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Home: Suporte para o ensino crítico de sociologia.






Ilusões de Ótica

 

Do ponto de vista do realismo sociológico, como se sabe, é importante a riqueza da psicologia coletiva contida nos termos indivíduo e sociedade. Bem antes do aparecimento da sociologia, o suposto conflito entre indivíduo e sociedade relevava de exercícios retóricos aos quais se ligavam as disputas entre as teses individualistas e coletivistas, ou entre as posições contractualistas e institucionalistas.

A sociologia do século XIX deixou-se envolver nessas discussões inócuas em que se tratava do indivíduo ou da pessoa humana por um lado, e por outro lado a sociedade ou a coletividade como se fossem entidades abstratas já completamente acabadas e irredutíveis defrontando-se em inexorável e eterno conflito.

Mas essas querelas prosseguiram depois do nascimento da sociologia até o começo do século XX. Daí a exigência de crítica aos erros principais que se trata de eliminar para evitar sua interferência prejudicial na sociologia diferencial.

Em maneira preliminar, se constata haver sido dessas discussões que apareceu a corrente das teorias de compromisso ou de interação (Simmel, Von Wiese, Weber, Mac Iver, e muitos outros). A essas teorias de interação se opuseram, em França, Durkheim e seus colaboradores; nos Estados Unidos, Cooley e seus seguidores, ambos argumentando que, por irredutíveis aos indivíduos, os fatos sociais exercem sobre eles uma preeminência psicológica e moral.

Vale dizer, em maneira justa, Durkheim e Cooley chegaram à compreensão de que o indivíduo volta a encontrar o social igualmente nas profundidades do seu próprio Eu (constatação esta já em Mauss, Halbwachs, Bouglé) .

Para a sociologia da segunda metade do século XX o debate a propósito da relação entre o indivíduo e a sociedade foi considerado encerrado. Do ponto de vista dos fatos não há como continuar a aceitar que se considere a sociedade e o indivíduo como entidades exclusivas e exteriores uma a outra quando se trata em realidade de elementos impensáveis um sem o outro, cuja vida consiste precisamente em uma participação mútua.

Note-se que, na qualidade de pensamento que representou a muitos sociólogos do século XX, o crédito pelo reconhecimento da participação mútua é atribuído por Georges Gurvitch ao filósofo americano John Dewey, por sua afirmação de que os dois termos indivíduo e sociedade são de uma ambiguidade extrema e que essa ambiguidade torna-se um impasse se nos obstinarmos em considerar esses dois termos como antitéticos.




A ambiguidade assim detectada por Dewey em enfoque produtivo liberando-a do falso antagonismo será posta em relevo na análise sociológica diferencial ao rejeitar não a realidade do indivíduo e da sociedade, mas unicamente o erro inaceitável de que esses termos sejam tratados como entidades exteriores uma a outra.

***
►Em PRIMEIRO LUGAR a análise enfatiza a sociedade como compreendendo os outros, os Nós, os Eu que equivocadamente se quer opor-lhe, mas que não existiriam sem ela, da mesma maneira em que a sociedade não existiria sem eles. É em razão dessa imanência recíproca que encontramos a sociedade nas profundidades do Eu e encontramos o Eu nas profundidades dos Nós ou da sociedade.

►Em SEGUNDO LUGAR, tendo em conta ademais da ambiguidade a imanência recíproca que acabamos de assinalar, o conflito entre a sociedade e o indivíduo se apresenta à análise como o problema da origem deste conflito em certas ilusões de ótica, às quais se juntam falsas interpretações.

Vale dizer a análise sociológica desenvolvida desde o ponto de vista da imanência recíproca fundamental na psicologia coletiva comprova que os conflitos simultaneamente produzidos em os Nós percebidos como próprios dos sujeitos que os experimentam – os Nós próprios –, por um lado e, por outro lado, igualmente produzidos na sociedade, são conflitos que tendem a ser considerados por esses Nós próprios equivocadamente como conflitos entre a coletividade e os seus membros.

Grupos e Papéis Sociais

À imanência recíproca do Eu e dos Nós corresponde uma simultaneidade dos fatos sociais conflitantes que se verificam sob o aspecto individual e sob o aspecto dos grupos.

Desse modo (a) – a análise sociológica da situação humano-social-conflitante de produtores e consumidores comprova que o conflito social aí característico ocorre ao mesmo tempo sob o aspecto individual (o Eu que se encontra integrado nos Nós) e sob o aspecto dos grupos em luta (os Nós que se encontram nas profundezas do Eu).

