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Peregrinação Nacional dos Acólitos

Publicado a 27/04/2011, 16:03 por Tiago Martins

Peregrinação Nacional
dos Acólitos
Guião
Sábado da Oitava da Páscoa
Fátima, 30 de Abril de 2011

"Jesus é a Palavra viva que nos Transfigura"- Homilia do Bispo da Guarda

Publicado a 21/03/2011, 07:03 por Hugo Martins

II Domingo da Quaresma  

                                                  Homilia

 20/3/2011

                        Jesus é a Palavra viva que nos transfigura

 

l. Neste segundo Domingo da Quaresma contemplamos o  mistério da Transfiguração de Jesus. Pedro, Tiago e João no alto do monte Tabor ficam deslumbrados com a figura de Jesus resplandecente de luz. Com Ele falavam  duas figuras do Antigo Testamento – Moisés e Elias e o tema da conversa era, como diz o Evangelista S. Lucas no lugar paralelo a este de S.Mateus, a morte de Jesus. Se lemos a passagem imediatamente anterior do Evangelho, encontramos Jesus a fazer o anúncio da sua morte que vai acontecer em Jerusalém E, perante o escândalo  dos doze, o mesmo Jesus acrescenta ainda mais matéria de escândalo, sublinhando o estatuto do verdadeiro discípulo, ao dizer: “Se alguém quiser seguir-me, renegue-se a sim mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Quem quiser salvar a vida há-de perdê-la…!

A transfiguração anuncia a identidade divina de Jesus, sem esconder o percurso difícil que Ele teve de fazer para cumprimento da vontade do Pai e Salvação da Humanidade, o qual incluiu a Paixão e a morte, imposta pela maldade dos homens, rumo à vitória  sobre a mesma morte, na Sua Ressurreição.

2. E agora nós que havemos de fazer para dar cumprimento, à mensagem da Transfiguração de  Jesus?

Primeiro, temos de saber olhar para a nossa vida pessoal, comunitária e social e ver quais são os aspectos que precisam de ser transfigurados  e que caminhos nos podem conduzir a essa transfiguração. Para o discernimento  desses caminhos a Palavra de Deus hoje proclamada dá-nos indicações  claras.

Assim, o Patriarca Abraão transfigurou a sua  vida e a vida do mundo quando teve a coragem de trocar as seguranças comuns de família, país, cultura, religião, pela única segurança que  dá verdadeiro sentido à vida de qualquer pessoa e mesmo de qualquer Povo – colocar-se  nas  mãos de Deus para serviço da comunidade. Também Paulo apontou ao seu discípulo Timóteo, no exercício da missão episcopal de condutor do Povo de Deus, um caminho que é no mínimo surpreendente, ao dizer-lhe:  “Sofre comigo pelo Evangelho  apoiado na força de Deus”.

3. A Igreja em Portugal  encontra-se  à procura de novos caminhos e mesmo de novas formas de ser Igreja para interpretar bem e levar  à prática a mensagem libertadora de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quando  Tentamos responder ao apelo do “repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal”, sentimos à partida, que qualquer pastoral, para ser digna desse nome, tem de nos conduzir para o encontro com o Senhor Jesus e Sua Palavra e só depois pode levar a tarefas concretas. Por isso, o encontro com Cristo vivo, através da leitura meditada e partilhada da Sua  Palavra presente na Bíblia, é a nossa grande prioridade. É a partir deste encontro vivo com o Senhor Ressuscitado que a Igreja tem de se organizar para prestar o seu serviço à comunidade portuguesa, na situação difícil em que se encontra. Esta situação difícil torna urgente que sejam repensados os caminhos da gestão da coisa pública que estão a ser percorridos. Isto, porque as pessoas,  em geral, não estão satisfeitas e o nível da sua insatisfação cresce em vez de diminuir. E não pensemos que esta insatisfação  acabaria se estivessem equilibradas as contas públicas e a nossa  volumosa dívida externa estivesse por inteiro saldada. Sem dúvida que este é um  gravíssimo problema que tem de preocupar todos os portugueses.

Todavia,  a insatisfação das pessoas temos obrigação de a saber avaliar principalmente a partir da falta de condições para conseguirem a qualidade  de vida que não têm.

Essa falta de condições de vida com qualidade  manifesta-se principalmente no elevado número de pessoas que estão fora do trabalho e consequentemente impedidas de participarem activamente no desenvolvimento. Estão fora do trabalho porque perderam o emprego, ou ainda não conseguiram o primeiro emprego ou então não têm condições para tomarem a iniciativa de criarem o seu próprio trabalho. Temos de encontrar formas de mobilizar as pessoas todas para um verdadeiro projecto comum, que poderemos chamar de desígnio nacional. Um desígnio que saiba aproveitar as potencialidades de crescimento que temos e, em particular, os recursos humanos mais qualificados que existem na população portuguesa. E aqui há exemplos que não são nada animadores.

