não implica suprimir a fé, suprimir a verdade, desrespeitar e deturpar a história, desprezar e desrespeitar a identidade histórica de Loriga, nem implica desprezar e desrespeitar a fé e a devoção dos antepassados dos loriguenses e a escolha que eles fizeram para sua padroeira e para orago da paróquia e da igreja matriz. Aliás, os ignorantes que infelizmente nasceram nesta bela e histórica vila, são especialistas em maltratar a imagem desta vila e a imagem dos seus conterrâneos, e em colocar tudo em causa; Colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a antiguidade de Loriga (inclusive do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), a sua história, o seu nome e a forma como é pronunciado, o seu património, o local da fundação da povoação, o seu gentílico, a sua heráldica, as datas da fundação das instituições loriguenses, etc. Em vez de reconhecerem os erros e resolverem os problemas de Loriga de forma competente, insistem numa fuga em frente e a única preocupação que têm é fazerem de tudo para calarem as incomodativas vozes da razão que os desmascaram. Esses ignorantes e mentirosos irresponsáveis não gostam verdadeiramente de Loriga e por isso acham que são pormenores sem importância, se gostassem de Loriga agiriam de forma diferente. Qualquer dia alquém se lembra de introduzir em Loriga uma nova devoção e uma nova capela, começam a fazer umas festas, e daqui a uns anos esse tipo de gente faz a “promoção” para novo padroeiro ou padroeira de Loriga, depois arranjam uma alcunha para a Santa Maria Maior e ou para a Nossa Senhora da Guia, como arranjaram para o São Gens. Com o desprezo que essa gente tem pela história de Loriga e pelos fundamentos da fé, é fácil fazerem a alteração e substituirem a padroeira e o orago da igreja matriz e da paróquia, só têm que falar com o cardeal patriarca, com o bispo da diocese e com o pároco, apesar de não gostarem há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é e vai continuar a ser Santa Maria Maior.
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
Bandeira e brasão da vila de Carreto.
A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos. Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque não honram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam “legalizados” os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota ( Ver essa vergonha aqui! ), sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam! Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituír a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses ( Ver essa vergonha aqui! ). Em 2018, quiseram substituír a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição. Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado impunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses!
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
Bandeira e brasão da vila de Carreto.
A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos. Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque não honram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam “legalizados” os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota ( Ver essa vergonha aqui! ), sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam! Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituír a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses ( Ver essa vergonha aqui! ). Em 2018, quiseram substituír a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição. Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado impunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses!
Official coat of arms of Loriga – The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend “LORIGA”. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
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The town was founded more than 2,600 years ago.
The site was chosen for its defensibility, water supply, and pasturelands.
The Lusitanians settled the town.
The Romans called the town Lorica.
The town was part of the Roman province of Lusitania.
A 1st-century Roman road connected Lorica to the rest of the province.
Official Coat of arms of Loriga
The town's coat of arms features the lorica (armor).
Loriga’s Official Coat of Arms
The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features:
A red, silver-adorned Loriga (armor).
Two black hydraulic wheels on a silver background.
A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base.
A silver mural crown with four towers on top of the shield.
A silver listel with the black legend "LORIGA".
A quartered flag in blue and white.
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Loriga’s Official Coat of Arms
- Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga's logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
Loriga is a historic town in Portugal with a history that dates back over 2,600 years. The town's name comes from the Latin word lorica, which means "armor".
The town was founded more than 2,600 years ago.
The site was chosen for its defensibility, water supply, and pasturelands.
The Lusitanians settled the town.
The Romans called the town Lorica.
The town was part of the Roman province of Lusitania.
A 1st-century Roman road connected Lorica to the rest of the province.
The Visigoths appropriated some small homes in the Bairro de São Ginês or Genês (Gens) to build a chapel.
Viriathus, a famous Lusitanian leader and Portuguese national hero, is known to have been from Loriga.
Official Coat of arms of Loriga
The town's coat of arms features the lorica (armor).
Loriga’s Official Coat of Arms
The coat of arms of Loriga, Portugal is a blue shield with the following features:
A red, silver-adorned Loriga (armor).
Two black hydraulic wheels on a silver background.