É o caso, por exemplo, de um autor de obras literárias que deseja obter o preço mais elevado possível para sua obra ao passo que, como consumidor, deseja adquirir obras por preço compensador. Vê-se então que o conflito envolve o mim da reflexão própria daquele autor, seu foro íntimo, como indivíduo singular personalizado afirmando-se na cisão dos seus diversos Eu, e em conexão com essa cisão vê-se simultaneamente um conflito que pode efetivamente dividir os grupos (estruturados ou não) de produtores e de consumidores.

(b) – Em uma análise dos conflitos que opõem os diferentes Eu de um mesmo indivíduo representando diversos papéis sociais, por um lado, e por outro lado os conflitos que opõem os diferentes grupos nos quais ele participa comprova a não pertinência em considerarem esses fatos sociais conflitantes como um conflito entre a sociedade e o indivíduo.

É o caso em que cada membro de um Nós próprio pertence ao mesmo tempo a vários grupos sociais particulares onde assume certo papel social, podendo então desempenhar um número considerável de papéis sociais.


Leia mais:
Indivíduo e Sociedade: Ebook Issuu 20 págs. Novembro 2009
por
Jacob (J.) Lumier


[1] Gurvitch, Georges (1894-1965) et al.: “Tratado de Sociologia - vol.1 e vol.2", revisão: Alberto Ferreira, Porto, Iniciativas Editoriais, 1964 e 1968.

[2] Ibid, ibidem







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Concepção básica do ensino da sociologia do conhecimento:

 

A sociologia encontra-se em medida de oferecer um estudo científico do conhecimento bem mais completo do que não poderiam fazê-lo as orientações reducionistas. Nestas, deixa-se de lado o fato de que não há comunicação sem o psiquismo coletivo, de tal sorte que o estudo das operações lógicas na extensão das funções cerebrais, a que se dedicam as chamadas ciências cognitivas, por exemplo, ao deixarem de lado a percepção social e imporem a redução imprópria da comunicabilidade confrontam-se à impossibilidade em esclarecer a ligação das operações lógicas ao conhecimento propriamente humano, do qual fazemos a experiência quando dialogamos e enunciamos juízos, avaliações, reflexões, temas. 

A crença de que qualquer tentativa de estudar o conhecimento para-além das simples funções lógicas e cerebrais não passaria de mera ideologia e careceria de alcance científico desconhece as teorias de consciência aberta.

É equivocado confundir e reduzir os símbolos sociais ao domínio da ideologia, confusão já questionada em relação ao behaviorismo, cujas explicações do comportamento tomado à margem de toda a implicação simbólica conduzem às conclusões mais absurdas quando aplicadas às situações humanas e sociais.

O estudo científico busca a previsão dos fenômenos, seus determinismos, e a sociologia é capaz de prever o conhecimento como fato social. Daí insistir em descrever as variações do saber em função dos quadros sociais.

Além disso, a procedência das ordens ou da comunicabilidade em nossos juízos, critérios, avaliações, e as vias por meio das quais novos conhecimentos intercomunicados chegam a ser produzidos são outros tantos problemas científicos que a sociologia esclarece ao estudar os sistemas cognitivos existentes e decompô-los em hierarquias de classes e formas do conhecimento.

 ***


 

Objetivo principal do ensino da sociologia do conhecimento a ser alcançado através dos módulos planejados:

►Ensinar os procedimentos sociológicos para prever o conhecimento como fato social (a colocação do conhecimento humano em perspectiva sociológica: uma introdução).


Destaque:

A crítica aos preconceitos contrários à sociologia do conhecimento [textos: Wright Mills);  O desvio da orientação pragmática da sociologia do conhecimento em Karl Mannheim (a ascendência contemplativa da teoria de determinação social do pensamento, seu caráter axiomático e sua concepção historicista-conservadora)

 


 

 


A orientação dos direitos humanos para a compreensão de que as pessoas têm direitos iguais à sua própria identidade particular, personalidade, fé e cultura, tendo suscitado ampla percepção social somente na era da globalização, é uma orientação cujo precedente imediato se descobre no movimento democrático que levou a extensão dos direitos civis e políticos nos EUA, na seqüência da "Marcha sobre Washington para a criação de emprego e liberdade", o grande comício político de 28 de agosto de 1963 com intensa repercussão nos meios de comunicação desde a sua convocação. Martin Luther King, Jr aí pronunciou seu histórico "I Have a Dream": discurso de promoção da harmonia racial proclamada no Lincoln Memorial durante a marcha.

