Introdução

 

          Seguindo as orientações da OMS, esta organização defende que: “Sexualidade é energia que nos motiva à procura do amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e por isso, influência também a nossa saúde física e mental”.
 
           A família é a instância social com papel mais determinante no desenvolvimento e na educação da sexualidade da criança, quer pela importância dos vínculos afectivos entre filhos e pais, quer pela influência destes como modelos de observação quotidiana, nomeadamente enquanto casal.
        
            
 

Sexualidade

 
 
 
  
 
 
 

          Nos últimos tempos, tem-se assistido a uma crescente abordagem da temática sexual, no entanto esta dimensão continua envolvida por mitos e tabus difíceis de serem ultrapassados para que o indivíduo vivencie a sua sexualidade de uma forma saudável e consciente. A nível psicossocial, o processo de autonomia e construção de uma identidade adulta acentua-se e consolida-se,  dando origem a sistemas de atitudes, valores e sentimentos mais estáveis.

            
 
 
            Em suma, rapazes e raparigas tornam-se mais capazes de tomar decisões adequadas em relação à sua vida, nomeadamente em aspectos cívicos, profissionais, académicos, familiares e sexuais.