Cito apenas um. No ano 2010, o número de licenciados que saíram do nosso país à procura de emprego no estrangeiro cresceu numa percentagem  de 57%. Temos de concordar em que é frustrante saber que o Estado Português suportou custos elevados com a formação de quadros qualificados que agora oferece de bandeja a outros países. E podemos acrescentar outras incapacidades verificadas na gestão da coisa pública do nosso país. Só cito mais um exemplo. O Estado português endividou-se  e continua a endividar-se ao estrangeiro e não teve arte nem engenho para aproveitar da melhor maneira os fundos comunitários que há mais de 2 décadas lhe estão a ser atribuídos para vencer a distância que nos separa dos países mais desenvolvidos da Europa. Continuamos a  divergir deles em vez de conseguirmos a desejada convergência.

Precisamos, de facto, que toda a sociedade portuguesa se empenhe a sério para definir qual é o seu desígnio e se empenhe ainda mais  em comprometer nesse desígnio  todos os cidadãos portugueses. E nesse desígnio não podem constar apenas objectivos materiais económicos, mas também todos aqueles que são necessários para a completa satisfação das pessoas. Do número deles não podem ficar excluídas as dimensões humanas da  espiritualidade, da ética e da relação com Deus, para virmos a ser uma sociedade verdadeiramente equilibrada. Acresce ainda a necessidade de promover a máxima participação de todos, pessoas e instituições. Assim, precisamos de criar condições às famílias para elas poderem desempenhar a parte mais importante da sua missão que  é promover a vida e oferecerem à sociedade os cidadãos bem preparados que ela precisa. Precisamos de dar novo enquadramento  ás escolas para que saibam ocupar o seu espaço, dando cumprimento a projectos educativos que brotem realmente da sociedade civil e, em particular das famílias.

Sabemos todos que vivemos tempos de muita dificuldade, pois, se em outros países a crise está a passar, no nosso , parece que veio para ficar. É, por isso, natural que nos sejam pedidos sacrifícios. Ora, nós temos de reconhecer que a educação em geral praticada nas nossas escolas não prima por apresentar com realismos aos nossos jovens o lado difícil da vida e dos sacrifícios que vale a pena fazer para atingir metas de excelência. Todavia, julgamos possível continuar a pedir sacrifícios ao nosso povo desde que sejam bem explicados e também fique bem clara a distribuição equitativa dos mesmos.

Regressando ao quadro da Transfiguração, sentimos o convite à renovação para centrarmos a nossa vida cada vez mais na pessoa de Jesus Cristo e na Sua  Palavra Evangélica. É a partir desta renovação que também poderemos ajudar a sociedade portuguesa a encontrar os caminhos de equilíbrio e de verdadeira humanidade que lhe estão a faltar.

Do Senhor Jesus esperamos a resposta para a sede de bem e de valores que de facto existe na vida das pessoas. Por isso, para a próxima vamos centrar-nos em Cristo, Palavra e fonte de Vida, onde todos podem  matar a sede de viver.

+Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda

Peregrinação Nacional de Acólitos 2011

Publicado a 17/03/2011, 07:15 por Hugo Martins

Santuário de Fátima
30 de Abril de 2011

PROGRAMA

10.00h Entrada e encontro na Igreja da Santíssima Trindade

11.00h
Missa na Igreja da Santíssima Trindade

16.00h
Celebração Mariana na Capelinha das Aparições

Os acólitos devem trazer as suas próprias vestes litúrgicas
para se incorporarem nas celebrações e, tanto quanto possível,
devem vir de sapatos e não de ténis.

Não é necessário fazer qualquer tipo de inscrição para participar na peregrinação.
 
Programa (aqui)

Encontro da zona oeste com jovens do 10º ano de Catequese

Publicado a 17/03/2011, 05:34 por Hugo Martins

O Departamento da Catequese da Infância e Adolescência, juntamente com o Departamento da Pastoral Juvenil, vão realizar no dia 19 de Março (Sábado), na Casa de S. José, em Seia, um encontro com Adolescentes do 10º Ano da Catequese, com início às 10h e conclusão às 17h.

Este encontro destina-se a todos os catequizandos que frequentam o 10º Ano da Catequese e respectivos catequistas da Zona Pastoral Oeste (arciprestados de Seia, Gouveia e Celorico da Beira).

Cada participante deverá levar uma merenda que lhe servirá de almoço e que poderá partilhar com outros participantes. Para mais informações, contactar: Irmã Joaquina Ribeiro (Tm. 967 943 028).

 

Retiro jovem dias 25 e 26 de Março

Publicado a 17/03/2011, 05:31 por Hugo Martins

Inscreve-te para uma experiência de encontro com Deus na tua intimidade

O Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional está a preparar um Retiro para os jovens da diocese. Este vai decorrer no Seminário Maior da Guarda com início dia 25 de Março, após o Jantar, isto é, pelas 20h30, e com final previsto antes do jantar do dia seguinte, dia 26. O retiro será orientado pelo Pe Serafim Reis, com o tema "Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé". A inscrição, ao preço de 18 € para jovens e 20 € para adultos, termina dia 22. Estão convidados todo o tipo de jovens, mesmo que não façam parte de qualquer grupo ou moviemtno juvenil, bem como agentes e animadores juvenis. O pagamento faz-se no início do retiro.

A inscrição faz-se AQUI online (caso tenhas alguma dificuldade clika em "Documentação" e encontrarás o espaço para preencher o formulário da inscrição; em último caso, contacta-nos em dpjguarda@gmail.com)

Livro "Jesus de Nazaré"

Publicado a 17/03/2011, 05:25 por Hugo Martins

A apresentação do novo livro de Bento XVI terá lugar esta sexta-feira (dia 18) a partir das 18:00 na Biblioteca Eduardo Lourenço na Guarda. Será apresentado o livro pelo Pe. Manuel Alberto Pereira de Matos com a presença de S.E.R. D. Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda.

Conferências Quaresmais na Covilhã

Publicado a 15/03/2011, 16:51 por Hugo Martins

Homilia do 1º Domingo da Quaresma

Publicado a 14/03/2011, 11:41 por Hugo Martins

Jesus Cristo é Palavra viva e fonte de vida que destrói toda a espécie de mal.

No primeiro domingo da Quaresma começamos por lembrar a importância de centrar a atenção sobre a verdade da nossa vida e a verdade do mundo para, a partir dela, podermos tomar boas decisões e levá-las à prática.

Todos sentimos a tentação de andar por caminhos que nos situam fora da verdade e mesmo nos conduzem para longe dela. Esses caminhos existem e, algumas vezes até nos são propostos como normais e geradores de felicidade, por satisfazerem apetites e interesses individuais ou de grupo.

Todavia, os factos cada vez mais comprovam que andar por caminhos contrários à verdade ou fora dela é fonte das maiores desordens com prejuízo para a vida das pessoas em geral, principalmente dos mais débeis e menos protegidos.

A palavra de Deus hoje alerta-nos para a sedução que estes caminhos contrários à verdade exercem sobre as pessoas em geral. Não estamos perante nenhuma novidade, pois esta tem sido uma constante na história da Humanidade, desde o seu início, como lembra a leitura do livro do Génesis hoje proclamada.

E Jesus não se quis subtrair à experiência de ser tentado a percorrer esses caminhos desviantes. O texto evangélico diz mesmo que as tentações fazem parte do desígnio de Deus e por isso, Ele é conduzido ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado.

S. Paulo tranquiliza-nos ao garantir que a tentação nunca será mais forte do que a Graça de Deus que ele distribui a todos os que a não recusam. Onde abundou o pecado superabundou a graça, como lembra o Apóstolo.

O mesmo Jesus que venceu as tentações e percorreu sempre o caminho do bem é para nós hoje e sempre a Palavra viva e fonte de vida que vence toda a espécie de mal em nós e no mundo.

Ele é o Verbo de Deus, Palavra viva e eterna, que veio ao mundo enviado pelo Pai para nos fortalecer na verdade. E quando falamos em verdade, falamos da verdade das pessoas, mas também da verdade do mundo e na verdade da história feita de relações entre as pessoas.

A verdade das pessoas consiste principalmente em elas serem criadas por Deus, para viverem no tempo, mas com vocação de eternidade. Sempre que os bens materiais deixam de ser usados como meio e passam a ocupar o primeiro lugar nas nossas intenções e nas nossas práticas  começam os dramas, por esta verdade ser posta em causa. Por isso Jesus lembra hoje no Evangelho que nem só de pão vive o homem. A verdade  do homem e da mulher consiste também em que foram criados para serem senhores e não escravos; mas senhores que respeitam as leis fundamentais inscritas pelo criador na matriz de toda a criatura. E toda a situação difícil por que estamos a passar socialmente exige sobretudo a quem governa que leve muito a sério este elementar princípio. Caso contrário, pode governar, mas governará certamente mal ou seja contra o bem das pessoas. Não basta ter conhecimentos para governar bem. Se assim fosse o nosso país estaria na melhor situação de sempre, pois nunca tivemos tantos doutores como hoje. O certo porém é que na arte de governar precisamos de saber conjugar cada vez mais o conhecimento exacto com a sabedoria dos valores que dão sentido à vida e geram condições de bem estar total para todos.

As tentações que Jesus sofreu também envolveram a relação com Deus. É dado assente de uma sã antropologia que a realização do ser homem e ser mulher não é possível fora desta relação. Porém nós assistimos nas sociedades de hoje a dois tipos de perversão no relacionamento com Deus. Um deles é o silenciamento e mesmo a recusa deste dado incontornável da nossa condição. Sobretudo o mundo europeu, dito evoluído, parece postado em negar toda e qualquer direito de cidadania a Deus e àqueles que teimam em dar expressão pública à relação com Ele. Outro é o aproveitamento da relação com Deus para fins que lhe são totalmente estranhos, como é a utilização abusiva dos sentimentos religiosos das pessoas para acções de violência e mesmo de morte, como infelizmente continua a acontecer.

Que toda esta Quaresma seja oportunidade bem aproveitada para todos restabelecermos a relação com a verdade profunda das nossas pessoas e do nosso mundo e daí tirarmos todas as consequências para o comportamento saudável, pessoal e comunitário.

Para a próxima semana meditaremos sobre “Jesus, Palavra viva que nos transfigura”.

+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda.

Conselho Pastoral Diocesano

Publicado a 14/03/2011, 11:22 por Hugo Martins

Realizou-se, no passado sábado, dia 26 de Fevereiro, a primeira sessão plenária do Conselho Pastoral Diocesano constituído para o triénio 2011-2013.

Como constava da ordem de trabalhos e depois de um momento dedicado à apresentação dos membros que agora passam a constituir este Conselho, o Bispo Diocesano fez uma primeira comunicação em que apresentou as seguintes prioridades para este triénio:

1ª) Valorização do Secretariado Permanente, previsto no artº 12º dos Estatutos,  como órgão que será chamado a pronuncia­men­tos nos interregnos da sessões plenárias.

2ª) Contribuir para a valorização do Conselho Pastoral Arciprestal, em articulação com este Conselho Pastoral Diocesano, através do respectivo delegado arciprestal eleito. Onde não houver ainda Conselho Pastoral Arciprestal, que seja constituída uma equipa de leigos que trabalhem em colaboração com os respectivos Párocos, o Arcipreste e o delegado arciprestal ao Conselho Pastoral Diocesano.

3ª)Que este Conselho ajude a reflectir formas mais adequadas e eficazes para que os secretariados, obras de apostolado e movimentos diocesanos possam dinamizar a pastoral das paróquias.

4ª) Contribuir para que as as quatro zonas pastorais da Dio­ce­se desempenhem bem o seu papel, em boa articulação com a Diocese e os Arciprestados.

5ª) Identificar realidades da vida interna da Igreja e da vida da sociedade local que precisam de ser tidas em especial conside­ração e mesmo de estudos mais cuidados para o melhor desem­penho da acção pastoral da Igreja.

6ª) Na última assembleia geral do Clero realizada em 2010, foi apro­­vada a proposta de se realizar uma assembleia de repre­sen­tantes de todo o Povo de Deus da nossa Diocese. Dar continui­da­de a esta proposta e implementar a sua execução é um outro contributo pedido a este Conselho.

Procedeu-se à eleição do Secretário e dois vogais que passam a constituir o Secretariado Permanente deste Conselho, con­jun­tamente com o Coordenador da Pastoral Dio­cesana  e o Bispo da Diocese. Foram eleitos Drª Ester Amorim Nogueira Fernandes (Secretária), Drª Zélia Maria Canhoto Botas e Irmã Joaquina Ribeiro da Silva (vogais).

Parte substancial do tempo desta sessão plenária foi dedi­cada ao “Repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal”. Os contribu­tos dos membros do Conselho e a reflexão partilhada sobre o as­sunto serão presentes em documento a enviar à equipa que, na Diocese, está encarrega­da de ela­borar o documento final que se­rá remetido para a Confe­rência Episcopal.

A cada um dos delegados arciprestais a este Conselho foi pedido que seja feito um encontro com o respectivo arcipres­te sobre o funcionamento do Conselho Pastoral, que desejamos articular com este Conselho Diocesano. Onde ainda não houver Conselho Pastoral Arciprestal,  seja constituída uma equipa de leigos que cooperem com os respectivos párocos, o Arcipreste e o delegado Arciprestal para esta mesma finalidade.

Guarda, 28 de Fevereiro de 2011

+Manuel R. Felício

Dez dicas para a Quaresma 2011

Publicado a 10/03/2011, 07:22 por Hugo Martins   [ atualizado a 10/03/2011, 08:19 ]

1-Diga bem das coisas e das pessoas.

2-Reconcilie-se

3-Escute mais e fale menos.

4-Encontre Deus na natureza.

5-Tenha tempo par si; reze.

6-Em qualquer lado seja Cristão.

7-Pratique a Caridade.

8-Disponha-se à formação.

9-Ame a Igreja.

10-Convide o outro à conversão.

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