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Planos de Aula

PLANO DE AULA 1

Escola Municipal Elizeu de Oliveira
Série: 5º Ano                 Turma: A                Duração: 1hora
Disciplina: Matemática
Professores: José Maciel
                    Marília Santos
                    Romerito Nascimento

TÍTULO
Números Naturais.
OBJETIVOS
GERAL   
No final da atividade o aluno deverá ser capaz de operacionar  os números  naturais com as operações aritméticas de multiplicação e divisão com a utilização do ábaco, superando a memorização de regras e procedimentos mecânicos.

ESPECÍFICOS
Assimilar o conceito de números naturais;
Representar os números naturais no ábaco de acordo com o seu sistema posicional;
Entender o sistema posicional, a base 10
CONTEÚDO
- Multiplicação de  números naturais;
- Divisão de números naturais
METODOLOGIA
Iniciaremos a atividade comentando o propósito da mesma que será aplicada na turma. A atividade estará subdividida em três momentos, no qual o primeiro os alunos construíram o ábaco, no segundo momento trataremos das operações de multiplicação dos naturais e no terceiro momento trabalharemos com a divisão dos naturais.
Parte 01:
Construiremos o ábaco com materiais recicláveis, ou seja, os algoritmos serão representados por tampas de garrafas pet com orifício central de diferentes cores para cada posição. Serão encaixadas a cada dez tampas em um palito de churrasco utilizamos três palitos fixando sobre um pedaço de isopor para melhor manuseio.
Finalizaremos a 1ª etapa com a representação dos números no ábaco de acordo com o seu sistema posicional.
Parte 02:
Daremos início a 2ª etapa da atividade fazendo uma abordagem acerca da operação de multiplicação dos naturais utilizando a técnica operatória e mecânica seguida de exemplos, ou seja, mostrando que a multiplicação é uma adição de parcelas iguais. A técnica operatória ou algoritmo da multiplicação nos sugere que escreva o multiplicando e abaixo deste o multiplicador. A operação deve ser iniciada da direita para esquerda, primeiramente multiplicando as unidades do multiplicador por todas as classes do multiplicando, se o multiplicador possuir mais classe seguirá analogamente.
Vamos efetuar a multiplicação de 25 x 13.
   Algoritmo                                    Operações Realizadas                       
       2    5                                            25  
  x   1    3                                         x  13 
                                                           
       7    5                                              15  
   2  5    +                                              60  
                                                              50  
   3  2    5                                             200

    Posteriormente, pediremos para calcular 54 x 3 no ábaco, precisaremos de 3 ábacos. Nos quais representaremos 54 em cada um. Como a multiplicação é uma soma de termos, iremos juntar as contas em um único ábaco. E faremos as transformações necessárias, como podemos observar na figura abaixo.


Parte 03:
Inicia-se a terceira etapa da atividade fazendo uma breve sondagem sobre os conhecimentos dos alunos mediante a divisão de naturais, criando assim uma exposição de ideias. Logo após pediremos que usem a operação da divisão para resolver o seguinte exemplo.
Assim, 284  13 = 21 e obtemos como resto 11. Concluiremos a atividade com a operação da divisão utilizando o ábaco para resolução do exemplo abaixo.
Imagine que você tenha o número 642 representado em um ábaco, e queiro dividi-lo em outros dois ábacos. Seguiremos os seguintes passos:






    Algoritmo                                                      Operações realizadas
      C    D    U                                      
13 
      2     8     4      
  -  2     6                     2 1                                                       13 x 2 = 26
                                                                
     0     2      4                                                                          13 x 1 = 13
     -     1      3
            1      1



RECURSOS
- Quadro e giz;
- Apagador;
-Folha e lápis;
-Isopor;
-Tampas de garrafa pet;
-Palitos de churrasco.
AVALIAÇÃO
    A avaliação acontecerá por todos os momentos da atividade, uma vez que eles responderão a questionamentos durante o decorrer da apresentação do conteúdo. Outra forma avaliativa desenvolvida será a resolução de alguns exercícios(anexo A) em grupos de três alunos em relação a multiplicação e divisão de números naturais.
BIBLIOGRAFIA
ALVARENGA, Karly B. Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática para o ensino fundamental e médio – Uma visão geral. 2009.
Disponível em: 25 de outubro de 2009 às 13h43. Acesso em: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/hm/page03.htm
Disponível em: 25 de outubro de 2009 às 14h06. Acesso em: http://matematica-online-clc.blogspot.com/2009/04/introducao-aos-numeros-naturais.html
Disponível em: 25 de outubro de 2009 às 14h45. Acesso em: www.sbem.com.br/files/ix_enem/Poster/.../PO45387168472T.

