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Redação Spnaeuropa

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Futebol/Campeonato Paulista - (27/03/2011 18h01min41 - Atualizado 27/03/2011 18h01min41)

Ceni faz gol 100, São Paulo bate Corinthians e derruba longo tabu

Barueri (SP) 


Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Rogério Ceni chegou ao centésimo gol da carreira e virou centro das atenções na Arena Barueri
Caiu na tarde deste domingo o tabu de mais de quatro anos do São Paulo sem vitória sobre o Corinthians. Mas mais do que isso: a festa toda na Arena Barueri foi de Rogério Ceni, que contribuiu com a vitória por 2 a 1 sobre o rival anotando o centésimo gol na carreira.

Toda a expectativa que envolveu o nome do goleiro durante a semana se confirmou e, após balançar a rede em cobrança de falta na etapa final, virou o centro das atenções. Ele tirou a camisa, foi abraçado em campo pelo time todo e teve direito a vários minutos de fogos - dos 100 gols de Ceni, 55 foram de falta, 44 de pênalti e um em jogada ensaiada, com a bola rolando.

O clássico - transferido do Morumbi para Barueri em virtude da realização de um show no estádio do São Paulo - ainda teve três expulsões, todas depois do gol de Ceni. Alessandro e Dentinho, pelo Corinthians, e Dagoberto, pelo São Paulo, foram para o chuveiro mais cedo.

O time alvinegro vê, assim, se encerrar um longo tabu a seu favor, já que não perdia para o São Paulo desde 14 de julho de 2007. De lá para cá, haviam sido sete vitórias e quatro empates. O resultado iguala os rivais com 34 pontos na classificação, um abaixo do líder Palmeiras.

Início de poucos riscos

Sem contar com a sensação Lucas, servindo a seleção brasileira, e Juan, suspenso, o São Paulo foi armado com Ilsinho no meio-campo e Junior Cesar na lateral esquerda. Outra novidade de Paulo César Carpegiani foi o volante Rodrigo Souto no lugar de Casemiro.

Já o Corinthians repetiu a escalação que vinha de três vitórias consecutivas. A única ausência na lista de relacionados do técnico Tite foi Bruno César, que está prestes a deixar o clube rumo ao Benfica, de Portugal. O titular do meio-campo, no entanto, já vinha sendo Morais.

O primeiro lance que mexeu com a torcida aconteceu aos oito minutos. Miranda protegeu bola na linha de fundo à frente de Liedson e saiu jogando, mas vacilou e foi desarmado. O atacante atrasou a bola para Morais, que chutou colocado e acertou a defesa são-paulina.

Depois da bobeada na defesa, o São Paulo ensaiou chutes de longa distância em direção à meta de Julio Cesar. Dagoberto, duas vezes pela meia direita, e Jean, em sobra da intermediária, até colocaram força na bola, mas os arremates saíram pela linha de fundo.

Aos 18 minutos, Liedson foi derrubado por dois marcadores do São Paulo, Rodrigo Souto e Alex Silva, e ganhou falta perigosa no bico direito da área. Mas o lateral esquerdo Fábio Santos, homem da bola parada corintiana, cobrou sem ameaçar o gol de Rogério Ceni.

O jogo seguiu equilibrado e sem trabalho para os goleiros até 39 minutos, quando Dagoberto voltou a arriscar de longe. Desta vez, entretanto, o atacante acertou a pontaria. Da meia esquerda, o são-paulino chutou forte, no canto direito, para inaugurar o marcador.

Segunda etapa quente

Mas a partida só esquentou de verdade no retorno do intervalo. Aos oito minutos do segundo tempo, o goleiro-artilheiro Rogério Ceni cobrou falta com perfeição, próxima ao bico esquerdo da área e acertou o ângulo direito de Julio Cesar, fazendo seu centésimo gol na carreira.

Depois de minutos de festa em Barueri, com direito a fogos de artifício, o Corinthians ainda perdeu Alessandro, que recebeu cartão vermelho por cometer falta violenta em Dagoberto na lateral do gramado. A expulsão poderia complicar a equipe alvinegra, mas Dentinho, aos 22 minutos, arriscou da meia esquerda, no canto direito de Ceni, e diminuiu a vantagem.

Para melhorar a situação corintiana, Dagoberto entrou forte em Dentinho no campo de ataque, dois minutos depois do gol, e também foi expulso de campo pelo árbitro. Só que o atacante alvinegro, autor do gol e responsável por tirar o são-paulino da partida, também perdeu a cabeça mais tarde, acertou Rodrigo Souto e deixou o Corinthians novamente com dez jogadores.

