Irmã M. Teresinha Gobbo

Ideal Pessoal:

 

Pelo Pai eu me consumo

 

Nasceu em Pejuçara (Cruz Alta/RS) e ali passa sua juventude. Nesse lugar recebe a graça da vocação e doa-se a ela durante a Santa Missa celebrada pelo Padre Celestino Trevisan numa missão popular. Em Santa Maria, conhece as Irmãs de Maria de Schoenstatt e opta por esta comunidade.

 

Parte, então, para Londrina/PR onde ingressa no primeiro noviciado das Irmãs de Maria, no Brasil, em dezembro de 1943. Consagra-se à Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt como a grande "Consorte de Cristo".

Em 1947, Pe. Kentenich visita o Brasil pela primeira vez. Grande é a expectativa de conhecê-lo, pois, quando ela ingressa como Irmã de Maria, ele estava como prisioneiro no campo de concentração de Dachau.

 

Desde o primeiro momento sente-se atraída pelo espírito alegre e jovial do Fundador. Ele a compreende e assim a descreve com acerto: "Deus lhe deu muitas e ricas aptidões, tanto de coração quanto de inteligência."

 

Em 1949, o Pe. José Kentenich deposita nela a sua esperança e confiança, ao entregar-lhe pessoalmente a direção e responsabilidade pelo Movimento Apostólico de Schoenstatt no Brasil, tarefa que desempenha durante 30 anos.

 

Em 1950, a Divina Providência usa Ir. Teresinha para dar início a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Ao sair para rezar o terço, com a Imagem da Mãe e Rainha, em uma família, encontra-se com o Sr. Pozzobon e o convida para ir junto. No final do terço, entrega-lhe a imagem com as palavras: "Cuide que ela visite as famílias de casa em casa!" Estava iniciada a Campanha que atinge mais de 90 países!

 

Em 1952, sela seu contrato perpétuo com o Instituto das Irmãs de Maria. Como responsável pelo Movimento dá conferências, atende os peregrinos, transmite uma alegria contagiante, clareza de princípios e capacidade de compreender o sofrimento alheio.

 

Carrega sua grande responsabilidade em situações muito difíceis, durante a longa prova por que passa a Obra de Schoenstatt, devido ao exílio do Fundador, o Movimento foi proibido em todo o Rio Grande do Sul e Irmã M. Terezinha teve que abandonar Santa Maria/RS, por ordem do Bispo, dedicando-se à Ação Católica.

 

Forma professores e alunos, mas sempre defende os ideais de Schoenstatt e os transmite. Passando o tempo de provação e o Fundador sendo recebido novamente na Igreja, como Fundador da Obra de Schoenstatt, Ir. Teresinha retorna à Santa Maria com redobrado ardor. Forma novos grupos, organiza congressos, viaja a Londrina para reviver e "refundar" o Movimento.

 

Volta para Santa Cruz, onde continua trabalhando até 1984, quando sua saúde se agrava pelo mal de Parkinson. Vai à Santa Maria para tratamento, mas, no início de 1988 seu estado se agrava, ficando quase um mês em estado de coma. Falece a 7 de março de 1988, em Santa Maria, lugar onde trabalhou tantos anos pelo Movimento de Schoenstatt.

 

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Fonte: http://sitejufem.vila.bol.com.br