Histórico
Sociedade de Terapia Intensiva de Rondônia - SOTIRO

 

 

 

 

 

 A Sociedade de Terapia Intensiva de Rondônia nasceu da necessidade de unir e organizar os profissionais que atuam na área de Terapia Intensiva em Rondônia reforçando a luta pelo reconhecimento e melhoria das Unidades de Terapia Intensiva do nosso Estado. Fica sediada em Porto Velho, capital do Estado, e foi regulamentada no início do ano de 2006 por um grupo de médicos. 

 

 Rondônia foi, durante muito tempo, uma das regiões mais isoladas, pobres e desconhecidas do país.
Apenas os grandes rios possibilitavam deslocamentos entre vilas e cidades, quase sempre distantes entre sí. As distâncias eram (ainda são, em algumas partes da Amazônia) medidas em dias de viagem. Eram longas, demoradas e arriscadas. Duas estradas: a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construída no início do século passado e a rodovia BR-29 (atual BR-364), construída nas décadas de 60 e 70, romperam esse isolamento. Rondônia hoje em dia é um Estado promissor e em pleno desenvolvimento.
As maiores atrações turísticas no Estado estão voltadas para o eco-turismo. Regiões como o Parque Nacional de Pacaás Novos, o vale do rio Guaporé (zona de transição entre o Pantanal mato-grossense e a Amazônia), as ruínas do Forte do Príncipe da Beira e as instalações da histórica Estrada de Ferro Madeira Mamoré constituem nossos principais acervos. Hotéis fazendas, especiais para essa forma de turismo, estão em franco processo de crescimento e desenvolvimento em determinadas regiões.

 

 Porto Velho é uma cidade cosmopolita tendo sido construída há 86 anos (em 1920) por gente vinda de todos os recantos do Brasil e diferentes países. Apesar disso, alguns valores culturais dos povos indígenas se mantém nos hábitos da população e estão integralmente mantidos em espaços reservados para preservá-los.
Novos valores, no entanto, foram incorporados aos velhos hábitos. Ao tacacá, à farinha de mandioca e ao peixe moquiado, hábitos típicos das populações indígenas, foram adicionados o forró e a carne seca do nordeste, o churrasco e o chimarrão do sul, a galinhada mineira e outros costumes advindos de outras regiões.
Quando, ao final dos anos 70, intensificou-se a migração em busca do prometido "Eldorado", Rondônia e, em particular, Porto Velho, sofreram enormes mudanças. O ciclo da borracha já há muito havia se encerrado e a E.F. Madeira-Mamoré não operava mais, mas, vencendo todos os atoleiros, areais e dificuldades das vias de acesso, os caminhoneiros continuavam aqui chegando. O asfaltamento da BR-364 (ex BR-29) em 1983/84 foi o divisor de águas entre a antiga e a nova Porto Velho. Surgiram então, as novas "terras de Rondon", e com elas, um novo marco no desenvolvimento de Porto Velho. 

 

Voltar