A pile of two silver bunds with a blue-waved twin at the base.
A silver mural crown with four towers on top of the shield.
A silver listel with the black legend "LORIGA".
A quartered flag in blue and white.
- Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga's logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
Bandeira e brasão da vila de Carreto.
A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos. Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque não honram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam “legalizados” os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota ( Ver essa vergonha aqui! ), sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam! Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituír a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses ( Ver essa vergonha aqui! ). Em 2018, quiseram substituír a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição. Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado impunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses!
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LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST - LORICA LUSITANORUM CIVITAS EST - História concisa de Loriga
Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código Postal: 6270 - _ _ _ Loriga
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História concisa da vila de Loriga
Em Loriga existe uma sepultura antropomórfica com mais de 2600 anos conhecida há séculos po Caixão da Moura porque, quando foi redescoberta no século XIV, foi erradamente atribuída aos mouros.
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
VIAS ROMANAS EM PORTUGAL - Vestígios Romanos Georeferenciados em Loriga
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
A Paróquia e a Igreja Matriz da vila de Loriga
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
[ A Imagem de Nossa Senhora da Guia, padroeira dos emigrantes de Loriga, exibe a estrela, um dos símbolos maiores desta vila e que também por isso está no brasão de Loriga. A padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia, e já era assim o século XIII. Uma das muitas mentiras espalhadas pelos idiotas ignorantes mentirosos (induzindo outros em erro) é aquela segundo a qual a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Nossa Senhora da Guia, e essa mentira foi inclusive colocada com outras no artigo sobre Loriga na Wikipedia quando o artigo foi vandalizado (artigo que foi criado pelo historiador António Conde). A fé não é uma questão de modas, e os santos, as devoções e as invocações não são coisas descartáveis que por um qualquer capricho são trocados, substituídos, desprezados e esquecidos. Há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e esse facto é uma questão de fé, é uma questão de devoção, é uma questão de verdade, é uma questão de história e é uma questão de respeito pela identidade histórica de Loriga! A fé e a devoção a Nossa Senhora da Guia (eu também a tenho) não implica suprimir a fé, suprimir a verdade, desrespeitar e deturpar a história, desprezar e desrespeitar a identidade histórica de Loriga, nem implica desprezar e desrespeitar a fé e a devoção dos antepassados dos loriguenses e a escolha que eles fizeram para sua padroeira e para orago da paróquia e da igreja matriz. Mais algum tempo e esse tipo de gente arranja uma alcunha para Santa Maria Maior, fazem desaparecer a imagem e mudam o orago da paróquia e da igreja matriz. Daqui a uns anos ou séculos alguém se lembra de introduzir uma nova devoção em Loriga, fazem uma nova capela, começam a fazer umas festas em honra dessa nova devoção e então fazem mais uma troca, e talvez o destino seja o desprezo, o esquecimento e uma alcunha, tal como esse tipo de gente fez a São Gens! De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas exibe-se em eventos religiosos e até usam o pároco para que todos a vejam fazendo de tudo para usar a fé para tentar manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito (Ver aqui essa vergonha!), como exemplos veja-se o vergonhoso Brasão da Vila de Cruz, de 2002 (rejeitado pelos loriguenses, tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto, de 2018, e se alguém tiver dúvidas façam um referendo), e o postal de Natal de 2024. É este tipo de gente farisaica e hipócrita que, com as suas más ações e o seu mau exemplo, fazem com que os outros percam a sua fé, e é este tipo de gente que afugenta as pessoas das igrejas e de tudo quanto são práticas religiosas. Aliás, os ignorantes que infelizmente nasceram nesta bela e histórica vila, são especialistas em maltratar a imagem desta vila e a imagem dos seus conterrâneos, e em colocar tudo em causa; Colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a antiguidade de Loriga (inclusive do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), a sua história, o seu nome e a forma como se pronuncia, o seu património, o local da fundação da povoação, o seu gentílico, a sua heráldica, as datas da fundação das instituições loriguenses, etc.]
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
Bandeira e brasão da vila de Carreto.
