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O desenvolvimento humano segundo Papalia (p. 47 - 2006) é o estudo científico da mudança e da continuidade durante todo o ciclo humano da vida. Todas as transformações tanto em seus aspectos externos e visíveis, como nos internos e não diretamente perceptíveis tornaram-se objeto de estudo para diversas áreas.

Essas mudanças que ocorrem em relação a certa idade durante todo o desenvolvimento, desde sua concepção até sua morte precisam ser relacionadas a alguns aspectos dentro os quais: o interno-pessoal como físico, cognitivo, psicossocial e os externo-social como características da espécie, do momento histórico e do grupo social.

Como descreve Papalia (p. 51 - 2006) O desenvolvimento físico diz respeito ao crescimento do corpo e do cérebro, das capacidades sensórias, habilidades motoras e da saúde. Cognitivo as mudanças e estabilidade nas capacidades mentais, como aprendizagem, memória, linguagem, pensamento, julgamento moral e criatividade. E o psicossocial alterações e estabilidade na personalidade e nos relacionamentos.

Já a característica da espécie compreende o plano maturativo até a morte, todas as peculiaridades pertinentes ao indivíduo durante sua vida. Característica do momento histórico são as normas, regras, política, estilos de vida de determinado tempo. E a característica do grupo social é a influência da religião, família, condição socioeconômica, bairro, estilos de relação, acesso às experiências.

Para pensar sobre todas essas influências precisamos percorrer por todos os períodos do ciclo de vida, que não deixa de ser uma construção social, já que “não existe um momento objetivamente definível em que uma criança torna-se um adulto ou em que uma pessoa jovem torna-se velho” (Papalia, p. 51 – 2006). Porém é sabido do quanto a denominação do ciclo vital possibilitou estudos através de observação e experimentos do homem ao longo de sua vida. O ciclo de vida foi dividido em quatro grandes períodos: infância na qual o bebê precisa do outro para sobreviver, adolescência marcada pela influência hormonal, fase adulta com decisões e escolhas importantes por parte do sujeito, e terceira idade com foco na expectativa de vida e longevidade.

À medida que o estudo do desenvolvimento evolui, as teorias psicológicas têm elaborado seus conceitos através de observação e experimentos e cada uma delas tem algo a contribuir para compreensão a cerca dessa temática.

 

Perspectiva Psicanalítica


A psicanálise é uma disciplina científica instituída pelo médico vienense Sigmund Freud (1856-1939). Suas teorias são derivadas de seus dados de observação e que procuram ordenar e explicar esses dados. Aquilo que chamamos de teoria psicanalítica é, portanto, um corpo de hipóteses a respeito do funcionamento e do desenvolvimento da mente no homem. É uma parte da psicologia geral e compreende aquelas que são, sem duvida, as mais importantes contribuições que se realizaram até hoje em relação à psicologia humana.

Freud acreditava que a personalidade formava-se nos primeiros anos de vida, momento em que as crianças passam por conflitos inconscientes entre impulsos biológicos inatos e as exigências da sociedade. Ele sugeriu que esses conflitos ocorrem em uma sequencia invariável de fases do desenvolvimento psicossexual, baseados na maturação, em que o prazer muda de uma zona corporal para outra. Em cada fase, o comportamento, que é a principal fonte de gratificação, muda – da alimentação para eliminação e posteriormente para a atividade sexual.

 

Desenvolvimento Psicossexual:

®                Fase Oral – do nascimento aos 12-18 meses: a boca, os lábios e a língua são as primeiras fontes de prazer, assim seus desejos, bem como suas gratificações são primeira orais. A importância do sugar, de por objetos na boca e o morder como fonte de prazer.

 

®                Fase Anal – 12-18 meses aos 3 anos: o anus se constitui no lugar mais importante de tensões e gratificações sexuais. Essas sensações prazer-desprazer se associam tanto com a expulsão quanto com a retenção de fezes e as fezes em si, são objeto do mais interesse da criança.