Ciente do erro cometido quando teve um jogador a mais da primeira vez, o São Paulo acalmou os ânimos e passou a cozinhar o jogo. O Corinthians seguiu em cima, mas teve dificuldades para vencer a barreira defensiva são-paulina, não mais balançou a rede e viu o tabu cair.

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27 março, 2011

São Paulo admite pressão por fim de jejum no clássico

Ernesto Rodrigues/AE - 11/3/2011

O ala Jean, há 2 anos no clube, não vê a hora de bater o rival Corinthians. O zagueiro Alex Silva diz que é cobrado na rua

BRUNO DEIRO – O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – O São Paulo perdeu a liderança do Campeonato Paulista para o Corinthians a uma rodada do clássico, mas o que tem incomodado mesmo o time do Morumbi são os quatro anos de jejum contra o rival. Mesmo que seja bastante difícil retomar a ponta (depende de tropeço de Santos e Palmeiras), uma vitória no domingo será suficiente para apagar a derrota para o Paulista por 3 a 2.

Ernesto Rodrigues/AE – 11/3/2011
Jean: ‘Joguei quase todas contra o Corinthians nos últimos anos. Sou um dos mais incomodados’

Titular absoluto no esquema de Paulo César Carpegiani, Jean está desde 2008 no time profissional do São Paulo e nunca ganhou do Corinthians. Ele admite que é um mais motivados para acabar com esta escrita no clássico em Barueri. “O incômodo continua, não adianta querer fugir disso. O São Paulo é um time grande. Em clássicos, precisamos vencer e temos de quebrar o tabu o quanto antes. Ainda mais eu, que participei de quase todos os jogos contra o Corinthians nos últimos anos. Sou um dos mais incomodados”, disse o volante.

Alex Silva, expulso no último clássico do São Paulo (empate por 1 a 1 com o Palmeiras), diz que a pressão é sentida nas ruas. “Incomoda não só aqui, mas na rua também. Até no trânsito levei dura de torcedor. Do lado de lá, eles também ficaram incomodados quando não ganhavam da gente”, afirmou o zagueiro, lembrando o jejum de vitórias corintianas entre 2003 e 2007.

O tabu atual vem desde fevereiro de 2007, quando o São Paulo bateu o Corinthians por 3 a 1, pelo Estadual. Desde então, foram 11 jogos, com 7 vitórias do Corinthians e 4 empates.

Desfalques. A volta de Rhodolfo, que se recuperou de dores no joelho direito, vai reforçar o lado direito da defesa tricolor, que falhou bastante na derrota em Jundiaí. Carpegiani, por outro lado, terá de lidar com a ausência do lateral-esquerdo Juan, que levou cartão amarelo desnecessário contra o Paulista e está fora do clássico. Outro desfalque certo é Lucas, que está com a seleção brasileira em Londres. Marlos, titular nos últimos dois jogos, ganhará outra chance.

FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO


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27 março, 2011 

Luis Fabiano chega a SP com empurra-empurra da torcida e sem falar com a imprensa

Rivaldo Gomes/Folhapress

Luis Fabiano é muito assediado pela torcida no seu desembarque em São Paulo

Gustavo Franceschini
Em Guarulhos (SP)

A maior contratação do São Paulo nos últimos anos já está de volta ao país, mas suou na hora da chegada. Mais de 300 torcedores foram ao aeroporto internacional de Guarulhos receber Luis Fabiano. No desembarque, muita confusão, empurra-empurra e nenhuma palavra com a imprensa.

O silêncio não foi culpa do atacante. A multidão se acomodou no desembarque internacional do terminal 2 desde a madrugada. Na preparação para o grande momento, muitos protestos contra Globo e músicas que lembravam do clássico contra o Corinthians, que acontece ainda neste domingo, na Arena Barueri.

  • Gustavo Franceschini/UOL Esporte
  • Com confusão no aeroporto, torcida do São Paulo observa a saída difícil do atacante Luis Fabiano

Funcionários do São Paulo dividiram espaço com torcedores uniformizados, que fizeram as vezes de seguranças truculentos. Quando Luis Fabiano foi avistado, pouco antes das 8h, a multidão literalmente invadiu a área de desembarque, levando consigo mulheres, crianças e passageiros desavisados que estavam no caminho.

Em meio à confusão, muitos gritos e até o boato de um desmaio, Luis Fabiano passou com um boné da Torcida Independente e agarrado por quatro brutamontes. Sem nenhuma condição de parar e falar com os jornalistas, o atacante mal pôde retribuir o carinho da torcida.

Foi levado direto para um furgão do São Paulo que o aguardava no estacionamento, onde mais duas centenas de torcedores o esperavam.

A esperada declaração só veio pelo Twitter, momentos depois da saída de Cumbica. “Obrigado pela recepção no aeroporto, foi inesquecível. Espero retribuir todo esse carinho dentro de campo com gols e títulos”, disse Luis Fabiano.

A apresentação oficial do atacante acontecerá na próxima terça-feira. O Morumbi estará com os portões abertos das 17h às 21h e o São Paulo espera uma grande festa de recepção para Luis Fabiano, que retorna ao clube após quase sete anos com status de ídolo do público.

FONTE UOL

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27 março, 2011 

Artilheiros do Tricolor, Dagoberto e Fernandinho se dão bem em Barueri

Dupla de ataque do São Paulo marcou nove gols no palco do clássico deste domingo, contra o Corinthians, válido pela 16ª rodada do Campeonato Paulista

Por Marcelo Prado São Paulo

A cena já virou rotina pelos lados do São Paulo. Quando o departamento de marketing aluga o estádio do Morumbi para algum show, o clube transfere seus jogos para a Arena Barueri. Esse fato se repetirá no próximo domingo, quando ocorrerá o clássico contra o Corinthians, pela 16ª rodada do Campeonato Paulista. O Cícero Pompeu de Toledo foi reservado para o show da banda Iron Maiden.

Apesar da diferença do gramado e da menor capacidade de público (32 mil ingressos foram colocados à venda), dois jogadores em especial do elenco comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani guardam ótimas recordações da casa alternativa do Tricolor.

Juntos, Fernandinho e Dagoberto marcaram nove gols no palco do duelo deste final de semana. O desempenho do primeiro, que foi revelado no Grêmio Barueri, hoje Grêmio Prudente, chama atenção, já que ele disputou apenas três partidas e balançou cinco vezes as redes adversárias. Inclusive, a estreia de Fernandinho no Tricolor foi no local. Três meses depois de ser contratado, ele entrou no segundo tempo da partida contra o Monte Azul e marcou quatro dois cinco gols da goleada são-paulina por 5 a 1. O outro tento foi anotado contra o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro do ano passado. (Reveja acima os gols marcados contra o Monte Azul)

Dagoberto e Fernandinho, do São Paulo (Foto: Site oficial do São Paulo FC)
Dupla de ataque do São Paulo não esconde o otimismo para o clássico  (Foto: Site oficial do São Paulo FC)

- Barueri é um lugar onde dou muita sorte. Gosto de jogar lá. Fiquei apaixonado pelo estádio do Morumbi, mas a Arena é um lugar onde me identifiquei. Espero continuar com sorte no jogo contra o Corinthians. Será um jogo muito difícil, mas teremos de repetir a pegada das últimas partidas. A derrota no último jogo não vai tirar o nosso foco. É um clássico e precisamos da vitória. Precisamos dos três pontos para ficar nas primeiras colocações – afirmou Fernandinho, esbanjando otimismo.

Já Dagoberto teve um ano iluminado em 2010. Foi o artilheiro da equipe na temporada, com 15 gols, dos quais quatro foram marcados na Arena Barueri. Contra o Paulista, pelo estadual, foram dois tentos, dos quais um foi um golaço. Os outros tentos foram anotados contra São Caetano e Vitória. Em 2011, ele segue como principal goleador da equipe, com sete gols.

- É um lugar onde não só eu como o São Paulo fizemos grandes partidas. Mas, quando você está com confiança, as coisas saem com naturalidade – lembrou.

FONTE GLOBO.COM

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26 março, 2011 

SuperJean é arma do São Paulo para quebrar tabu no Majestoso

Volante, que não sai do time, foi o autor do gol da última vitória do Tricolor em clássicos

São Paulo x Ituano - Comemoração Jean (Foto: Ari Ferreira) Jean comemora seu último gol pelo Sampa, contra o Ituano (Foto: Ari Ferreira)

Gabriel Saraceni e Marcio Porto
Publicada em 26/03/2011 às 07:00
São Paulo (SP)

Dia 17 de outubro de 2010, Morumbi. São Paulo e Santos fazem um clássico de arrepiar e um jogador vai do inferno ao céu em poucos minutos. Após perder duas chances incríveis, o volante Jean aproveita rebote do goleiro e de, cabeça, decreta o 4 a 3 no placar.