A bandeira e o brasão são os símbolos de um povo e de um território, mas a heráldica só é realmente representativa se o povo se identificar com os símbolos heráldicos, caso contrário jamais serão respeitados e portanto serão sempre vergonhosos. Ninguém, nenhum grupo tem o direito de impor símbolos heráldicos que sejam detestados pelos Loriguenses porque não honram a sua imagem nem a imagem de Loriga, e ainda que símbolos heráldicos vergonhosos sejam “legalizados” os Loriguenses não são obrigados a aceitá-los, ao contrário do que dizem os responsáveis por esta vergonha! Os Loriguenses não aceitam que um carreto/carrete (roda dentada) seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num vergonhoso e ridículo brasão que por isso é motivo e alvo de chacota ( Ver essa vergonha aqui! ), sendo conhecido por Brasão da Vila de Carreto, e façam um referendo se alguém duvidar que os Loriguenses não aceitam! Este grupo e este tipo de gente tem vergonha do nome desta vila, e principalmente por isso em 2002 quiseram substituír a Loriga por uma cruz e tirar as rodas hidráulicas do brasão, esse brasão ficou conhecido por Brasão da Vila de Cruz e também foi rejeitado pelos Loriguenses ( Ver essa vergonha aqui! ). Em 2018, quiseram substituír a Loriga por um carreto e tirar as rodas hidráulicas e a estrela, a eliminação da estrela no brasão também gerou revolta e rejeição. Já bastam as longas décadas em que o mesmo grupo e o mesmo tipo de gente tem andado impunemente e inutilmente a impor uma ilegal aberração heráldica ao mesmo tempo que têm maltratado quem se opôe a toda esta vergonha que tem arrasado a imagem de Loriga e a imagem dos Loriguenses!
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
Official coat of arms of Loriga – The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend “LORIGA”. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
Coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
Flag and coat of arms of the town of Carreto (Cogwheel).
The flag and the coat of arms are the symbols of a people and a territory. But heraldry is only really representative if the people identify themselves with the heraldic symbols, otherwise they will never be respected and therefore will be shameful. No one, no group has the right to impose heraldic symbols that are detested by the population, that are little or not at all representative and that are therefore shameful. Even if these heraldic symbols have been “legalized” by those who idealized them, the people of Loriga are not obliged to accept what they hate, and if anyone doubts that they hate it, hold a referendum! Enough are the long decades in which the same group and the same type of people have been inpunegently and uselessly imposing an illegal heraldic aberration while mistreating those who oppose all this shame that has devastated the image of Loriga and the image of the people of Loriga. The people of Loriga do not accept that a carreto (cogwheel) is pointed out as being the great symbol of Loriga ( View this shame here! ), highlighted in a shameful and ridiculous coat of arms, motif and laughing stock, known as the Coat of Arms of the Village of Cogwheel. This group and this type of people is ashamed of the name of this village, and mainly for this reason in 2002 they wanted to replace Loriga with a cross and remove the hydraulic wheels from the coat of arms, this coat of arms became known as the Coat of Arms of the Village of Cross and was also rejected by the Loriguenses ( View this shame here! ). In 2018, they wanted to replace the Loriga with a cogwheel and remove the hydraulic wheels and the star, the elimination of the star on the coat of arms also generated revolt and rejection.