 

®                Fase Fálica – 3 a 6 anos: os órgãos genitais assumem o papel de fonte de prazer e normalmente é mantido por toda vida. Essa fase é tida como fálica por ser o pênis o principal objeto de interesse para a criança de qualquer sexo.

 

®                Fase Genital – puberdade a idade adulta: capacidade para orgasmo na puberdade..

 

Importante: A transição de um fase para outra é muito gradual e os períodos assinalados como duração de cada fase devem ser tomados como muito aproximados.

A teoria psicanalítica procura nos demonstrar e explicar o crescimento e o funcionamento da mente, suas interações e conflitos mútuos. Freud dividiu os conteúdos e operações da mente com base em serem eles conscientes ou não. Nessa formulação, distinguiu três sistemas mentais:

®                Cs – consciente: capacidade de ter percepção dos sentimentos, pensamentos, lembranças e fantasias do momento.

®                Pcs – pré-consciente: conteúdos que podem torna-se consciente através de um simples esforço de atenção.

®                Ics – inconsciente: são conteúdos e processos da mente que são impedidos de atingir a consciência por alguma força psíquica.

 

Os processos mentais inconscientes possuem capacidade de produzir efeitos sobre nossos pensamentos, ações e comportamentos. Para complementar essa teoria Freud propôs três estruturas que se relacionam entre si:

®                Id: compreende as representações psíquicas dos impulsos, que são os desejos, as vontades do individuo. Elas estão presentes desde o nascimento e busca satisfação imediata.

®                Ego: representa a razão, que se constitui na relação do individuo com o ambiente, desenvolve nos primeiros anos de vida. Gratificação e mediação entre id e superego.

®                Superego: desenvolve-se aproximadamente aos 5, 6 anos, abrange os preceitos morais, incorpora deveres e proibições socialmente aprovados ao próprio sistema de valores da criança.

 

Freud e a Educação

Para Freud a criança aprende quando ela tem desejo em conhecer. E essa aprendizagem não acontece sozinha, ela precisa do outro. Assim um professor torna-se a figura a quem são endereçados os interesses de seus alunos. Então o ato de aprender sempre pressupõe uma relação com outra pessoa, a que ensina.

 

Perspectiva da Aprendizagem

 

A perspectiva da aprendizagem preocupou-se em descobrir as leis que governam o comportamento observável. Os teóricos da aprendizagem sustentam que o desenvolvimento resulta de aprendizagem, uma mudança de longa duração no comportamento baseada na experiência ou adaptação ao ambiente. Dentro dessa perspectiva o desenvolvimento é visto como algo contínuo e não em etapas. Com ela o estudo do desenvolvimento humano tornou-se mais científicos, visto que suas palavras são definidas com precisão, e suas teorias podem ser testadas em laboratório.

 

Behaviorismo (comportamentalista)

 

O Behaviorismo é uma teoria mecanicista, a qual descreve o comportamento observado como uma resposta previsível à experiência. Eles sustentam que os seres humanos aprendem sobre o mundo reagindo a condições ou aspectos de seu ambiente que acham agradáveis, dolorosos ou ameaçadores. Os comportamentais procuram eventos que vão dizer se um determinado comportamento irá ou não se repetir. Dentro desses estudos destacam-se o condicionamento clássico e o condicionamento operante.

Condicionamento Clássico: uma pessoa ou um animal aprende uma resposta reflexiva a um estímulo que originalmente não a provocava, depois que o estimulo é repetidamente associado a um outro que provoca resposta. Os princípios do condicionamento clássico foram desenvolvidos pelo fisiologista russo Ivan Pavlov(1849-1936), o qual criou experimentos em que os cães aprendiam a salivar quando ouviam um sineta que tocava na hora da alimentação. O behaviorista norte-americano John Watson(1878-1958) aplicou as teorias de estímulo-resposta em crianças, afirmando que poderia moldar qualquer bebê do modo que desejasse.