O tento, aos 47 minutos do segundo tempo, garantiu a última vitória do Tricolor em clássicos e a tranquilidade para Jean dar continuidade à melhor fase da carreira. Depois daquele jogo, o Sampa ainda disputou mais dois clássicos e perdeu os dois: 2 a 0 para o Corinthians e 2 a 0 para o Santos, este ano.

No clube, há quem garanta que sua situação ficaria por demais complicada caso o São Paulo não tivesse saído de campo com a vitória e, devido às circunstâncias do jogo, Jean teria dificuldades para continuar sendo titular do time. No ano passado, em cinco partidas disputadas contra o Santos, o 4 a 3 foi a única vitória do Tricolor.

Mas o gol deixou os são-paulinos felizes, quebrou o tabu contra o rival e amanhã, no clássico contra o Corinthians, Jean estará firme e forte. Contra mais um tabu, ele passará a ser, ao lado do goleiro Rogério Ceni, o único jogador de Carpegiani a disputar todos os jogos deste ano.

Ingredientes que dão ainda mais ânimo ao polivalente jogador para quebrar a sequência de 11 jogos sem vitória sobre o rival da capital.

– Queremos quebrar esse tabu o quanto antes, ainda mais eu que participei dos últimos jogos. Sou um dos mais incomodados com esse tabu e não vejo a hora de quebrá-lo – analisou Jean, confirmado por Carpegiani para mais um Majestoso.

Este ano, nas três vezes em que Jean marcou gol, o São Paulo saiu vencedor. Se isso se repetir, o tabu contra o rival será coisa do passado.

O gol marcante de Jean contra o Santos

Aos 47 minutos do segundo tempo, a partida estava empatada em 3 a 3 e, na última chance do jogo, Marlos escapou pela direita, cortou para o meio e cruzou na área. Ricardo Oliveira cabeceou com força no canto esquerdo do goleiro Rafael, que deu rebote. Esperto, Jean se antecipou à zaga e marcou de cabeça o gol da vitória são-paulina.

Os gols de Jean em 2010

10/3 – São Paulo 2 x 0 Ituano, no Morumbi
Aos 41 minutos do primeiro tempo, Jean pega a bola na intermediária, avança com velocidade, tabela com Willian e manda um petardo de perna esquerda. A bola morre no ângulo direito do goleiro.

5/3 – São Caetano 0 x 2 São Paulo, Anacleto Campanella
O São Paulo vencia por 1 a 0 e, aos 45 minutos do segundo tempo, Rogério Ceni cobrou falta no travessão. Jean completou o rebote e marcou de cabeça.

26/1 – Americana 3 x 4 São Paulo, Décio Vitta
Aos 28 minutos do segundo tempo, o São Paulo já vencia por 3 a 2. Jean avançou pela direita, cortou para o meio e, da intermediária, chutou com força. A bola acertou o travessão, ainda bateu nas costas do goleiro Jailson e entrou.

FONTE LANCENET


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26 março, 2011 

Esquema anticonflito para clássico entre São Paulo e Corinthians

Arena Barueri - (Foto: Eduardo Viana) Torcidas terão trem exclusivo para ir à Arena Barueri e todo trajeto será vigiado

Arena Barueri será o palco do jogo entre São Paulo e Corinthians (Foto: Eduardo Viana)

Bruno Quaresma
Publicada em 25/03/2011 às 20:45
São Paulo (SP)

Uma reunião na manhã desta sexta-feira, na cidade de Barueri, definiu como será realizado o trajeto das torcidas organizadas de São Paulo e Corinthians para o clássico entre os rivais, domingo, às 16h, na Arena.

O encontro contou com a presença de representante da Polícia Militar, Guarda Municipal, Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Polícia Rodoviária, Cavalaria, Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (Rocam), além de representantes de torcidas organizadas de Tricolor e Timão.

A CPTM vai disponibilizar um trem inteiro para cada torcida. O que levará os são-paulinos partirá da Estação Júlio Prestes. Já o dos corintianos partirá da Barra Funda. Ambos sairão da capital antes das 14h, mas em horários diferentes para evitar um encontro em Barueri. Os trens seguirão direto até o município vizinho, sem parar em estações.

