Mural de Fotos
Professora da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal desde 1993.
Chefe de Núcleo de Apoio ao Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação do DF.(2003 a 2006)
Coordenadora de Estágio na Escola Técnica de Brasília (2006 a 2011)
Professora do Curso de Biologia e Pedagogia da Faculdade da Terra de Brasília.(2008 a 2009)
Graduada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade Católica de Brasília.
Especialista em Educação de Jovens e Adultos.(UNB)
Especialista em Coordenação Pedagógica.(UNB)
Especialista em Tecnologias Aplicadas ao Ensino de Biologia. (UFG)
Especialista em Vigilância em Saúde Ambiental.(UNB)
Especialista em Epidemiologia.(UCB)
Especialista em Saneamento e Saúde Ambiental.(UFG)
Cursando Especialização em Educação Basica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional. ( UNB )
Meus queridos alunos,
Quero que saibam o quanto amo cada um de vocês e todos os dias peço a Deus para protegê-los. Anseio que possam terminar os estudos e que tenham sucesso por toda a vida .
Antes de tudo, acredite em você. Não dê ouvidos àqueles que não suportam e não aceitam o seu sucesso. Seja você, busque incessantemente a sua felicidade.
Desejo-lhes felicidades e muito amor no coraçãozinho de cada um.
Um forte abraço
Professora Eliana Magalhães
Momento singular em minha vida -BIRD LAND - Terra dos Pássaros -Rio Quente Resort GO - julho de 2012
Conheça a Arara Azul
Características
Nome científico: Anodorhynchus hyacinthinu.
Espécie ocorre em 11 estados brasileiros (AP, BA, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PI, SP, TO, AM).
Está na lista de espécies ameaçadas de extinção.
Maior entre os psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas).
Chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda.
Peso de até 1,3 kg.
Comportamento
Gostam de voar em pares ou em grupo.
Os casais são fiéis e dividem as tarefas de cuidar dos filhotes.
Nos fins de tarde, se reúnem em bandos em árvores “dormitório”.
Alimentação
Se alimentam das castanhas retiradas de cocos de duas espécies de palmeira: acuri e bocaiúva.
No caso do acuri, aproveitam aqueles caídos no chão, ruminados pelo gado ou por animais silvestres.
O coco da bocaiuva é colhido e comido diretamente no cacho.
Habitat
No Pantanal, 90% dos ninhos de araras-azuis são feitos no manduvi, árvore com cerne macio. Também são utilizados a Ximbuva (Enterolobium contortisiliquum) e o Angico Branco (Albizia nipioides).
As araras aumentam pequenas cavidades no tronco das árvores para fazer seus ninhos.
Os ninhos são forrados com lascas que as araras arrancam da árvore.
Há disputa com outras espécies por ser difícil encontrar cavidades naturais.
Reprodução
Aos sete anos a arara-azul começa sua própria família.
Em média, a fêmea tem dois filhotes, mas em geral, só um sobrevive.
Ela passa a maior parte do tempo no ninho, cuidando da incubação dos ovos.
O macho se responsabiliza por alimentá-la.
Na época de incubação, 40% dos ovos são predados por gralhas e tucanos, entre outras aves, ou por algumas espécies de mamíferos, como o gambá.
Passados aproximadamente 28 dias, o ovo eclode.
Os filhotes
Nascem frágeis e são alimentados pelos pais até os seis meses.
Correm risco de vida até completarem 45 dias, pois não conseguem se defender de baratas, formigas ou outras aves que invadem o ninho.
Somente com três meses de vida, quando o corpo está todo coberto por penas, se aventuram em seus primeiros vôos.
Na maioria dos casos, só um filhote (o mais forte mais saudável) sobrevive.
Fonte: Instituto Arara Azul