Condicionamento Operante: o individuo aprende com as consequências de “operar” sobre o ambiente. O psicólogo norte-americano B. F. skinner(1904-1990), formulou os princípios do condicionamento operante, trabalha principalmente com ratos e pombos, mas afirmava que os mesmos princípios aplicam-se aos seres humanos. Ele descobriu que um individuo irá repetir uma resposta que foi reforçada e irá suprimir uma resposta que foi punida.

®                Reforço: é uma consequência do comportamento que aumenta a probabilidade do comportamento se repetir.

®                Punição: é uma consequência do comportamento que diminui a probabilidade de repetição.

 

A modificação de comportamento, ou terapia comportamental é uma forma de condicionamento operante utilizada para eliminar um comportamento indesejável ou promover um comportamento positivo. Isso ocorre a medida que reforça-se respostas que sejam cada vez mais parecidas com as respostas desejada.

 

Teoria da aprendizagem Social (Sociocognitiva)

 

A Teoria da aprendizagem Social sustenta que as crianças, em especial, aprendem comportamentos sociais pela observação e imitação de modelos. O psicólogo norte-americano Albert Bandura (nascido em 1925) desenvolveu muitos dos princípios da teoria da aprendizagem social. As pessoas aprendem inseridas em um contexto social.

Diferente dos behavioristas, a Teoria da aprendizagem Social vê o aprendiz como ativo nesse processo. Os teóricos acreditam que as pessoas também atuam sobre o ambiente – na verdade, até certo ponto, cria o ambiente.

De particular importância na teoria da aprendizagem social é a observação e imitação de modelos. As pessoas adquirem novas capacidades através da aprendizagem por observação, vendo os outros e logo após, imitando o modelo. A imitação de modelos é o elemento mais importante na forma como as crianças aprendem um língua, lidam com a agressividade, desenvolvem um senso moral e aprendem comportamentos apropriados ao gênero.

As crianças promovem ativamente sua própria aprendizagem social escolhendo modelos para imitar. A escolha é influenciada pelas características do modelo, pela criança e pelo ambiente, do que elas percebem que é valorizado em sua cultura.

 

Perspectiva Humanista

 

A perspectiva humanista desenvolveu-se nos anos 1950 e 1960 em reação ao que alguns psicólogos identificavam como crenças negativas sobre a natureza humana que cercam as teorias psicanalíticas e behavorista. Os psicólogos humanistas como Abraham Maslow e Carl Rogers, diferentemente de Freud que acreditava que a personalidade define-se no inicio da infância, ou dos behavioristas, que pensam que as pessoas respondem automaticamente aos fatos, os pensadores humanistas enfatizam a capacidade que as pessoas têm – independentemente de sua idade ou das circunstâncias – de tomar conta de suas vidas.

Esses teóricos dão especial atenção a fatores internos na personalidade: sentimentos, valores e esperanças. Ajudam as pessoas a promover seu próprio desenvolvimento através das capacidades caracteristicamente humanas de escolhas, criatividade e auto realização. Salientam o potencial para o desenvolvimento positivo e saudável; qualquer característica negativa é consequência de danos infligidos à pessoa em desenvolvimento.

Maslow (1908-1970) identificou uma hierarquia de necessidades: uma ordem de classificação das necessidades que motivam o comportamento humano. Assim, as pessoas só podem empenhar-se para atender necessidades superiores depois que satisfazem necessidades básicas. As pessoas auto realizadas, disse Maslow (1968), possuem uma aguçada percepção da realidade, aceitam a si mesmas e aos outros, apreciam a natureza e tem capacidade para resolução de problemas.

Hierarquia de necessidades de Maslow. As necessidades humanas possuem diferentes prioridades. À medida que as necessidades de cada nível são atendidas, uma pessoa pode olhar para as necessidades do nível superior seguinte.