Assim que desembarcarem dos trens, as torcidas organizadas serão escoltadas por policiais militares até a Arena Barueri, em trajeto que será todo feito a pé.

Somente uma torcida organizada do São Paulo não utilizará o trem da CPTM. O percurso será feito de ônibus fretado pela Rodovia Castelo Branco e os veículos serão escoltados pela Rocam.

– O relacionamento com as torcidas tem sido bom e isso facilita o trabalho da segurança – afirmou o capitão Armando Paulino, do 20 Batalhão da Polícia Militar.

Após o jogo, os corintianos terão de esperar toda a torcida são-paulina ir embora para deixar o estádio.

FONTE LANCENET

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26 março, 2011

Jean: 'Não vejo a hora de quebrar esse tabu'

Jean, do São Paulo - (Foto: Vipcomm) Um dos mais antigos do elenco, volante ainda não venceu o rival

Jean está garantido entre os titulares para domingo – (Foto: Vipcomm)

LANCEPRESS!
Publicada em 25/03/2011 às 11:14
São Paulo (SP)

Onze jogos e mais de quatro sem vencer o Corinthians. Essa estatística incomoda a torcida e, principalmente, os jogadores do São Paulo. Um dos mais antigos do elenco, Jean não aguenta mais perder para o rival.

- O mesmo incômodo ainda continua, não adianta a gente fugir disso. São Paulo sempre foi e sempre será muito grande e se tratando de clássico, principalmente contra o Corinthians, queremos trabalhar o quanto antes. Ainda mais eu que participei dos últimos jogos, sou um dos mais incomodados com esse tabu. Não vejo a hora de quebrar logo – declarou o camisa 2 em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

Jean já vestiu a camisa do Tricolor em 160 vezes e só perde para Rogério Ceni, Miranda e Dagoberto do atual grupo de jogadores do clube. Desde que se tornou profissional, o volante jamais venceu o Corinthians.

Para pôr fim ao tabu, Jean aposta na união do grupo:

- Primeiro, cada um tem sua consciência de que precisa dessa vitória de qualquer jeito, não só eu como todos os atletas, por mais que tenha participado menos ou mais de jogos, mas se sente incomodado. Cada um tem sua consciência, sabe o que precisa, o que representa uma vitória, cada um sabe o que se concentrar, uma força maior, mas é claro que até o jogo a gente vai conversando.

FONTE: LANCENET

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25 março, 2011

Antes do Majestoso, Arena Barueri preocupa por difícil acesso

Torcedores têm poucas opções para chegarem ao estádio; Polícia Militar já prepara esquema especial de segurança

Bruno Cassucci e Renato Rodrigues

Publicada em 25/03/2011 às 10:17
São Paulo (SP)

Se a preocupação quanto à segurança em clássicos já costuma ser grande, para o Majestoso de domingo o cuidado será ainda maior. Isso porque São Paulo e Corinthians se enfrentarão pela primeira vez na Arena Barueri, localizada numa área de difícil acesso e que não está acostumada a receber jogos de grande porte como esse.

A partida estava marcada para o Morumbi, mas teve de ser transferida devido a um show da banda de rock Iron Maiden, que será realizado no estádio do Tricolor neste sábado.

Será a terceira vez em que a Arena receberá um clássico. Nas outras duas oportunidades, Santos e São Paulo se enfrentaram no local. Nenhum incidente foi registrado.

Entretanto, o sinal de alerta está ligado para o Majestoso. O acesso dos torcedores ao estádio é a principal preocupação, já que são poucas as opções para chegar ao local.

Outro temor é quanto a possíveis confrontos entre facções organizadas nas linhas de trem que ligam a capital até Barueri.

Para evitar brigas, a Polícia Militar prepara um esquema especial de segurança, que contará com um efetivo de 280 homens, mais o reforço da Tropa de Choque, da Cavalaria e da Guarda Municipal de Barueri.

– Confrontos são imprevisíveis, por isso tomamos as medidas para evitar ao máximo que isso aconteça. Já temos um plano para evitar possíveis incidentes – afirmou, ao LANCENET!, o capitão Armando Paulino, do 20º Batalhão da Polícia Militar.

Hoje será realizada uma reunião entre todos os envolvidos no clássico, inclusive representantes das torcidas de ambos os times. O principal objetivo do encontro é definir a forma de acesso do público ao estádio.

– A grande maioria dos torcedores vai de trem, então haverá um esquema montado com a CPTM para que as torcidas rivais não se cruzem, embarcando em horários diferentes – explicou o capitão Paulino.

