Portefólio - Porquê?

Organizar o processo de avaliação centrado no portefólio

O Conselho recomenda que:

-  Os pressupostos enunciados no ponto 4 da Parte I, sejam concretizados através de um instrumento, construído por cada avaliado, com as evidências que testemunhem o seu desempenho profissional e os juízos sobre esse desempenho, emitidos quer pelo próprio – uma perspectiva de reflexão e de auto-avaliação –, quer pelos responsáveis pela sua avaliação, nos termos e formatos de registo que forem decididos pela escola;

-  A adopção deste dispositivo ordenador do processo de avaliação seja da responsabilidade do avaliado, que assegurará o registo continuado e crítico de elementos que documentem o seu desempenho, com a tripla função de:

a)    Reunir o conjunto de elementos que evidenciem o seu desempenho nas diferentes dimensões do respectivo perfil profissional;

b)    Permitir a identificação do nível do desempenho demonstrado;

c)    Constituir um registo do seu percurso, numa perspectiva de desenvolvimento profissional, que a avaliação deve sustentar;

-  Esse dispositivo de avaliação, ao admitir vários modos de concretização, revista a forma de um portefólio ou dossiê do docente em avaliação, organizado com base nas quatro dimensões do desempenho profissional. Podem, no entanto, considerar-se outras perspectivas de organização no interior das quatro dimensões, por exemplo, tomar por referência os elementos previstos para a formulação dos objectivos individuais ou os parâmetros das fichas de avaliação final.

In “Recomendações nº 2/CCAP/2008”