Hipólito Medina Ribas

(Porto-1823, Porto-1883)- Flautista

Uma Dinastia de músicos no Porto do século XIX

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HIPÓLITO MEDINA RIBAS

 

Nasceu no Porto, na Freguesia de Miragaia, a 12 de Setembro de 1823, onde foi baptizado no dia 1 de Outubro do mesmo ano.

Foi um dos melhores Flautistas da cidade do Porto, depois de seu tio, José Maria, e de João Parado (Olivença-1800,Porto-14/8/1842) que foi seu mestre.

Estreou-se a 5 de Julho de 1836, aos 13 anos no Teatro de S. João como solista de Flauta, no intervalo da Opera “o Pirata” de Bellini.

Desde muito novo ocupou o lugar de 1º flauta no teatro de S. João.

Dedicou-se também à composição, e escreveu musica para diversas peças teatrais, entre elas a comedia “O Pai de uma actriz”, representado teatro de S. João a 27 de Novembro de 1845. Guarda-se na Biblioteca do Palácio da Ajuda uma partitura sua que tem por titulo “Cantata com acompanhamento de piano executada a grande orquestra no baile da Associação Comercial Portuense, na noite de 24 de novembro de 1863 composta e reverentemente oferecida a SS.MM. fid o Sr. D. Luís I e Sr.ª D Maria Pia”.

A 24 de Janeiro de 1873 falece a sua esposa Margarida Antónia Arroio Ribas, filha de João Arroio, desgostosa com a recente perda prematura de sua única filha, Margarida Isabel Arroio Ribas (*Sé, 28/7/1854).

Faleceu à saída do teatro de S. João a 15 de Novembro de 1883, com 60 anos, sendo sepultado no cemitério de Prado Repouso, (jazigo 265, secção 24ª).

Por esta altura habitava no Largo de St André, e era casado com Cândida Dias Ribas, sua segunda esposa.

Manuscrito autografo de Hipólito Medina Ribas pertencente à colecção do Professor Mário Carreira: