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Um crime, a vítima, os suspeitos e o detective.
É este o cerne da actividade policiária, um passatempo de cariz intelectual, em que se pretende resolver um enigma com base nos dados fornecidos.
Muitas foram as publicações onde se desenvolveu, com muitos criadores de crimes a escreverem os seus problemas e milhares de adeptos a tentarem resolvê-los ao longo do mais de meio século em que com alguma regularidade a actividade foi existindo.
Nestas páginas se irá fazendo um pouco da história do policiarismo em Portugal, a partir dos dados pessoalmente verificados e da contribuição de trabalhos de outros policiaristas que vão pesquisando e divulgando os resultados da sua investigação, como é o caso de Jartur.