Francisco Ziober

Ideal Pessoal:

 

"Servir a Maria."

 

Francisco Ziober nasce em Gália/SP. Quando, ainda criança, sua família muda-se para a cidade de Londrina/PR. Com 27 anos ele se casa. Logo após as alegrias do casamento, começa a sentir-se fraco, doente. Ao consultar um médico obtém a resposta fulminante: está com leucemia.

 

Francisco, porém, não se abate. Sente que tem ainda muito para realizar. Quer viver e se realizar plenamente. Em junho de 1962, com sua esposa Zeila, visita o Santuário de Schoenstatt em Londrina. Este encontro com a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt foi uma hora decisiva para Francisco.

 

Pouco tempo depois, ingressa na Liga das Famílias de Schoenstatt e sente que ali havia encontrado a terra dos seus sonhos. Espontaneamente torna-se o líder do grupo, estimado por todos e logo é eleito o dirigente.

 

O amor à Maria e a espiritualidade de Schoenstatt colam fundo em sua alma. Logo encontra seu ideal pessoa: "SERVIR A MARIA"! E, como o arado, quer ajudar a "preparar a terra", nos corações dos homens, onde são semeadas as graças.

 

A santidade é a grande meta de Francisco. Quer ser santo para dar mais glória a Deus e salvar as almas. Sua aspiração atinge o mais alto grau de amor e doação.

 

Conduz o grupo à Aliança de Amor, no sentido da Carta Branca, como dádiva jubilar pelos 50 anos de Schoenstatt, o 18 de outubro de 1964.

 

Ele não suspeita que é o único do grupo que não conseguiria realizar o ato de consagração, porque a sela com a entrega de sua vida nas mãos do eterno Pai, em 27 de setembro, poucos dias antes do jubileu áureo da Aliança de Amor.

 

Compreendeu profundamente a missão de Schoenstatt e como autêntico servo de Maria deixou-se formar pela Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na escola do Santuário. Amou e empenhou sua vida pelo Fundador, como um filho dedicado e fiel. No leito de sua morte, com plena consciência e liberdade, oferece sua vida como holocausto pelo Movimento Apostólico de Schoenstatt no Brasil.

 

Sua atitude perante a morte é a mesma de toda a vida:
"Nada sem Ti, Mãe, mas também nada sem nós, teus instrumentos".

 

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