As autoridades também se preocupam em relação ao consumo de bebidas alcoólicas nas redondezas da Arena, o que pode gerar brigas.

A carga total de ingressos para o Majestoso é de 32 mil bilhetes, sendo que 1,6 mil (ou 5% do total) serão destinados aos corintianos.

FONTE LANCENET

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25 março, 2011

Rogério Ceni pega o Corinthians por quebra de tabu e do centésimo

Gol do São Paulo, Rogério Ceni - (Foto: Ari Ferreira) Na última vitória sobre o rival, Rogério deixou sua marca. Ele já fez dois, ambos de pênalti

Contra o Paulista, Rogério deixou sua marca – (Foto: Ari Ferreira)

Bruno Quaresma e Gabriel Saraceni
Publicada em 25/03/2011 às 07:04
Em São Paulo

Pelas contas do São Paulo, só falta um gol para Rogério Ceni chegar ao centésimo na carreira. E a oportunidade de atingir a marca não poderia vir em momento melhor. Contra o Corinthians, rival que não vence há 11 partidas, o capitão pode chegar ao objetivo e, de quebra, encerrar o incômodo tabu, que já dura pouco mais de quatro anos.

Se anotar no Majestoso, será o terceiro gol diante do Alvinegro. Nas outras duas ocasiões, em 2005 e 2007, ele fez de pênalti. A última vez, inclusive, ajudou na vitória por 3 a 1, a última do Tricolor. Foi o gol 71 da carreira do camisa 1. Depois disso, começou a sequência de 11 confrontos do Corinthians sem ser derrotado.

Um ponto que conta a favor do capitão é o fato de ele já ter feito dois gols seguidos em cinco oportunidades. Depois de marcar na derrota por 3 a 2 contra o Paulista, agora ele quer repetir o feito no domingo. Em outros dois momentos, Ceni foi além. Fez em três duelos consecutivos.

– Do jeito que ele nasceu para brilhar e tem estrela, seria bom demais. Não tenho certeza se vai ser no domingo, mas seria maravilhoso – afirmou Alex Silva, que, na primeira passagem, venceu o rival.

– Não podemos jogar pensando nisso (gol do Ceni). Tem também um tabu, mas tenho certeza de que, se conseguirmos uma faltinha, um pênalti, o Rogério tem tudo para fazer um – finalizou o camisa 3.

Outra meta do goleiro também é pessoal. Diante do Corinthians, em 51 confrontos, são 19 vitórias do rival e 16 do jogador. Até o fim do ano, além da partida deste domingo, mais duas estão garantidas pelo Brasileirão. No Paulista, ainda existe a chance de se enfrentarem no mata-mata. Para aproximar, é preciso se apressar e diminuir a diferença que, nos últimos anos, só tem aumentado para o outro lado.

Este ano, o camisa 1 já fez quatro gols. Pelas contas da Fifa, que não considera dois dos seus gols, ele ainda está a três do centésimo. O capitão não se incomoda com o fato. O importante é agradar aos são-paulinos, que, na Arena Barueri, onde ele nunca fez um gol, vão estar na torcida para ver o ídolo deixar seu nome mais marcado na História do clube que tanto ama.

FONTE: LANCENET

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25 março, 2011 

Torcedor São Paulino lança livro sobre a relação do nazismo com a religião

André Tadeu de Oliveira, grande amigo e torcedor fanático do São Paulo, sócio do clube desde 2002, um dos criadores do antigo site São Paulo Mania (2002) e Site Proibido (2003) está lançando o excelente livro “Nazismo e Religião”, um livro não relacionado a futebol mas muito interessante para a cultura geral das pessoas. Quem quiser entrar em contato com o autor, o twitter é @andre_sp_75

TEXTOS :

PREFÁCIO DO LIVRO

Autora: Suzana Ramos Coutinho Bornholdt*

Sinto-me feliz e honrada em apresentar ao público brasileiro o livro “Nazismo e Religião, Entre a aliança e o conflito”, de André Tadeu de Oliveira. Ex-aluno do curso de bacharelado em Teologia da Escola Superior de Teologia (EST) da Universidade Presbiteriana Mackenzie, André surpreendeu os professores da banca ao apresentar seu trabalho com brilhantismo, humildade e desenvoltura.

Este livro é resultado desta dedicação e sucesso. André inaugura aqui um passo importante para acadêmicos e estudiosos da religião. A abordagem histórica utilizada para refletir a respeito do nacional-socialismo alemão e suas relações com diferentes grupos religiosos surge no cenário das publicações brasileiras como um tema inovador.