Como se sabe, o salto tecnológico da cibernética desde os anos cinqüenta fez acentuar a liberdade de expressão, com os meios de comunicação de massa desempenhando um papel essencial para repercutir e projetar em ampla escala as manifestações de comportamento, os fatos políticos e as condutas efervescentes ligadas às aspirações coletivas.

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Saint-Simon e a Fisiologia Social


(...) si bien las ciencias de la Naturaleza se hallan muy adelantadas en el sentido de la positividad, el inmenso campo de los hechos sociales se halla todavía en manos de las creencias teológicas o de las abstracciones filosóficas. Saint-Simon proclama entonces la necesidad de crear lo que él denomina la "ciencia del hombre", o también la "ciencia de las sociedades".

A partir de 1816, y hasta sus últimos escritos, se consagrará a esta tarea: "Hacer entrar en la categoría de las ideas de física los fenómenos del orden llamado moral." (...) Este intento de Saint-Simon puede ser considerado, efectivamente, como el primer intento sistemático de creación de las ciencias sociales.

Según Saint-Simon, el observador social debe proponerse el estudio de lo que él denomina las "organizaciones sociales", a fin de mostrar la especificidad de los distintos sistemas sociales y la composición de las instituciones. Se esfuerza en mostrar el funcionamiento de las instituciones, su coherencia o su situación conflictiva, a fin de subrayar que los modelos de funcionamiento varían según los grandes tipos de organización.


El observador debe poder descubrir con su investigación las condiciones del proceso social, debe poder explicar la evolución en el pasado y ser capaz de prever las grandes líneas de las futuras transformaciones.

Más aún, Saint-Simon se ve en la necesidad de definir el objeto de la ciencia social y, al mismo tiempo, de fijar las tareas de las ulteriores investigaciones. (...) Una de las principales aportaciones de Saint-Simon fue la atribución a las ciencias sociales de un objeto definido, y el descubrimiento de la especificidad de este objeto con respecto a los objetos de las ciencias físicas y de las ciencias biológicas.

Al repetir que la ciencia social o "fisiología social" debía estudiar los sistemas sociales, que debía analizar los caracteres particulares de las "relaciones sociales" y caracterizar las distintas instituciones y sus relaciones recíprocas, no sólo estaba fijando las ambiciones de una ciencia de las sociedades, sino que la fundaba, en tanto que ciencia distinta, por la constitución de sus objetos.

Del mismo modo que la fisiología al descubrir las leyes de funcionamiento del ser vivo permite prever su evolución y, al mismo tiempo, indicar los remedios para sus males, la ciencia de las sociedades debe enunciar las grandes líneas de su evolución futura e instaurar una práctica política conducente a la reorganización de la sociedad.

La fisiología social debe, según su expresión, hacer que la política se vuelva "positiva", es decir, debe descubrir los caracteres necesarios de la nueva organización social y, por tanto, indicar los medios indispensables para lograr su advenimiento.

***

Saint-Simon e o Socialismo

Desde este momento, la reflexión desborda los problemas científicos y filosóficos, conduce a una práctica política y se fija como objetivo lo que Saint-Simon denomina la "gran revolución europea", "la revolución general", caracterizada por el advenimiento de la sociedad industrial.

Llegado a este punto, hacia los años 1820, Saint-Simon sólo podía oponerse a sus contemporáneos liberales.

Mientras se limitó a condenar el pensamiento religioso y monárquico, participó en este amplio movimiento intelectual que consideraba ya a los tradicionalistas como De Bonald o Chateaubriand como los teóricos de un pasado definitivamente muerto; pero al condenar la organización social y económica, al invitar a los productores a constituir un partido político, no podía sino escandalizar o asustar a sus contemporáneos liberales que sólo reclamaban la libertad de la actividad económica. Los escritores y publicistas liberales, Benjamin Constant, Mme. De Staél, los industriales que al principio lo habían sostenido, se apartaron de él y expresaron su total desacuerdo con un pensamiento tan peligroso.

En efecto, una de las conclusiones de Saint-Simon era que la sociedad industrial se vería obligada a transformar la naturaleza de las relaciones sociales y, en particular, a impugnar el principio de la propiedad privada. Una sociedad que tuviera como objetivo común el desarrollo de la producción se vería obligada a subordinar a este fin las reglas de la propiedad e incluso a replantear radicalmente el principio de la libertad.