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Documento - Nesta imagem e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo deste documento pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esta gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Esta gente, demonstrando mau caráter e desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila
Documento - Nesta imagem e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo deste documento pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esta gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Esta gente, demonstrando mau caráter e desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila
Coordinates: 40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W / 40.3204694; -7.6661528
Localities - Town of Loriga and village of Fontão
Landmark - Torre (Serra da Estrela)
Rivers - Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga
Length - 4.21 km (3 mi), Northwest-Southeast
Width - 13.78 km (9 mi), Southwest-Northeast
Population - 848 (2021) Density - 23.2 / km² (98 / sq mi)
LAU - Vila/Junta Freguesia - location - Largo da Fonte do Mouro, Loriga
Timezone - WET (UTC0) - summer (DST)WEST (UTC+1)
ISO 3166-2 code PT - Postal Zone - 6270-073 Loriga
Area Code & Prefix - (+351) 238 XXX XXX
Demonym – Loriguense or Loricense
Patron Saint - Santa Maria Maior
Parish Address - Largo da Fonte do Mouro, 1019, 6270-073 Loriga
Statistics from INE (2021); geographic detail from Instituto Geográfico Português (2021)
Loriga’s Official Coat of Arms
- The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga's logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
( By the historian António Conde - History of Loriga – Excerpts from the work of António Conde, “Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality” )
Documento - Nesta imagem e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo deste documento pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esta gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Esta gente, demonstrando mau caráter e desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila
Portuguese document (year 1580)
Loriga’s Official Coat of Arms
- Official coat of arms of Loriga - The Coat of Arms of Loriga is a blue shield with a Loriga (Lorica, armor) in red, adorned with silver, and two hydraulic wheels in black on a silver background. There is a gold star in the center and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin in the base. The shield is topped with a silver mural crown with four towers. Silver listel with the black legend "LORIGA". The flag is quartered in blue and white. All this Loriga`s heraldry (not all of it is shown in this videos http://youtu.be/NgoBOM-yP40 http://youtu.be/2XppOZk4iKI http://youtu.be/TVj0DrMj1jE http://youtu.be/bvUBdjPQHwA http://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/_JiqSJdKFHs http://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ http://youtu.be/zo_Sz5QofU0 http://youtu.be/9llla65GKXs http://youtu.be/jGi5p-5AhpI http://youtu.be/rYHiTFD3ev0 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga's logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.
History of Loriga - Excerpts from the work of the historian António Conde, "Concise History of the town of Loriga - From the Origins to the extinction of the municipality", and Loriga on Wikipedia - Article created by the historian António Conde.
Documento - Nesta imagem e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo deste documento pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esta gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivaçoes mesquinhas pessoais. Esta gente, demonstrando mau caráter e desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila
Informação sobre a bela e histórica vila de Loriga e História de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipedia, o artigo sobre Loriga foi criado po historiador António Conde, e em muitos outros sites e em muitas outras pblicações.
Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código Postal: 6270 - _ _ _ Loriga
Nesta imagem abaixo vê-se o centro histórico da vila de Loriga no início do século XX
Pelourinho ( século XIII reconstruído, e erradamente indicado numa lápide como sendo do século XVI ) em frente do antigo edifício da Câmara Municipal de Loriga entretanto adaptado para residência particular. Os pelourinhos "manuelinos" (século XVI) distinguem-se facilmente dos mais antigos, aliás felizmente ainda existem exemplares de uns e de outros para fazer comparações, e o antigo pelourinho de Loriga era nitidamente anterior ao século XVI. Aliás não têm qualquer dado para afirmar que o pelourinho foi erigido no século XVI. Infelizmente não existe ali qualquer informação que identifique o edifício onde funcionava a antiga Câmara Municipal de Loriga. De sublinhar que, embora seja louvável a reconstrução do pelourinho, esta não foi feita da forma mais correta, e como se isso não bastasse ainda colocaram uma lápide com informação errada. O antigo pelourinho tinha três degraus na base que era circular, a coluna era oitavada e tinha uma argola de ferro movediça, e no topo tinha uma pedra quadrangular na qual estavam esculpidas as armas da vila. Embora existam dúvidas sobre todas as peças que constituíam essas antigas armas da vila (brasão), a couraça (Loriga) era uma delas assim como uma estrela de sete pontas, e é muito provável que o brasão fosse constituído apenas por essas duas peças. Seja como for a reconstrução devia respeitar pelo menos aquilo que se sabe que é absolutamente certo e que não foi respeitado: coluna oitavada com uma pedra no topo com uma Loriga e uma estrela de sete pontas e base circular com três degraus. Mesmo quem não tem conhecimentos do assunto mas já viu muitos dos pelourinhos ainda existentes, e que felizmente escaparam ao vandalismo, olham com estranheza para esta "reconstrução".