Plano de Aula 2

 Escola Municipal Elizeu de Oliveira
Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça
Disciplina: Matemática
Série: 5ºAno                                              Turma: A
Professora regente: Maria Ivete de Jesus Santos
Bolsistas: José Maciel
                Marília Santos
                Romerito Nascimento
 
Tema
Os números fracionários;
 
Conteúdo
As operações adição e subtração com os números fracionários;
 
Objetivos
Objetivo geral
- Fazer a leitura correta de números fracionários através de material manipulável e existem outras maneiras que auxilia no ensino aprendizagem dos números fracionários;
Objetivos específicos
- Identificar números naturais escritos sob a forma de números fracionários;
- Reconhecer que existem números representados por uma parte inteira e outra fracionária;
- Reconhecer frações equivalentes com representações diferentes de um mesmo número fracionário;
- Reduzir duas ou mais frações ao mesmo denominador por meio de uma regra prática;

Metodologia

    Iniciarei a aula definindo uma fração, falarei  aos alunos que o quociente de a por b, sendo a e b números naturais e b diferente de zero, se associa o símbolo a/b. Nesse momento passei exemplos e perguntei aos alunos o que era o numerador e denominador, e pedir que eles fizessem a leitura de algumas frações que estavam na lousa, como por exemplo, 1/2, lemos um meio; 1/5 lemos um quinto; e 5/9, lemos cinco nonos.   Após isso falarei sobre os tipos de frações, e que ela está subdividida em três, fração própria, fração imprópria e fração aparente. A primeira ela representa número menor que 1, e o numerador é menor que o denominador;  a segunda representa número maior que 1, e o numerador é maior que o denominador; e a terceira representa números naturais, e o numerador é múltiplo do denominador. Após expliquei que um número misto é representado por uma parte inteira e outra fracionária, ou seja, o exemplo a seguir é uma forma de ser observado esse número misto, como 2 + 1/2.
    Daí pedirei aos alunos que se representa o exemplo anterior no material manipulável, após expliquei aos alunos que as frações 1/2, 2/4, 3/6 e 4/8 eram frações equivalentes e representavam a mesma parte da unidade no material manipulável, ou seja, o inteiro foi denominado como o retângulo maior e os retângulos menores como as suas partes. Esses materiais são de duas cores, sendo que o azul representa as frações com denominador ímpar e o vermelho frações com denominador par. O material foi subdividido em um inteiro, em um meio, até um décimo, de tal modo a soma de todas as partes representará um inteiro no material manipulável.
    Em seguida, comecei a trabalhar com os alunos no material a adição de fração com denominadores iguais, sendo que este exemplo eles não tiveram dúvidas. Logo fiz exemplos na lousa com frações de denominadores diferentes, e pedir que eles representam-se no material a adição desses números, sendo que eram frações que precisava encontrar as frações equivalentes para que nesse momento pudéssemos representar no material manipulável. Mais adiante comecei a trabalhar com a subtração de fração com denominadores iguais e diferentes, e pedir aos alunos que se representa no material concreto.
  
Duração
 A atividade terá uma hora;

 Recursos didáticos
Cinco folhas de EVA, régua, tesoura e caneta;
Lousa, giz e apagador;
Folha, lápis e borracha;

 Avaliação
Exercício em grupo de 3 alunos sobre o conteúdo abordado em sala de aula (Em anexo);
Fazer perguntas direcionadas aos grupos sobre como representar determinada
Fração no material manipulável;
 


Referências Bibliografias

GIOVANNI, José Ruy.  A Conquista da Matemática – São Paulo: FTD, p. 88-113. 1986.
DANTE, Luiz Roberto. Didática da Resolução de Problemas de Matemática. 12a edição. São Paulo, 2005.
ANEXO
Exercício 1
Mostre no material manipulável que as frações 2/6 e 1/3 são equivalentes;

Exercício 2
Faça a adição de 2/3 com 4/3 utilizando o material manipulável;

Exercício 3
Calcule a adição das frações 1/3  + 2/6 utilizando o material manipulável;
Exercício 4
Faça a subtração de 5/8 com 2/8 utilizando o material manipulável;


PLANO DE AULA 3
Escola Municipal Elizeu de Oliveira
Série: 5ºAno                 Turma: A                Duração: 2h/a
Disciplina: Matemática
Professores: José Maciel
                    Marília Santos
                    Romerito Nascimento
TÍTULO
Números Fracionários.
OBJETIVOS
GERAL   
No final da oficina o aluno deverá ser capaz de resolver operações  de multiplicação e divisão de números fracionários com auxilio de material concreto.

ESPECÍFICOS
Assimilar o conceito de números  fracionários;
Resolver as operações de multiplicação (fração por inteiro, fração por fração);
Resolver as operações de divisão (fração por inteiro, fração por fração).

CONTEÚDO
- Multiplicação de  números fracionários;
- Divisão de números fracionários.
RECURSOS
Quadro giz;
Folha de papel tamanho A4;
Tesoura;
Régua e lápis.


METODOLOGIA
    Começarei a aula com uma breve revisão das operações de adição e subtração de números fracionários, vistos na aula anterior, pois  precisaremos partir do pressuposto que saibam essas operações.
A atividade foi desenvolvida na seguinte sequência.
1º- Multiplicação de fração por inteiro;
          Exemplo:  3x1/4
    Iniciaremos a aula com uma atividade concreta que levam ao aprendizado da multiplicação de frações.
    Primeiramente, pedirei aos alunos que cortem uma folha de papel tamanho A4 em vários retângulos, e o divida em quatro partes iguais (o números de partes divida e de acordo com o exemplo), da seguinte forma:

                               

Em seguida, pedirei que pinte três dessas partes de maneira diferente.


Após a apresentação do problema, farei os seguintes questionamentos:
Observando a figura e usando a  adição, de que maneira você pode representar o desenho acima?
1/4+1/4+1/4= 3/4
Lembrando a multiplicação de números naturais, qual a outra forma de representar a igualdade acima?
          Logo após será feito outro exemplos, ate que 0s alunos concluam a forma de resolução de fração por inteiro.
2º Multiplicação de Fração por Fração;
Mostrarei o exemplo que será trabalhado.
                            ½ x ¾
Pedirei que os alunos  dividam outro retângulo em quatro partes iguais, ou seja, a soma das partes nos dará  ¾.
E mostrarei que como queremos multiplicar afr4acao ¾ por ½ pedirei  que dividam os ¾ ao meio.
Após a apresentação do problema, farei os seguintes questionamentos:
Que fração da figura  inicial ficou agora remarcada?
O que podemos concluir?
Depois de vários exemplos, o que podemos concluir em relação à multiplicação de fração por fração.
Ate chegar a conclusão de que para multiplicar frações, multiplicamos os denominadores e os numeradores.
3º Divisão de fração por Inteiro;
Começarei com o seguinte problema.
Se repartirmos de uma barra de chocolate entre 2 crianças, cada uma receberá  quanto?
Mostrarei da seguinte forma.



4º Divisão de fração por fração;
A ideia nesse processo e explicar a divisão como o processo de “quanta vezes  cabe ?”
Como por exemplo:
cabe em 8. Como 4 cabe 2 vezes em 8 (2 x 4 = 8), dizemos que 8 : 4 = 2.
Podemos aplicar esta ideia a frações.
Exemplo:

Quero saber quantas vezes 1/4
cabe em 1/2 ?

Mostrarei na forma do seguinte desenho

Então podemos escrever:

Como se pode perceber, as ideias de "repartir" e de "quantas vezes cabe" são equivalentes. É uma questão de se achar mais fácil ou mais difícil usar cada uma delas, em cada caso.

AVALIAÇÃO:
                 Para verificar se os objetivos foram alcançados, nos últimos minutos da aula pedirei que os alunos resolvam alguns exemplos dados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
GIOVANNI, José Ruy, 1937 – A conquista da matemática: a + nova / José Ruy Giovanni, Benedito Castrucci, José Ruy Giovanni Júnior. – São Paulo: FTD, 2002. – (Coleção a conquista da matemática);
Apostila da professora Karly.


Plano de Aula 4

Escola Municipal Elizeu de Oliveira
Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça
Disciplina: Matemática
Série: 5ºAno         Turma: A
Professora regente: Maria Ivete de Jesus Santos
Bolsistas: José Maciel
                Marília Santos
                Romerito Nascimento


Tema: “A importância da matemática”

Objetivos:
    No final da aula, o aluno deverá ter uma ideia de como a matemática é importante no nosso dia a dia e como ela estar ligada com a música, a arte, arquitetura, em diversos tipos de jogos, nas formas da natureza e assim perceber que a matemática é muito mais que números e equações.

Conteúdos:
Proporções Matemática;
Formas geométricas;
Frações;

Desenvolvimento:
    No dia 02 de Setembro de 2010, os bolsistas do Programa Institucional de Bolsa a Iniciação à Docência (PIBID) irão aplicar uma atividade com os alunos. A atividade consistirá em uma passagem de um vídeo. Iniciarei a aula com a seguinte indagação: para vocês, qual a importância da matemática em nosso cotidiano?  Onde é possível perceber a existência da matemática? Depois das indagações e das possíveis respostas dos alunos, passarei o vídeo “Donald no País da Matemágica”, no transcorrer do vídeo eu darei algumas pausas para explicar o que estar passando no vídeo, e assim ao decorrer da apresentação do vídeo as indagações que foram feitas no inicio da aula será respondida por mim com o auxílio do vídeo, com isso poderei comparar as respostas dos alunos com o que estar sendo retratado na apresentação do vídeo.   
     Após o término do vídeo, farei uma breve discussão com os alunos sobre o que eles acharam da apresentação do vídeo e destacar a existência da matemática em quase tudo ao nosso redor.

Duração: A atividade terá uma hora;

Recursos: 
Data Show;
DVD;
Computador;

Avaliação:
    Como forma de avaliação, perguntarei onde podemos perceber a existência da matemática, de que forma ela estar presente na estrutura da sala de aula, na casa de cada aluno, na rua onde ele mora e na natureza.

Bibliografia:

Vídeo: “Donald no País da Matemágica”
 

PLANO DE AULA 5
Escola Municipal Elizeu de Oliveira
Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça
Série: 5ºAno                 Turma: A                Duração:1 hora
Disciplina: Matemática
Professora regente: Maria Ivete de Jesus Santos
Bolsistas: José Maciel
                Marília Santos
                Romerito Nascimento.

TEMA
Os números decimais;
CONTEÚDO
            As operações adição e subtração com os números decimais;                

OBJETIVOS
Objetivo geral
    Que ao final da atividade os alunos sejam capazes de compreenderem as operações com números decimais e possam perceber que existem materiais manipuláveis que auxiliam na aprendizagem;
Objetivos específicos
    -Reconhecer um número decimal ao ser apresentada uma fração decimal;
    -Escrever, corretamente, uma fração decimal na forma de número decimal;
    - Reconhecer que existem maneiras diferentes de representar um mesmo numeral;
    - Identificar a parte inteira e a parte decimal de um número decimal;
    - Efetuar a adição de dois números decimais no material manipulável;
    - Efetuar a subtração de dois números decimais no material manipulável;

RECURSOS DIDÁTICOS
    - Lousa, giz e apagador;
    - Material manipulável;

METODOLOGIA
    Iniciarei a aula mostrando aos alunos como um número decimal é representado, ou seja, como por exemplo, 0,1; 0,01; 0,001; 0,3; 0,05 são chamados números decimais. Após falarei aos alunos que:
- a vírgula separa as unidades inteiras das unidades decimais;
- as unidades inteiras formam a parte inteira do número decimal;
- as unidades decimais formam a parte decimal do número decimal ( ex: 2,5; 2 é a parte inteira e 5 é a parte decimal; ex: 12,624; 12 é a parte inteira e 624 é a parte decimal).
    Logo após mostrarei um quadro de valores que será bastante importante no momento em que estivermos trabalhando com alguns números decimais no material manipulável.

    Com isso apresentarei a leitura de números decimais aos alunos da seguinte maneira:
1°)  lê-se a parte inteira do número;
2°) lê-se a parte decimal do número, seguida da palavra:
Décimo: quando houver um algarismo na parte decimal;
Centésimo: quando houver dois algarismos na parte decimal;
Milésimo: quando houver três algarismos na parte decimal;
    Mais adiante passarei exemplos que focaliza o que foi dito anteriormente sobre a leitura dos números decimais. Exemplo: 1,7 (lê-se: um inteiro e sete décimos; 1 é a parte inteira e 7 é a parte decimal).
    Em seguida aplicarei a atividade com o intuito de fazer com que os alunos consigam operarem a adição e a subtração no material manipulável. Com a adição de números decimais mostrarei também que o material Dourado ou Montessori é constituído por cubinhos, barras, placas e cubo, que representam:

Observe que o cubo é formado por 10 placas, que a placa é formada por 10 barras e a barra é formado por 10 cubinhos. Este material baseia-se em regras do nosso sistema de numeração.


    Nesse momento pedirei para os alunos representarem com o material dourado 3,75 e 1,48em seguida pedirei que eles efetuem a soma. Da mesma forma pedirei para que eles efetuarem faça 243 – 121.
   
AVALIAÇÃO
    - Exercício em grupo de três alunos sobre o conteúdo abordado;
    - A avaliação acontecerá no decorrer da aula, uma vez, que a avaliação deve ser um processo contínuo;
    - Fazer perguntas aos grupos sobre determinados exemplos apresentado na sala de aula.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
GIOVANNI, José Ruy. A Conquista da Matemática – São Paulo: FTD, p. 131-147. 1986.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 6


Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça

Curso: 6º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel, Marília Santos e Romerito Nascimento

Caracterização:


Data

Dia

Horas/aula

23/09/10

Quinta-feira

01

  1. Objetivos:

Objetivo geral:

Que os alunos com o auxilio de material dourado sejam capazes de compreenderem as operações (multiplicação e divisão) dos números decimais;

Objetivos específicos:

- Efetuar a multiplicação de um número decimal por um número natural com o auxilio do material dourado;

- Mostrar com o uso do material dourado que a multiplicação é a soma de parcelas iguais;

- Efetuar a divisão de um número decimal por um número natural usando o material dourado;

- Mostrar com o uso do material dourado que a divisão é a subtração parcelas iguais;

  1. Conteúdo programático:

Data

Horas/aula

Conteúdos

23/09/10

01

Números decimais


  1. Recursos:


  • Lousa;

  • Giz;

  • Apagador;

  • Material manipulável;

  1. Estratégias e/ou técnicas

Iniciarei a aula lembrando aos alunos como se representa um número decimal, como por exemplo: 0,2; 0,04; 0,008; Depois explicarei que:

- a vírgula separa as unidades inteiras das unidades decimais;

- as unidades inteiras formam a parte inteira do número decimal;

- as unidades decimais formam a parte decimal do número decimal ( ex: 2,5; 2 é a parte inteira e 5 é a parte decimal; ex: 12,624; 12 é a parte inteira e 624 é a parte decimal).

Seguirei passando os seguintes exemplos com a multiplicação e pedindo para os alunos representassem no material dourado.

1°) 3 x 1,4

Nesse primeiro exemplo representarei 1,4, como sendo uma placa e quatro barrinhas, sendo assim repetindo esta quantidade três vezes, teremos três placas e doze barrinhas, as quais trocarão dez barrinhas por uma placa obtendo no final quatro placas e duas barrinhas. Após mostrarei na lousa o quadro de valores para registrar o resultado que foi obtido. Em seguida pedirei que os alunos façam 2 x 5,1 e 4 x 7,8.

Darei continuidade com a divisão explicando o seguinte exemplo 3,2 : 2, onde representarei o dividendo com três placa e duas barrinhas. Repartindo igualmente as unidades por dois, de um lado teremos uma unidade e do outro, outra unidade. Em seguida transformarei a unidade que restou em dez décimos e acrescentarei aos dois décimos já existentes, obtendo doze décimos. Repartirei os doze décimos por dois, seis décimos de um lado e seis do outro. Ficando no final uma unidade e seis décimos de cada lado. Daí pedirei que eles façam 4,4 : 2 e 3,9 : 3.

  1. Avaliação

  • Exercício em dupla sobre o conteúdo abordado;

  • A avaliação acontecerá no decorrer da aula de forma contínua;

  • Incentivar a participação dos alunos com perguntas sobre o conteúdo.


  1. Referência Bibliográfica

GIOVANNI, José Ruy. A Conquista da Matemática – São Paulo: FTD, p. 148-157.


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 7

Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel teles de Mendonça

Curso: 5º e 8º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel, Marília Santos e Romerito Nascimento

Caracterização:


Data

Dia

Horas/aula

14/10/2010

Quinta-feira

01

  1. Objetivos:

Construir o conceito de formação de um triângulo, através de atividades concretas.

Específico:

Ao final da oficina, os alunos deverão ser capazes de:

  • Saber o conceito de formação de um triângulo;

  • Identificar triângulos no seu cotidiano.

  1. Conteúdo programático:

Data

Horas/aula

Conteúdos

14/10/2010

01

Dinâmica: Emboladão;

Condição de existência de um triângulo.


  1. Recursos

  • Quadro;

  • Giz;

  • Canudos de cores diferentes;

  • Barbante.

  1. Estratégias e/ou técnicas

A primeira atividade a ser desenvolvida será uma dinâmica. Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observa-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos participantes do grupo.

E desenvolvida da seguinte forma, faz-se um circulo de mãos dadas com todo o participante da dinâmica. Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa que vai dar a mão a direita e esquerda. Em seguida pede que soltem as mãos, e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros.

Ao sinal do coordenador pede que se abracem no centro no centro do circulo. Então pede que todos se mantenham nessa posição como estatuas, e em seguida que deem as mãos as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar). Então pede para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que possa valer as seguintes regras: pular, passar por baixo, girar e saltar.

O efeito e que todos juntos, tentem fazer o melhor para que essa roda fique totalmente aberta. Ao final, pode ser que alguém de costas, o que não e uma contra regra.

Iniciarei a atividade, com a seguinte indagação:

O que e geometria, e onde ela pode ser percebida no nosso dia-a-dia.

Feita a discussão, direi aos alunos que a partir daquele momento daremos mais importância aos triângulos. Com isso, perguntarei o seguinte: vocês acham que sempre é possível termos um triângulo com quaisquer três medidas de lados? . Para que eles verificassem isso, entregarei três canudos de diferentes medidas para que interliguem a fim de formar um triângulo. Serão confeccionados 15 conjuntos de canudos:

1° conjunto (cor marrom): 10 cm, 6 cm, 2 cm.

2° conjunto (cor verde): 10 cm, 6 cm, 4 cm.

3°conjunto (cor branca): 10 cm, 6 cm, 8 cm.

Cada conjunto será entregue aleatoriamente aos alunos e assim que eles começarão a unir os canudos, e perceberam que somente os canudos de cor branca irão formar o triângulo. Então pedirei que os alunos expliquem por que isto aconteceu.

  1. Avaliação

A avaliação será feita com base em questionamentos por parte dos ministrantes e alunos no decorrer da atividade.

  1. Referência Bibliográfica


GIOVANNI, José R.; CASTRUCCI, Benedito; JUNIOR, José G. R. A Conquista da matemática.



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 8

Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça

Curso: 5º e 8º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel, Marília Santos e Romerito Nascimento

Caracterização:


Data

Dia

Horas/aula

21/10/2010

Quinta-feira

02

  1. Objetivos:

Mostrar como são classificados os triângulos através da medida de lados de cada um, no material concreto.

Específico:

Ao final da oficina, os alunos deverão ser capazes de:

  • Saber o conceito de formação de um triângulo;

  • Identificar triângulo equilátero;

  • Identificar triângulo isósceles;

  • Identificar triângulo escaleno.

  1. Conteúdo programático:

Data

Horas/aula

Conteúdos

14/10/2010

02

Relembrando a condição de existência de um

triângulo;

Identificar os tipos de triângulos

  1. Recursos

  • Quadro;

  • Giz;

  • Cartolina (preta, verde, branca e vermelha);

  • Figuras geométricas;

  • Tesoura.

  1. Estratégias e/ou técnicas

Iniciarei a aula com uma breve revisão do conceito de formação de um triângulo, explanado na oficina anterior (plano de aula 14/10/10).

No segundo momento da oficina, cada grupo de dois alunos receberá um quebra- cabeça (dada uma figura colorida, que foi sobreposta em uma cartolina e cortada em forma de vários triângulos). Após juntarem todas as peças farei a seguinte indagação:

  • Qual o formato geométrico dessas peças? Todas possuem mesmo formato?

Depois da discussão feita entre os alunos e ministrantes, mostrarei que podemos classificar os tipos de triângulos segundo a medida do seu lado, da seguinte forma, levarei em cada cartolina um tipo de triângulo (escaleno, isósceles e equilátero), farei a seguinte indagação:

  • Olhando esse triângulo abaixo o que podemos afirmar em relação à medicação dos seus lados?

Denotamos de triângulo escaleno, pois todos os seus lados e ângulos são diferentes.

  • Para essa outra figura abaixo, o que podemos afirmar em relação à medicação dos seus lados?


Que dois de seus lados e os ângulos opostos a esses lados são iguais, logo denotamos de triângulo isósceles.

  • A mesma indagação será feita para esse outro triângulo.

Observando o triangulo acima, percebemos que todos os lados e ângulos são iguais. Concluímos que seus ângulos serão 60º.

Logo após visualizarão os tipos de triângulos trabalhados no quebra-cabeça.

  1. Avaliação

A avaliação será feita com base em questionamentos por parte dos ministrantes e alunos no decorrer da atividade.


  1. Referência Bibliográfica

GIOVANNI, José R.; CASTRUCCI, Benedito; JUNIOR, José G. R. A Conquista da Matemática.




UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 9

Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça

Curso: 6º e 8º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel, Marília Santos e Romerito Nascimento


Caracterização:

Data

Dia

Horas/aula

11/11/10

Quinta-feira

01

  1. Objetivos:

Construir o conceito de ângulos e classificá-lo a partir da dobragem de um círculo de papel.

Específico:

Ao final da oficina, os alunos deverão ser capazes de:

  • Saber o conceito de ângulos;

  • Identificar ângulo nulo, agudo, reto, obtuso, raso, côncavo e giro ou completo;

  • Saber diferenciar os tipos de ângulos;

  1. Conteúdo programático:

Data

Horas/aula

Conteúdos

11/11/10

01

Ângulos



  1. Recursos

  • Quadro;

  • Giz;

  • Apagador;

  • Cartolinas;

  • Lápis;

  1. Estratégias e/ou técnicas

Iniciarei a oficina, com a seguinte indagação:

O que vocês conhecem sobre ângulos?

A partir das possíveis respostas dos alunos, introduziremos o conceito de ângulos, destacando que ângulo é a região de um plano formado de duas semi-retas que tem origem em um ponto denominado de vértice. Após isso iremos definir alguns tipos de ângulos quanto a sua medida.

Em seguida vamos dividir a classe em duplas e com isso entregaremos a cada dupla um círculo de cartolina, no qual perguntaremos para os alunos se eles sabem qual o ângulo forma um círculo? E a partir das respostas dos alunos, vamos destacar que o ângulo que forma um círculo equivale à 360º. Logo após destacarmos um ângulo completo, pediremos que eles dobrem o círculo ao meio e deixaremos que eles percebam que o ângulo formado com o semicírculo é de 180º, daí falaremos que esse ângulo é classificado como raso.

Após isso vamos pedir aos alunos que dobrem o semicírculo ao meio, perguntaremos qual o ângulo formado? De acordo com as respostas dos alunos mostraremos a eles através das subdivisões do círculo que o ângulo formado é de 90º e que ele é classificado como ângulo reto. Além disso, definiremos com o mesmo material ângulo agudo, destacando que ele se encontra entre 0º e 90º, ângulo obtuso é aquele que tem suas medidas entre 90º e 180º, ângulo côncavo mede mais de 180º e menos de 360º e falaremos sobre o ângulo nulo, cujo a medida é de 0º.

Diante da explicação de ângulos utilizando o material, vamos mostrar que é possível encontrar a medida de um determinado ângulo, conhecendo um ângulo reto, raso e completo.

  1. Avaliação


A avaliação será feita com base em questionamentos por parte dos ministrantes e alunos no decorrer da atividade.


  1. Referência Bibliográfica


MARCOS NOÉ. Ângulos: Disponível em: <http://www.brasilescola.com/matematica/angulos.htm>. Acesso em: 10 de Nov de 2010.



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 10

Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça

Curso: 6º e 8º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel e Romerito Nascimento

Caracterização:

Data

Dia

Horas/aula

18/11/10

Quinta-feira

01

    1. Objetivos:

Construir o conceito de triângulos de acordo com as medidas relativas de seus lados e ângulos internos.

Específico:

Ao final da oficina, os alunos deverão ser capazes de:

  • Saber o conceito de triângulo a partir de seus lados e ângulos internos;

  • Identificar os tipos de triângulos em relação a seus ângulos internos;

  • Saber diferenciar os tipos de triângulos de acordo com a medida de seus lados;

  1. Conteúdo programático:


Data

Horas/aula

Conteúdos

18/11/10

01

Triângulos e Ângulos;




  1. Recursos

  • Quadro;

  • Giz;

  • Apagador;

  • Folhas de papel;

  • Régua;

  • Transferidor;

  • Tesoura;

  • Borracha;

  • Lápis;

  1. Estratégias e/ou técnicas

Iniciarei a oficina, com a seguinte Pergunta:

Quais os tipos de triângulos que vocês conhecem?

A partir das possíveis respostas dos alunos, colocaremos na lousa os triângulos que eles conhecem, após vamos relembrar o conceito de triângulo, destacando que é uma figura geométrica que ocupa o espaço interno limitado por três linhas retas que concorrem duas a duas, em três pontos diferentes formando três lados e três ângulos internos que somam 180°.

Em seguida destacaremos que o triângulo pode ser classificado de acordo com as medidas relativas aos lados e seus ângulos, citando o triângulo equilátero que possui todos os lados iguais e seus ângulos internos medem 60º, isósceles possui somente dois lados iguais e o ângulo formado pelos lados iguais é chamado ângulo do vértice e os outros dois da base são iguais, o escaleno que possui as três medidas dos lados diferentes e os seus ângulos internos também possui medidas diferentes.

Após falarmos sobre triângulos e ângulos, vamos dividir a classe em duplas no qual construiremos um transferidor de papel. Para fazermos o transferidor iremos seguir as seguintes etapas:

1º Vamos desenhar e recortar um círculo de papel que corresponde a 360º;

2º Dobraremos ao meio de maneira que as bordas fiquem exatamente sobrepostas;

3º Desdobraremos e recortaremos seguindo a marca da dobra, obtendo assim duas partes do círculo correspondendo cada um a 180º;

4º Vamos dobrar uma das metades em três partes iguais;

5º Iremos desdobrar e traçar um segmento de reta sobre cada dobra, cada parte corresponde a um ângulo de 60º;

6° Dobraremos ao meio cada uma das três partes, após vamos desdobrar e traçar um segmento sobre cada dobra, em que cada parte agora corresponde a 30º;

7° Novamente vamos dobrar, ao meio cada uma das partes, obtendo assim ângulos de 15º. Desdobraremos e traçaremos um segmento sobre cada dobra;

8º Finalmente iremos escrever de 15º em 15º as medidas de 0º a 180º;

Logo após termos construído o transferidor, entregaremos a cada dupla uma folha de papel tamanho A4, lápis, uma régua e com o auxilio do transferidor que construímos, pediremos aos alunos que eles utilizando o material dado construam um triângulo isóscele, um escaleno e um equilátero. Logo após a construção dos diferentes tipos de triângulos, faremos uma discussão com os alunos para que eles socializem os desenhos de cada duplas.

  1. Avaliação


A avaliação será feita com base em questionamentos por parte dos ministrantes e alunos no decorrer da atividade.


  1. Referência Bibliográfica


CAVALCANTE, Luiz G.; SOSSO, Juliana; VIEIRA, Fábio e ZEQUI, Cristiane. Mais Matemática, 1ª Edição, São Paulo: Saraiva, 2001.








UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - Campus Prof. Alberto Carvalho

Departamento de Matemática

Programa Institucional de Bolsa Iniciação a Docência - PIBID

Licenciatura em Matemática

Plano de aula 11

Nome da Escola: Escola Municipal Elizeu de Oliveira

Endereço: Bairro Miguel Teles de Mendonça

Curso: 6º e 8º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Matemática

Professor: José Maciel e Romerito Nascimento

Caracterização:

Data

Dia

Horas/aula

25/11/10

Quinta-feira

01

  1. Objetivos:

Construir o conceito de potenciação, mostrar as propriedades básicas de potenciação e abordar aplicações de potenciação no nosso cotidiano.

Específico:

Ao final da oficina, os alunos deverão ser capazes de:

  • Saber o conceito de Potência;

  • Identificar os casos de potenciação;

  • Saber diferenciar as propriedades da potenciação;

  • Compreender como se lê uma potência;

  1. Conteúdo programático:

    Data

    Horas/aula

    Conteúdos

    25/11/10

    01

    Potenciação






  2. Recursos

  • Quadro;

  • Giz;

  • Apagador;

  • Folhas de papel;

  • Borracha;

  • Lápis;


  1. Estratégias e/ou técnicas

A atividade será iniciada com o seguinte questionamento:

O que vocês entendem sobre o termo potenciação?

A partir das possíveis respostas dos alunos, vamos definir o que é uma potência, destacando que é através da multiplicação de fatores iguais obtemos o conceito de potenciação, ou seja, sempre que tivermos fatores iguais em uma multiplicação podemos montar uma potência. Vamos identificar juntamente com os alunos os elementos de uma potência, através de um exemplo identificando a base que será sempre o valor do fator, o expoente que é a quantidade que o fator repete e a potência que é o resultado do produto.

Em seguida vamos ensinar aos alunos como se lê uma potência, em que destacaremos que a leitura específica da potência irá depender do valor do expoente. Vamos mostrar alguns exemplos de potências com intuito de mostrar aos alunos como se lê as mesmas.

Após falarmos a definição e como se lê uma potência, vamos destacar algumas propriedades de potenciação. Inicialmente vamos falar sobre a multiplicação de potências de mesma base, frisado para os alunos que nesse caso repete a base e soma os expoentes, logo após vamos falar sobre o quociente de potências de mesma base destacando que devemos repetir a base e subtrair os expoentes, além disso falaremos sobre o caso de potência de uma potência que nesse caso resolve primeiro a potência que está dentro de parênteses e depois com o resultado obtido eleva ao expoente de fora e mencionaremos também a potência de um produto, nesse caso o produto de dois fatores eleva-se ambos fatores ao expoente.

A partir da definição e propriedades de potenciação apresentadas aos alunos, iremos aplicar uma atividade ludo-pedagógica, ou seja, uma brincadeira que envolve conhecimentos de potência, no qual percebemos que deve ser proposta após o estudo desse conceito. Sendo assim desenvolvendo habilidade com números e operações aritméticas dos alunos.

Por fim abordaremos as aplicações de potenciação em nosso cotidiano, destacando o uso de potências em matemática financeira, na física, entre outras aplicações.

  1. Avaliação

A avaliação será feita com base em questionamentos por parte dos ministrantes e alunos no decorrer da atividade.

  1. Referência Bibliográfica


COELHO, Mozart Cavazza Pinto, Explorando o Ensino da Matemática, Volume II, Brasília, 2004.



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Rafael Almeida,
01/08/2012 16:07
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