(...) Estas teorías convierten a Saint-Simon en uno de los primeros teóricos del socialismo moderno.

***

O otimismo de Saint-Simon

A partir de 1820, Saint-Simon se plantea más y más preguntas acerca de la naturaleza de esta sociedad industrial. Habiendo llegado a la conclusión de que el desarrollo necesario de la industria constituirá el factor determinante de la nueva sociedad, intenta prever cuáles serán los rasgos esenciales de esta organización social desprovista de precedentes históricos. ¿Cuáles serán las instituciones de una sociedad de este tipo, y cuáles sus fuerzas dominantes? ¿Cuál será su organización política? ¿Será quizá radicalmente distinta de las organizaciones antiguas? ¿Dónde se situarán los poderes sociales y cuál será su naturaleza? ¿Subsistirán las clases sociales, y, en caso afirmativo, cuáles serán sus relaciones? ¿Cuál será la cualidad particular de las relaciones sociales?

Es evidente que Saint-Simon no podía contestar de forma exhaustiva a preguntas tan audaces en una época en que la industria francesa se hallaba todavía en la fase de las promesas. Sin embargo, su estancia en los Estados Unidos, sus conocimientos sobre la industria inglesa, suministraban materiales que se ofrecían a su imaginación sociológica.

Más aún, tal como lo ha sugerido François Peroux, Saint-Simon se sitúa en un momento

privilegiado en el cual la sociedad francesa, advertida del fenómeno industrial, se interroga sobre sus transformaciones futuras.

Sin llegar a las vías contradictorias que serán los neocapitalismos y los socialismos, Saint-Simon presiente en algunas ocasiones cuáles serán las necesidades comunes a estas diferentes sociedades, y consigue esbozar así, premonitoriamente, algunos rasgos fundamentales de nuestras sociedades.

Sin duda el optimismo de Saint-Simon respecto al destino de las sociedades industriales había de impedirle presentir sus divisiones y, por ejemplo, el mantenimiento de los conflictos militares. El desarrollo histórico de los siglos XIX y XX no ha confirmado en absoluto la predicción sansimoniana según la cual la extensión de la industria supondría la desaparición de la guerra entre naciones industriales.


***

Contra a tecnocracia opressiva

Podemos preguntarnos, si embargo, si la presencia del pensamiento sansimoniano en el mundo contemporáneo no se debe tanto a sus errores flagrantes como a sus exactitudes. Los textos de Saint-Simon sobre la urgencia del desarrollo industrial, sobre el progreso científico y técnico, sobre la necesidad de una planificación racional, sobre la necesaria participación de todos los productores en la empresa colectiva, tienen un carácter tan actual que ha podido escribirse sin paradoja que "todos somos ahora más o menos sansimonianos".

Pero las afirmaciones de Saint-Simon sobre el carácter pacífico de la industria, sobre la transparencia propia a la sociedad industrial, sobre la imposibilidad de una tecnocracia opresiva, nos llaman la atención con idéntica fuerza, sea porque se prolongan en las ideologías oficiales, sea porque vienen a designar con una singular nitidez los fracasos de las sociedades industriales.

Ello se debe a que Saint-Simon, en el origen de las sociedades modernas y antes de su desarrollo, sólo puede situarse al nivel de los principios, al nivel de las generalidades y de las síntesis. Al releer a Saint-Simon nos vemos constantemente remitidos a nuestras sociedades contemporáneas a fin de examinar en qué medida han realizado las promesas del sansimonismo y por qué, a pesar de proclamar incansablemente estos principios enunciados hace ya más de un siglo y medio, no logran realizarlas.


Concepção básica do ensino da sociologia:

 

►Fazer compreender a teoria determinista probabilitária que produz a explicação em sociologia como disciplina científica (o problema da explicação em sociologia: uma introdução).

 



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Comentários sobre a prática docente do sociólogo

Foto de Émile Durkheim

(1858-1917)




Alguns colegas recém chegados à docência e mais preocupados com a motivação me dizem que é difícil ensinar sociologia para adolescentes e jovens iniciantes e se indagam como devem proceder para superar a barreira entre as linguagens acadêmica e popular.

É claro que o ensino da ciência é imprescindível para o avanço do próprio conhecimento científico e quem ensina sociologia pensa sobretudo na matéria e nas formulações que se propõe comprovar no exercício da pedagogia.

É preciso apostar na disponibilidade intelectual e no interesse espontâneo. Não há outra saída.

A didática sugere certas atividades como as pesquisas por entrevistas que podem ser adap-tados aos diversos conteúdos das disciplinas de ciências humanas e sociais e, certamente, pode ser proveitosa a prática do ensino em modelo de seminários, com a formação de grupos de estudo a partir dos textos sociológicos indicados, incumbindo-se aos iniciantes a tarefa de relacionar, por exemplo, as questões públicas aos conteúdos da nossa disciplina.

O esforço do orientador consiste na seleção das fontes mais prestantes e a melhor receita são os textos dos fundadores da sociologia. Não há panacéias além da leitura e o debate sobre a compreensão dos textos.




A dificuldade surge com as turmas numerosas que são antipedagógicas e devem ser protestadas.

Seja como for, cabe observar que o sociólogo pode ser lembrado para outras funções que lhes são próprias e necessárias para o bom desenvolvimento do ensino.

Neste sentido chamo a atenção para a recente entrevista do secretário geral da Organización de Estados Iberoamericanos para la educación, la ciencia y la cultura, Álvaro Marchesi, que em certo trecho assinala a utilidade da "presencia de un profesional que se encargue de las relaciones con el entorno social y con las instituciones públicas de tal forma que pueda contribuir a que exista un tejido social (familias, asociaciones, organismos) capaz de proporcionar un mayor apoyo a la tarea de las escuelas.

Tal vez fuera más viable y más útil si este profesional tuviera a su cargo varias escuelas de una zona y trabajara en estrecha coordinaci-ón con las autoridades municipales".

Leia mais no seguinte link:O sociólogo, o desenvolvimento do ensino e as relações com o entorno social e com as instituições públicas. 


 


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Autor: Jacob (J.) Lumier
Fonte: Blog Profissional





 






Henri de Saint-Simon
(1760 - 1825)




Leituras críticas em sociologia
Nuvem de key words


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Dialética e realidade social
Determinismos sociais e liberdade humana

 


Alguns assuntos em Destaque:

 

Saint-Simon e os problemas sociológicos. A intervenção do sociólogo e a mudança social no interior das estruturas (as coisas mudam de significado, os indivíduos mudam de caráter, os grupos mudam de função). A descoberta da realidade social como penetrada de significações humanas. A orientação do realismo sociológico de que: (a) nenhuma comunicação pode ter lugar sem o psiquismo coletivo; (b) todo o conhecimento é comunicável mediante os mais diversos símbolos sociais; (c) a língua não é senão um meio para reforçar a interpenetração e a participação em um todo. /////// As análises de Durkheim e Marx como conduzindo à integração da Psicologia coletiva e abrindo o caminho para a sociologia do conhecimento. A pluridimensionalidade da realidade social em três escalas: os níveis múltiplos, as formas de sociabilidade, os agrupamentos sociais particulares e a possibilidade da estrutura. As sociedades globais. Do grupo à história. O saber como controle social. A colocação do conhecimento em perspectiva sociológica: Durkheim, Lucien Lévy-Bruhl. O falso saber. As correlações funcionais.  Conhecimento e variabilidade. ///// A influência da filosofia da história e os falsos problemas do século XIX. O culturalismo abstrato de Max Weber. Durkheim e a consciência coletiva. Marx e a consciência alienada.  A Teoria da consciência coletiva como aberta às influências do ambiente. A Comunicação social, o problema da cultura e a aspiração coletiva aos valores.



Leia mais em
Suporte para o ensino crítico de sociologia


Ultrapassando as limitações da antiga sociologia do conhecimento promovida por Karl Mannheim, a nova sociologia do conhecimento tem partida na constatação sociológica de que cada ‘Eu’ participa inevitavelmente dos conjuntos sociais mais diversos que lhe dão aos seus membros os critérios para chegar a uma integração relativa e variada das tendências contrárias ou complementares próprias de toda pessoa humana.

Por esta via, dentre as orientações básicas da nova sociologia do conhecimento que a diferenciam de qualquer filosofia abstrata da identidade, notam-se as distinções e a intermediação entre o psiquismo e o saber, sobretudo a imanência recíproca do individual e do coletivo.

Sublinha-se que a nova sociologia do conhecimento já é notada na obra de C.Wright Mills, tendo sido fundamentada, desenvolvida e promovida por Georges Gurvitch.

Subpages (2): Moodle Access Projects
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carlusmagn,
May 12, 2010, 2:34 PM
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carlusmagn,
May 7, 2010, 8:23 PM
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