 

Perspectiva Cognitiva

 

Teoria dos Estágios Cognitivos de Jean Piaget

 

Muito do que sabemos sobre como as crianças pensam deve-se ao teórico suíço de Jean Piaget (1896-1980), ele tinha a visão das crianças como seres ativos em crescimento, com seus próprios impulsos internos e padrões de desenvolvimento, desenvolvimento cognitivo que ocorria como produto dos esforços das crianças para compreender e atuar sobre o mundo.

Piaget desenvolveu seus estudos baseado em questionamento flexível e observação de seus próprios filhos e outras crianças, ele criou uma teoria abrangente do desenvolvimento cognitivo.

Piaget acreditava que o desenvolvimento cognitivo inicia com uma capacidade inata de se adaptar ao ambiente. E esse desenvolvimento ocorre em um série e estágios qualitativamente diferentes.

Estágios do desenvolvimento cognitivo

®                Sensório-motor (nascimento aos 2 anos): bebê gradualmente se torna capaz de organizar atividades em relação ao ambiente por meio de atividade sensória motora. O desenvolvimento cognitivo inicial ocorre através de reações circulares, em que o bebê aprende a reproduzir eventos agradáveis ou interessantes descobertos por acaso. É o condicionamento operante – uma situação produz sensação agradável que o bebê deseja repetí-la. 

®                Pré-operatório (2 a 7 anos): Nessa fase pré-escolar a criança desenvolve um sistema representacional e utiliza símbolos para representar pessoas,lugares e eventos. Linguagem e brincadeiras imaginativas (faz de conta) são importantes manifestações desse estágio. O pensamento ainda não é lógico. Utilização da função simbólica: capacidade de usar símbolos ou representações mentais – palavras, números ou imagem a que um pessoa atribui um significado. O uso desses símbolos ajuda a criança a pensar sobre elas e lembrá-las sem que estejam fisicamente presentes. Aprendem a contar e a lidar com quantidade. 3-4 anos expressam palavras para comparar qualidades. 5 anos a maioria sabe contar até 20 ou mais. 

®                Operações Concretas (7 a 11 anos): criança pode resolver problemas logicamente quando eles enfocam o aqui e agora, mas não é capaz de pensar em termos abstratos. 6-7 anos sabem compreender melhor as relações espaciais, a distancia entre um lugar e outro. 5-12 possuem um melhor julgamento de causa e efeito - causalidade. A partir dos 8 anos capacidade de compreender seriação (categorização), quando sabem dispor objetos em uma série de acordo com uma ou mais características. Também são capazes de resolver problemas de conservação. Criam estratégias para somar contando no dedo ou utiliza outros objetos. Resolvem problemas matemáticos. 

®                Operações Formais ( 11 anos a toda idade adulta): Pessoa pode pensar em termos abstratos, lidar com situações hipotéticas e pensar sobre possibilidade. A partir dos 11 anos são capazes de utilizar símbolos para representar outros símbolos,uso de metáforas e de pensar em termos do que poderia ser, e não apenas do que é. Raciocínio hipotético dedutivo: capacidade de desenvolver, considerar e testar hipóteses.

Em cada estágio a mente da criança desenvolve um novo modo de pensar. Esse desenvolvimento gradual ocorre através de três princípios inter-relacionados: organização, adaptação e equilibração.

 

®                Organização: é a integração do conhecimento a um sistema para compreender o ambiente, que vão ser utilizados para pensar e agir em uma situação.

®                Adaptação: é utilizado para descrever como uma criança lida com novas informações que parecem conflitar com o que ela já sabe. 

            Assimilação: é a incorporação de novas informações a uma estrutura cognitiva já existente.

            Acomodação: são as mudanças em uma nova estrutura cognitiva existente para incluir novas informações.

®                Equilibração: tentativa de atingir um equilíbrio entre elementos cognitivos dentro do organismo e entre ele e o mundo exterior.

 

Perspectiva Contextual

 

Segundo a perspectiva contextual, o desenvolvimento só pode ser compreendido em seu contexto social.