Vista da Estância de Esqui de Loriga, do lado da Torre, vendo-se ao fundo a Garganta de Loriga
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome e também por isso não gostam de ver a Loriga no brasão nem no logotipo da vila ). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
VIAS ROMANAS EM PORTUGAL - Vestígios Romanos Georeferenciados em Loriga
O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga de vermelho ornada de prata que tem de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. A Loriga (Lorica, couraça, armadura), origem do gentílico Loriguense e Loricense, simboliza a orgulhosa história milenar e a antiguidade de Loriga, traduzida neste nome bonito, milenar e único em Portugal, factos que são motivo de orgulho para os verdadeiros Loriguenses, ou seja para todos o que amam genuinamente a sua terra natal (os outros odeiam o nome). A Loriga é portanto a peça principal, central e que mais se destaca no brasão porque é a que mais define a identidade única desta milenar povoação e de quem nela nasceu, e que portanto torna a heráldica de Loriga única e inconfundível. As rodas hidráulicas simbolizam as origens da centenária indústria loriguense, que começou com a indústria textil que deu origem mais tarde a outros tipos de indústria. As primeiras fábricas eram de lanifícios e todas elas tinham em comum o facto de serem movidas por rodas hidráulicas acionadas pelas abundantes e cristalinas águas das ribeiras de Loriga, as quais já anteriormente eram utililizadas para mover as mós dos moínhos que moíam os grãos do centeio e do milho. Portanto a roda hidráulica simboliza também o engenho das gentes de Loriga e é este o tipo de roda que tem de estar no brasão, qualquer outra não faz sentido e torna o brasão mais pobre e incompleto. A estrela simboliza a serra com o mesmo nome onde orgulhosamente esta milenar povoação está situada e que faz parte da forte identidade desta vila e de todos quantos nela nasceram e portanto, tal como a Loriga e a roda hidráulica a estrela é uma peça fundamental no brasão. Muito se pode dizer sobre a forma como esta serra moldou a identidade desta vila e dos seus naturais. Loriga está situada no coração da Serra da Estrela, bem perto do ponto mais alto (a Torre) e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga. Os cômoros simbolizam a espetacular paisagem de montanha de Loriga e a gémina ondada de azul simboliza as duas ribeiras que banham Loriga, mais concretamente a Ribeira de São Bento e a Ribeira de Loriga (á qual os ignorantes dão outros nomes). A propósito dos cômoros, e ao contrário do que dizem os ignorantes idiotas (começando pelos responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas), estes não representam a Serra da Estrela nem podem representar, porque existem montanhas em muitas áreas de Portugal e outras localidades, por exemplo de Trás-os-Montes, poderiam ter um brasão com o mesmo tipo de cômoros. Um dos principais objetivos da heráldica é representar uma identidade única e inconfundível, e no caso do brasão de Loriga é exatamente a Loriga (Lorica, couraça, armadura) que faz toda a diferença, e embora haja outras dezenas de peças que poderiam ser colocadas num brasão distintivo desta vila (tal é a riqueza da sua única identidade histórica) a Loriga é sem dúvida a mais importante. Portanto, sem a Loriga, ou sem qualquer uma das outras peças únicas relacionadas apenas com a história desta vila, o brasão ficaria generalista e poderia representar dezenas de vilas, incluíndo e começando por algumas situadas na Serra da Estrela. E a propósito de Serra da Estrela e de peças específicas, a estrela de sete pontas é a que historicamente melhor representa a Serra da Estrela no brasão de Loriga apesar de poder ser substituída pela vulgar e genérica estrela de cinco pontas. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, inclusive as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão. Nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) têm lugar na heráldica de Loriga. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, e a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é o reconhecimento por parte da autarquia de que a Loriga deve ser a peça principal do brasão desta vila.
( Pelo historiador António Conde - História de Loriga – Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia, e em muitos outros sites e em muitas outras publicações. )
Documento - Nesta imagem e através dos links publicados neste site e em muitos outros sites podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo deste documento pode ver-se o logotipo de Loriga que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que esta gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Esta gente, demonstrando mau caráter e desonestidade (incluindo desonestidade inteletual) não reconhece a razão a quem a tem e rejeita tudo o que conscientemente sabem que é melhor para LORIGA se as soluções forem apresentadas por Loriguenses que sejam alvo do seu ódio e da sua inveja. Loriga e a imagem dos Loriguenses há muitos anos que têm sido muito prejudicadas por este tipo de gente que muito contribuiu para a grave situação em que se encontra esta bela e histórica vila