Chiquinha

Atriz que a interpreta:
Maria Antonieta de las Nieves

Dubladoras: Sandra Mara (Chaves Clássico / Maga; Chaves clássico / Rio Sound; Programa Chespirito (Clube do Chaves) / BKS); Cecília Lemes (Chaves clássico / MAGA; Chaves clássico / RioSound; Clube do Chaves / Gota Mágica)

Características: Menina sardenta de óculos e banguela.

Roupas: Vestido branco com bege; vestido verde com casaco vermelho.

Acessórios: óculos

Nome completo: Maria Francisca Valdez Madruga (na dublagem)

PersonalidadeSua mãe morreu após o parto, o que a deixou apenas com o pai, Seu Madruga. É uma garota de oito anos de idade, sardenta, baixinha, um pouco manipuladora, muito astuta e sapeca, porém, sem muita capacidade intelectual para a escola. Seu verdadeiro nome é Maria Francisca Valdez Madruga (na dublagem), nome dado pelo seu pai por causa das pintas no rosto que ela herdou da bisavó, Dona Neves. Uma feminista convicta, Chiquinha adora aprontar e se dar bem às custas dos amigos, Chaves e Quico, que sempre caem nas pegadinhas da garota.

Apesar das armações, Chiquinha tem um bom coração e é capaz de fazer amizade com qualquer um. Tanto que é secretamente apaixonada por Chaves, o que faz ela sentir ciúmes de Paty, uma colega de escola pela qual Chaves e Quico são apaixonados.

Seu penteado é composto de óculos, duas marias-chiquinhas desalinhadas e uma pequena franja (o seu cabelo costumava ser maior, até Chaves cortá-lo brincando de barbeiro). Suas vestimentas foram as que mais mudaram durante o seriado: durante a temporada de 1972, seu vestido era branco com um bolso cheio de bolinha pretas; no auge da série, o vestido tornou-se rosa claro com um tom creme e listras suaves; já na temporada de 1976, o vestido se tornou verde, muitas vezes auxiliado por um casaco verde, que posteriormente se tornou vermelho (o visual mais conhecido da personagem); depois, em meio a desavenças no elenco, vieram a gola e bolso com bolinha pretas que, mais tarde, durante o Programa Chespirito (Clube do Chaves, no Brasil), se tornaram amarelos.

Créditos: Carlos Freitas
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