A Teoria Bioecológica de Urie Bronfenbrenner

A teoria bioecológica do psicólogo norte americano Urie Bronfenbrenner descreve a gama de influências em interação que afetam o desenvolvimento de uma pessoa. Todo organismo biológico desenvolve-se dentro do contexto dos sistemas ecológicos que favorecem ou prejudicam seu crescimento. Assim é preciso compreender a ecologia do ambiente humano se desejar entender como as pessoas desenvolvem-se.

®                Microssistema: é um padrão de atividades, papeis e relacionamentos em um ambiente onde uma pessoa funciona de maneira direta e cotidiana. Relações que a pessoa em desenvolvimento experimenta num determinado meio, com características físicas, materiais e particulares (ex.: a escola);

®                Mesossistema: é a interação de dois ou mais microssistemas que envolvem a pessoa em desenvolvimento. É onde podemos perceber as diferenças nos modos como uma pessoa age em diferentes ambientes. Inter-relações de dois ou mais meios no qual o individuo participa ativamente (ex.: para uma criança são as relações entre a família, a escola e os amigos do bairro; para um adulto, seriam as relações entre a família, o trabalho e a vida social);

®                Exossistema: consiste nas ligações entre dois ou mais ambientes; mas diferentemente de um mesossistema, em um exossistema pelo menos um desses ambientes não contém a pessoa em desenvolvimento, assim afetando apenas indiretamente. Ex.: um homem frustrado no emprego pode maltratar o filho; o sistema econômico e político relativamente à escola.

®                Macrossistema: consiste nos padrões culturais gerais como os valores, crenças, costumes dominantes e sistemas econômicos e sociais de uma cultura ou subcultura.

®                Cronossistema: acrescenta a dimensão de tempo: o grau de estabilidade ou variação no mundo de uma pessoa. Ex.: o papel da mulher nos dias atuais: assumindo diversos postos de trabalhos.

Segundo Bronfenbrenner, uma pessoa não é apenas resultado do desenvolvimento, mas formadora dele. As pessoas influenciam seu próprio desenvolvimento através de suas características biológicas e psicológicas, talentos e habilidades, deficiências e temperamento.

 

A Teoria Sociocultural de Lev Vygotsky

 

O psicólogo russo Lev Vygotsky (1896-1934) foi um elevado precursor da perspectiva contextual, especialmente em sua aplicação ao desenvolvimento cognitivo das crianças.

Diferente de Bronfenbrenner, para qual os sistemas contextuais centram-se na pessoa individual, o foco central de Vygotsky é o complexo social, cultural e histórico no qual uma criança faz parte.

Vygotsky coloca a zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que é a lacuna entre o que as crianças já são capazes de fazer e o que não estão totalmente prontas para fazer sozinhas; e para isso, a orientação de um adulto é importante, que irá dirigir e organizar a aprendizagem de uma criança até ela possa aprender e internalizar o aprendizado.

Alguns pesquisadores (Wood, Bruner e Ross, 1976) aplicaram a metáfora dos andaimes – as plataformas temporárias sobre as quais se apoiam os operários da construção civil – pra esse modo de ensinar. Andaime, neste contexto, é o apoio temporário que pais, professores ou outros dão a uma criança para realizar uma tarefa até a criança possa fazer sozinha.

Assim a teoria de Vygotsky tem importantes implicações para a educação. A perspectiva contextual também nos lembra que o desenvolvimento das crianças em uma cultura ou em um grupo dentro de cultura pode não ser uma norma apropriada para as crianças de outras sociedades.

 

 

 

 

 

 

Referências Bibliográficas

 

·                    Coll, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre. Artes Médicas – Vol. 1 e 2 – 1996

 

·                    Brenner, C. Noções básicas de Psicanálise: Introdução à psicologia psicanalítica. Ed. Da Universidade de São Paulo, 1987

 

·                    Papalia, D. E. Desenvolvimento Humano. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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