As perguntas norteadoras deste trabalho mostram que o autor investiu em uma pesquisa de precisão não apenas teórica mas também metodológica, visando não a incorrer na prática comum das generalizações. Reconhecendo as particularidades de cada religião, André ousou ir além. Buscou demonstrar uma relação diferenciada de grupos religiosos específicos com o regime hitlerista, apontando possíveis relações com o movimento. Do mesmo modo, realizou cuidadosa abordagem a respeito do papel do cristianismo. Ao se referir à presença da igreja cristã, André realizou a necessária separação entre o papel do protestantismo e do catolicismo e suas respectivas relações com o regime.

A meu ver, a inovação deste livro recai nos apontamentos feitos pelo autor ao sugerir relativo grau de interação do movimento hitlerista não somente com o cristianismo mas também com religiões as quais a sociedade ocidental enxerga com menos destaque, como o paganismo de origem nórdica, o esoterismo, o hinduísmo, o budismo e o islamismo.

Ao se perguntar até que ponto tais crenças contribuíram com a implantação e a consolidação do poderio fascista em solo alemão e se houve resistência por parte dessas crenças, André estabelece um debate rico e provocador. Não somente por mostrar que crenças tão distintas foram utilizadas como sustentadoras do regime hitlerista, mas também serviram como resposta para o povo alemão, então diante da crise moral que se abateu sobre o país.

Este livro nos relembra os horrores de um período da história que sonhamos nunca mais ver. E ao mesmo tempo nos desperta para a responsabilidade de, como igreja cristã e como cidadãos comprometidos com a justiça, não sermos coniventes e omissos com o abuso do poder político sobre os direitos civis.

*Suzana Ramos Coutinho Bornholdt: Doutora pela Lancaster University, possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina. É professora da EST-Mackenzie.

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RESENHA ESCRITA POR RAYSSA GON

A Religião do Terceiro Reich
Autora: Rayssa Gon

Enquanto eu lia o trabalho do André Tadeu – Influência das Religiões no Nascimento e Consolidação do Nazismo Alemão- vários adjetivos passaram pela minha cabeça para defini-lo. Acho que o que se encaixa melhor é ousadia. Sem duvida é um livro muito bem projetado e pesquisado, rigoroso e claro, mas a forma como André tratou um tema até hoje tão delicado sem perder o foco ou o espírito investigativo demonstra que ele possui a ousadia necessária a todos os bons pesquisadores.

Um dos pontos que acho mais importante de destacar da tese do André é a relação do Regime Nazista com as Igrejas Cristãs. Ao contrário do que se costuma pensar, o nazismo manteve relações muito mais estreitas com a Igreja Luterana (evangélica) do que com a Igreja Católica. A Reforma Protestante, por ter tido como um de seus pilares Martinho Lutero (nascido em Eisleben, região central da Alemanha), foi considerada fruto essencial de uma germanidade ideal. Muitos entusiastas do regime olharam a Reforma retrospectivamente como uma luta entre uma religião genuinamente ariana contra outra, estrangeira e invasora, no caso a Católica.

As reiteradas demonstrações de apoio dadas ao Nazismo por Roma (pelo Papa Pio XII especificamente) foram feitas a garantir que Igreja Católica não mediria forças com Estado Nazista. De forma geral, enquanto os papistas gradativamente se alinharam ao governo nacional-socialista, os luteranos alemães se aproximaram do chamado protestantismo liberal – movimento de grande influencia do seculo XIX. André Tadeu explica a natureza dessa aliança:

Para muitos protestantes liberais, a Alemanha havia sido predestinada por Deus para comandar a civilização do mundo moderno. [...] O conceito da realização do reino de Deus por meio da esfera exclusivamente política – aliado a uma clara identificação com a política nacional alemã – forneceu bases teóricas para consolidar a união entre protestantismo e nazismo.

Os cristãos, uma vez alinhados ao regime nacional socialista, revisaram muitos dos pressupostos e ensinamentos bíblicos com o objetivo de combinar a religião cristã com as bases ideológicas do nazismo. Nesse sentido, o congresso de cristãos alemães realizado em 13 de novembro de 1933 em Berlim é emblemático. Durante o evento Hermann Krauser, um dos expoentes do governo, defendeu que para ser vivido na realidade alemã o cristianismo deveria ser depurado: o Antigo Testamento excluído – “com sua ética de recompensa judaica, e de todas as historias de negociantes de gado e cafetões” – assim as contribuições do “rabino Paulo”. Nesse contexto, Jesus seria apropriado como um líder audacioso, beligerante e , principalmente, antissemita.

O grande mérito do livro do André é mostrar que o campo religioso é absolutamente necessário para entendermos o fenômeno do fascismo na Alemanha. A religião, então, nos ajuda a compreender não apenas o nazismo em si como também a organização da resistência organizada a esse movimento. É o caso da Igreja Confessante. Karl Barth é apenas um exemplo de grandes lideranças cristãs na luta contra o nazismo. Segundo ele, a comunhão entre os filhos de Deus deveria ser através do Espírito Santo e não de uma mesma e única raça. Medidas eugenistas como a esterilização em massa e eutanásia compulsória também formaram, juntamente com os argumentos teológicos, as bases da oposição cristã ao nazismo.

O nacional socialismo alemão também se fundamentou numa releitura de antigas crenças pagãs germânicas. Dietrich Eckart, um dos membros chaves do partido Nazi, defendia que as crenças pagãs eram, na verdade, um cristianismo velado. Muitos dos símbolos e mitos utilizados para estruturar o regime foram tomados de lendas e rituais nórdicos. As runas merecem destaque especial. O duplo raio usado como símbolo da SS (Schutzstaffel ) -organização paramilitar de grande poder e influência – é derivado do chamado alfabeto rúnico.

Um grupo dedicado ao culto e estudo dessas tradições se formou na Alemanha. Denominado “Comunidade de Fé Alemã”, contava com personalidades centrais do alto escalão nazista como integrantes e defendia o resgate completo dessas crenças. O trabalho de André nos mostra como alguns conflitos – pontuais, mas significativos – se deram entre os seguidores dessa dita religião germânica ancestral e o cristãos.

Por fim, o livro ainda conta com analises e explicações sobre os elementos do Hinduísmo, Budismo e até Astrológicos cooptados pelo regime nazista. Uma pesquisa completa, minuciosa e de fácil compreensão que tem tudo para se tornar uma obra referencial para todos aqueles interessados em História e Religião.

Fonte : Bule Voador ( http://bulevoador.haaan.com/)

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25 março, 2011

Com Rhodolfo, São Paulo faz jogo-treino contra juniores

Rhodolfo (Foto: Eduardo Viana) Invicto, zagueiro voltou a treinar com o grupo após ficar fora de último jogo

Rhodolfo, zagueiro do São Paulo (Foto: Eduardo Viana)

LANCEPRESS!
Publicada em 24/03/2011 às 17:53
São Paulo (SP)

O São Paulo se reapresentou nesta quinta-feira após a derrota para o Paulista, por 3 a 2, e realizou um jogo-treino contra a equipe juniores, que disputou a Copa São Paulo deste ano, em janeiro. A novidade foi a volta do zagueiro Rhodolfo aos treinamentos.

O camisa 4 ficou fora da partida em Jundiaí porque, segundo o departamento médico do clube, sofreu uma tendinite no joelho direito e caso participasse do embate, sua recuperação para o clássico do próximo domingo poderia ser prejudicada. Coincidiência ou não, ele era um dos jogadores pendurados com dois cartões amarelos e ficaria fora do clássico caso recebesse o terceiro. Ele não treinou com o grupo na última terça-feira.

Rhodolfo tem sido um dos destaques da equipe nas últimas partidas e segue invicto nesta temporada. Sua entrada no time se deu quando o time iniciou a séria invicta de oito partidas. A equipe também não sofria gols há quatro partidas e acabou sofrendo três no último jogo.

Na atividade desta tarde, Carpegiani escalou a equipe, maioria formada por jogadores que não enfrentaram o Paulista, com: Denis, Edson Ramos, Luiz Eduardo, Rhodolfo e Junior Cesar; Casemiro, Rodrigo Souto, Ilsinho e Rivaldo; Henrique e Willian.

O meia Cleber Santana treinou entre os jogadores juniores, assim como o volante Wellington. Os titulares fizeram um trabalho de recuperação no Reffis.

No próximo domingo, o São Paulo enfrenta o Corinthians, na Arena Barueri, às 16h. A equipe não vence o rival há 11 partidas, tabu que dura desde 2007. A tendência é de que o zagueiro Rhodolfo esteja em campo.

FONTE LANCENET

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